Prefeitura de Itabuna exige passaporte da vacina
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Os prédios públicos municipais em Itabuna só podem ser acessados por pessoas que portarem o comprovante de vacina (passaporte) contra a Covid-19. A exigência valerá, também, para os funcionários públicos. A medida está estabelecida no Decreto 14.781, publicado no Diário Oficial do Município do último dia 12.

O passaporte da vacina será exigido de todas as pessoas que tiverem acesso a quaisquer prédios públicos ou privados nos quais situam-se órgãos, entidades e unidades administrativas, segundo o decreto. A vacinação deverá ser comprovada mediante apresentação da carteira fornecida no momento da imunização ou do Certificado Covid-19, obtido por meio do aplicativo Conecte SUS, do Ministério da Saúde.

Quem quiser acessar os prédios públicos no município deve comprovar que foi imunizado com duas doses da vacina, dose única (Janssen) ou a dose de reforço, caso esteja no prazo. Já as crianças e adolescentes alcançados pela Campanha de Imunização contra o Covid-19 deverão comprovar que tomaram uma dose da vacina, mas também levando em consideração o prazo de agendamento para a segunda dose.

AVANÇO DA COVID-19

De acordo com o secretário de Gestão e Inovação de Itabuna, José Alberto de Lima Filho, a exigência faz parte do conjunto de medidas preventivas adotadas pela Prefeitura de Itabuna para o enfrentamento do avanço de casos do coronavírus.

“A necessidade em se exigir a apresentação do cartão atualizado quanto às doses recebidas da vacina contra a Covid-19 visa resguardar a saúde dos servidores públicos e das demais pessoas que têm acesso aos prédios públicos municipais, bem como contribuir com o controle da transmissão do vírus”, explica.

Rui Costa manifesta preocupação com aumento acelerado dos casos de covid-19 || Foto GOVBA
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O governador Rui Costa (PT) afirmou nesta terça-feira (11) que o estado poderá proibir festas privadas durante o Carnaval, se a velocidade do aparecimento de novos casos de covid-19 continuar em aceleração. Na Bahia, após a primeira semana de 2022, o diagnóstico diário de novas infecções voltou ao patamar de agosto de 2021 (veja aqui).

Nesta semana, o estado ultrapassou a marca dos 4 mil casos ativos. “Se o número de pessoas contaminadas com #Covid19 seguir crescendo na Bahia, haverá uma maior restrição, até mesmo proibição para qualquer tipo de evento, e isso poderá incluir as festas privadas no período do Carnaval. Tudo vai depender do comportamento do #coronavírus até lá”, escreveu o governador em uma rede social.

NOVAS MEDIDAS ENTRARAM EM VIGOR NESTA TERÇA-FEIRA (11)

Nesta terça-feira (11), conforme decreto estadual, o número máximo de pessoas em eventos foi reduzido de 5 mil para 3 mil. Além disso, bares e restaurantes só devem permitir o acesso do cliente que apresentar comprovante de vacinação contra covid-19.

Bolsonaro diz que passaporte da vacina é forma de discriminação
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A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) emitiu nota de repúdio à declaração do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra o chamado passaporte da vacina. Na quinta-feira (30), em entrevista à CNN Brasil, Bolsonaro disse que a exigência do comprovante de vacinação contra covid-19 para acessar determinados lugares é uma forma de discriminação e de suprimir a liberdade das pessoas.

“O preço que o país vem pagando pelas falas e ações do chefe do Poder Executivo federal é imensurável e atinge toda a população brasileira, das mais diversas formas possíveis”, diz trecho da nota de repúdio divulgada nesta sexta-feira (1º).

Cerca de 10% dos municípios brasileiros adotaram regras sanitárias – que incluem da exigência da vacinação – para permitir o acesso a espaços públicos ou frequentados por muitas pessoas, informa a CNM.

Assinado pelo presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, o texto lembra que a vacinação não é obrigatória no Brasil, mas alerta sobre a importância da adoção de medidas que protejam a saúde coletiva. Leia a íntegra.

Nota de repúdio da CNM acerca de declarações do presidente da República

Liderado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o movimento municipalista repudia veementemente fala do presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre a adoção do chamado passaporte da vacina por Municípios. O preço que o país vem pagando pelas falas e ações do chefe do Poder Executivo federal é imensurável, e atinge toda a população brasileira, das mais diversas formas possíveis.

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