Governador da Bahia é uma das opções de Lula para 2018 (foto Pimenta)
Denise Rothenburg | Correio Braziliense
O ex-presidente tem dito nas reuniões dos “apóstolos”, aquele grupo encarregado de pensar o PT para o futuro, que esqueçam a hipótese de uma candidatura dele em 2018. A ordem é trabalhar gente nova. No topo da lista, permanece o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, o candidato a governador de São Paulo, Alexandre Padilha, e o governador da Bahia, Jaques Wagner. O que Lula quer mesmo, terminadas as eleições deste ano, é retomar aquele projeto antigo de cuidar da América Latina e da África.
Lula ao lado da presidente Dilma Rousseff.
Do Blog César Maia
1. Dos países da América do Sul, onde há direito ao retorno de ex-presidente, três terão ex-presidentes candidatos. Chile, em que Bachelet já foi eleita agora em dezembro. Tabaré Vasquez, no Uruguai, eleição em outubro de 2014. No Peru, Alan Garcia já anunciou que volta como candidato em 2016.
2. Na Colômbia, Uribe vem sofrendo um cerco do atual presidente (cria sua), em função da origem das autodefesas, patrocinadas pelos fazendeiros, depois pervertidas em milícias patrocinadas com dinheiro da cocaína. Uribe optou pela imunidade e será candidato ao senado. Mas terá seu espelho como candidato a presidente. Venezuela, Equador e Bolívia têm reeleições bolivarianas indefinidas. Paraguai teve eleição recente.
3. Só no Brasil o ex-presidente Lula afirma que não será candidato a presidente em 2014, a nada. Bem, isso se o quadro interno e do cone sul não estimulá-lo até junho de 2014.
Tempo de leitura: 2minutosDilma amplia vantagem eleitoral, segundo Datafolha.
Os novos números da corrida presidencial colhidos pelo Datafolha na quinta e sexta-feiras (28 e 29) revelam a presidente Dilma Rousseff reconquistando o eleitorado, enquanto a oposição deixa de aproveitar vácuo.
Se na pesquisa de 11 de outubro a vantagem de Dilma era de seis pontos percentuais no cenário principal, agora chega a 17 pontos.
Dilma saiu de 42% e foi a 47%. Aécio Neves (PSDB) oscilou de 21% para 19% e Eduardo Campos (PSB) caiu de 15% para 11%.
A presidente tem ameaçada a reeleição em primeiro turno apenas quando os candidatos de oposição são substituídos por José Serra (PSDB) e Marina Silva (PSB). A petista vai a 41%, Marina despenca de 28% para 24% e Serra desliza de 20% para 19%. Porém, a soma dos opositores dá 43%.
Os números foram publicados hoje pela Folha de São Paulo e revelam um ex-presidente Lula imbatível, variando entre 52% e 56% das intenções de voto mesmo em cenário mais duro, tendo Marina Silva e José Serra como adversários. A pesquisa consultou 4.557 pessoas em 194 municípios na quinta e sexta, segundo o instituto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Confira todos os cenários clicando no Leia mais, abaixo.
O ex-presidente Lula utilizou boa parte de seu discurso na inauguração da fábrica da Itaipava em Alagoinhas para defender o legado do PT à frente do governo federal, mas tentou ao máximo fugir de perguntas ligadas à política.
A imprensa insistia, Lula escapava, até que no finalzinho do evento ele não teve como evitar uma palavra, ainda que breve e inconclusiva, sobre a sucessão estadual.
Lula tem preferência pelo ex-presidente da Petrobras e atual secretário de Planejamento e Tecnologia do Estado, José Sérgio Gabrielli, cujo nome chegou a citar algumas vezes em seu discurso. Aos jornalistas, Lula afirmou que a condução do processo é do governador Jaques Wagner, que prefere Rui Costa, titular da Casa Civil.
A Rui e a Gabrielli, o ex-presidente recomendou que tenham juízo na disputa.
