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O prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD), saiu em defesa do legado das quatro últimas gestões estaduais e disse que fica admirado quando se depara com críticas de ex-aliados do governo baiano ao governador Rui Costa (PT), fazendo alusão ao PP, sem mencionar o nome do partido.

– O que me admira é que, pra essa turma que hoje não vota mais com ele, Rui era o melhor governador da história da Bahia. De uma hora pra outra, virou o pior. Não entendo muito bem essa oposição, que se tornou oposição após ficar oito anos do lado [do governo] – disparou o prefeito de Ilhéus em entrevista à Arriba Saia, do PIMENTA.

ELEIÇÃO ESTADUAL

A coluna perguntou ao prefeito se os investimentos do Governo do Estado em Ilhéus asseguram vitória ao pré-candidato a governador pelo PT, Jerônimo Rodrigues, no município.

–  O Governo do Estado trabalha na Bahia inteira e isso começou com [Jaques] Wagner. As maiores obras do Governo do Estado estão em Salvador. Todas as grandes obras de trânsito, hospitais e escolas foram feitas pelo governador Rui Costa e sua equipe, em toda a Bahia. Agora, teremos a nova Ilhéus-Itabuna. Em Ilhéus, graças a Deus, construímos essa relação, sempre levando projetos ao governo estadual, para que as obras sejam executadas. Não tenho dúvidas de que o povo de Ilhéus e da região vai votar no sentido de gratidão a Jerônimo, ao governador Rui Costa pelo que fizeram – respondeu.

VIVA ILHÉUS E CAMINHOS DOS ALTOS

Marão está contente com o desempenho do próprio governo e o Viva Ilhéus 488 anos, que começou na sexta (25) e chegará ao auge nesta terça-feira (28), dia do aniversário da cidade. Estimou que 60 mil pessoas foram à Avenida Soares Lopes em cada noite de festa. Hoje, entregará a reforma do Ginásio de Esportes Herval Soledade.

À coluna, ressaltou o impacto positivo do projeto Caminhos dos Altos. “São 35 escadarias para aquelas pessoas que mais precisam. Estou muito feliz. Minha palavra é de gratidão a Deus, à minha família, à Soane [Galvão], aos deputados, ao governador, à polícia. É um trabalho de união”.

PREÇO DA FOLIA

Ontem (27), dois dias após o início da festa, a Prefeitura divulgou os cachês das atrações musicais do Viva Ilhéus. Perguntamos ao mandatário se a medida foi recomendada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA).

– Não teve nenhum tipo de solicitação do MP. Temos um governo que sempre vai promover a transparência, divulgando aquilo que foi gasto para fortalecer a economia. Antes, isso foi dialogado com o MP e estaremos sempre abertos a dialogar com os órgãos fiscalizadores – afirmou Marão.

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SE VACILAR…

Luizinho do Trio da Huanna irritou-se com o segurança que tentou impedir o empresário Matheus Figueiredo de subir ao palco durante show da banda no Brega Light, em Ibicuí. “Ele vai subir, sim. Me respeite, seu porra!”, berrou o vocalista. Com ajuda de homens que estavam em cima do palco, o fã subiu. Ato contínuo, deu uma rebolada, ajeitou a bolsa sobre o ombro direito e, voltando-se para o segurança, mostrou-lhe os dedos médios e a língua.

…LUIZINHO VAI TE PEGAR

Ainda nervoso, Luizinho continuou a gritar. “Me respeite!”. Ao fundo, uma pessoa filmava a cena, aprovando a atitude do músico. “Arrasou! Deixa a travesti subir!”. Tudo isso ao som da parte instrumental da música Vem, mamãe, aquela daquele refrão “se vacilar, Luizinho vai te pegar”. Confira.

