Lojas Americanas tem dívidas de mais de R$ 40 bilhões || Foto Ana Paula Ragazzi
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Desencadeada pela descoberta de dívidas estimadas em R$ 43 bilhões, a recuperação judicial das Lojas Americanas enfrenta a suspeita de ser o maior escândalo da história do capitalismo brasileiro. O caso, segundo especialistas, aponta as limitações da legislação atual, que pouco distingue crises comuns de empresas em dificuldades financeiras geradas por gestões fraudulentas.

Os principais gargalos, segundo advogados e juristas especializados em direito empresarial, dizem respeito a dificuldades em separar a responsabilidade de maus administradores e controladores da atuação dos funcionários. Eles também citam a falta de mecanismos eficientes para proteger acionistas minoritários e pequenos fornecedores.

Mestre em direito empresarial e cidadania, o advogado Alcides Wilhelm, com atuação em reestruturação de negócios, fusões e aquisições e direito tributário, diz que o caso das Lojas Americanas se tornou uma exceção entre os processos de recuperação judicial.

“Em tese, a recuperação judicial é um processo onde os credores são chamados a ajudar a empresa no reerguimento. O caso das Americanas acaba sendo sui generis, uma exceção. A gente ainda não pode afirmar 100%, mas tudo indica que a empresa entrou em dificuldade mediante fraudes, com demonstrações contábeis que não espelhavam a realidade. Isso é diferente de uma empresa em crise por causa da disparada do dólar ou de decisões erradas de negócios”, diz Wilhelm.

O advogado defende mudanças na legislação para que, em caso de fraude comprovada, os administradores ou controladores sejam responsabilizados como pessoas físicas, com a empresa mantendo as atividades. “Precisaríamos ter uma legislação que punisse os maus empresários, em vez da empresa”, destaca.

“Nesses casos, o dono seria afastado da administração, perderia o controle dela, o Judiciário colocaria um administrador judicial para continuar as operações e pôr a companhia à venda. Ela cobre todos os prejuízos que causou. Se sobrar dinheiro, o ex-proprietário recebe. Seria uma forma de punir os maus empresários com a perda do negócio”, explica.

Segundo Wilhelm, se essas mudanças valessem, as empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato teriam as atividades preservadas, com apenas os executivos sendo punidos e milhares de empregos sendo preservados. “As Lojas Americanas são uma empresa grande, com importante função social. A separação entre as pessoas físicas que cometeram irregularidades e a empresa seria o ideal para preservar as atividades”, avalia.

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Lojas Americanas não possui inadimplência com shopping, segundo Neto
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O diretor do Shopping Jequitibá, Manoel Chaves Neto, emitiu comunicado aos lojistas e colaboradores afirmando que não há inadimplência no pagamento no espaço ocupado no empreendimento.

– Graças ao bom Deus e a competência de nossos colaboradores locais da lojas Americanas do Shopping Jequitibá, não temos nenhuma inadimplência com uma das nossas mais antigas lojas âncora, as Lojas Americanas – diz a nota.

Neto cita o desempenho da loja da rede instalada no Jequitibá. “A loja do shopping tem um excelente volume de vendas, cresce acima de dois dígitos todos os anos, gera excelentes resultados e o time que lá trabalha merece todo nosso respeito e admiração, pois são excelentes profissionais, que agregam valor a qualquer empresa e em qualquer segmento, pois fazem a gestão como proprietários”.

O diretor do centro de compras, lazer, entretenimento e serviços fala da união dos empreendimentos na consolidação do shopping. “Estamos todos juntos nessa missão de fazer do Jequitibá um shopping completo, que nos orgulha e orgulha o sul da Bahia”, complementa. A rede de lojas Americanas enfrenta um período de turbulência depois da descoberta de manobras contábeis que apontam para rombo de cerca de R$ 40 bilhões.

Lojas Americanas sofre derrota no âmbito judicial
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A Justiça suspendeu uma decisão da 4ª Vara Empresarial que determinou a imediata restituição de todo e qualquer valor que os credores eventualmente tiverem compensado, retido e/ou se apropriado do Grupo Americanas após a empresa revelar, no dia 11 de janeiro, ter descoberto rombo contábil no valor de R$ 20 bilhões.

