Binho Shalom, Dayane Pimentel e Dr. Mangabeira: apoio selado
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O presidente do diretório itabunense do PSL, Binho Shalom, confirmou nesta manhã de quarta-feira (26) o apoio do partido ao pré-candidato a prefeito de Itabuna pelo PDT, Antônio Mangabeira. As negociações começaram no final de janeiro. O dirigente já havia antecipado que o anúncio de apoio seria feito logo após o Carnaval.

Por telefone, Binho Shalom descartou conversa de bastidores que apontavam para a filiação de Mangabeira ao PSL. “Não existe essa conversa, mas estamos trabalhando. O partido já está na base de apoio ao pré-candidato e vamos construir juntos essa caminhada. O futuro a Deus pertence – disse.

Binho Shalom, Dayane Pimentel e Dr. Mangabeira: apoio selado
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Dono de estimados 57 segundos de televisão e rádio em 2020 e o segundo maior fundo eleitoral, o PSL avançou no namoro com o médico e pré-candidato a prefeito de Itabuna pelo PDT, Antônio Mangabeira. Dirigentes dos diretórios municipal e estadual da legenda se reuniram no final de semana com o médico, em Salvador, para falar sobre possível apoio da legenda a Mangabeira.

Mas, por enquanto, o dirigente do PSL de Itabuna, Binho Shalom, faz mistérios. Segundo ele, o partido vai dialogar com (quase) todos:

– O PSL conversa com todos em Itabuna, menos PT, PCdoB, PSOL e PSTU. Vamos decidir logo após o carnaval – disse ao PIMENTA.

O PSL conversa com Capitão Azevedo (PL), Mangabeira e Fernando Gomes (sem partido). Shalon diz que o partido já está fechando com o projeto de reeleição de Mário Alexandre (Marão) em Ilhéus e também discute alianças e avalia cenários nos principais municípios do sul e sudoeste da Bahia.

SUDOESTE E EXTREMO-SUL

Em Vitória da Conquista, o partido pode fechar com o prefeito Herzem Gusmão (MDB), mas também conversa com pré-candidatos de PSD e PSDB. No extremo-sul do Estado, a tendência do partido, conforme Binho, é fechar com Dr. Marcelo. Também tem conversa avançada com Paulinho Toa Toa (DEM) em Porto Seguro. O partido deverá apoiar um nome ligado a ACM Neto em Eunápolis.

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Babá Cearense desiste de candidatura a prefeito de Itabuna

O vereador Babá Cearense (PSL) anunciou, há pouco, a desistência da candidatura a prefeito de Itabuna. O comunicado foi feito uma semana depois de se tornarem públicos os contatos do partido dele, o PSL, com o pré-candidato a prefeito pelo PDT, Antônio Mangabeira. Babá disputará, novamente, mandato de vereador, mas continuará no PSL.

No comunicado, Babá diz ter conversado com a família. “Acredito que o trabalho que desenvolvi no Legislativo, apresentando diversos projetos, sendo relator de pautas importantes para o município e emitido dezenas de pedidos de providência, me credenciam a buscar a renovação do nosso mandato, sempre pautado pela ética, caráter e honestidade”.

MANGABEIRA E PSL

Ao PIMENTA, o presidente do PSL de Itabuna, Binho Shalon, confirmou que o partido mantém conversas para fechar aliança com Antônio Mangabeira. O partido espera fazer, ao menos, dois vereadores para a próxima legislatura.

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Mangabeira deve abandonar discurso de 2016 e buscará partidos

O pré-candidato a prefeito de Itabuna pelo PDT, o médico Antônio Mangabeira, projeta ir para a disputa eleitoral com o apoio de, pelo menos, 12 partidos. O prefeiturável atraiu para o seu projeto Rede Sustentabilidade e PSC. Antes, o Podemos já havia fechado com Mangabeira e deu o comando do diretório ao filho do médico.

Nos últimos dias, Mangabeira engatou namoro com o PSL de Binho Shalon e do vereador Babá Cearense, que, assim, abre mão da disputa pelo Centro Administrativo Firmino Alves. A legenda sofreu debandada de bolsonaristas e conserva bom tempo de TV.

