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Jabes: bens indisponíveis.

A Justiça tornou indisponíveis os bens do advogado e secretário-geral do PP baiano, Jabes Ribeiro. Ele é acusado de “lesar o erário” e terá de devolver R$ 1.594.427,93, no período em que foi prefeito de Ilhéus, segundo condenação da 2ª Vara Cível e Comercial de Ilhéus.

As condenações resultam de ações civis públicas movidas pelo Ministério Público contra o ex-prefeito. A Justiça, em decisão liminar, determina que todos os cartórios sejam comunicados da indisponibilidade dos bens do político, conforme o Bahia Online. A publicação informa que tentou contato com Jabes, mas não obteve sucesso.

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O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, estará nesta quarta-feira (12) em Brasília, onde participa da primeira reunião de trabalho da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento. No encontro, serão abordados os critérios de seleção e formas de acesso ao PAC 2. Os recursos serão destinados a obras de saneamento, habitação, drenagem, contenção de encostas e pavimentação.

Além de Ilhéus, outros municípios baianos que estarão no encontro são Vitória da Conquista, Feira de Santana e Camaçari. As orientações aos gestores serão transmitidas a partir das 9h30min, no auditório do Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal, sob a coordenação do Grupo Executivo do PAC.

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A situação eleitoral para a presidência da República em Ilhéus e Itabuna, no sul da Bahia, é parecida. Segundo levantamentos “de consumo interno”, a petista Dilma Rousseff consegue, na média, impor dianteira de 20 pontos percentuais em cima do tucano José Serra.

Não à toa, e conforme antecipamos aqui (reveja), o vice-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre (PSDB), trabalha para trazer Serra à Terra de Gabriela na segunda quinzena de maio. Espera aplacar o crescimento da petista.

Marão, aliás, é dado como apoio quase certa a uma candidatura petista, mas na corrida pelo Palácio de Ondina. As negociações da mãe, a deputada Ângela Sousa, também incluíram o apoio do “menino” a Jaques Wagner (PT).

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O PSDB baiano opera. Depois das visitas a Salvador, Feira de Santana e Alagoinhas, o presidenciável tucano, José Serra, fará nova visita ao estado em menos de um mês. Desta feita, a Ilhéus, no sul da Bahia, tendo como anfitrião o vice-prefeito Mário Alexandre (PSDB).

‘Marão’, aliás, estará no palanque de Serra e praticamente fechou com a candidatura à reeleição do governador Jaques Wagner (PT). Circunstâncias, conveniências eleitorais.

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Os funcionários de uma das principais empresas do polo de informática de Ilhéus reclamam da excessiva carga de trabalho. Afirmam que a jornada começa por volta das 7h e se encerra às 18h. Mais que isso, dizem, é de péssima qualidade a refeição oferecida ao meio-dia. De sobremesa, vai um “pirulito pop”.

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Após contribuir para tirar o apoio da prefeitura de Ilhéus e atrapalhar a organização do Festival do Guaiamum, o secretário de Turismo, Paulo Moreira, agora é acusado de perseguir a comunidade da Vila Juerana. Numa nota assinada pela associação de moradores do vilarejo, o secretário é chamado de autoritário e ‘coroné’.

De acordo com os dirigentes da associação, Moreira mandou montar o palco do festival dois dias antes da festa. Depois de reunião com os pequenos comerciantes daquela comunidade, o ‘hômi’ mandou retirar o espaço para apresentações artísticas – tudo isso horas antes da festa. “Se não aceitamos as propostas dele, ele nos persegue”, diz a nota da Amorjaviu. “Ainda não satisfeito, o secretário está divulgando um outro festival do guaiamum, criado exclusivamente por ele”.

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Os moradores do vilarejo de São José, em Ilhéus, bloquearam a BA-262 por seis horas nesta segunda-feira, 3. Eles exisgem a construção de três salas de aula na localidade, esgotamento sanitário, abastecimento d´água e reconstrução de redutores de velocidade naquele trecho da rodovia estadual. A pista foi interditada às 5h e só liberada às 11h. É o segundo protesto neste estilo em menos de dois meses.

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Ontem, leitores se emocionaram com a postagem, aqui, de um dos capítulos do livro Meninos, eu vi, do jornalista, comentarista esportivo e apresentador Juca Kfouri. O escritor lembrava da sua estada em Ilhéus e de uma inesperada visita do time do Flu do Rio, na década de 50.

