Ministro Francisco Teixeira, Luiz Argôlo, Vivaldo Mendonça e Adriana Melo na reunião que discutiu projeto da Central do Malhado
Em audiência ocorrida nesta quarta-feira (15), no Ministério da Integração Nacional, em Brasília, o deputado federal Luiz Argôlo (SDD) e o diretor-executivo da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional da Bahia (CAR), Vivaldo Mendonça, discutiram caminhos para que seja acelerada a análise técnica relativa ao projeto de requalificação da Central de Abastecimento do Malhado, em Ilhéus. O projeto é orçado em R$ 34 milhões.
O assunto foi tratado com o ministro Francisco Teixeira e a secretária nacional de Desenvolvimento Regional, Adriana Melo Alves.
Outros temas abordados na mesma audiência foram a aprovação da proposta de fortalecimento da citricultura no litoral norte da Bahia e o apoio à agricultura familiar na mesma região.
Argôlo diz que Rui Costa é o melhor nome para o governo (foto Osmar Gama)
O partido Solidariedade (SDD) oficializou na manhã desta terça-feira (14) seu apoio a Rui Costa, pré-candidato do PT ao governo da Bahia. A confirmação da aliança ocorreu no auditório da UPB (União dos Municípios da Bahia), com a presença de filiados, do governador Jaques Wagner e do próprio Rui.
O deputado federal Luiz Argôlo, um dos principais nomes do SDD na Bahia, falou sobre as razões que determinaram a escolha feita pelo partido. “Com Rui Costa governador e Otto Alencar como senador, tenham certeza de que todos os municípios estarão encampando a bandeira do progresso e do desenvolvimento”, disse ele.
A Secretaria de Turismo do Estado da Bahia será comandada pelo PR, anunciou o deputado federal José Rocha, presidente estadual do partido. Indicação da legenda, o vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), Pedro Galvão, assumirá a pasta, anteriormente comandada por Domingos Leonelli.
O socialista deixou a Setur depois que o PSB se tornou um adversário eleitoral do governo, com o lançamento da candidatura da senadora Lídice da Mata à sucessão de Jaques Wagner. “Habemus secretário. O governador confirmou o nome”, disse o parlamentar. A definição saiu ontem, após reunião com Wagner.
A mudança no Turismo é apenas uma das alterações que Wagner precisará fazer em sua equipe, já que muitos secretários disputarão as eleições deste ano. A data estipulada pelo governador para o anúncio dos que deixarão a administração estadual é até esta quarta-feira, 15.
Apesar de o chefe do Executivo baiano negar a existência de uma reforma do secretariado, mudanças estão previstas em pelo menos dez secretarias. A princípio, os titulares que concorrerão a cargos políticos precisariam deixar seus postos apenas no começo de abril, segundo a legislação eleitoral.
No entanto, os únicos que devem permanecer em suas funções até lá são o vice-governador Otto Alencar, secretário de Infraestrutura, e o próprio Rui Costa. Entre os nomes já confirmados pela Secretaria de Relações Institucionais para deixar o governo, estão Jorge Solla (Saúde), Eduardo Salles (Agricultura), Paulo Câmera (Ciência e Tecnologia), Robinson Almeida (Comunicação), Moema Gramacho (Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza) e Elias Sampaio (Promoção da Igualdade). Informações do jornal A Tarde.
Fernando Gomes diz que, para ele, Azevedo foi uma grande decepção
O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, foi entrevistado nesta manhã no programa Resenha da Cidade, comandado por Roberto de Souza na Rádio Difusora. Em um momento revelador do bate-papo, o político afirmou que existiu roubo no governo de José Nilton Azevedo (DEM), que o sucedeu no cargo de gestor municipal.
Exemplificando, FG disse que havia corrupção no contrato firmado entre o município e a empresa Marquise, que era a responsável pela coleta de lixo em Itabuna. “Eu estava em Vitória da Conquista, quando soube que o serviço de coleta tinha aumentado para R$ 1,5 milhão por mês, enquanto na minha gestão era R$ 630 mil”, declarou.
FG afirmou ter telefonado para Azevedo e questionado, em tom irônico, se a população de Itabuna tinha dobrado de tamanho para justificar a elevação das despesas com a coleta. Ele disse ainda que alertou o então prefeito de que o contrato com a Marquise era “um roubo” e que o gestor deveria exonerar quatro secretários que estariam envolvidos com desvio de recursos já no início da administração. Os nomes desses secretários não foram mencionados.
