Jerônimo propõe Código de Ética e Disciplina para PMs e bombeiros || Foto GovBA/Divulgação
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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) enviou à Assembleia Legislativa da Bahia o projeto que cria o Código de Ética e Disciplina dos Militares da Bahia (Cedim), abrangendo policiais militares e bombeiros. A proposta define valores, deveres e parâmetros éticos a serem seguidos dentro e fora do serviço, além de atualizar as transgressões e as penalidades aplicáveis às duas corporações.

Na mensagem encaminhada à ALBA em 19 de novembro, Jerônimo afirma que o texto consolida regras para investigação preliminar, sindicância e processos disciplinares, buscando modernizar a legislação vigente. Até então, os militares seguiam o Estatuto da PM, de 2001, que não tratava especificamente de um código de ética.

O Cedim mantém hierarquia e disciplina como bases institucionais, mas amplia os princípios que norteiam a atuação dos militares, incluindo dignidade humana, transparência e neutralidade político-partidária. O projeto também reorganiza as punições e cria a Transação Disciplinar para transgressões leves e médias, permitindo a suspensão condicional do processo mediante condições como participação em programas de reeducação.

Entre as penalidades previstas estão advertência, suspensão, multa, detenção e demissão — no caso das praças —, além da cassação de proventos para faltas gravíssimas. O texto também fixa critérios para classificação das transgressões, com exemplos que vão desde atrasos e negligência até casos de importunação sexual, tortura, participação em milícia, enriquecimento ilícito e crimes como homicídio e corrupção.

O código estabelece ainda regras de conduta nas redes sociais, proibindo a divulgação de assuntos internos e o uso de símbolos da corporação para promoção pessoal. Manifestações que possam prejudicar a imagem institucional são enquadradas como transgressão grave.

Outra mudança é a exigência de um programa permanente de suporte psicológico para policiais e bombeiros, especialmente em situações envolvendo confrontos com morte, episódios de violência em serviço e dependência de substâncias. O acompanhamento terá caráter preventivo e educacional, sem substituir as medidas disciplinares quando cabíveis.

Vereadores derrubam quatro vetos a projetos de lei votados na Casa || Divulgação
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A Câmara Municipal de Ilhéus (CMI) derrubou vetos do prefeito Valderico Reis (UB) a quatro projetos de lei que haviam sido aprovados pela Casa. Todos os vetos – que representam uma recusa do prefeito às votações do Legislativo – foram derrubados, após votação em plenário.

Entre as propostas que tiveram a aprovação mantida pela Câmara, estão o Projeto de Lei (PL) 31/2025, que torna obrigatória a afixação de placas informativas nas unidades públicas e privadas de saúde, nas instituições de ensino das redes pública e privada e no CRAS e CREAS sobre a entrega voluntária para adoção, da vereadora Enilda Mendonça (PT); e o PL 32/2025, que proíbe a utilização de fogos de artifício e artefatos pirotécnicos ruidosos no município, da vereadora Rúbia Carvalho (AGIR).

Também integram a lista de projetos de lei mantidos pela CMI o PL 46/2025, de Maurício Galvão (PSB), que obriga a remoção dos cabos e fiação aérea, excedentes e inutilizados, instalados por concessionárias que operam ou utilizam rede aérea do município; e o PL 48/2025, que cria a Política Municipal de Turismo de Base Comunitária, do vereador Ederjúnior dos Anjos (REP).

Com a derrubada dos vetos promovida pela Câmara, o Executivo será notificado sobre as decisões, para que o prefeito realize a promulgação e a publicação das leis. Outros 10 projetos também chegaram a sofrer rejeição por parte do Executivo municipal – 14, ao todo -, mas o Legislativo devolveu esses vetos sem análise, porque foram protocolados fora do prazo.

Márcio Bodão tem mandato cassado pela Justiça Eleitoral || Foto Redes Sociais
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A juíza Wilma Alves Santos Vivas, da 25ª Zona Eleitoral de Ilhéus, acatou denúncia de fraude à cota de gênero contra o Avante, anulou os votos obtidos pelo partido nas Eleições 2024 e determinou a cassação do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (Drap) da legenda. Na prática, a decisão cassa o mandato do vereador Márcio Brandão, Bodão, e os diplomas dos suplentes Fabrício Nascimento e Luciano Luna.

O Ministério Público se manifestou pela procedência da ação. Na denúncia, Ninovaldo Jesus de Andrade acusou o Avante de registrar a candidatura a vereadora de Maria Rita Santos Teixeira, Mary Santos, apenas para cumprir o percentual mínimo de 30% da cota de gênero. Alega que a candidata não fez campanha efetiva, obteve somente sete votos e usou modelo padronizado de prestação de contas eleitorais.