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SÓ PRA CONTRARIAR

Elba Ramalho tenta censurar público || Imagem TVE

Elba Ramalho não gostou de ouvir gritos de “fora, Bolsonaro” durante show em Salvador, neste domingo (27). “Não, não quero fazer política. Isso aqui é um show de São João. Não é um comício”. A plateia ignorou a tentativa de censura da cantora e emendou: “olê, olê, olê, olá, Lula, Lula!”. Depois, ela se rendeu e disse que, na democracia, as pessoas podem se manifestar.

“Cada um tem o presidente que merece”, resmungou.

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OLHEMOS PARA OS NOSSOS

Rosemberg: mais apoio público aos artistas locais na maior festa do Nordeste

No São João dos cachês milionários a artistas do sertanejo universitário e assemelhados na Bahia, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) alertou para a necessidade de o poder público ter um melhor olhar para o artista local. “Eu defendo que tenhamos festas em todas as cidades, dentro da capacidade orçamentária de cada município, priorizando a contratação de artistas locais”.

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2 DE JULHO DOS PRESIDENCIÁVEIS

Lula, Bolsonaro e Ciro confirmados no 2 de Julho, na Bahia || Fotomontagem O Povo

O 2 de Julho vai atrair a Salvador, pelo menos, três dos presidenciáveis da República. Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) confirmaram presença na Data Maior da Bahia.

E OS CANDIDATOS AO PALÁCIO DE ONDINA?

João Roma (PL) vai desfilar no bloco de Bolsonaro, que chega ao estado na sexta (1º). Jerônimo Rodrigues (PT) terá mais um dia para fazer pré-campanha ao lado de Lula, preferido dos eleitores baianos, com um “arrastão” e evento na Arena Fonte Nova.

E ACM Neto, com quem vai? O candidato do União Brasil quer distância dos presidenciáveis para manter o discurso contrário à nacionalização da disputa.

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PANCADINHA PISCOU?

Pancadinha, principal nome da Oposição, com Augusto em foto de arquivo

Um agradecimento feito durante o São João no bairro São Pedro fomentou especulações de aproximação entre o vereador e pré-candidato Fabrício Pancadinha (SDD) e o prefeito Augusto Castro (PSD).

Ambos utilizaram o Instagram para uma “gracinha”, com post e compartilhamento da festa.

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BAIXA NO GOVERNO MARÃO

Anna Karenina deixa governo municipal

A jornalista e advogada Anna Karenina foi exonerada da chefia do setor de jornalismo da Prefeitura de Ilhéus. Ouvida pela coluna, disse que investirá em novo projeto profissional, que será apresentado em live nesta terça-feira (28), às 21h09, no seu perfil no Instagram (@akuniverso). Não deu detalhes sobre a saída do cargo público. Disse apenas que serviu ao município com empenho, ao longo de 2 anos e 8 meses, e que acredita que o Governo Marão faz excelente trabalho.

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Durante participação na Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, ontem (31), o pré-candidato bolsonarista ao governo do estado, João Roma (PL), culpou Rui Costa pela carestia dos fertilizantes usados pelo agronegócio no oeste baiano.

“Precisamos fazer com que o estado saia do cangote de quem produz”, afirmou Roma, que acompanhou o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), na visita a uma das maiores feiras do agronegócio no Brasil.

A resposta veio momentos depois. Quem rebateu João Roma não foi Rui Costa, mas o seu líder do Governo na Assembleia Legislativa, Rosemberg Pinto (PT). O parlamentar lembrou que a carestia dos fertilizantes se deve à decisão do presidente Jair Bolsonaro de fechar as Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (Fafens), uma delas na Bahia, e abandonar a construção de novas unidades.

E depois ironizou Roma:

–  Estes candidatos de Bolsonaro precisam ter espelho em casa para falar de fertilizantes. O presidente cometeu um crime de lesa-pátria [ao fechar as Fafens] contra a segurança alimentar do Brasil (o quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo e importa mais de 80% do que necessita), que está à mercê de outros países, gera aumento de inflação e encarece a produção dos alimentos, cujo valor é repassado ao consumidor final. Tá caro? A culpa é do Bolsonaro – concluiu.