Tempo de leitura: 2minutosLula e Wagner participaram da inauguração da fábrica, ao lado do diretor do Grupo Petrópolis, Walter Faria (foto Pimenta)
O Grupo Petrópolis inaugurou nesta sexta-feira (22) a fábrica da cerveja Itaipava em Alagoinhas, marcando uma nova etapa no processo de expansão da marca, que pretende conquistar o mercado nordestino. O primeiro passo foi a instalação da fábrica baiana, responsável por abastecer também os estados de Sergipe e Alagoas; o próximo será a inauguração de uma nova planta industrial, na cidade de Itapissuma-PE, a 45 quilômetros de Recife, prevista para maio de 2014.
A empresa, vice-líder do setor no país, com 11,36% de participação no mercado, tem um planejamento com foco na presença em todo o território nacional até 2020. Com a fábrica de Itapissuma, a Itaipava cobrirá o restante do Nordeste, somando 86 centros de distribuição.
A inauguração da fábrica de Alagoinhas foi marcada por um megaevento, apresentado pelo empresário e comunicador Roberto Justus e com a presença de autoridades como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador Jaques Wagner, além de celebridades do mundo esportivo, entre elas a ex-jogadora de basquete Hortência e o lutador Júnior Cigano, patrocinado pelo energético TNT, um dos produtos do Grupo Petrópolis. O evento foi encerrado com uma festa animada pelo grupo Babado Novo.
A fábrica, construída em 11 meses, recebeu investimento de R$ 600 milhões e gera 500 empregos diretos somente em sua planta. Outros 3.500 empregos são estimados na logística de distribuição da cerveja. A unidade de produção conta com tecnologia de ponta, que reduz em 50% o consumo de água, além de reciclar 98% dos resíduos.
A empresa chega à região com uma arrojada estratégia de marketing, ancorada no mote “Sou 100% você, Bahia”. Além de dar nome às arenas Fonte Nova e Recife, a Itaipava pretende investir em uma série de eventos temáticos, como ressaltou o diretor de mercado do Grupo Petrópolis, Douglas Costa. “Teremos ações de marketing bastante agressivas, que no momento ainda não podem ser reveladas”, declarou.
Tempo de leitura: < 1minutoDilma lidera intenções de voto e venceria no 1º turno.
Feita de 31 de outubro a 4 de novembro, a pesquisa CNT/MDA traz a presidente Dilma Rousseff reeleita em primeiro turno numa disputa contra Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). A petista alcança 43,5% das intenções de voto contra 19,3% de Aécio e 9,5% de Eduardo Campos.
A folga da presidente e candidata à reeleição cai consideravelmente quando Marina Silva, do PSB, entra na disputa, substituindo Eduardo Campos. Dilma atinge 40,6%, enquanto Marina alcança 22,6% e Aécio crava 16,5%.
Embora os percentuais de Marina e Aécio somados (39,1%) sejam inferiores ao de Dilma (40,6%), a diferença está dentro da margem de erro da pesquisa (2,2 pontos percentuais, segundo o instituto).
A pesquisa ouviu 2.005 eleitores em 135 municípios de 21 estados, segundo a MDA.
ESPONTÂNEA
A presidente Dilma também lidera a pesquisa na modalidade espontânea, quando o eleitor diz em quem pretende votar sem que nomes sejam apresentados pelo instituto. A petista chega a 18,9% das intenções de voto ante 7,% do ex-presidente Lula, 6,7% de Aécio e 5,6% de Marina. Campos atinge 2,2%.