A decisão da 4ª Vara empresarial foi mantida por uma decisão da 15ª Câmara Civil, mas uma liminar a favor do Banco BTG Pactual foi emitida pelo desembargador Flávio Marcelo de Azevedo Horta Fernandes, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

Com o deferimento da liminar, a determinação de imediata restituição de todo e qualquer valor que os credores eventualmente tiverem compensado, retido e/ou se apropriado fica suspensa somente em relação ao BTG Pactual, que ajuizou o mandado de segurança contra a decisão.

O magistrado determinou também o bloqueio no valor de R$ 1,2 bilhão, correspondente à compensação de créditos do BTG, na conta do banco credor até o julgamento do mérito da ação no colegiado do Órgão Especial do TJRJ.

A 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro havia determinado a suspensão de qualquer bloqueio, sequestro ou penhora de bens do Grupo Americanas, assim como a obrigação do pagamento de dívidas, até que um eventual plano de recuperação judicial seja apresentado pelo grupo em prazo de 30 dias. O BTG Pactual entrou com recurso contra a decisão, mas o pedido foi negado. Desta forma, o banco ajuizou o mandado de segurança, agora acolhido, com a concessão do efeito suspensivo da decisão na 2ª instância.

Confira a lista de cidades incluídas no processo seletivo
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A segunda semana de fevereiro começou com boa notícia para quem procura emprego na Bahia. As Lojas Americanas abriram processo seletivo para contratar novos funcionários em 26 cidades do estado. Para participar da seleção, é necessário ter ensino superior completo.

As cidades com vagas abertas são Porto Seguro, Salvador, Teixeira de Freitas, Vera Cruz, Santo Antônio de Jesus, Senhor do Bomfim, Juazeiro, Conceição do Coité, Irecê, Jacobina, Luis Eduardo Magalhães, Ribeira do Pombal, Santa Maria da Vitória, Seabra, Serrinha, Xique Xique, Brumado, Camaçari, Candeias, Dias d’Ávila, Guanambi, Itapetinga, Lauro de Freitas, Santo Amaro, Santo Estevão e Vitória da Conquista.

O processo seletivo será a distância, com provas de Matemática e Língua Portuguesa, além de entrevista.

De acordo com o site Correio 24h, o salário oferecido é compatível com os valores praticados no mercado de trabalho. Além de ajuda de custo para refeição e transporte, os futuros contratados também vão ter direito a plano de saúde e programa de desconto em estabelecimentos e instituições.

Interessados podem se inscrever na página do Programa Supervisor de Varejo.

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Casa Fernandes foi arrombada neste domingo || Foto João Macrossul

Mais uma loja foi arrombada no centro de Itabuna. Desta vez, o alvo dos criminosos foi a Casa Fernandes, na Rua Osvaldo Cruz. A Polícia Militar foi acionada por volta das 3h40min da madrugada deste domingo (23), véspera de São João.  É o terceiro arrombamento em dez dias no Centro.

Uma guarnição foi até o local, porém não pôde averiguar, no momento, se houve furto de produtos, pois nenhum responsável pelo estabelecimento havia sido localizado.

Ainda não há informações sobre o que os ladrões levaram da Casa Fernandes, que vende joias e bijuterias. De acordo com a polícia, a viatura permaneceu na Osvaldo Cruz. A rua é mal iluminada.

AMERICANAS E SIMONETTI

Nos últimos dez dias, três estabelecimentos comerciais foram arrombados no Centro de Itabuna em ações registradas sempre na madrugada. No dia 13, criminosos arrombaram portas de entrada da Lojas Americanas, na Rua São Vicente de Paulo, usando um carro, levando quatro aparelhos de TV e outros produtos eletrônicos.

Quatro dias depois, assaltantes novamente usaram um carro para arrombar a loja de eletrônicos Philisom, na Rua Adolfo Maron. Os três estabelecimentos são próximos. Também no Centro, a Móveis Simonetti foi arrombada há menos de 30 dias. Os criminosos levaram aparelho de TV e produtos de salão de beleza. Fugiram em um carro, pela contramão, na Avenida do Cinquentenário, e dando tiros para o alto (relembre aqui).