Também apresentou áudios em que a investigada afirma ter feito acordo para ser candidata, sugerindo que, em contrapartida, teria obtido vantagem para “acabar de construir” uma casa. Na decisão publicada nesta segunda-feira (6), a juíza reproduziu a declaração de Mary Santos:

“O Avante precisou de mulheres candidatas. Fiz um acordo. Coloquei meu nome, mas já deixei bem claro que não vou fazer campanha, que não tenho nenhum interesse de ser candidata, que é só para compor legenda mesmo, porque senão ia diminuir o número de candidatos de homens. Aceitei, mas também foi uma coisa válida, porque vou acabar de construir minha casa”.

A declaração de Mary Santos citada na decisão judicial

Além de anular os votos de toda a chapa proporcional do Avante, a magistrada declarou Mary Santos inelegível por oito anos e determinou a recontagem dos quocientes eleitoral e partidário das eleições à Câmara de Ilhéus.

Até o momento, o Avante, Márcio Bodão, Mary Santos e os suplentes do partido não se manifestaram sobre o posicionamento da Justiça Eleitoral. Cabe recurso da decisão. Com Ilhéus24h.

Barrozo, de branco, com o prefeito Gel da Farmácia, o ex-presidente da Câmara Elinho Almeida e o secretário de Agricultura de Buerarema, Jorge Moura || Foto Divulgação
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O secretário estadual da Agricultura (Seagri), Pablo Barrozo, participou, nesta quarta-feira (17), das comemorações pelo 66º aniversário de emancipação política de Buerarema, no sul da Bahia. A visita ocorreu a convite do ex-presidente da Câmara de Vereadores e empresário Élio Almeida, o Elinho.

Na programação, Barrozo acompanhou a Festa da Farinha, evento tradicional do município, que incluiu o Concurso de Torra da Farinha de Mandioca, visita a estandes e degustação da culinária local. O secretário também concedeu entrevista a uma emissora de rádio.

“Vim a Buerarema a convite de Elinho, amigo pessoal e apaixonado por sua cidade. Dentro e fora do mandato, ele sempre luta de forma incansável por investimentos para o município”, afirmou Pablo Barrozo.

Elinho agradeceu a presença do secretário e destacou sua contribuição para o fortalecimento da cadeia produtiva da mandioca. “Sua participação na Festa da Farinha demonstra o compromisso com nossa economia e com os produtores locais”, ressaltou.

Elinho Almeida com o secretário Pablo Barrozo em Buerarema

Durante o evento, o secretário se reuniu com os prefeitos de Buerarema, Gel da Farmácia (União Brasil), e de São José da Vitória, Rodson Pereira Costa, Professor Rodson (Podemos). A agenda de Barrozo incluiu, ainda, encontro com lideranças regionais e população, na residência de Elinho.

HISTÓRIA DE BUERAREMA

Com economia baseada na produção de cacau, mandioca e seus derivados e comércio, Buerarema é conhecida como a “Terra da Farinha”, considerada a melhor do Brasil. O município surgiu a partir do povoado de Macuco e, em 1943, recebeu o nome atual, de origem tupi. A emancipação política ocorreu em 17 de setembro de 1959, quando foi desmembrado de Itabuna.

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Reverendo Luciano Campelo

O Brasil é uma nação fundada sobre princípios democráticos e sobre a soberania popular. A Constituição Federal de 1988 estabeleceu como pilares inegociáveis a dignidade da pessoa humana, a liberdade de crença e a laicidade do Estado. O Estado Democrático de Direito, portanto, deve ser defendido de quaisquer ameaças, sejam elas políticas, econômicas ou mesmo religiosas, quando estas se travestem de poder político-partidário.

Nesse contexto, é preciso reconhecer que o pastor Silas Malafaia, recentemente alvo de investigações, não representa todos os cristãos brasileiros — que, segundo o IBGE, compõem cerca de 90% da população — nem mesmo a totalidade dos evangélicos, que correspondem a aproximadamente 30% do povo brasileiro. Entre os cristãos do Brasil, a maioria é católica (romanos, ortodoxos, anglicanos e católicos das igrejas nacionais), e dentro do campo evangélico há grande diversidade denominacional: batistas, presbiterianos, wesleyanos, adventistas, assembleianos e tantas outras tradições. O próprio Silas Malafaia é presidente de um ramo da Assembleia de Deus, denominação que se subdivide em diferentes ministérios, não possuindo a exclusividade da representação evangélica no país.

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As lideranças religiosas merecem respeito, mas não estão acima da lei. Como qualquer cidadão, pastores, padres, rabinos, monges ou quaisquer ministros de fé devem responder por seus atos quando praticarem condutas ilícitas.

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É fundamental salientar que Malafaia faz uso político-partidário da posição religiosa que ocupa, instrumentalizando o nome de Deus para fins eleitorais e para atacar as instituições democráticas, especialmente após a derrota eleitoral de seu candidato à Presidência em 2022. Tal postura, ao invés de refletir o espírito do Evangelho, revela-se como manipulação da fé alheia. O apóstolo Paulo advertiu: “Porque, se alguém prega outro Jesus que não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, de boa mente o tolerais” (2Co 11,4). Infelizmente, muitos têm sido induzidos por uma narrativa falaciosa, segundo a qual o Brasil viveria uma suposta “ditadura da toga”, uma “ditadura judicial”.