Tive um sonho (melhor: pesadelo) em que os Estados Unidos se preparavam para invadir o Brasil. Um amigo, a quem consultei sobre a estranha premonição, analisou o quadro e me diagnosticou com uma só palavra, pronunciada entre dentes e com olhar de pena: “Paranoia”. Sem me dar por vencido, argumento que eles consideram os três últimos governos brasileiros (Lula-Lula-Dilma) como “anti-americanos”; digo que aqueles gringos se acham os xerifes do mundo, com direito a invadir qualquer espaço, em nome da “democracia” ou mesmo em nome de coisa nenhuma. Lembram da fábula “O lobo e o cordeiro”, de La Fontaine? O lobo buscava razões para comer o cordeiro…
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Sob as justificativas de fome e força
Não encontrou motivos, mas o borrego foi almoçado assim mesmo, sob as suficientes justificativas de fome e força. Os americanos queriam invadir o Iraque, criaram o manto (ou o mito) das armas químicas e lá foram. Não encontraram tais armas, mas quem estava interessado nisso? Meu amigo me aconselha a abandonar a ficção e cair na real: “Tá certo que os americanos não são flores que se cheire, mas eles têm maiores preocupações do que o Brasil, pois vão invadir o Irã”. Não desisto. Eles já invadiram Cuba (bem menos importante do que o Brasil) e aqui, em 1964, derrubaram um presidente eleito e treinaram torturadores para o regime militar. E depois do Irã?
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Ele queria dobrar Lula e não conseguiu
Noto que, com essas lembranças, ele se mostra de semblante ensombrado. Aproveito o ferro quente, e malho, com esta pergunta: Qual foi o primeiro país latino-americano que Obama visitou? E ele responde, orgulhosão: “Brasil!” Pois é, digo, à moda de Ataulpho Alves. Ele queria dobrar Lula e não conseguiu; depois, quis dobrar Dilma (quem é ele, tão fraquinho, pra enfrentar Dilmona!), não conseguiu… Quis dar uma de araponga, se ferrou, pois a velha Dilma descobriu a safadeza e até cancelou a visita… “Nada disso tem peso diplomático…”, disse ele, pouco convicto. Aí, fui-lhe à garganta: E o petróleo do pré-sal? Ele pôs as mãos na cabeça: “Meu Deus!”
ENTRE PARÊNTESES, OU
Literatura regional em tempo de festa
A Editus, editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) promove de 21 a 24 deste mês a I Feira Universitária do Livro, uma espécie de festa da literatura regional. Nomes como Aleílton Fonseca, Ruy Póvoas, Cyro de Mattos e Antônio Lopes terão o lançamento coletivo de escritos seus publicados pela Editus. Aleílton e Ruy, além de autografarem suas produções recentes, terão um “papo literário” com a plateia, quando discorrerão sobre o tema “Novas leituras, novos leitores” – isto tudo no dia 21, às 19 horas, no Auditório Paulo Souto. No dia 23, teremos Daniela Galdino, Aquilino Paiva e Gustavo Felicíssimo discutindo a literatura grapiúna de hoje (sala de treinamento da CDRH às 9 horas).
“O MUNDO EVOLUIU. É UMA PENA DANADA”
O general Patton, saudosista incorrigível (interpretação magistral de George C. Scott), diz a Dick, seu ajudante de ordens, que gostaria de decidir, pessoalmente, a II Guerra: “Rommel no tanque dele, eu no meu. Pararíamos a uns 20 passos, apertaríamos as mãos, depois combateríamos, só nós dois. O combate decidiria a guerra”. Responde o subordinado: “É uma pena que os duelos tenham saído de moda. É como sua poesia, general, não faz parte do século XX”. E o general, com ar tristonho: “Tem razão, Dick. O mundo evoluiu. É uma pena danada”. As frases estão no magnífico Patton – rebelde ou herói?, de Frank J. Schaffner.
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Sem bom texto, não existe bom cinema
A publicitária carioca Mariza Gualano, fã de cinema, selecionou cerca de 840 frases de mais de 600 filmes, para o livro Ouvir estrelas. Aqui, aproveitando o tema, algumas frases sobre guerra: “Acusar um homem de assassinato por aqui é como multar alguém por excesso de velocidade na Formula Indy” (Martin Sheen, em Apocalipse); “Eu não sirvo para a guerra, pois dormi com a luz acesa até os 30 anos” (Wood Allen, em A última noite de Boris Grushenko); “Sobreviver é a única glória da guerra” (David Carradine, em Agonia e glória); “Eu gosto do cheiro de napalm de manhã. Cheiro de… vitória” (Robert Duvall, em Apocalipse).
