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O Bahia empatou em 1 a 1 com o Palmeiras, no estádio Canindé (SP), e conseguiu manter a 13ª posição no Brasileirão 2011. O tricolor teve forças para empatar, após sofrer gol feito por Valdivia. Após cobrança de falta pela esquerda, o zagueiro Tite salvou a noite do Bahia, que volta a jogar no domingo (21), às 18h, no estádio de Pituaçu, contra o Santos.

 

FLAMENGO GOLEADO – A noite desta quinta também foi marcada pela queda do último invicto, o Flamengo. O rubro-negro levou 1 a 4 do Atlético-GO, em pleno Engenhão. O time foi a campo sem a estrela Ronaldinho e Renato. O resultado deixou o time carioca três pontos atrás do Corinthians, líder com 37. Na cola do Fla, estão São Paulo e Vasco, ambos com 33 pontos.

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O Palmeiras divulgou na manhã deste domingo, por um anúncio em seu site oficial, assinado por Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do clube, que também desistiu oficialmente da contratação do meia-atacante Ronaldinho Gaúcho, assim como o Grêmio.

Deste modo, o caminho fica livre para a negociação do jogador com o Flamengo que, segundo Adriano Galliani, diretor do Milan, está 99,99% certa.

O clube alviverde também não gostou das negociações do atleta com outros clubes e enfatizou que “jamais vai compactuar com esse tipo de comportamento”, se referindo ao leilão que se criou em torno de Ronaldinho. Leia mais no UOL.

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Do IG
Dono da maior torcida do Brasil, o Flamengo segue poderoso, mas já não ostenta a liderança do ranking das marcas mais valiosas do futebol nacional. As muitas ações de marketing desde a chegada de Ronaldo e, principalmente, do centenário do clube, além da grande presença de público nos estádios, levaram o Corinthians a se tornar a marca de maior valor em 2010: R$ 749,8 milhões.
No estudo anual realizado pela “Crowe Horwath RCS”, o São Paulo também conseguiu importante avanço e assumiu o segundo lugar, com R$ 659,8 milhões. O Flamengo agora é o terceiro, com a marca avaliada em R$ 625,3 milhões. Enquanto o Palmeiras se manteve na quarta posição (R$ 444,1 milhões), o Vasco ganhou duas em relação a 2009 e agora é sétimo. O campeão brasileiro Fluminense, curiosamente, caiu uma colocação.
A LISTA DOS MAIS VALIOSOS
1. Corinthians – R$ 749,8 milhões
2. São Paulo – 659,8 milhões
3. Flamengo – R$ 625,3 milhões
4. Palmeiras – R$ 444,1 milhões
5. Internacional – R$ 268,7 milhões
6. Grêmio – R$ 222,8 milhões
7. Vasco – R$ 156,5 milhões
8. Santos – R$ 153,3 milhões
9. Cruzeiro – R$ 139,6 milhões
10. Atlético-MG – R$ 110,3 milhões
11. Fluminense – R$ 104,2 milhões
12. Botafogo – R$ 89,9 milhões
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Ramon comemora gol na Sul-Americana contra o Palmeiras (Foto Robson Mendes/CdaBahia).

O Vitória superou a frustração de perder o título da Copa do Brasil em casa para o Santos e perder para o Vasco. Nesta noite de quarta, 11, bateu o Palmeiras na primeira partida da Copa Sul-Americana, por 2 a 0. O time poderá até perder por um gol de diferença, na próxima quinta, em São Paulo, e estará classificado para a próxima fase da competição continental.
Os gols do rubro-negro baiano foram marcados em dois lances de bola parada. O primeiro surgiu em cobrança de falta de Ramon Menezes, aos dois minutos do segundo tempo. Neto Coruja aproveitou cobrança de escanteio para marcar o segundo gol, aos 43 da etapa final.

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Daniel Thame | www.danielthame.blogspot.com

Houve um tempo em que nos estádios de futebol as torcidas vestiam a camisa do time do coração e faziam tremular as bandeiras, entoando hinos de apoio ao clube e a seus ídolos. Um tempo em que ir ao estádio era um programa tipicamente familiar.

Era um tempo, também, em que se praticava o futebol-arte, de toques, dribles, lançamentos precisos e gols que, de tão bonitos, mereciam placas.

Vão longe esses tempos quase poéticos, em que Pelé, Garrincha, Didi, Rivelino, Falcão e Zico, só para citar os craques nacionais, desfilavam talento pelos gramados.

Da arte, sobraram lampejos perpetrados vez ou outra por um jogador extraclasse, cada vez mais raro, que insiste em romper as amarras de esquemas táticos que priorizam a força bruta.

E, por força de um espírito competitivo em que se joga para vencer ou vencer, a arte deu lugar à correria, à preparação física que transforma meninos talentosos em atletas-robôs.

Saiu a inspiração, entrou a transpiração.

Saíram os craques, entraram os guerreiros.

Sim, os guerreiros, que motivam até propaganda de cerveja e que transmutam, sem a menor sutileza, campos de futebol em campos de batalha.

Se o que temos é batalha campal, guerra pelo resultado positivo, nada mais natural que esse espírito guerreiro se espalhasse para as arquibancadas.

E se espalhou mesmo.

O torcedor espontâneo, apaixonado pelo time, deu lugar às chamadas torcidas organizadas, verdadeiras facções que se dirigem aos estádios como quem se dirige a uma guerra, onde é preciso abater o inimigo a qualquer preço.

Nada de apitos, buzinas, fogos de artifício.

Pedaços de pau, barras de ferro, bombas de fabricação caseira e revólveres compõem o kit-guerreiro. Um verdadeiro arsenal, para ferir e, se for o caso, matar o inimigo.

No futebol guerreiro, a guerra se dá em todas as frentes.

Alex Furlan de Santana, 26 anos, é a mais recente vítima dessa guerra. Ele foi baleado na cabeça durante um confronto entre torcedores do São Paulo e do Palmeiras. Outras 12 pessoas saíram feridas.

Em tempo: em campo, os guerreiros do Palmeiras venceram os guerreiros do São Paulo por 2×0.

Mas quem se importa com isso?

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