Ora, tal discurso constitui uma mentira perigosa, uma fake news, destinada a desacreditar o Poder Judiciário e a corroer as bases da República. Como dizia Hannah Arendt, “a mentira organizada tende a destruir aquilo que ela visa proteger: a confiança pública”. Nesse sentido, quando líderes religiosos usam sua influência para difundir inverdades, não apenas ferem a ética cristã, mas atentam contra a paz social.

A história ensina que a religião, quando instrumentalizada pelo poder político, pode ser usada como mecanismo de opressão e manipulação. É por isso que a laicidade do Estado brasileiro deve ser preservada com rigor. Laicidade não significa perseguição à fé, mas justamente a garantia da liberdade religiosa de todos. Nesse espírito, recorda-se a palavra de Jesus: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mt 22,21). A distinção entre os campos político e religioso é, portanto, um princípio evangélico.

É preciso afirmar com veemência: Silas Malafaia age com extrema desonestidade ao difundir fake news, ao apoiar políticos hipócritas que se dizem cristãos apenas por conveniência eleitoral, mas que, na prática, defendem valores opostos ao Evangelho — como a tortura e a ditadura militar, ideias historicamente defendidas por setores bolsonaristas. Tais posicionamentos estão em frontal oposição ao mandamento maior de Cristo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 13,34).

As lideranças religiosas merecem respeito, mas não estão acima da lei. Como qualquer cidadão, pastores, padres, rabinos, monges ou quaisquer ministros de fé devem responder por seus atos quando praticarem condutas ilícitas. Santo Agostinho já advertia: “Sem justiça, o que são os reinos senão grandes bandos de ladrões?”.

A soberania do Estado brasileiro exige que os três poderes da República — Executivo, Legislativo e Judiciário — atuem em harmonia, mas também com independência e firmeza. Ter um Judiciário forte, autônomo, independente e célere é indispensável para garantir que a democracia não seja subvertida por interesses particulares ou por manipulações religiosas de caráter político-eleitoral.

Como ensinava Rui Barbosa: “A pior ditadura é a do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer”. Mas esta frase, frequentemente distorcida, não significa que devamos enfraquecer o Judiciário; ao contrário, significa que sua atuação deve ser firme, equilibrada, transparente e respeitada, pois sem um Judiciário forte, não há Estado de Direito.

O povo brasileiro, em sua maioria cristão, é muito maior do que qualquer liderança isolada. A fé em Cristo não se confunde com projetos de poder. A democracia brasileira é um patrimônio comum que deve ser protegido por todos, independentemente de crença ou religião.

Que Deus, na sua infinita misericórdia, abençoe o povo brasileiro e ilumine as nossas autoridades, para que atuem com sabedoria, justiça e firmeza, preservando a liberdade, a paz e a democracia em nosso país.

Reverendo Luciano Campelo é padre da Igreja Católica Apostólica Anglicana e frade da Ordem Franciscana Anglicana.

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NOTA PÚBLICA

A Prefeitura de Uruçuca informa que, por determinação da prefeita Magnólia Barreto e atendendo às solicitações dos moradores do distrito Serra Grande, foi realizada a revisão dos cálculos do IPTU 2025.

A medida teve como objetivo corrigir eventuais distorções geradas pelo sistema eletrônico e adequar os reajustes ao atual momento econômico do país, sempre dentro da legalidade.

Tal decisão encontra amparo no princípio da autotutela administrativa, reconhecido pela Súmula 473 do Supremo Tribunal Federal, que assegura à Administração Pública o poder–dever de rever seus próprios atos quando identificadas falhas ou situações que possam prejudicar a coletividade. Nesse sentido, a Prefeitura promoveu a revisão como forma de garantir justiça social e equilíbrio fiscal.

Após essa análise criteriosa, foi possível:
*Reduzir de forma significativa os percentuais de reajuste inicialmente aplicados;
*Oferecer parcelamento em até 3 (três) vezes;
*Garantir 20% de desconto para pagamento em cota única.

Os novos valores do IPTU foram calculados aplicando a Planta Genérica de Valores (PGV), instituída pela Lei Municipal nº 546/2014, sem utilização de correção monetária. Os boletos de pagamento estarão disponíveis a partir do dia 30 de setembro no site oficial da Prefeitura (para emissão online) ou no Setor de Tributos (em versão impressa), com vencimento em 30 de outubro de 2025.

A prefeita Magnólia Barreto reafirma seu compromisso com a população uruçuquense, conduzindo a administração municipal de forma sensível, ética e transparente, sempre de mãos dadas com o povo.

Carlos Sodré tem nome lançado como pré-candidato ao Senado Federal || Foto Divulgação
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Um evento em comemoração ao aniversário do advogado Carlos Eduardo Sodré, em Itapé, no sul-baiano, transformou-se em ato de apoio a sua pré-candidatura ao Senado Federal em 2026. Amigos e lideranças da região destacaram o nome de Sodré como opção para a disputa.