Primo de Kfouri e neto do médico Pacheco, o repórter fotográfico José Nazal Pacheco leu e logo acionou o telefone. Emocionado, lembrou do avô e da árvore genealógica da família. Nazal lembrou que Juca veio para cá se tratar, deixando a São Paulo de temperaturas mais amenas e arriscadas à saúde de quem contraíra tuberculose.

Depois, o fotógrafo nos presenteou com esta panorâmica da chácara do Tio Pacheco, o “hospital” onde o comentarista esportivo ficou logo bonzinho e, claro, onde recebeu o time do Fluminense e feras como Castilho e o mágico Telê Santana. A chácara, aliás, fica ali no Alto Boa Vista, mais conhecido como Morro do Pacheco, em Ilhéus.

O "hospital" onde Juca recebeu o Flu. Na pontinha, dá pra ver o mar de Ilhéus (Foto José Nazal).

Aqui, releia o texto.

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O site do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico de Ilhéus (Cepedi) sofreu invasão, possivelmente neste final de semana. Quem acessa a página eletrônicado centro ligado à Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e empresas do polo de informática de Ilhéus depara-se com uma mensagem pra lá de explosiva.

Site sofreu invasão-protesto. Às 22h, já estava fora do ar.

Atualizada às 11h (03/05)

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Juca Kfouri

Corria o ano de 1956, e, sem pieguice, eu não podia correr.

Uma tuberculose ganglionar quase tinha me matado, e eu andava fraco.

Já fora de perigo, me mandaram passar uns dias em Ilhéus, na Bahia, na casa de parentes.

Tio Pacheco era médico, dono do hospital da cidade, e um figuraço, casado com tia Esther, irmã de minha avó.

Estava lá eu em franca recuperação quando foi anunciada a presença do Fluminense em Itabuna, ali perto.

Foi então que tio Pacheco chegou em casa no fim de uma bela quinta-feira com dois ingressos na mão e prometeu que iríamos ao jogo.

Havia dias que eu não tinha febre, mas, sei lá se a excitação mexeu demais comigo, fato é que na sexta-feira amanheci febril.

Assim foi durante todo o dia, 38, 39 graus de febre, e, quando o tio Pacheco chegou e soube, nem pestanejou: sentou-se ao meu lado e disse que era melhor esquecer o jogo, mas que de todo modo me faria uma surpresa no domingo. Desnecessário contar o tamanho da frustração, e, na verdade, não havia surpresa possível que me interessasse ou consolasse.

Passei o sábado bem jururu e fui acordado no domingo com o anúncio de que tinha uma surpresa para mim na sala.

Lavei o rosto, escovei os dentes, fui para a sala e dei de cara com um bando de gente que eu não sabia bem quem era.

Era o time do Fluminense!

Tio Pacheco havia conseguido levar o time do Flu à casa dele, para visitar o sobrinho doente.

Ganhei autógrafos do Castilho, do Pinheiro, do Telê Santana, do Escurinho, uma beleza!

Muitos anos depois, às vésperas da Copa de 82, perguntei a Telê se ele se lembrava do episódio, e ele disse que sim, vagamente. E, sempre que de alguma maneira divergíamos, ele me ameaçava: “Vou espalhar para todo mundo que você já sentou no meu colo”.

Mas foi em 1984 que essa história teve seu fecho de ouro.

Num programa de tv, com Castilho, o maior goleiro da história do Flu, e Telê, perguntei a eles, piscando o olho para Telê, se guardavam alguma lembrança de visitas a crianças doentes em excursões do Flu.

E Castilho imediatamente se virou para Telê e disse: “Sim, é claro. Você se lembra, Telê, de um menino paulista que fomos visitar na Bahia, estava com uma doença grave, bem fraquinho, acho até que morreu?”

Antes que Telê falasse qualquer coisa, eu disse a Castilho que o garoto era eu.

O velho e sensível goleiro se emocionou às lágrimas.

Foi a última vez que o vi.

Três anos depois, deprimido, Castilho suicidou-se.

Deixou saudade.

Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri.

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A prefeitura de Ilhéus anunciou a prorrogação do prazo para que o contribuinte possa quitar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em cota única e obter o desconto de 20%. O novo prazo para quitar com desconto se encerra no dia 14 de maio.