Quando se fala em 12 partidos, a projeção é a repetição do que ACM Neto conseguiu para o seu vice e prefeiturável, Bruno Reis (DEM). Em solo itabunense, porém uma defecção é dada como certa, o MDB de Lúcio Vieira Lima. Mangabeira, junto com o pedetista e seu ex-vice, Marco Wense, travaram duelos verbais com Lúcio. E os duelos devem ter reflexo no fechamento das alianças. Outra dúvida é o PRB, hoje com Vane do Renascer, mas flertando com Fernando Gomes para salvar o projeto de reeleição do vereador Pastor Francisco.

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Marco Wense

 

 

Que situação, hein! Os senhores políticos, independente de ideologia, seja de esquerda, direita ou qualquer outro rótulo, adoram acordar o “monstro” do impeachment, que não consegue passar um bom tempo dormindo.

 

Torcer para que a economia possa apresentar bons resultados. É o que pode salvar o atabalhoado governo do presidente Jair Messias Bolsonaro. Do contrário, o nevoeiro pela frente, a incerteza e a instabilidade.

Quando a economia vai bem, os problemas no campo político, por mais graves que sejam, terminam sendo superados. Mas o coquetel com economia sem mostrar sinais de recuperação e imbróglio na seara política é preocupante. Esses dois ingredientes juntos terminam acordando o “monstro” do impeachment.

Deixando a economia de lado, cuja deflação não é vista com bons olhos pelos renomados economistas, vamos nos ater ao péssimo ambiente político, com o chefe do Palácio do Planalto brigando com seu próprio partido, o PSL, que de nanico passou a integrar o rol das maiores legendas do Congresso Nacional.

A permanência do presidente da República na sigla que o elegeu, que abraçou sua campanha quando todos achavam que sua candidatura era de brincadeirinha, ficou insustentável depois das declarações de desprezo pelo partido e sua liderança maior, Luciano Bivar.

Bivar, presidente nacional da sigla, ficou perplexo, sem os pés no chão, quando soube da fala de Bolsonaro, pedindo para que seus apoiadores esquecessem o PSL. Em tom de desabafo e revolta, Bivar disse que a declaração foi “terminal”, que Bolsonaro “já está afastado do partido”. E mais: “Não estamos em grêmio estudantil. Ele pode levar tudo do partido, só não pode levar a dignidade, o sentimento liberal que temos e o compromisso com o combate à corrupção”.

Esse pega-pega, Bolsonaro versus PSL, vai servir para apontar quem são os verdadeiros bolsonarianos. Quem for, tem que acompanhar o presidente na sua procura por outra agremiação partidária, mostrar que a fidelidade ao líder é intocável. Os senhores presidentes de comissões provisórias, sejam nos estados ou municípios, devem deixar imediatamente o comando do partido, sob pena de serem taxados de bolsonaristas de mentirinha ou oportunistas de plantão.

Que situação, hein! Os senhores políticos, independente de ideologia, seja de esquerda, direita ou qualquer outro rótulo, adoram acordar o “monstro” do impeachment, que não consegue passar um bom tempo dormindo.

Concluo fazendo uma pergunta: O que o “monstro” do impeachment diz quando é acordado pelo jogo do poder? Ora, ora, até as freiras do convento das Carmelitas sabem a resposta: “Esses políticos são chatos, não posso nem tirar uma soneca”. É realmente impressionante. Os políticos cavam o próprio buraco.

E quando penso que deixaram de eleger Ciro Gomes, a tristeza vem à tona. Ciro é, sem nenhuma dúvida, o político brasileiro mais preparado. O Brasil cada vez mais precisando de Ciro Gomes.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Binho reconheceu racha no movimento em defesa de Bolsonaro e criticou oportunismo de grupos fora do PSL
O presidente do PSL de Itabuna, Binho Shalom, disse que a falta de unidade enfraqueceu as manifestações a favor de Bolsonaro no município sul-baiano neste domingo (26). Cerca de 200 pessoas participaram dos atos no centro da cidade. Nas contas da assessoria do dirigente do PSL, foram 267 pessoas, no total, participando das manifestações na Praça Camacan e na Alameda da Juventude (Beira-Rio).

Binho disse ao PIMENTA que o ato foi pensado “unicamente como defesa do presidente Jair Bolsonaro e do futuro da Nação”, descartando a participação de políticos para ter as características de movimento apartidários.