Em outro trecho da entrevista, o ex-prefeito se apresentou como o responsável pela liberação dos R$ 13,8 milhões junto ao Ministério da Integração Nacional para a cobertura do canal do Lava-Pés, na Avenida Amélia Amado. A verba foi aprovada em 2008, quando o peemedebista Geddel Vieira Lima era o titular do ministério.
“Eu mudei até de partido. Falei com Geddel que se viesse o dinheiro eu iria para o PMDB. Ele garantiu e eu fui lá e assinei a ficha”, relatou, dizendo em seguida que se decepcionou com a execução do projeto. “Passaram quatro anos, mudaram o projeto, não fizeram a obra e o dinheiro acabou”, criticou FG.
Charge do Blog do Eliomar
Alex Rodrigues | Agência Brasil
Apesar de enfrentar, há anos, o problema da falta de vagas em suas prisões, o governo do Maranhão devolveu quase R$ 24 milhões à União por não ter conseguido executar, em tempo hábil, os projetos de construção de um presídio e de duas cadeias públicas. Juntas, as cadeias de Pinheiro e de Santa Inês e o Presídio Regional de Pinheiro acrescentariam 681 vagas ao sistema carcerário maranhense.
De 1998 a 2012, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça, e o governo do estado assinaram nove convênios para construção de presídios, entre eles os três que tiveram os projetos cancelados. Juntos, os nove convênios totalizam R$ 50.749.830,00. Subtraídos os R$ 23.962.399,00 devolvidos ao Depen, o governo estadual aplicou pouco mais de R$ 26 milhões dos recursos federais recebidos por meio de contratos assinados nos últimos 15 anos – alguns deles ainda estão em vigor e há obras em andamento. Existem ainda contratos que beneficiam o sistema carcerário maranhense, com o aparelhamento de unidades prisionais, realização de mutirões de execução penal e instalação de centrais de acompanhamento de penas alternativas.
Os contratos não cancelados destinam recursos para as seguintes obras: construção das penitenciárias de João Lisboa (R$ 1 milhão, em 1998) e de São Luís (R$ 2,061 milhões, em 2000); do Presídio Regional de Pedreiras (R$ 1,581 milhão, entre 2001 e 2002). Em 2007, foram assinados os contratos para a construção da Penitenciária de Imperatriz (R$ 6,508 milhões), da Penitenciária Feminina de Pedrinhas, em São Luís (R$ 9,446 milhões), e para ampliação do Presídio de São Luís (R$ 5,641 milhões). Leia mais
Ao que tudo indica, o ex-governador Paulo Souto (DEM) será confirmado em breve como o candidato da oposição ao governo da Bahia. A chapa seria complementada com o empresário João Gualberto (PSDB) no posto de vice e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), como candidato ao Senado.
A escolha de Souto leva em conta sua posição até o momento favorável nas pesquisas de intenção de voto, o que lhe confere maiores chances de unificar os oposicionistas. Há possibilidade de que a chapa seja confirmada até o dia 31 deste mês.
Jairo Carneiro, “nomeado” por Negromonte como futuro secretário da Agricultura
É notório que a Secretaria da Agricultura da Bahia está sob o controle do PP e o partido certamente indicará o substituto de Eduardo Salles, que em breve se afastará do cargo para tentar uma cadeira na Assembleia Legislativa. Porém, o que parece estranho é o deputado federal Mário Negromonte, uma das lideranças do PP no Estado, antecipar-se ao governador Jaques Wagner e já “nomear” Jairo Carneiro, atual chefe de gabinete da Secretaria, como o substituto de Salles.
Ao vazar para a imprensa não quem o PP indica, mas quem será o novo secretário, Negromonte se investe das prerrogativas do primeiro mandatário e demonstra que seu partido não está disposto a negociar em torno do nome para a Agricultura. É Carneiro e ponto final.
Ainda que já esteja tudo combinado, é no mínimo um tanto esquisito.
Na visão desta turma, que tem influência no PT e relativa ascendência sobre Rui, seria a oportunidade para que o candidato petista escolhesse, por exemplo, uma mulher para acompanhá-lo como vice, evitando se distanciar do cenário criado pela entrada em cena da candidatura ao governo da senadora Lídice da Mata.