Segundo a secretaria de Finanças, as chuvas das últimas semanas teriam prejudicado o cronograma de entrega dos boletos aos contribuintes. Quem ainda não recebeu o carnê, pode procurar o setor de Tributos, no térreo do Palácio Paranaguá, de segunda a sexta, das 12h às 18h.

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Começa na noite desta sexta-feira (30), o 3º Festival do Guaiamum, na Vila Juerana, litoral norte de Ilhéus. O evento é divulgado pela Secretaria de Turismo, cujo titular, Paulo Moreira, considera a programação da maior importância para destacar o potencial turístico e gastronômico do local.

O entendimento da relevância, no entanto, não implica em ajuda efetiva aos verdadeiros organizadores do festival. Na Vila, as reclamações contra a Setur são numerosas.

Segundo os diretores da Amorviju (Associação dos Moradores da Vila Juerana), a mudança na data do festival foi provocada pelo descumprimento de um compromisso da Setur de apoiar a atividade. Isso gerou prejuízos financeiros para comerciantes que já haviam preparado os estoques para receber  os visitantes.

Como o prometido apoio foi negado de última hora, a Amorviju também está tendo que se virar para pagar as bandas que vão animar a Juerana até domingo. A venda de camisas a R$ 20,00 (dá direito a cinco cervejas) é uma das formas que a turma arranjou para conseguir o dinheiro.

Até mesmo  limpeza das ruas e praça da vila, pintura de pontos de ônibus e postes e produção de faixas para divulgação estão sendo custeadas pela associação de moradores.

Segundo a Amorviju, nessa parceria eles estão entrando com tudo e a Prefeitura somente com a pose na foto.

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A falta de fiscalização é apontada como a causa de um grave desrespeito que se comete contra o direito de ir e vir em Ilhéus. Em várias partes da cidade, conforme denuncia o blog Notícias em Trânsito, comerciantes utilizam a calçada como depósito de mercadorias, obrigando os caminhantes a desviar para a rua.

Segundo o blog, os responsáveis pelo abuso nunca são multados. Normalmente a coisa entre fiscais e infratores é resolvida “na base da conversa”.

Com a ocupação dos passeios com mercadorias, pedestre não tem vez
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Mal-iluminado, ruas esburacadas, terrenos baldios cheios de mato, tudo isso em um bairro predominantemente de classe média alta. É assim o Jardim Pontal, situado próximo de um dos maiores cartões postais de Ilhéus (a Baía do Pontal) e um dos endereços preferidos por assaltantes e arrombadores.

A situação foge de tal forma ao controle das autoridades, que alguns moradores resolveram “jogar a toalha”. Ou seja, mudaram-se do bairro após ter a casa arrombada quatro, cinco vezes.

Na madrugada desta terça-feira, 27, nova demonstração de que naquela comunidade a bandidagem fala mais alto. Por volta das 2 horas da madrugada, a moradora de um  prédio acordou com o som de um alarme. Foi até a janela do quarto e viu um homem correndo pela rua com uma sacola na mão. Em seguida, desceu até a garagem e descobriu três carros arrombados e outro com tentativa de arrombamento.

Pouco depois, moradores de um prédio vizinho informavam que sua garagem também havia sido invadida, com dois carros arrombados. Uma das vítimas lamenta e protesta: “quero mostrar a minha indignação como cidadã ilheense com a falta de segurança que estamos vivendo  e o abandono do Jardim Pontal. Meus impostos estão em dia, mas a minha segurança…”.

Algumas das cenas que os moradores viram ao descer à garagem do prédio
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Vista da casa dos Marinho em Itacaré (Foto BN).

Setores do empresariado baiano apontam interesse nada ecológico da Rede Globo para produzir matéria contrária ao projeto Porto Sul (foi veiculada na edição deste domingo do Fantástico).

A versão é de que a reportagem foi pautada pelo empresário Roberto Irineu Marinho, que possui uma mansão em Itacaré, por sinal construída irregularmente, em área de falésias.

Dizem os baianos que a preocupação do poderoso homem da Globo é que o Terminal Marítimo da Ponta da Tulha, apesar de ficar a quilômetros da propriedade dele, irá comprometer a paisagem que o homem descortina do palacete.

As informações são do Bahia Notícias.