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Seis integrantes do MST estão presos na cadeia pública de Iguaí, no sudoeste baiano, acusados de porte ilegal de armas. A prisão foi efetuada pelo delegado Teodoro Neto, policiais e os donos da Fazenda Lagedo, Fabiani Borges e Delson Moura.

Segundo a polícia, os sem-terra iriam ocupar a fazenda, armados. A versão, conforme o deputado estadual Valmir Assunção, é contestada pelos detidos. Foram presos na operação os trabalhadores rurais Antônio Marcos Barbosa dos Santos, 37, Fábio dos Santos Silva, 30, Flávia Silva, 30, Jailton Alves Brito, 37, Márcio da Silva Brito, 37, e Walter Rubens de Jesus Santos, 41.

O adolescente F.S.S., de 17 anos, e o pai, Joilson Jesus Santos, foram detidos e liberados logo em seguida. Advogados do MST vão tentar o relaxamento da prisão dos sem-terra e a anulação do flagrante, segundo Lúcia Barbosa, coordenadora do MST.

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Segundo o site Sul Bahia News, mais de 80 hectares de uma plantação de eucalipto da empresa Veracel já foram destruídos em Eunápolis, extremo-sul do Estado, desde o dia 20 de abril. A destruição foi cometida por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), que ocuparam a área.

A empresa de celulose alega prejuízos de R$ 5 milhões desde 2009, causados por invasões do MST, e a atual ocupação é a terceira na mesma área.

A Veracel aguarda o julgamento de uma ação de reintegração de posse. Já o MST alega que as terras são devolutas e, portanto, passíveis de desapropriação para reforma agrária.

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Do Bahia Notícias

O juiz Humberto José Marçal, da 2ª Vara Cível de Itamaraju, extremo sul baiano, determinou que os cerca de 80 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) deixem a Fazenda Nova Esperança, localizada a 35 quilômetros da cidade.

O juiz já comunicou o fato à polícia nesta sexta-feira (15), e o movimento, segundo o coordenador regional do MST, Evanildo Costa, espera que a Casa Militar entre em contato com o movimento para abrir negociação. O MST quer também que o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) vistorie a terra.

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O deputado federal itabunense Geraldo Simões (PT), recebeu missão do Palácio do Planalto: será um dos três representantes do Partido dos Trabalhadores na CPI do MST.

Embora confesse que não lhe agrada ‘posar de delegado’, o petista não reclamou da missão. O petista é vice-líder do PT na Câmara dos Deputados.

Nessa terça-feira, em Brasília, Simões deve começar a se familiarizar com a estratégia do governo em relação à Comissão Parlamentar de Inquérito que vai apurar as cabeçadas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra.