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Por meio de sua assessoria, o vereador Solon Pinheiro (PSDB) informa que pulou de galho e não mais apoia Roberto de Souza (PR) na guerra pela presidência da Câmara de Itabuna. Para justificar a repentina mudança, Solon diz que segue orientação do presidente estadual do partido, Antônio Imbassahy, que determinou ao PSDB itabunense apoio a Ruy Machado (PRP).
Ruy foi eleito para a presidência da Câmara em votação ocorrida na última terça-feira, 30. Mas Roberto já havia sido escolhido para o mesmo cargo em eleição ocorrida em 5 de junho do ano passado. Ocorre que, para agradar ao governo, os vereadores aprovaram uma mudança no Regimento Interno, anulando a votação de 2009 e determinando nova eleição.

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Marco Wense
Qual o melhor nome do Partido dos Trabalhadores (PT) para disputar a prefeitura de Itabuna na sucessão de 2012, Geraldo Simões ou Juçara Feitosa?
Como existe um equilíbrio nas opiniões, com argumentos favoráveis a Geraldo e Juçara, a pertinente pergunta, mais cedo ou mais tarde, vai tomar conta do diretório municipal da legenda, presidido pela professora Miralva Moutinho.
A favor do macho, como diria o irreverente jornalista Eduardo Anunciação, um melhor jogo de cintura para buscar alianças com outras agremiações partidárias. A favor da fêmea, o argumento de que a eleição de Dilma Rousseff vai influenciar o voto feminino.
Certeza mesmo, sem nenhuma pontinha de dúvida, é que o PT terá candidatura própria e fará todo o esforço para ter um comunista – Wenceslau Júnior ou Luis Sena – como vice na chapa encabeçada por Geraldo ou Juçara.
O plano B do PT, depois de esgotadas todas as possibilidades de coligação com o PCdoB, é uma chapa com Juçara Feitosa e o Capitão Fábio. Uma chapa puro-sangue, tendo o vereador Vane como vice, não está descartada. O PT-PT é o plano C.
PARLAMENTO
A derrota de Josias Gomes, ex-presidente estadual do PT, para a Câmara Federal, iria provocar um natural relaxamento na atuação parlamentar do reeleito deputado Geraldo Simões.
Com a eleição de Josias Gomes, adversário de Geraldo nas hostes internas do petismo, o ex-prefeito de Itabuna vai ter que mostrar serviço como deputado, já que sua atuação será, inevitavelmente, comparada com a do “companheiro” de partido.
Josias e Geraldo, ambos prefeituráveis, respectivamente de Ilhéus e Itabuna, sabem que ser bom deputado fortalece a legítima e democrática pretensão de suceder Newton Lima (PSB) e o Capitão Azevedo (DEM).
Josias versus Geraldo. Um bom duelo. A sabedoria popular costuma dizer que é “briga de cachorro grande”. Como os protagonistas são políticos civilizados, não há motivos para preocupações.
PDT
O Partido Democrático Trabalhista, presidido aqui na Bahia pelo bom gaúcho Alexandre Brust, pode abrigar duas ilustres figuras do cenário político de Itabuna: Leninha Alcântara e Acácia Pinho.
Leninha e Acácia estão insatisfeitas com seus partidos políticos, respectivamente o PPS e o PMDB.  Para o ex-vereador Otávio Menezes, pedetista histórico, “o PDT só tem a crescer com filiações de pessoas de bem”.
PSDB VERSUS PSDB
2006. O PSDB mineiro concorda com a candidatura de Geraldo Alckmin à presidência da República. Alckmin representa o tucanato da Avenida Paulista.
2010. O PSDB mineiro abre mão da pré-candidatura de Aécio Neves e aceita, mesmo contrariado, a candidatura de José Serra, então governador de São Paulo.
Novembro de 2010. José Serra quer ser presidente nacional do PSDB para impedir a pré-candidatura de Aécio Neves. O ex-governador de São Paulo pretende disputar pela terceira vez o Palácio do Planalto.
2014. Se o insistente José Serra sair novamente candidato, o povo mineiro, com toda razão, promete triturá-lo nas urnas, linchá-lo eleitoralmente.
Serra versus Aécio. Os tucanos, com as bicadas entre eles, ficam cada vez mais depenados.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Mudança no ninho tucano em Ilhéus. Em uma manobra que contou com o apoio do presidente do diretório estadual do PSDB, Antônio Imbassahy, o deputado eleito Augusto Castro tirou o comando do partido na Terra da Gabriela, das mãos do médico e vice-prefeito Mário Alexandre.
Segundo informações, a cúpula tucana está há muito tempo insatisfeita com a condução de Marão, como o ilheense é conhecido. A dubiedade política do grupo do vice-prefeito, que é filho da deputada estadual Ângela Sousa, é o maior motivo das queixas.

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Marco Wense
Não sei o motivo de tanto espanto em relação a obsessiva fúria do PMDB na busca de cargos no governo da presidente eleita Dilma Rousseff. O PMDB é assim mesmo: monstruosamente pragmático.
O PMDB, com seu “blocão”, “megabloco” ou “superbloco”, formado pelo PTB, PR, PP e o PSC, com 202 deputados federais, pressionando por mais ministérios e centenas de cargos no segundo e terceiro escalões, é o óbvio ululante.
O sócio majoritário do governo Dilma Rousseff é o PT. A presidente eleita não pode, em nome da governabilidade, ficar refém do peemedebismo e, o que é pior, perder a autoridade inerente e imprescindível ao exercício da nobre função.
Os outros partidos, tendo na linha de frente o PSB, PDT e o PC do B, que também contribuíram para a vitória de Dilma, têm que se unir, sob pena de serem engolidos pelo PMDB. É bom lembrar que o PSB elegeu seis governadores.
VISITA INDIGESTA
Como não bastasse o tal do “blocão”, protagonizado pelo PMDB de Michel Temer (SP), vem agora José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, e solicita uma inesperada audiência com a presidente eleita Dilma Rousseff.
Depois de ser bombardeado no programa eleitoral do PSDB, como a principal figura da “turma da Dilma”, Dirceu deveria esperar a poeira assentar, evitando assim esse inevitável constrangimento para a futura presidente da República.
O problema de José Dirceu, ex-todo poderoso ministro do governo Lula, é sua doentia obsessão de querer aparecer na mídia de qualquer jeito e a qualquer custo. José Dirceu, neste aspecto, é incontrolável.
DUAS VERSÕES
O ex-candidato ao Palácio de Ondina, Geddel Vieira, fragorosamente derrotado pelo governador Jaques Wagner (reeleição-PT), aparece constantemente ao lado de Michel Temer nos encontros com a equipe de transição da presidente eleita Dilma Rousseff.
Para os correligionários de Geddel, a presença dele ao lado de Temer, presidente nacional do PMDB, é a prova inconteste do seu prestígio junto ao comando maior da legenda. Os adversários, no entanto, propagam a versão de que Geddel estaria insistindo na sua permanência como ministro da Integração Nacional no governo Dilma.
A terceira interpretação (ou variante) fica por conta do caro leitor, caso ele não concorde com as versões dos correligionários e adversários do ex-ministro Geddel Vieira Lima.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Marco Wense
A onda contrária ao retorno da CPMF é alimentada pela dúvida em relação aos milhões de reais que serão arrecadados, já que existe a “promessa” de que todo o din-din é para o sistema de saúde.
Se houvesse a certeza (100%) de que a contribuição seria direcionada para a melhora da saúde pública, com uma implacável fiscalização, punindo severamente os responsáveis por qualquer desvio, a defesa da CPMF seria inabalável.
Ninguém, pelo menos em sã consciência, seja capitalista, comunista, socialista, direita, esquerda, iria questionar uma iniciativa do governo para amenizar o sofrimento dos mais pobres.
Quanto ao aspecto político, mais especificamente da política partidária, os tucanos, exercendo o democrático exercício oposicionista, criticam a presidenta eleita Dilma Rousseff, que na campanha era contra qualquer tipo de imposto e, agora, defende a volta da CPMF.
Vale lembrar que o mais árduo defensor da ressurreição do imposto sobre o cheque é o governador eleito de Minas, o tucano Antonio Anastasia, que não tomaria essa posição sem antes consultar Aécio Neves, seu criador e principal liderança do PSDB (2).
Geraldo Alckmin, eleito governador de São Paulo, figura de destaque do PSDB (1), só é contra a CPMF quando é questionado por jornalistas. Mas, nos bastidores, longe dos holofotes, é também um entusiasmado defensor.
Para acabar com o disse-me disse, que fulano é contra ou favor, fica a seguinte sugestão: quem é contra, diz logo de público e não aceita um tostão. Quem é favor, assume um eventual desgaste.
O que não pode é essa demagogia, essa tapeação assentada em posições dúbias, sendo, concomitantemente, a favor e contra a CPMF. Pela manhã, CPMF mais nunca. Na calada da noite, CPMF já.
METAMORFOSE
Os tucanos, tanto do PSDB (1) como do PSDB (2), estão sobressaltados com o Lula pós-eleição. Os petistas, por sua vez, estão espantados com o José Serra depois do término da campanha eleitoral.
Durante a campanha presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva pregava o “extermínio” da oposição. Os oposicionistas ficaram tiriricas da vida com o petista-mor. Agora, Lula defende que a oposição e o governo “respeitem-se mutuamente e divirjam de forma madura e civilizada”.
Já José Serra, que segundo FHC tem uns demônios que nem ele mesmo consegue controlar, diz agora que Lula “pratica um populismo cambial”, “o governo é populista de direita na área econômica” e o país vive um “processo claro de desindustrialização”.
O José Serra de ontem, além de colocar a imagem de Lula no seu programa no horário eleitoral gratuito, dizia com todas as letras, em alto e bom som, que “Lula estava acima do bem e do mal”.
Lula, como uma espécie de Deus na terra, não partiu da então candidata e companheira Dilma Rousseff. O tucano José Serra, assombrado com a popularidade do petista, se encarregou de colocá-lo acima do bem e do mal.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Augusto Castro vai com Marcelo Nilo. Jutahy agradece

Um café da manhã nesta segunda-feira, 08, no Hotel Fiesta, em Salvador, selou o apoio dos dois deputados estaduais eleitos pelo PSDB – Augusto Castro e Adolfo Viana – a um terceiro mandato do pedestista Marcelo Nilo na presidência da Assembleia.  Esse apoio conta com a simpatia do deputado federal Jutahy Magalhães Jr.
Nas últimas eleições, apesar de ter apoiado o governador Jaques Wagner (PT), Marcelo Nilo fez dobradinha em vários municípios com o velho amigo Jutahy. Calcula-se que 54 mil votos obtidos pelo tucano resultaram dessa aliança e não foram poucos os prefeitos que votaram em Nilo, Jutahy e Wagner, ignorando Paulo Souto (DEM), o candidato que teve o apoio do PSDB para o governo.
O presidente do diretório estadual do PSDB, Antônio Imbasahy, ainda não se manifestou sobre a adesão dos futuros deputados do partido à candidatura de Marcelo Nilo.

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Marco Wense
Mesmo depois de derrotados na disputa presidencial, os tucanos do PSDB (1), da sofisticada Avenida Paulista, continuam a mesma coisa: arrogantes, prepotentes e donos da verdade. Parece até que conquistaram o Palácio do Planalto.
Chateados com o senador eleito Aécio Neves, apontado como o responsável direto pelo fracasso do candidato José Serra no estado de Minas, alguns tucanos, ainda inconformados com a derrota, estão chamando o ex-governador de “Aético”.
Aliás, o PSDB (1), cheio de rancor e ódio, sempre tratou Aécio, neto do saudoso Tancredo Neves, como um adolescente irresponsável, afastando qualquer possibilidade do bom mineiro se candidatar à Presidência da República pela legenda.
O principal culpado pelo desastre eleitoral de José Serra em Minas é o próprio José Serra, que fez de tudo para liquidar qualquer chance de Aécio como pré-candidato, impedindo até que o PSDB (2) consultasse as bases do partido.
Essa atitude arbitrária e antidemocrática do PSDB (1), tendo a frente os três mosqueteiros do tucanato paulista – FHC, Geraldo Alckmin e José Serra –, mexeu com a autoestima dos mineiros.
Aécio Neves, liderança maior do PSDB (2), tem toda razão quando defende uma urgente mudança na legenda: “Estamos no momento de refundar o PSDB para recuperar nossa identidade partidária”.
Se o PSDB (1) continuar se achando o tal, Aécio Neves só tem o caminho de procurar outra agremiação partidária, sob pena de ser novamente “engolido” pela esperteza dos tucanos da Avenida Paulista.
PSDB (1) versus PSDB (2). Dois bicudos não se beijam.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Uma proposta de fusão entre o PSDB e o DEM foi rejeitada pelo presidente desta legenda, o deputado federal Rodrigo Maia. E o maior medo do dirigente é a fuga de políticos que detêm mandato parlamentar.
A razão é simples: a fusão partidária é uma das brechas previstas na lei para que o filiado deixe a legenda sem correr o risco de perder o mandato por infidelidade.
Maia, pelo visto, sabe que tem um bom número de democratas inclinados a debandar. Por isso, o seu lema é “seguro morreu de velho”.

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Ilimar Franco, d´O Globo
A candidata do PT, Dilma Rousseff, vai acompanhar a apuração dos votos no Palácio da Alvorada, ao lado do presidente Lula, de dirigentes do PT e da campanha, e dos governadores Jaques Wagner (PT-BA) e Eduardo Campos (PSB-PE).
O candidato do PSDB, José Serra, ficará em sua própria casa, em São Paulo, ao lado de familiares e alguns poucos assessores.
Os demais políticos tucanos e dirigentes da campanha devem se reunir na casa do secretário de Cultura Andrea Matarazzo, também em São Paulo.
O comando do PMDB vai se concentrar na casa do presidente da Câmara e vice da chapa governista, Michel Temer (SP), em Brasília.

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Encontro de tucanos e democratas em Salvador

O ex-governador e senador eleito pelo PSDB de Minas Gerais, Aécio Neves, esteve nesta terça-feira, 26, na Bahia, e procurou animar a militância serrista para esta reta final do segundo turno. Aécio foi recebido por lideranças do PSDB,DEM, PPS,PR,PTN e PRP, em um evento no Fiesta Convention Center, em Salvador.
No encontro, o tucano manifestou opinião pessoal de que há uma faixa de 20% de eleitores ainda inseguros com relação ao voto no próximo dia 31, embora a última pesquisa Datafolha, divulgada nesta terça, aponte 6% de indecisos. E outros levantamentos têm indicado que quase 90% dos eleitores não pretendem mudar o voto.
Aécio disse ainda que o PT tenta reescrever a história. “Um desavisado que chega ao país e assiste à propaganda da nossa adversária, pensa que o Brasil foi descoberto pelo PT”, alfinetou o mineiro.
Entre outras lideranças, participaram do evento com o senador eleito o ex-governador Paulo Souto, o senador ACM Júnior e os deputados federais ACM Neto, Jutahy Jr. e João Almeida.

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Prefeitos baianos filiados ao PSDB, mas que estão de corpo e alma na campanha da petista Dilma Rousseff, sofrerão sanções da legenda. Processos de expulsão já foram abertos contra os gestores de Brumado, Eduardo Vasconcelos, e Pojuca, Gerusa Laudano. Ambos pediram votos para Wagner e Dilma no primeiro turno e continuam apoiando a escolhida de Lula.
Segundo a Tribuna da Bahia, o presidente do diretório estadual do PSDB, Antônio Imbassahy, também ameaça entrar na justiça pedindo a cassação dos mandatos dos infiéis. Democratas também deverão fazer o mesmo com alguns membros do DEM que “pularam a cerca” nestas eleições.

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A Bahia tem alguns tucanos de penas vermelhas: são aqueles que se mantêm fiéis à velha tradição do PSDB na Bahia, que até esta eleição não dividia o mesmo ninho com o DEM. O partido mudou, mas nem todos os membros aceitaram as novas diretrizes.
Esse é o caso do prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos, que no primeiro turno das eleições na Bahia não quis saber de Paulo Souto e entrou de cabeça na campanha do petista Jaques Wagner. E ontem, durante uma carreata com a presença do governador reeleito, lá estava Vasconcelos, coladinho no barbudo.
O tucano de plumagem rubra é Dilma desde criancinha…
Com informações do Blog do Anderson

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Dilma cresce seis pontos em uma semana

Do G1

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (20) aponta a candidata do PT, Dilma Rousseff, com 56% dos votos válidos para presidente da República. O adversário da petista no segundo turno, José Serra (PSDB), aparece com 44%, segundo o instituto.
Na pesquisa anterior do Ibope, divulgada no último dia 13, Dilma aparecia com 53% dos votos válidos, e Serra com 47%.
A pesquisa ouviu 3.010 eleitores, de 18 a 20 de outubro. Encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número de protocolo 36476/2010.
Votos totais
Pelo critério de votos totais (que incluem no cálculo brancos, nulos e indecisos), Dilma Rousseff soma 51% das intenções de voto, e José Serra, 40%.
De acordo com o Ibope, as intenções de voto em branco e nulos acumulam 5%. Os eleitores que disseram não saber em quem vão votar são 4%.
Nos votos totais da pesquisa anterior do Ibope, do último dia 13, Dilma tinha 49%, e Serra, 43%. Brancos e nulos eram 5%, e indecisos, 3%.
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O Cia da Notícia anuncia, com exclusividade, que o ex-prefeito de Curitiba e governador eleito do Paraná, Beto Richa (PSDB), estará em Itabuna na próxima sexta, 22, e participa de caminhada na avenida do Cinquentenário, centro, às 10 horas.
O ato terá a participação do presidente do PSDB baiano, o deputado federal eleito Antônio Imbassahy, e de ACM Neto (DEM). O trio também caminhará pelo centro de Ilhéus, no mesmo dia, logo após o compromisso em Itabuna. Outro evento está agendado para o final da tarde, em Salvador.
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O tucano José Serra foi o entrevistado da terça (19) do Jornal Nacional, da rede Globo. Ele foi questionado sobre suspeita de Caixa 2 na campanha presidencial, o enigmático Paulo Vieira de Sousa (o Paulo Preto) e nepotismo na Casa Civil do tempo em que ocupou o cargo de governador de São Paulo. Os apresentadores também questionaram Serra sobre o apelo à religião, e a temas como o aborto, para ganhar voto.