A BOA MÚSICA BRASILEIRA “IMPORTADA”
A baiana Rosa Passos é um desses acontecimentos comuns à MPB: cantora que, a exemplo de Virgínia Rodrigues, Bebel Gilberto e Leny Andrade (foto), para citar apenas três) é mais conhecida no exterior do que no Brasil (observe-se que Leny Andrade é a cara da simpática professora itabunense Ritinha Dantas!). CDs dessas artistas são pouco encontrados nas lojas, dando a eles características de “importados”. Voltemos a Rosa, para dizer que ela é fã ardorosa de João Gilberto, segue-lhe os passos (ai!), toca violão ao estilo dele. Chegou a gravar um disco chamado Amorosa, que repete o Amoroso de JG, acrescido de umas poucas faixas. Mas Rosa Passos não pretende ser nenhum “João Gilberto de saias”.
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Presença de duas feras internacionais
A expressão desrespeitosa foi empregada por um repórter, que ouviu o que não queria. Rosa Passos é Rosa Passos, cantora e compositora de recursos próprios – e diz do seu ídolo aquilo que muitos colegas seus sentem, mas nem sempre expressam claramente: “João Gilberto amigo/ eu só queria/ lhe agradecer pela lição”, canta a artista, em “Essa é pro João”, faixa nove do CD “importado” Amorosa. Prova do prestígio de Rosa Passos “lá fora” é a presença nesse disco de duas feras internacionais: o clarinetista cubano Paquito D´Rivera e um grande nome do jazz na França (falecido em 2008, aos 90 anos), Henri Salvador.
Particularmente não acredito no fim da corrupção com a condenação dos réus do mensalão, mas carrego comigo a certeza de que a luz do fim do túnel da impunidade foi ele quem acendeu. Abre o olho, ministro!
Não precisa estar morando em Brasília para sentir que estão tentando transformar o processo do mensalão, que poderia ser um marco na moralização da política nacional, numa enorme pizza mal cheirosa e indigesta. Tudo começou quando o revisor do caso, Ricardo Lewandowski, comentou que Joaquim Barbosa estava atrasando a entrega do seu relatório. O ministro revidou afirmando que os autos estavam disponíveis eletronicamente na base do Supremo Tribunal Federal, alegando inclusive que se estavam ignorando-o era por preguiça ou vontade de que prescrevesse, garantindo a vitória e absolvição da corja.
É preciso ressaltar que estamos falando de algo assustador: além do montante roubado descaradamente dos cofres públicos, são 40 acusados e mais de 650 testemunhas elencados em mais de 49 mil páginas. Embora delicadeza não faça mesmo parte da sua conduta pessoal e profissional, o prazo para o julgamento fez com que Joaquim Barbosa fosse grosseiro com o também ministro Lewandowski, pedindo que não se excedesse nas falas. Era o que faltava para que se instalasse um caos na alta Corte da justiça do país.
Acusam Joaquim Barbosa de debochado, soberbo e autoritário. O jornalista Ricardo Noblat, reconhecido nacionalmente, chegou a escrever em artigo bombástico que falta a ele “conhecimento de assuntos de direito”, afirmando que grandes juristas da primeira linha do país atestam essa opinião. “Quem o Ministro Joaquim Barbosa pensa que é?” questionou para, em seguida, afirmar que o mesmo fora indicado pelo então presidente Lula por ser negro, e que seria politicamente correto para o partido agir assim à época.
Acontece que é aí que mora o X da questão: o desempenho dele desagrada ao PT. Como deve ao partido sua nomeação para o STF, esperavam que atuasse de forma errônea e não fizesse essa devassa na vida de grandes nomes da política nacional. Tornou-se um anjo preto para o povo brasileiro porque teve a coragem de enfrentar a maior roubalheira já vista por aqui. Agora, como era de se esperar, querem puxar o seu tapete.