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Lojas Americanas fecha acordo após condenação na Justiça do Trabalho.
Lojas Americanas fecha acordo após condenação na Justiça do Trabalho.
Acordo Eloína Machado.
Eloína Machado homologou acordo.

O montante de R$ 3,3 milhões, que será pago pelas Lojas Americanas em face de um acordo num processo trabalhista, será destinado para a área de saúde pública de Itabuna. O valor será aplicado na ampliação do Centro de Radioterapia do Hospital Manoel Novaes, além da aquisição de equipamentos e a reforma de três enfermarias do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães.

O acordo foi homologado pela juíza Eloína Maria Barbosa Machado, da 2ª Vara do Trabalho de Itabuna,  nesta quinta-feira (18), numa ação movida pelo Ministério Público do Trabalho, relativa a danos morais coletivos.

A juíza havia condenado a rede de Lojas Americanas a pagar os R$ 3 milhões há três anos (relembre aqui).

O pagamento será dividido em 10 parcelas iguais, a vencer a cada dia 12. Ainda segundo os termos do acordo, a realização das obras na área da saúde fica sujeita à fiscalização, a qualquer tempo, pela Justiça do Trabalho. Atualizado às 22h29min.

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Quadrilha foi presa por estelionato em Ilhéus (Foto Divulgação PC-BA).
Quadrilha foi presa por estelionato em Ilhéus (Foto Divulgação PC-BA).

Oito pessoas, de uma quadrilha de estelionatários residentes em Itabuna, foram presas, na quinta-feira (12), em Ilhéus, aplicando golpes no comércio da região central da cidade. Tratava-se da Operação Americana, deflagrada por policiais da 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Ilhéus).

O líder da quadrilha, José Renato Nery da Silva, de 36 anos, foi capturado, por volta das 14 horas, na Avenida Soares Lopes, depois que a Coordenadoria da Polícia Civil recebeu a informação que um grupo de estelionatários havia acabado de cometer golpes numa unidade das Americanas, na Rua Bento Berilo, e que outros ainda estariam agindo no interior da loja.

Segundo o delegado Evy Parternostro, responsável pela Coorpin/Ilhéus, José Renato era o responsável por falsificar documentos de identidade com CPFs e arregimentar pessoas para efetuar compras de produtos diversos, especialmente aparelhos celulares, por meio de crédito. Para tanto, ele contava com uma comparsa, que residia em Ilhéus.

Mulheres também integravam quadrilha, uma delas funcionária da Americanas.
Mulheres também integravam quadrilha, uma delas funcionária da Americanas.

Tamara Lopes da Silva, 30, era funcionária do estabelecimento e facilitava a aprovação dos crediários, além de fornecer números de CPF para serem colocados nas identidades falsificadas. Como recompensa, recebia a quantia de R$ 100 por transação concretizada. Ela foi presa e autuada pelos crimes de associação criminosa e estelionato.

Duas pessoas foram presas em flagrantes fazendo compras na loja com documentos falsos: Enio da Silva Lisboa, 37, e Gleyce Silva Nascimento 27, ambos autuados por associação criminosa e estelionato. Outros quatro detidos foram autuados apenas por associação criminosa: Roseli Conceição Andrade, 27, Jailson Alvino Trigueiros, 40, George Lucas Nogueira Santos, 34, e Pablo Soares Goes, 34. Cada um recebia a quantia de R$ 200 por transação efetuada.

Em poder da quadrilha, a polícia apreendeu quatro smartphones de última geração, avaliados em R$ 6 mil e outros objetos. O chefe da quadrilha foi autuado pelos crimes de falsificação de documento, estelionato e associação criminosa.

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Lojas Americanas terá de pagar indenização de R$ 3 milhões.
Lojas Americanas terá de pagar indenização de R$ 3 milhões.
A Justiça do Trabalho condenou as Lojas Americanas a pagar indenização de R$ 3 milhões, por danos morais coletivos, por descumprimento de uma série de normas de saúde e segurança do trabalho. A sentença, da juíza Eloína Maria Barbosa Machado, titular da 2ª Vara do Trabalho de Itabuna, determinou que a empresa cumpra uma série de itens que garantam um meio ambiente sadio para os funcionários da empresa no município. A ação foi proposta pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).
A indenização deverá ser revertida para instituições sem fins lucrativos a serem indicadas pelo MPT. Uma liminar concedida na mesma ação em novembro do ano passado já havia obrigado a empresa a adotar, num prazo de 90 dias, 12 determinações.
Dentre as mudanças impostas à época, estavam fazer uma completa análise da ergonomia do ambiente de trabalho e providenciar sua adequação, estabelecer sistema de pausas para descanso, garantir treinamento adequado para os funcionários que movimentam cargas, organizar o depósito e corrigir falhas na rede elétrica e nos acessos a áreas de trabalho.
A liminar também obrigava a empresa a oferecer água potável e condições básicas de higiene nas lojas da rede no município de Itabuna. Mesmo depois da decisão, a empresa foi flagrada por auditores fiscais do trabalho, da Gerência do Trabalho e Emprego de Itabuna, mantendo as mesmas práticas de antes.
“É mais um importante precedente aqui da Bahia, fruto de um trabalho coletivo de todos os procuradores que ajudaram na instrução do inquérito, do detalhismo dos técnicos do Cerest, dos auditores fiscais aqui da região e da sensibilidade do Poder Judiciário”, avaliou o procurador Ilan Fonseca, autor da ação. Ele lembra que o MPT tem “inúmeros inquéritos correndo contra as Americanas sobre este mesmo tema em outros estados”.
Para o procurador, “a falta de comprometimento da empresa com a saúde e a integridade física de seus funcionários nas lojas de Itabuna ficou clara durante o processo, visto que a realidade apontada já era presente em 2005 e permaneceu inalterada durante todo esse período, apesar das inúmeras ações de fiscalização, do inquérito aberto em 2010 pelo MPT e da ação civil pública ajuizada em 2013.”
DESRESPEITO A DETERMINAÇÃO JUDICIAL
A juíza Eloína Machado justificou o valor arbitrado como indenização à sociedade pelo longo tempo em que a empresa mantém as práticas ilegais. Ela lista as razões para fixar em R$3 milhões a indenização: “A extensão do dano por longos anos, a pertinaz resistência no cumprimento das normas trabalhistas, o potencial econômico da ré, o efeito pedagógico.” Na sentença, ela ainda diz que “de 2005 até esta data não houve melhoria no ambiente de trabalho, nem mesmo a imposição judicial para que a ré cumprisse as normas trabalhistas, lato sensu, teve o efeito esperado.”

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MPT aciona Lojas Americanas por desrespeito à saúde e segurança dos trabalhadores.
MPT aciona Lojas Americanas por desrespeito à saúde e segurança dos trabalhadores.

A filial das Lojas Americanas no Shopping Jequitibá, em Itabuna, foi acionada na Justiça do Trabalho e pode ser condenada a pagar indenização de R$ 5 milhões por descumprir normas de segurança e saúde do trabalhador. A ação, movida pelo Ministério Público do Trabalho em Itabuna, será julgada na 2ª Vara do Trabalho em Itabuna.

Durante as inspeções, conforme o procurador do Trabalho, verificou-se trabalhadores sofrendo desgaste físico e estresse psicológico para acelerar o ritmo de trabalho nos caixas, monitores de caixa em altura inadequada e cadeiras para digitação sem apoio para o antebraço.

CHOQUE ELÉTRICO

Segundo o procurador do Trabalho Ilan Fonseca, as inspeções realizadas pelo Centro de Regional de Referência em Saúde do Trabalho (Cerest) e por perito em engenharia e segurança do trabalho constataram as falhas. Foram cinco anos de inspeções e tentativas frustradas de acordo para correção dos problemas.

Ainda na ação do MPT, são citadas “inexistência de ginástica laboral e de pausas programadas durante a jornada e problemas de espaço da bancada do caixa, insuficiente para o manuseio das mercadorias e baixo para permitir a movimentação dos membros inferiores”.

– Após as três inspeções, que ocorreram em um intervalo de cinco anos (2006 a 2011), percebemos que as Lojas Americanas se preocuparam muito pouco em sanar as irregularidades apontadas, bem como profundo desrespeito às instituições que realizaram as vistorias – disse o procurador Ilan Fonseca.