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A troca de acusações entre o pré-candidato ACM Neto (União Brasil) e o governador Rui Costa (PT) sobre ameaça a prefeitos por parte do governo estadual e de uso da máquina federal com a Codevasf por parte de ACM Neto e o União Brasil (clique aqui para relembrar) levou o deputado federal João Roma, pré-candidato ao governo baiano pelo PL, a tirar casquinha do tiroteio verbal dos dois atores políticos:

– É o sujo falando do mal lavado – cravou João Roma (PL).

Sem falar do uso da Codevasf por parte de políticos do União Brasil, partido de ACM Neto, Roma se limitou a lembrar que “servidores da prefeitura de Salvador também passaram pelo mesmo constrangimento de perseguições e ameaças, quando manifestavam até pouco tempo uma simples curtida na rede social do ex-ministro da Cidadania”.

– Quando falo da necessidade de mudança de verdade, de oxigenação da vida pública baiana, é para justamente abolir essas práticas autoritárias e execráveis de uma política do Século XIX que não cabe mais na Bahia do Século XXI – disse o candidato bolsonarista ao Governo da Bahia.

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Thiago Dias

O Campus Jorge Amado, da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), ocupa parte da extensa propriedade da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), à margem da BR-415, em Ilhéus. Como os prédios ficam a 2,5 quilômetros da entrada da Ceplac, quando as aulas começarem, no próximo mês, estudantes e trabalhadores que não têm veículos próprios farão o percurso em ônibus a serviço da Universidade. No final do trajeto, encontra-se o conjunto arquitetônico cercado pelo verde escuro da Mata Atlântica. Foi nesse ambiente bucólico que aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL) e do ex-presidente Lula (PT) se reuniram, nesta sexta-feira (6), para a inauguração do campus.

O Campus Jorge Amado com a Mata Atlântica ao fundo

O clima era de trégua solene. Lá estavam o quinto ministro da Educação de Bolsonaro, Victor Godoy, e o deputado federal João Roma (PL), ex-ministro da Cidadania e único pré-candidato a governador na solenidade. Ao redor da dupla bolsonarista, dezenas de apoiadores do ex-presidente Lula, a exemplo do vice-prefeito de Ilhéus, Bebeto Galvão (PSB), do presidente do Sindicato dos Bancários de Ilhéus, Rodrigo Cardoso, e do pré-candidato a deputado federal Wenceslau Júnior, ambos do PCdoB.

Apesar da cordialidade, havia hesitação nos gestos, como o lapso entre o anúncio do pronunciamento de Roma, pelo cerimonial, e as palmas puxadas por alguém na mesa e acompanhadas pela plateia.

Não faltou quem protestasse, mas baixinho, respeitando o rito. Foi o caso de um jovem negro de turbante. Ao ouvir o ministro da Educação afirmar que o Brasil foi dos países que mais retardaram o retorno às aulas, ele resmungou alguma coisa sobre a demora do governo federal de comprar as vacinas contra a Covid-19. Agora, segundo o ministro, o país precisa de uma política consistente de recuperação do tempo de aprendizagem perdido pelos estudantes.

Quando João Roma terminou de dizer que teve uma conversa “frutífera” e “para além de qualquer fronteira partidária, política ou ideológica” com a reitora Joana Guimarães, ainda nos tempos do Ministério da Cidadania – dos quais conserva o uso do colete com a bandeirinha do Brasil no peito -, uma mulher na plateia retrucou que, se dependesse do presidente Jair Bolsonaro, a UFSB nem existiria.

No fim do pronunciamento, o pré-candidato arrancou aplausos de boa parte do público ao defender a recuperação da Ceplac. Segundo ele, a instituição não pode ser símbolo de atraso ou de um momento triste da história da Bahia. “Mas, sim, ter uma reparação histórica para que possamos, cada vez mais, através das nossas potencialidades e reparações históricas, representar, sim, muita superação, superação de dificuldades, mas, sobretudo, representar a autoestima do povo baiano”.