Após as homenagens, Sodré agradeceu a presença dos amigos e os incentivos recebidos. “Recebi apoio presencial e por mensagens. Estou pronto a enfrentar esta luta”.

Entre as lideranças presentes estavam o ex-prefeito de Itabuna Geraldo Simões; o ex-prefeito de Ipiaú José Mendonça; Dr. Kleber ex-prefeito de Ituberá; e o hoje prefeito de Itapé, Reinaldo das Batatas, também presidente do Consórcio Intermunicipal do Sul da Bahia.

DEFESA DE PRÉ-CANDIDATURA

Reinaldo se comprometeu a pedir votos para Sodré em sua cidade e entre os prefeitos do Consórcio. José Mendonça foi na mesma toada. “A hora de termos um representante do sul da Bahia é agora, e o doutor Carlos Sodré é o nome mais indicado para essa missão ”. Geraldo Simões lembrou a atuação de Sodré como representante do Governo Roberto Santos na região, tendo sido responsável por obras importantes executadas naquela gestão.

As comemorações também contaram com representantes da OAB, artistas, empresários e nomes da sociedade civil. A ex-reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) Adélia Pinheiro compareceu ao lado da mãe, Adélia Melo, e declarou apoio à pré-candidatura do amigo de toda a vida. Na mesma linha, os advogados Marcos Espinheira e Raimunda Crispim, elogiaram a iniciativa e declararam apoio à pré-candidatura de Sodré.

MOMENTO DE FÉ

A celebração teve uma oração ao aniversariante, feita pelo pastor Geraldo Meireles, da Igreja Batista Teosópolis de Itabuna. Amigo de longa data de Sodré, Meireles foi convidado para homenagear o aniversariante e fez uma reflexão sobre a trajetória de Sodré.

– Ano que vem espero outras oportunidades como esta. Mas não vamos conjugar o verbo esperar, e sim, esperançar – disse Meireles, em uma mensagem que combinou fé e otimismo para o futuro político do pré-candidato.

“DAREI O MELHOR DE MIM”

Em seu discurso, Carlos Sodré enfatizou que está preparado para enfelrentar o desafio. Ao lado da companheira, a quem homenageou e apresentou aos amigos como uma luz que encontrou nessa quadra vida, ele declarou-se pronto para a missão. “Estou pronto para cumprir a maior tarefa designada por Deus no serviço aos meus semelhantes e à minha terra. O momento clama por renovação. Com experiencia, conhecimento, espírito público e devotamento”.

Empolgado pela injeção de amigos, foi além: “A omissão seria covardia. Não faltarei à minha terra. Sintonizado com a orientação de Deus e com o empenho multiplicador e crescente dos meus amigos e de todos os que sabem que é hora de estancar a marcha insana para a degradação da vida pública, não desertarei da luta. Nasci para o bom combate e preparei-me para servir em torno das grandes causas do meu tempo. De minha parte, darei o melhor de mim”.

Porfírio entra em rota de colisão com Sônia Fontes || Montagem PIMENTA
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O prefeito Augusto Castro (PSD) precisaria acionar bombeiros para debelar o incêndio provocado por um curto-circuito entre o presidente da Câmara de Vereadores, Manoel Porfírio (PT), e a secretária de Infraestrutura e Urbanismo, Sônia Fontes, nesta segunda-feira (1º). 

Nome dos mais vistosos do secretariado de Augusto, Sônia havia sido convocada para explicar a desocupação de uma área da Bananeira, no Lomanto, e a assistência às famílias atingidas pela medida. 

Convocada, Sônia deveria se apresentar na Câmara na tarde desta segunda-feira (1º), às 15h. E lá esteve. Mas foi “desconvocada”, ali, na hora, pelo presidente da Casa, Manoel Porfírio, que usou do microfone para explicar o motivo do adiamento. Sobrou ameaça no ar – e para todo o secretariado (confira no vídeo abaixo). 

Sônia teria sido informada de que a sessão com os moradores da Bananeira não mais ocorreria nesta segunda-feira, pois os vereadores não estariam presentes ou necessitariam de mais tempo para obter informações sobre a pauta.

Porém, o ofício com o adiamento da convocação não chegou a tempo nem à Prefeitura nem à secretária. E, como não chegou, Sônia, legalmente, estava obrigada a ir à Câmara.

Foi. E ouviu. Do presidente, que estava de microfone em punho.

– Quero só dizer: essa Casa tem presidente. Eu não aceito afronta de ninguém. Nem do Executivo nem de colega nenhum. Se for me afrontar, eu respondo como presidente. Nós iremos reunir mais subsídios para convocação [da secretária Sônia Fontes]. Não venham afrontar essa casa. E eu não falo do povo da Bananeira, não. Se quiserem fazer guerra, eu topo guerra. Se quiser ir para a disputa, eu vou para a disputa – disse Porfírio, sem que a secretária tivesse direito a fala.