Ele condenou o oportunismo de prefeituráveis. “Sabe como é que é? Querem pegar ponga no nome de Bolsonaro. Deu no que deu [o fracasso das manifestações em Itabuna]. Cá, estamos preocupados com o país, em fortalecer o nosso presidente”, justificou, apontando que pensar em 2020 é para outro momento.

Binho esclareceu, ainda, que responsáveis pela fragmentação do ato em Itabuna não são do partido do presidente, o PSL. O dirigente evitou citar nomes, mas seria indireta para Gregory Cruz, o vice-prefeito Fernando Vita e o empresário Ronaldo Abude. “Não são do PSL nem são nossos prefeituráveis. Vamos ter prefeituráveis no segundo semestre (deste ano)”, disse. Dos que prefeituráveis que participaram do ato na Beira-Rio, um pertence ao Novo (Abude) e o outro não possui filiação partidária (Gregory).

Nesta semana, enquanto a organização convocava manifestantes para a Praça Camacan, o “grupo que não tem ligações com o grupo de Bolsonaro” chamou o público para a Alameda da Juventude (Beira-Rio). “Reunimos até 130 pessoas na praça Camacan e mobilizamos para o Módulo Center para não enfraquecer o movimento [ainda mais]”, completou.

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Partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL está com o diretório da Bahia suspenso junto à Justiça por falta de prestação de contas ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Em tese, a legenda não tem autorização para movimentar nem receber verbas públicas do fundo partidário. O PSL é comandado no estado pela deputada federal Dayane Pimentel. Logo abaixo dela, estão o vice, Antonio Olivio, e o secretário-geral, Alberto Pimentel, secretário de Trabalho, Esporte e Lazer de Salvador. Como a validade da direção provisória da sigla expira em 30 de junho, se ela não regularizar as contas até o fim deste semestre pode ter o registro cancelado na Bahia pelo TRE.

No time dos nanicos

Além do PSL, partido que cresceu no rastro da eleição de Jair Bolsonaro e que se tornou a bancada mais numerosa da Câmara ao lado do PT, outros quatro diretórios estaduais também estão suspensos por falta de prestação de contas: Pros, PRP,  PCB e DC, partidos atingidos pela cláusula de barreira na última eleição. Da Coluna Satélite, Correio24h.

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Marco Wense

 

O problema é que esse “laranjal” está prejudicando o andamento da Reforma Previdenciária. Hoje, o assunto mais comentado nos corredores das duas Casas Legislativas – Senado e Câmara dos Deputados – é o imbróglio das candidaturas laranjas do PSL.

 

Quem deve estar adorando todo esse furdunço envolvendo o ministro Gustavo Bebianno é Queiroz, ex-motorista da família Bolsonaro.

O “Caso Bebianno” fez Queiroz sumir do mapa. Ninguém fala mais de Queiroz. Cadê Queiroz? Cadê Queiroz? É a pergunta provocativa dos oposicionistas. Quando ela parte de petistas, os bolsonarianos lançam mão do “Lula tá preso, babacas!”.

A Rainha das Laranjas, no entanto, não é do PSL, legenda do presidente Jair Messias Bolsonaro. Maria de Lourdes Paixão perdeu o título para Sônia de Fátima Silva Alves (DEM), que só teve seis votos, mesmo contratando 72 fornecedores.

É bom lembrar que a soma da verba pública para os potenciais laranjas envolve mais de 14 partidos. São R$ 15 milhões distribuídos para candidaturas de outras agremiações partidárias. É óbvio que o MDB está na lista.

O caso Bebianno é um grande teste para Bolsonaro. Terá o presidente força para demiti-lo do cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência? Ou vai recuar diante das pressões cada vez mais fortes a favor da sua permanência?

Do lado de Bebianno, só gente graúda: boa parte dos militares, Rodrigo Maia, recém reeleito presidente da Câmara dos Deputados, a maioria da bancada do PSL no Congresso Nacional e outros ministros que compõem o governo.

O clima está tenso. Fica mais explosivo com declarações que só fazem aumentar a temperatura, como “não sou moleque” e “Bolsonaro usa o filho para forçar saída do ministro”, respectivamente do próprio Bebianno e Rodrigo Maia.