Particularmente não acredito no fim da corrupção com a condenação dos réus do mensalão, mas carrego comigo a certeza de que a luz do fim do túnel da impunidade foi ele quem acendeu. Abre o olho, ministro!
Manuela Berbert é publicitária, jornalista e colunista do Diário Bahia.
Tempo de leitura: < 1minutoMagalhães e Haroldo Lima discutirão o legado do PT no governo federal
O PCdoB e a Fundação Maurício Grabois promovem, na sexta-feira, 23, em Itabuna, debate sobre “Os 10 anos de governos Lula e Dilma e as perspectivas para o Brasil”. O evento será realizado no auditório do Hotel Tarik Fontes, a partir das 18 horas.
Participam do debate o ex-deputado e ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Haroldo Lima, que é membro do Comitê Central do PCdoB, e o presidente da Bahiagás e vice-presidente da legenda na Bahia, Davidson Magalhães.
Tempo de leitura: 2minutosDilma cumprimenta petistas em festa do partido na Bahia (Foto Ricardo Stuckert Filho).
Marival Guedes, de Salvador
A presidente Dilma Rousseff disse nesta noite (24), em Salvador, que, pelo 10º ano seguido, a inflação fechará dentro da meta. Ela citou a inflação de junho que, “ao contrário do que vinham pregando, ficou em 0,07%”. A presidente participou da festa em comemoração aos 10 anos do PT à frente do governo federal, realizada no Othon.
O evento reuniu grandes nomes do partido, como o ex-presidente Lula e o governador da Bahia, Jaques Wagner. Dilma voltou a falar de movimentos sociais e citou o pacto defendido pelo governo nas áreas de educação, saúde, mobilidade urbana e reforma política.
“Quando o Lula era presidente, mandou duas vezes a proposta de reforma política [para o Congresso] e nada foi feito”, disse a presidente, que defendeu a consulta popular por meio de plebiscito. “O povo vai decidir e o PT tem o dever de liderar esse processo”.
Na sua mensagem ao PT, a presidente da República citou os dez anos à frente da gestão central e disse que a militância do partido deve “enfrentar as mentiras usando dados verdadeiros”. “É um pacto pela verdade histórica e pela verdade política”.
Dilma ainda falou dos 20 milhões de empregos com carteira assinada criados nos últimos dez anos e a relevância econômica do Brasil, que passou à condição de 6ª maior economia mundial.
Ela afirmou que a condição de vida do povo mudou para melhor , mas compreende que, “mesmo com essas conquistas, a população quer mais”. Compreendo e vamos fazer mais. “A população não quer o retrocesso, não quer a volta dos tempos da ditadura, quando ninguém podia reclamar”, disse numa clara referência às manifestações populares.
Tempo de leitura: < 1minutoDilma, ao centro, participa de evento nacional do PT na Bahia (Foto FB).
Havia dúvida se a presidente Dilma Rousseff participaria, hoje, do evento nacional do PT em Salvador. As dúvidas foram dissipadas. A presidente passou parte da tarde junto com o ex-presidente Lula, numa suíte do Othon, e há mais de 20 minutos forma a mesa do evento, no auditório do hotel.
Manifestantes ocupam a frente do Hotel Othon, em Salvador, na “recepção” à presidente da República, Dilma Rousseff, e ao ex-presidente Lula. Pescadores, médicos, membros do MPL e de movimento dos sem-teto cobram os governos federal e estadual.
A presidente e Lula vão participar de evento em comemoração aos 10 anos que o PT está no comando do governo federal. O evento discutirá ganhos obtidos neste período e os movimentos sociais. O evento tem participação do presidente nacional do partido, Rui Falcão, e do governador Jaques Wagner.
Tempo de leitura: 2minutosWagner assina protocolos de intenções no sudoeste baiano (Foto Pimenta).