Mais à frente, Porfírio afirmou ter limites em sua educação:

– Sou educado até certo ponto… Hoje, não se vai ouvir a secretária Sônia Fontes – informou.

Logo após, retomou em tom mais enfático:

– Não venham afrontar essa casa: secretário não é eleito. Quem me conhece sabe o que eu falo.

Antes de dar o assunto por encerrado por hoje, falou em respeito. E ameaçou: se ouvir um “ai”, vai tomar providência. “Vaidade, guardem na bolsa e na sola dos pés”. 

Na outra ponta, a secretária Sônia Fontes, que já foi deputada estadual, disse nunca ter passado por situação semelhante em sua vida pública.

No governo de Augusto Castro, o constrangimento acabou sendo interpretado como ato de deselegância do presidente da Casa e do próprio parlamento. Nenhum vereador da base saiu em defesa pública da secretária.

Nos bastidores, a fala acima do tom do presidente sinaliza briga com vistas a 2028. E a disputa pelo posto de nome do governo para a sucessão de Augusto Castro. Lá em 2028.

Confira parte do discurso de Porfírio direcionado à secretária de Infraestrutura e Urbanismo. Até aqui, o governo manteve-se em silêncio. Não houve defesa da secretária.

"Bombeiro da Semps" desde 2021, Júnior Brandão é efetivado no cargo || Foto PMI/Divulgação
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O prefeito Augusto Castro (PSD) mexeu no primeiro escalão do seu governo ao exonerar José Carlos Trindade da Secretaria de Combate à Pobreza e Promoção Social (Semps), que sai do cargo para tratar da saúde. O vice-prefeito Júnior Brandão, que respondia temporariamente pela Pasta, foi efetivado como novo titular da Semps. Ele já ocupou o cargo no primeiro mandato em 2021 e em 2023.

O vice-prefeito deixa de acumular a Pasta do Planejamento, que será comandada por um nome do PCdoB. Marcos Alves, Kiko, ex-coordenador regional do SineBahia (Governo do Estado), será o novo secretário de Planejamento de Itabuna.

O PCdoB vinha cobrando do prefeito Augusto Castro mais espaço no governo. Na transição do primeiro para o segundo mandato, Augusto tirou dos comunistas a Secretaria de Educação, então comandada pela professora Adriana Tumissa. Com pautas sensíveis pela frente, a exemplo da concessão da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), o prefeito resolveu atender o partido.

Camacãense, José Cássio Varjão é cientista político com MBA em Cooperação Internacional e Políticas Públicas
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Entre esse pensamento e hoje, já se passaram 30 longos anos e a penumbra cinzenta, que abraça Camacã, nunca se dissipou, continua dizimando nossas expectativas e nossos sonhos.

José Cássio Varjão 

Continuando com o que foi proposto no artigo anterior, tendo como evento principal o decréscimo populacional que o município de Camacã vem enfrentando, de forma mais acentuada, na última década e meia, o que provocou, a perda de duas vagas na Câmara Municipal, trataremos aqui sobre quais ações foram propostas pelas administrações desse período, relativamente a proposições concretas, no sentido de criar planos e metas para acelerar o desenvolvimento econômico local, objetivando mitigar a migração voluntária de parte da nossa população. Baseando-se no ano de 1990, que foi o início da queda da lavoura cacaueira, em 35 anos não seria tempo suficiente para dar um novo rumo na economia de Camacã?

Por dois motivos, decidi fazer a divisão desse material em dois períodos, tendo como base os 64 anos de emancipação política de Camacã. Num primeiro momento, para separar as administrações amadoras, capitaneadas pelos coronéis do cacau e alicerçadas na alta arrecadação de ICM. Em seguida, o período pós-coronelismo, com administrações que não romperam com velhas práticas de governos anteriores, porém foram afetadas pela diminuição gradativa das arrecadações, o que aumenta exponencialmente as dificuldades de governabilidade.

Quero deixar evidente que não falo de pessoas, analiso planos e propostas de governo que, a princípio, deveriam nortear as administrações que passaram pela Prefeitura de Camacã nesse período. Todavia, convém salientar que a determinação da apresentação de um plano de governo no ato de registro de candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a valer nas eleições de 2012. Essa exigência foi introduzida pela Lei nº 12.034, de 29 de setembro de 2009, alterando a Lei 9.504/97. Mas, como admitir que alguém se proponha a administrar uma cidade sem o mínimo conhecimento e sem ter previamente uma planificação do que pretende fazer e, principalmente, de como fazer?

Quem planta vento, colhe tempestade. Com grandes consequências e nenhuma responsabilização, o rastro de atraso estrutural herdado por Camacã inaugurou o período de penúria, que se acentua cada vez mais. A cidade começa a colher o que “nunca foi plantado” nos primeiros 32 anos, e, juntando os fatores migratórios e econômicos, vários órgãos começaram a deixar a cidade. O que era latente ficou explícito. Como dito anteriormente, a população que já tinha começado uma migração gradual, entre 1980 e 2010, aumentou exponencialmente. Entre 2010 e 2024, apenas 14 anos, 8,7 mil pessoas deixaram Camacã – 27,61% da população. Essas são informações do IBGE. Vale o que está documentado.

