Após o pedido de recuperação judicial, a indústria de informática Bitway decidiu concentrar a sua produção na região sul do País. Desde o mês passado, a empresa manteve só parte do administrativo na matriz, em Ilhéus. A produção de desktops e notebooks se restringe à unidade em Piraquara (PR).
A empresa entrou com pedido de recuperação judicial ainda no final do primeiro semestre, após somar enormes prejuízos em operações arriscadas na importação de componentes e perder um de seus principais clientes, a Insinuante.
A Bitway situava-se entre as cinco maiores fabricantes de computadores do país. A concentração em Piraquara visaria redução de custos. Uma das apostas da indústria para reverter a crise ainda é a rede Varejo do Brasil, que vende os produtos da indústria ilheense. Ainda não se sabe qual o volume de dívidas da empresa. A Bitway empregava cerca de 250 funcionários na matriz, reduzidos a cerca de 30 agora.












A espantosa história da professora que cortava o cabelo de suas alunas para produzir apliques (“mega hair”) em uma escola da rede pública no bairro Nossa Senhora das Vitórias, em Ilhéus, teve repercussão nacional.



Enquanto anda por aí com ideias mirabolantes, como transplantar a imagem do Cristo da Praia da Avenida para o Morro de Pernambuco e colocar a balsa Ivete Sangalo numa linha entre a Baía de Todos os Santos e Ilhéus, o secretário de Turismo município, Paulo Moreira, dá de ombros para coisas mais importantes.
Fonte do primeiro escalão do governo ilheense assegura que a liberação de R$ 10 milhões pelo Ministério da Integração Regional para o socorro aos altos da cidade não implicará na migração do apoio do prefeito Newton Lima para o peemedebista Geddel Vieira Lima.





