
Costacurta disse ter procurado, ao longo de todo esse tempo (quase uma década!) uma série de instituições do poder público – do estado e do município – e em nenhuma delas encontrou o apoio necessário ao projeto.
Recentemente, o arquiteto decidiu exibir o plano à iniciativa privada, que costuma ser muito mais rápida do que os governos para enxergar o que é bom e agir. A empresa procurada pelo homem da Parkia foi a Bahia Mineração, que construirá um terminal de embarque de minério na região da Ponta da Tulha, também no litoral norte ilheense. A Bamin solicitou de pronto que a Parkia formatasse a proposta para que as ações pudessem ser empreendidas.
Pode-se dizer que o projeto, apresentado hoje em uma reunião da Associação do Turismo de Ilhéus (Atil), está quase “redondinho”. No setor hoteleiro, prevalece o entendimento de que a revitalização da Lagoa Encantada será a primeira grande ação planejada em prol do turismo ilheense, um setor no qual sempre prevaleceu o improviso e o amadorismo.
Finalmente, parece que essa história começa a mudar.









A espantosa história da professora que cortava o cabelo de suas alunas para produzir apliques (“mega hair”) em uma escola da rede pública no bairro Nossa Senhora das Vitórias, em Ilhéus, teve repercussão nacional.



Enquanto anda por aí com ideias mirabolantes, como transplantar a imagem do Cristo da Praia da Avenida para o Morro de Pernambuco e colocar a balsa Ivete Sangalo numa linha entre a Baía de Todos os Santos e Ilhéus, o secretário de Turismo município, Paulo Moreira, dá de ombros para coisas mais importantes.
Fonte do primeiro escalão do governo ilheense assegura que a liberação de R$ 10 milhões pelo Ministério da Integração Regional para o socorro aos altos da cidade não implicará na migração do apoio do prefeito Newton Lima para o peemedebista Geddel Vieira Lima.