Durante as inspeções, foram verificados riscos de acidentes nos depósitos dos andares térreo e superior devido ao acúmulo de mercadorias empilhadas. Segundo Fonseca, as mercadorias ficam espalhadas pelos corredores do depósito e pela escada.

Os operadores comerciais de alimentação, cita o procurador, correm riscos devido ao uso de força e de movimentos repetitivos, “tudo isso por um longo período e de forma contínua”. Os risco de choque elétrico também foram citados pelo procurador com base nos relatórios das vistorias realizadas em cinco anos.

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Rede Lojas Americanas sofre multa por trabalho escravo.
Rede Lojas Americanas sofre multa por trabalho escravo.

A Lojas Americanas vai ter que fiscalizar seus fornecedores para coibir a ocorrência de trabalho análogo à escravidão em sua cadeia produtiva e pagar uma multa de R$ 250 mil. A decisão faz parte do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) divulgado nesta quarta-feira, 02, pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), após a descoberta de cinco bolivianos flagrados em condições precárias em uma oficina de costura, em Americana (SP), em janeiro deste ano.

Segundo a nota divulgada pelo MPT, o TAC indica que a Lojas Americanas terá que “verificar se a empresa contratada é constituída como pessoa jurídica e se os seus empregados estão devidamente registrados em carteira de trabalho, mediante vistorias e solicitação de documentos”. O procedimento deve ser adotado antes da empresa efetuar os pedidos de compra. Fornecedores que estiveram em situação trabalhista irregular não poderão ser contratados. Leia mais n´A Tarde

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Rede conclui obras em prédio histórico no centro de Itabuna (Foto Pimenta).

A rede de departamentos Lojas Americanas vai inaugurar no dia 30 de novembro mais uma loja em Itabuna. O empreendimento contará com aproximadamente 100 funcionários e vai funcionar na área do antigo Colégio Divina Providência, na Rua São Vicente de Paulo, centro. As obras do novo prédio entraram em fase de conclusão.

O prédio foi alvo de grande polêmica há dois anos por ter sido vendido a um grupo de investidores, embora estivesse tombado pelo município. A prefeitura acionou rolo-compressor durante audiência pública para aprovar o negócio (relembre aqui). O local deverá receber, ainda, uma loja de artigos esportivos e uma farmácia. A parte considerada “histórica” do imóvel passa por reformas.

 

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O médico Rommel Pires comprou 5 câmeras de segurança e 5 espumantes no dia 30 de dezembro do ano passado, no site da Americanas.com. Os produtos seriam entregues nos primeiros dias de janeiro, conforme promessa do site. As águas de março chegaram e até agora nada dos produtos.

O pior da história: o cliente já pagou duas parcelas da compra e quando liga para o SAC da Americanas ouve sempre a mesma resposta: “o caso tá na ouvidoria, senhor”. E entregar o produto que é bom, “necas”.

Rommel diz que tentou por várias vezes cancelar a compra, mas sempre nestes momentos a ligação (providencialmente…) cai.

O PIMENTA ligou para a central da Americanas, mas a empresa informou que não teria como responder tendo como referência “apenas o nome do cliente”.

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Loja não cumpre o que anuncia.

Consumidor atraído por uma oferta de netbook quase paga (caro) para ver nas lojas Americanas, em Itabuna. O informe dizia que se tratava de um Semp Toshiba (STi) de 1GB de memória e espaço de armazenagem de 160 Gigas, a R$ 1.099,00.

A quase vítima, então, pediu mais informações e só então descobriu que poderia levar gato por lebre. O espaço de armazenagem era bem inferior ao propagandeado: apenas 80 Gigas. A vendedora não soube explicar a, digamos, ‘barbeirada’.

O cliente ainda tentou um desconto, diante da garfada que sofreria caso não estivesse atento. Se com 160GB custava o informado, com 80GB, logicamente, seria mais barato. Aí, veio a resposta do gerente: “não dá!”.E não deu mesmo o desconto. Mas meter a mão, disfarçadamente, pode?

A atitude do gerente, aliás, limitou-se a riscar a etiqueta de preço, informando que o produto possuía 80 e não 160 GB.