Deve ser ótimo para um candidato ao governo assistir a uma disputa pela vaga de vice em sua chapa. No mínimo, indica que os contendores e sua legião de correligionários acreditam piamente em seu potencial eleitoral. Caso contrário, não estariam se digladiando em público por um espaço no qual sabem que dependerão quase exclusivamente do desempenho do cabeça de chapa para conseguirem obter o mandato. Ademais, ser vice significa, na essência, estar no poder sem poder exercê-lo, a menos em caso de falta do titular, o que só o vice pode desejar, já que ninguém votou nele.
O caso se aplica ao candidato do PT a governador, Rui Costa. Desde que foi ungido pelo governador Jaques Wagner candidato à sua sucessão e teve seu nome ratificado pelo partido que comanda o Estado há quase oito anos, Rui assiste, quase impassível, a uma disputa que se intensifica a cada dia entre o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Marcelo Nilo (PDT), e o PP, pilotado no Estado pelos deputados federais Mário Negromonte e João Leão, pela vaga de vice em sua chapa. Os três se apresentam para o PT como os melhores candidatos a vice que a Bahia já teve.
Com a diferença de que Mário e Leão integram um mesmo núcleo e aceitam negociar entre si a escolha de apenas um deles para destronar a pretensão de Nilo de compor a chapa com Rui, o que reforça a hipótese de o nome mais forte no PP para a empreitada ser o do primeiro. Ocorre que o aprofundamento da briga entre Nilo e Mário, aliados importantes do governo estadual, pode até envaidecer Rui, se é que o candidato do PT é dado a vaidades pessoais, mas já enche de preocupação setores do partido e da articulação política de Jaques Wagner. Leia Mais
Governador costura apoios para Rui Costa (Foto Pimenta).
Informação do site Bahia Notícias dá conta de que o governador Jaques Wagner (PT) tem encontro marcado para esta segunda-feira (6) com a cúpula estadual do PR. O tema da conversa é o apoio dos republicanos à eleição de Rui Costa para o governo e, em contrapartida, a oferta de uma Secretaria (provavelmente a do Turismo) para a legenda.
Já na quarta-feira (8), Wagner trata do mesmo assunto com o presidente nacional do PDT, o ex-ministro do Trabalho Carlos Luppi, que pleiteia novos espaços na gestão estadual.
O PDT deve anunciar o apoio à eleição de Rui Costa no próximo dia 17.
É possível que o peemedebista venha a ser o candidato da oposição ao Governo do Estado. E talvez seja ele o nome preferido pela situação.
O peemedebista Geddel Vieira Lima aprecia gestos retumbantes, do tipo que causa impacto. Como político, a postura faz todo sentido, pois lhe garante visibilidade, notadamente quando ele põe os adversários em saia justa.
Geddel agiu assim ao pedir encarecidamente, pelo Twitter, que a presidente (ou presidenta, caso prefiram) Dilma Rousseff o demitisse do cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal. Um meio pouco ortodoxo, mas afinado com o repertório do requerente.
Ex-ministro da Integração Nacional, Geddel integra um partido que é aliado do PT no campo nacional e adversário do mesmo no Estado. A posição híbrida produz certa crise de identidade e é provável que o peemedebista recorra a frases de efeito e atos pirotécnicos para marcar suas idiossincrasias. Precisa, no entanto, ter cuidado com os efeitos colaterais indesejados.
Geddel é um político de raciocínio rápido e língua ferina, mas não consegue exibir a consistência e a gravidade de um estadista. As pilhérias e provocações que faz nas redes sociais causam bochicho, às vezes incomodam alguns, mas não colaboram com a construção de uma imagem política de boa estatura. Ainda assim, é possível que o peemedebista venha a ser o candidato da oposição ao Governo do Estado. E talvez seja ele o nome preferido pela situação.
Geddel não esconde o desejo de ser candidato e faz pressão para que a escolha seja antecipada; é afoito e agoniado. Extremo oposto, o ex-governador Paulo Souto, do DEM, é circunspecto até demais, contido nos gestos e palavras, carrancudo, mas transmite a seriedade que muitos consideram mais adequada à chamada liturgia do cargo. Além de tudo, Paulo Souto faz o jogo de quem está reflexivo, meditando sobre a grave missão que poderá receber.
Um peca pela esperteza. O outro tenta faturar com a sabedoria.
Tempo de leitura: < 1minutoCuma e Azevedo: relações estremecidas
Apoiadores do ex-prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), não ficaram muito satisfeitos depois de ouvir poucas e boas do também ex-prefeito e ex-padrinho político do milico, Fernando Gomes, o “Cuma”.