A partir da primeira eleição pós-coronelismo, em 1996, os governos, nessa e nas eleições posteriores, trabalharam de acordo com as circunstâncias. Na primeira parte da história política de Camacã, os coronéis, com todas as condições financeiras disponíveis, construíram como destaque dos seus governos uma Fonte de Água Luminosa, que nem existe mais. No período subsequente, até os dias atuais, também nenhuma obra de impacto foi realizada. Os gestores dessa segunda etapa, pós-emancipação, cada um com suas virtudes e seus defeitos, trabalharam dentro das suas possibilidades, fizeram as obras que estavam ao seu alcance, mas nada que mudasse o contexto econômico-social local, causa da forte migração.

Imagem aérea de Camacã, no sul da Bahia || Foto PMC/Divulgação

Como imaginar que a cidade, que já colheu 1,3 milhão de arrobas de cacau, a maior produção de cacau do Brasil, nunca construiu as sedes para os poderes executivo e legislativo municipal? Como imaginar que Camacã, movida, exclusivamente, pela agricultura do cacau, não tenha pleiteado na Ceplac a construção de uma Escola Média de Agricultura Regional da Ceplac (Emarc), que tinha como finalidade formar mão de obra qualificada para a região cacaueira? Não pensaram no futuro dos seus jovens, obrigando-os a sair do município para cursar Técnicas Agrícolas ou Agrimensura em outras localidades. A Ceplac construiu as escolas em Uruçuca, Itapetinga, Valença e Teixeira de Freitas.

A Constituição Federal de 1988, no artigo 29, conferiu aos municípios brasileiros um status de ente federativo autônomo, consolidando sua posição no Estado Democrático de Direito. Essa autonomia se manifesta em três dimensões, a política, a administrativa e a financeira, e garante aos municípios a capacidade de se autogovernarem, elaborando suas próprias leis por meio da Lei Orgânica Municipal, desde que em conformidade com os princípios das Constituições Federal e Estadual. Com isso, os municípios passam a ter competências legislativas para tratar de assuntos de interesse local, promovendo a descentralização do poder e permitindo uma gestão mais eficiente e próxima da realidade de suas populações. A autonomia municipal, portanto, é essencial para o fortalecimento da democracia e para o desenvolvimento local sustentável. O entrave, está na falta de qualificação de parte dos servidores públicos, principalmente nos 2.476 municípios menores de 10 mil habitantes, ou 44,8% das cidades brasileiras, em conjunto a inaptidão para os cargos dos agentes políticos, os gestores municipais.

Na base econômica das pessoas, é primordial uma renda para ter acesso a bens de consumo pessoal, como alimentação, aluguel, vestuário, lazer e outros, com percentual equivalente a 60% dos seus ganhos. Os serviços públicos, como saúde, educação e segurança, que são classificados como bens de consumo coletivos, são compartilhados entre o governo federal, o estadual e o municipal. Como exposto, se a população não tem acesso aos proventos para suprir as suas necessidades pessoais, e essa é uma responsabilidade do município, gerando trabalho e renda, Camacã demonstra que quase nunca correspondeu às necessidades do total da população, ocasionando exclusão social e econômica, motivo do deslocamento populacional interno, ou seja, dentro do mesmo país. A essência desse quesito, está na falta de competência, amparadas por promessas vazias das administrações passadas e atuais, em promover o desenvolvimento econômico do município para além da agricultura. Eis a motivação da migração promovida por quase metade da população nesses últimos anos. Aquela cidade que atraia pessoas até de fora do estado da Bahia, há anos não abraça seus moradores. O desenvolvimento local não se espera, se assume e se constrói.

Reconhecendo o disposto na Constituição Federal, que dá autonomia aos municípios, vamos entender porque determinadas ações devem ocorrer de baixo para cima, da base da pirâmide para o topo, melhor dizendo, partindo dos municípios. Se o Brasil é uma República Federativa, composta por um governo federal, por 27 governos estaduais e por 5.570 governos municipais, de onde deve nascer a resolução dos problemas locais, cada um com suas peculiaridades, o status de sua economia e localização geográfica? O papel dos governos federal e estadual nesse processo, é agir como elemento colaborador dessas realizações propostas pelos municípios. Esperar que saia de Brasília, por parte da estrutura federal ou de parlamentares, a solução dos problemas caseiros de cada um dos 5.570 municípios é engano proposital e inaceitável.