O governador Jaques Wagner disse hoje (19), em Itororó, no sudoeste da Bahia, que os protestos no país são bem-vindos, mas fez críticas aos atos de vandalismo. “Aqueles que vão à rua para depredar, assaltar, seguramente, não vão construir o Brasil que a gente quer”.
Na sequência, emendou: – Não é no braço, na porrada e na desordem que nós vamos construir um Brasil e uma Bahia melhores. A juventude que levanta a voz por mais saúde, educação e mais transporte público terá sempre o meu apreço, da Dilma [Rousseff] e do [ex-presidente] Lula.
Wagner lembrou do passado do PT (“o partido foi fundado reclamando daquilo que estava errado”) para apoiar as manifestações por mais saúde, mais educação e mais empregos, seguindo com uma espécie de mea culpa. “Fizemos muito em 10 anos e meio de governos do PT, mas é claro que não fizemos tudo”.
No início da tarde de hoje, Wagner, prefeitos e empresários assinaram protocolos de intenções para instalação de três indústrias no centro-sul do Estado. São elas a Lia Line (Itororó), Ella Indústria e Confecções (Itapetinga) e Mastic Indústria e Comércio de Artefatos Plásticos (Firmino Alves). A previsão é de que as fábricas comecem a operar em janeiro e gerem 1,3 mil empregos.
O ato foi realizado na área industrial de Itororó e teve a participação de aproximadamente 800 pessoas. O evento atraiu prefeitos regionais, como Lenildo Santana, presidente da Associação de Municípios do Sul, Extremo-Sul e Sudoeste (Amurc), Lero Cunha (Firmino Alves), José Carlos Moura (Itapetinga) e Marco Brito (Itororó), deputados Rosemberg Pinto, Marcelo Nilo, Sérgio Brito e Geraldo Simões, e secretários estaduais.
POLICIAMENTO REFORÇADO
Chamou a atenção o forte aparato policial. Foram mais de 60 policiais militares, parte deles das companhias especializadas Cipe-Cacaueira e Cipe-Sudoeste. O Pimenta apurou que o reforço no policiamento foi preventivo diante da possibilidade de protestos de estudantes e moradores das áreas ribeirinhas do Rio Catolé. Quando Wagner iniciou o discurso, parte do público cobrou apoio para reabertura do matadouro municipal.
Tempo de leitura: < 1minutoLula, ao lado de Dilma na foto, criticou boatos sobre seu estado de saúde.
Do Bahia Notícias-Estadão
O ex-presidente Lula criticou duramente a onda de boatos nas redes sociais sobre a suposta volta de um câncer, durante evento na Universidade Federal do ABC, nesta quinta-feira (18). “Não é correto que algum canalha fique na internet falando essas mentiras. Vou fazer exame em agosto e, seu eu tiver (câncer), eu serei o primeiro a falar para a imprensa”, afirmou o petista.
Nos últimos dias, circularam vários comentários em redes sociais sobre uma possível internação de Lula no Hospital Sírio-Libanês para um novo tratamento da doença.
Lula anunciou em outubro de 2011 que tinha um tumor na laringe e foi submetido a um longo tratamento. No fim de março de 2012 os médicos informaram que os exames revelavam a ausência de câncer na laringe.
Tempo de leitura: < 1minutoLula e Dilma estarão em Salvador na quarta, segundo direção do PT.
O ex-presidente Lula e a presidente da República, Dilma Rousseff, estarão em Salvador na próxima quarta (24), nas comemorações dos 10 anos de governos centrais do PT. O ato ocorrerá às 17h, no Othon, quando serão discutidos temas como participação popular e movimentos sociais.
O encontro também reunirá o presidente nacional do PT, Rui Falcão, o governador Jaques Wagner e o secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Segundo o presidente estadual do partido, Jonas Paulo, a temática do encontro “reflete a preocupação do partido com o atual cenário político do país”.