Segundo informações de bastidores, aliados do Capitão queriam convencer o velho cacique a apoiá-lo em 2014, caso o mesmo consiga emplacar a candidatura após ter sofrido rejeição de contas.
“Cuma” tem uma velha mágoa de Azevedo, que remonta à campanha de 2008, da qual foi declarado “persona non grata” pelo staff do Capitão. Por isso e por outros motivos que se sucederam, a possibilidade de apoio é remotíssima.
A presidenta Dilma Rousseff assinou decreto, publicado hoje (27) no Diário Oficial da União, com a exoneração de Geddel Vieira Lima da vice-presidência da Caixa Econômica Federal. Pelo Twitter, ele pediu à presidenta Dilma Rousseff que agilizasse sua demissão do banco estatal. ‘Cara presidenta Dilma, por gentileza, determine publicação de minha exoneração da função que ocupo, e cujo pedido já se encontra nas mãos de Vossa Excelência”, publicou no microblog (confira aqui).
Em postagem anterior, Geddel chegou a dizer que tinha apelado ao presidente da Câmara para ajudar na sua saída do governo: “Acabo de fazer novo e dramático apelo, agora ao presidente da Câmara, para que agilize a publicação da minha exoneração. O que está havendo?”
Geddel Vieira Lima é filiado ao PMDB e foi eleito deputado federal cinco vezes consecutivas. Entre 2007 e 2010, foi ministro da Integração Nacional, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) chamou de “cheque em branco” a proposta do Governo do Estado de obter autorização para antecipar R$ 1,1 bilhão em receitas. O valor deverá ser destinado ao pagamento de dívidas.
Para o tucano, trata-se de “um projeto imoral, que vai gerar uma dívida até 2018, além de perder mais de R$ 200 milhões só pela antecipação da receita orçamentária”.
Castro afirmou que a oposição está unida contra a proposta.
Tempo de leitura: < 1minutoPelo Twitter, Geddel cobra exoneração por parte de Dilma (Reprodução Pimenta).
O ex-deputado federal e pré-candidato ao governo baiano Geddel Vieira Lima usou a sua conta no microblog Twitter para cobrar a sua exoneração do cargo de vice-presidente Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal.
Geddel assumiu o cargo em março de 2011, mas há quase um ano entrou em rota de colisão com a presidente Dilma Rousseff e faz oposição ao governo petista na Bahia.
No Twitter, Geddel publicou: “Cara Presidenta Dilma, por gentileza, determine publicação minha exoneração”. Segundo ele, o pedido de exoneração do cargo na Caixa foi apresentado em setembro.
O peemedebista não explicita, no microblog, se está recebendo salário sem trabalhar. Geddel é um dos nomes da oposição na disputa ao Palácio de Ondina em 2014. Outros pré-candidatos são o ex-governador Paulo Souto (DEM), João Gualberto (PSDB), ex-prefeito de Mata de São João, e a senadora Lídice da Mata (PSB). O nome mais forte é o de Souto. O governo escolheu Rui Costa, secretário da Casa Civil, para a sucessão de Jaques Wagner.
Sondagem I – Apesar de a oposição ter Souto e Geddel à frente dos outros postulantes à indicação para o governo, a cúpula do DEM decidiu aproveitar o tempo daqui até março para entender melhor o cenário eleitoral. Sai do forno daqui a alguns dias um levantamento envolvendo todos os candidatáveis, com intenções de voto, rejeição, potencial de transferência de votos, etc.
Os números poderão servir tanto para indicar qual dos dois nomes mais à frente deve prosseguir, quanto se há algum nome que hoje não está na dianteira com potencial. Agora é esperar.
Sondagem II – Não é só a oposição que pretende ir a campo para conhecer melhor os anseios da população. A chapa governista já tem o candidato a governador e ao Senado definidos – o secretário Rui Costa e o vice-governador Otto Alencar. Falta o vice, e a base quer escolher alguém com o perfil correto.
Disputam “palmo a palmo” o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), e o deputado Mário Negromonte (PP). Mas, acredite, pode haver surpresas.
Um membro da alta cúpula petista questiona: “Lídice (da Mata, senadora do PSB) já tem duas mulheres na chapa, ela e a (ex-ministra do STJ) Eliana Calmon. Se a oposição colocar uma mulher na chapa, vamos ter só homens?”. Será?