“SONHO QUE SE SONHA JUNTO É REALIDADE”

Juvenal e Joana se reencontram na inauguração do Campus Jorge Amado

O discurso da reitora Joana Angélica Guimarães foi, de longe, o mais aplaudido da tarde. Dedicou boa parte dele a agradecimentos, enfatizando a parceria que viabilizou o terreno do Campus Jorge Amado. “Não poderia esquecer o senhor Juvenal Maynart, que, como superintendente da Ceplac, com sua sensibilidade e empenho, tornou possível a cessão desse espaço em que hoje nos instalamos. Em seu nome, gostaria de agradecer a toda a comunidade da Ceplac, que tem sido parceira da UFSB desde a sua chegada”.

Para a reitora, sem a convergência das instituições e das pessoas que se mobilizaram coletivamente, a UFSB não teria saído do papel. Ilustrou seu argumento com a letra da música Prelúdio, do baiano Raul Seixas. “Sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade”.

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Pesquisa Séculus, encomendada pelo Informe Baiano e divulgada nesta quinta-feira (28), investiga as intenções de voto para o Governo da Bahia em dois cenários estimulados, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados às pessoas entrevistadas.

No primeiro, ACM Neto (UB) tem 61,54% das intenções de voto, seguido por Jerônimo Rodrigues (PT) com 11,26%. A terceira posição é de João Roma (PL), escolhido por 5,47% dos entrevistados. Kleber Rosa (PSOL) e Giovani Damico (PCB) ocupam a quarta e a quinta posições, com 0,77% e 0,45%, respectivamente. Nenhum/nulo somam 8,30% e não sabem/não opinaram 11,90%.

No segundo cenário estimulado, os nomes dos pré-candidatos Jerônimo e Roma são associados aos de apoiadores, enquanto o de ACM Neto aparece como pré-candidato independente.

Nessa condição, Neto é o preferido de 56,05% dos entrevistados. Com o apoio do ex-presidente Lula, do governador Rui Costa e do senador Jaques Wagner, Jerônimo chega a 19,43% das intenções de voto. Associado ao presidente Jair Bolsonaro (PL), Roma marca 7,85 pontos percentuais. Nenhum/nulo somam 7,27% e não sabem/não opinaram são 9,40%.

Registrado no Tribunal Superior Eleitoral (BA-0927/2022), o levantamento ouviu 1.526 pessoas, de 20 a 22 de abril deste ano, em 72 municípios da Bahia. A margem de erro é de 2,5% para mais ou para menos, resultando em 95% de probabilidade de acerto.

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O ex-ministro da Cidadania João Roma (PL) prometeu não esquecer as regiões oeste e extremo-sul da Bahia, caso seja eleito governador da Bahia. O pré-candidato falou em criar “mecanismos de interlocução direta” dos municípios com o governo.

– Ao contrário do que acontece atualmente, não esqueceremos essas regiões onde a Bahia prospera. Queremos uma Bahia integrada para orgulhar o nosso Brasil – afirmou o pré-candidato nesta segunda-feira (18) em entrevista a emissora de rádio em Teixeira de Freitas, extremo-sul baiano.

Roma ainda lembrou as enchentes registradas no extremo-sul, em dezembro passado, período em que ele esteve à frente do Ministério da Cidadania. “O governante tem que ir aonde o povo está. Conhecer o problema e buscar soluções. Vamos trabalhar por toda a Bahia sem esquecer nenhuma região”.

“PAI DO AUXÍLIO BRASIL”

Durante a entrevista à Eldorado FM, Roma se intitulou “Pai do Auxílio Brasil” e ouviu mensagem de ouvinte. “A grande satisfação do homem público é o reconhecimento de seu trabalho. O Auxílio Brasil é uma ajuda do estado para o cidadão superar a dificuldade. Todos nós enfrentamos dificuldades na vida”, comentou João Roma.