O primeiro passo é sempre fazer a lição de casa. Como legado e como todo processo arcaico, a população de Camacã traz da época do coronelismo a péssima prática de fazer suas compras, inclusive as despesas mensais com alimentação, em Itabuna. Aquela era a época áurea do cacau, do Hipermercado Messias e do Restaurante Baby Beef, portanto, um ambiente para ver e ser visto, (pena não existir celular na época). Eis que, quando se usa o dinheiro auferido em sua cidade, fruto do seu trabalho ou do seu comércio, para gastos em outro local, você fragiliza a demanda do comércio da cidade em que reside, contribuindo para o enfraquecimento econômico local e, consequentemente, para a menor necessidade de empregabilidade nos estabelecimentos locais. Esse costume tem se perpetuado por décadas. Para efeito de comparação, se somente 200 pessoas da sede e dos distritos, gastarem mensalmente em outras localidades R$ 1.000,00, em média com suas despesas pessoais primárias, perfazem R$ 200.000,00 por mês. O total anual será de R$ 2.400.000,00, que deixou de circular no comércio da cidade. Quantos empregos seriam criados com a mudança desse hábito?

Não há economia forte se a base da sociedade for excluída. É ela que dá sustentação ao comércio, é ela que está todos os dias no supermercado, vendendo o almoço para comprar a janta, na padaria, no açougue, fazendo compras, enquanto os mais abastados fazem aplicações financeiras e não geram um único emprego. É a base que dinamiza e movimenta o capital local e, quando essa base não tem renda, quebra-se o ciclo econômico e os reflexos são sentidos por toda a sociedade. Portanto, assim como o sangue precisa se circular para manter o corpo vivo e nutrido, a economia precisa de movimento, com produção, consumo, investimento, crédito e inovação, para manter a sociedade saudável. A primeira ação no sentido de criar emprego em uma localidade é fazer circular nesse entorno toda a riqueza local. Assim sendo, de forma didática, o poder público deveria fazer campanhas de conscientização com a CDL, com a população e com os comerciantes, para que, de um lado, melhores produtos sejam disponibilizados nas prateleiras das lojas e supermercados, com preços adequados e, do outro, a população, instruída para realizar suas comprar no comércio local. Essa é primeira lição, a de casa.

Para efeito de comparação, de acordo com dados de 2024, do IBGE, a cidade de Camacã tinha 22.756 habitantes, dos quais somente 3.692 pessoas estavam ocupadas, um percentual de 16,35% da população, com PIB Per Capta de R$ 11.067,74. Tendo como base o mesmo critério populacional usado no texto anterior, comparamos os mesmos itens das principais cidades baianas margeadas pela BR-101, com Camacã.

Da mesmo forma que o comparativo anterior, Gandu e Itamaraju ficam com os menores índices, pelos mesmos motivos citados anteriormente. Por outro lado, usando como parâmetro o percentual de pessoas ocupadas nas sete cidades citadas, resulta em 22,58% de média. Assim, Camacã precisaria ter, para se equiparar à média obtida, 5.138 pessoas ocupadas, ou seja, mais 1.446 postos de trabalho preenchidos.

No quesito arrecadação, Camacã, que já foi equiparada a Juazeiro, no norte da Bahia, teve receitas brutas arrecadadas no montante de R$ 130.449.684,43 em 2024. Juazeiro, por sua vez, aproveitando o boom da implementação da agricultura irrigada no Vale do São Francisco, a partir da década de 1990, teve como receitas brutas R$ 1.298.063.475.42 também em 2024. Em termos percentuais Juazeiro é o município com a 5ª maior arrecadação no estado da Bahia, Camacã está chegando ao 170º lugar, clarificando que creditar nossas desgraças somente ao declínio do cacau é mascarar a falta de planejamento do poder público local. Com critério idêntico aos anteriores, a arrecadação dos sete municípios margeados pela BR 101 são os seguintes:

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Amigos lamentam a morte de Everaldo Anunciação, que ajudou a fundar o PT || Foto Divulgação
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Políticos de vários matizes e aliados históricos lamentaram, neste final de tarde de quarta-feira (20), a morte do vice-presidente nacional do PT, Everaldo Anunciação, que também já foi vereador de Itabuna no final dos anos 1990 e presidente do PT da Bahia.

Amigo desde os tempos de Ceplac e da lide política, o ex-prefeito Geraldo Simões lembrou a história de Everaldo. “Desde os tempos da ditadura, Everaldo esteve na linha de frente: nas Diretas Já, na fundação do PT e da CUT, na mobilização por uma Constituinte cidadã e pela sindicalização dos servidores públicos”, narrou o ex-prefeito de Itabuna, que completou: “Everaldo foi um construtor de sonhos coletivos. Sua ausência dói, mas sua história seguirá nos guiando”.

O governador Jerônimo Rodrigues falou de muitas lutas ao lado de Everaldo e da caminhada vitoriosa de 2022. Por meio de suas redes sociais, Jerônimo assim se expressou: “Everaldo deixa um legado de luta e generosidade. Sua ausência dói, mas nos convoca a seguir firmes, horanndo a história que [ele] escreveu”.

Um dos fundadores do PT, o senador Jaques Wagner citou convergências na luta política desde o princípio do partido. “Everaldo será sempre lembrado por todos nós como uma voz forte na defesa da classe trabalhadora e por sua enorme contribuição nas lutas do PT na Bahia e no Brasil”.