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) falou sobre três dos pré-candidatos a governador da Bahia, ACM Neto (UB), Jerônimo Rodrigues (PT) e João Roma (PL), em entrevista divulgada pela TV Aratu nesta quarta-feira (13). Ele disse que apoia a pré-candidatura de Roma, atacou Jerônimo e poupou Neto.

Segundo Bolsonaro, o ex-prefeito de Salvador fez algumas críticas ao seu governo, o que o presidente atribui à falta de reconhecimento pelo que fez por estados e municípios na pandemia. “Mas, pessoalmente, não tenho nada contra ACM Neto, mas ajudo e vou ajudar no que for possível o João Roma”.

Para Bolsonaro, Roma é um herói por enfrentar o que o presidente chama de velha política. “É uma nova esperança. Sangue novo”, disse, antes de elogiar a atuação do aliado quando esteve à frente do Ministério da Cidadania.

Já ao petista Jerônimo Rodrigues, ex-secretário de Educação da Bahia, Bolsonaro reservou ataques. “A educação na Bahia é a pior do Brasil, então é isso que o PT está apresentando como sucessão para o governo do estado, o pior secretário de Educação do Brasil candidato ao governo do estado”, declarou o presidente, que voltou a investir no discurso do antipetismo.

O pré-candidato do PT respondeu os ataques de Bolsonaro. “Lamentável a desinformação do presidente que persegue a Bahia e os baianos. Iniciamos uma revolução na educação. Neste momento são R$ 3,5 bi em requalificação e novas escolas. Nosso foco são os estudantes que mais precisam, gente do povo. É um presidente que não cuida de gente”, escreveu Jerônimo, nesta quarta, numa rede social. Atualizado às 13h42min.

Ministro João Roma, da Cidadania, diz que auxílio é muito importante || Foto EBC
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Pré-candidato a governador da Bahia com o apoio do presidente Jair Bolsonaro, o ex-ministro e deputado federal João Roma (PL) disse, neste final de semana, que o presidenciável Lula (PT) terá dois candidatos a governador da Bahia. A ironia se refere a uma “teoria da conspiração” que apontaria um acordo de bastidores envolvendo ACM Neto (União Brasil) e o presidenciável petista, além do pré-candidato a governador baiano pelo PT. “Lula tem dois candidatos na Bahia: o oficial, Jerônimo, e o oficioso, ACM Neto”, disse.

Desta vez, Roma usou como argumento o fato de os dois pré-candidatos terem se encontrado e posado para fotos juntos durante um evento social na última semana. Jerônimo, que recebeu Lula na última quinta-feira (31) em lançamento da sua pré-candidatura a governador, aparece na foto com Neto fazendo o L de Lula.

Para Roma, a Bahia irá em outra direção, embora as pesquisas mostrem amplo favoritismo do petista na disputa eleitoral. “Mas a Bahia quer mudar e seguir de mãos dadas com o Brasil. Dar um basta na decadência econômica, no fracasso da educação, na falta de assistência à saúde e na escalada da violência”, afirmou.

FILIAÇÕES

Na Cidade Sol, Roma participou, ao lado das pré-candidatas ao Senado, Raíssa Soares (PL), e à Câmara Federal, Roberta Roma, de ato de filiação de James Meira ao Partido Liberal. Meira vai concorrer pelo PL a uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Na última eleição municipal, James Meira perdeu a disputa pela prefeitura de Jequié por uma pequena margem de votos para um adversário, Zé Cocá, que teve apoio do governador Rui Costa e de aliados de ACM Neto.

“A eleição de 2020 em Jequié foi uma prévia do que estamos vendo este ano, quando o PT e ACM Neto estão juntos com Lula. O surpreendente desempenho eleitoral de James na disputa da prefeitura foi o indicativo da vontade do povo de mudar e esse sentimento se espalha pela Bahia”, afirmou o ex-ministro da Cidadania. De Jequié, Roma seguiu a Ipiaú para encontro com cacauicultores da região e lideranças locais.