Líder do Governo Jerônimo Rodrigues na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) prestou solidariedade aos familiares e amigos de Everaldo, e destacou o legado do correligionário e sindicalista. “Everaldo Anunciação deixa um legado de coragem, firmeza e esperança, que seguirá nos inspirando na caminhada por uma Bahia e um Brasil mais justos e igualitários”.

LUTO DE TRÊS DIAS

Everaldo nasceu em Ilhéus, mas projetou seu nome para além fronteiras. Teve história marcante na política local, principalmente nos anos 1990, quando foi vereador e secretário municipal em Itabuna. O prefeito Augusto Castro (PSD) decretou luto oficial de três dias pela morte de Everaldo.

– Neste instante de dor peço a Deus que conforte seus familiares, especialmente seus filhos Victor e Larissa, e sua amada esposa Madalena, seus parentes e amigos. Determinei a expedição de luto no território municipal por três dias em sua memória por meio de um Decreto – anunciou Augusto.

Ao PIMENTA, Luís Sena, ex-vereador de Itabuna e dirigente do PCdoB local, lembrou daqueles anos de 1990. “Enfretamos a sanha da entrega da Emasa”, apontou, já apresentando nota de pesar do partido, externando “condolências aos familiares, companheiros, amigos e seguidores do grande Militante do Partido dos Trabalhadores, dirigente, ex-vereador da nossa cidade, Everaldo Anunciação”.

O presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Manoel Porfírio (PT), emitiu nota de pesar. “Everaldo construiu uma trajetória marcada pela militância e plo protagonismo político na Bahia. (…) Figura de destaque da história do partido, Everaldo era reconhecido pela capacidade de articulação e pela firme defesa das bandeiras sociais”.

Jaques Wagner é submetido a nova cirurgia || Foto PIMENTA/Arquivo
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Líder do Governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) foi submetido a uma cirurgia na manhã desta quinta-feira (14). Ele postou a informação em suas redes sociais, quando também esclareceu que o procedimento “não é nada grave”.

Trata-se da segunda cirurgia ortopédica a que o senador é submetido. “Agora tem início o processo de recuperação. Agradeço as mensagens de apoio e espero retomar as atividades presenciais o mais rápido possível”, escreveu no X (antigo Twitter), afirmando que participará das discussões na Câmara Alta de forma remota. Redação com A Tarde.

Augusto designou Júnior Brandão para comandar a Semps durante licença de Trindade
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O vice-prefeito Júnior Brandão vai acumular as pastas de Planejamento e de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps) de forma temporária. O titular do Planejamento foi designado para comandar a Semps pelos próximos 14 dias.

O titular da Semps, José Carlos Trindade, ficará afastado da pasta por duas semanas. Augusto concedeu licença a Trindade para que ele faça tratamento de saúde. Recentemente, a Semps foi envolvida em um caso de exoneração de uma contratada, supostamente, por motivação política.

O município alegou que o contrato dela terminaria em 31 de julho, data da rescisão. No aniversário de Itabuna, 28 de julho, a monitora da Escola Profissionalizante posou para foto com o ex-prefeito de Salvador ACM Neto. A monitora contestou a versão.

Jayme Filho, Isaac, Sobral e Diego Pitanga durante o ato de filiação em Salvador || Foto Divulgação
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Ex-candidato a deputado federal e a prefeito de Itabuna, o médico Isaac Nery desfiliou-se do PDT e decidiu ingressar no MDB. O ato de filiação à nova legenda ocorreu nesta segunda-feira (11), na sede estadual da legenda.

– Oficializamos nossa filiação ao MDB, em Salvador, com o objetivo de disputar uma vaga como deputado federal em 2026 – afirmou em uma rede social.

O ato teve a presença de um dos nomes do MDB em Itabuna, o advogado Diego Pitanga, que concorreu ao cargo de vice-prefeito de Itabuna em 2024, além do ex-prefeito de Coronel João Sá Carlinhos Sobral.

A ficha de filiação foi abonada pelo presidente do MDB da Bahia, Jayme Vieira Lima Filho, que também comanda a Cerb. Na região, Isaac deverá fazer dobradinha com o ex-prefeito de Coronal João Sá, que vai disputar vaga de deputado federal pelo MDB.

João Matheus anuncia novidades no programa que vai ao ar todos os sábados, a partir das 10h || Reprodução
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O programa Frequência Política estreia em novo formato neste sábado (9). Comandado por João Matheus, o programa terá na bancada a jornalista Hortênsia Rosa, com participação dos repórteres Silmara Sousa e Geovane Lima.

Para João Matheus, a grande novidade é a ampliação da transmissão. Além da Interativa FM e Difusora de Itabuna, o programa também será transmitido pela Itapuy FM, de Itororó, emissora que aparece entre as líderes de audiência no Médio Sudoeste baiano, com alcance em diversas cidades da Bahia e também de Minas Gerais.

Com foco em análise política, bastidores e entrevistas, o Frequência Política aposta em uma linguagem acessível, dinâmica e informativa, buscando consolidar ainda mais sua audiência regional.