É uma situação complicada para o presidente Bolsonaro, daquelas que se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Afinal, sua campanha foi assentada na bandeira do combate à corrupção, seja ela praticada por adversários políticos ou correligionários.

O problema é que esse “laranjal” está prejudicando o andamento da Reforma Previdenciária. Hoje, o assunto mais comentado nos corredores das duas Casas Legislativas – Senado e Câmara dos Deputados – é o imbróglio das candidaturas laranjas do PSL.

Como não bastasse toda essa confusão, vem o líder do PSL na Câmara dos Deputados, delegado Waldir (GO), e diz que “o presidente Bolsonaro não tem base para aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional”.

Mas o pior foi o sincero desabafo do delegado: “Colegas querem participação no governo com cargos e emendas”. Ou seja, que a tal da governabilidade só com o toma lá, dá cá. Do contrário, nada de reformas.

O presidente Bolsonaro, com sua experiência de cinco mandatos como deputado federal, sabe que sem essa troca de interesses não se consegue nada.

O vergonhoso toma lá, dá cá, está encrustado no Parlamento brasileiro, não só no Congresso Nacional como nas Assembleias estaduais e Câmaras de Vereadores.

Quando é que os políticos brasileiros vão tomar vergonha na cara? Religiosamente falando, diria que nem Ele sabe.

Marco Wense é articulista e colunista do Diário Bahia.

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Marco Wense

 

O presidente sabe que a sustentação do governo, aí também incluindo a tal da governabilidade, depende mais do apoio do segmento militar do que do Congresso Nacional.

 

A maior preocupação com o governo Bolsonaro, eleito democraticamente, não é dos aliados políticos, do seu partido (PSL) e do campo da direita. O segmento militar é o mais apreensivo, especificamente os generais.

Se o bolsonarismo fracassar, leva junto o militarismo, já que a opinião de que o governo é conduzido por esse segmento institucional é unânime. O insucesso da era Bolsonaro pode colocar em dúvida a capacidade dos militares.

É bom lembrar que Jair Messias Bolsonaro é um capitão do exército, o que faz seu governo ficar cada vez mais distante do civilismo, destoando assim dos últimos presidentes eleitos.

A vontade do presidente Bolsonaro era ser mais incisivo na defesa do seu filho Flávio Bolsonaro, eleito senador pelo Estado do Rio de Janeiro. A pressão dos militares fez o mandatário-mor da República recuar.

“Se por acaso ele errou e isso for provado, lamento como pai, mas ele terá de pagar o preço por esses atos que não podemos aceitar”, disse o chefe do Executivo em Davos (Suíça), no Fórum Econômico Mundial.

O caso Coaf e outros envolvendo o filho, terminaram prejudicando o desempenho do presidente no encontro internacional. O prêmio Nobel de Economia, Robert Shiller, foi mordaz ao ser questionado sobre a fala de Bolsonaro: “O Brasil é um grande país. Merece alguém melhor”.

Os senhores generais temem que o discurso de que “lugar de militar é no quartel” volte com toda força nos partidos de esquerda, mais especificamente no PT e PCdoB, ferrenhos defensores do regime ditatorial venezuelano e adeptos do quanto pior, melhor.

O presidente sabe que a sustentação do governo, aí também incluindo a tal da governabilidade, depende mais do apoio do segmento militar do que do Congresso Nacional.

PS – O que chama mais atenção no Caso Coaf, envolvendo o filho do presidente, cuja renúncia do mandato já é defendida no staff militar, é o silêncio do ministro da Justiça e ex-juiz Sérgio Moro, sem dúvida o membro do governo que mais entende de lei, principalmente quando ela é transgredida.

Marco Wense é articulista político e colunista do Diário Bahia.

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Vantagem de Bolsonaro para Haddad cai de 18 para 12 pontos percentuais

A mais nova pesquisa Datafolha, encomendada pela TV Globo e Folha, mostra queda na vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) para Fernando Haddad (PT), de 18 para 12 pontos percentuais. Agora ele tem 56% dos votos válidos contra 44% de Haddad. Na pesquisa do dia 18, estava 59% a 41%.
Nos votos totais, Bolsonaro oscilou de 50% para 48%, enquanto Fernando Haddad saiu de 35% para 38% no comparativo com a pesquisa da quinta da semana passada. O percentual de brancos e nulos oscilou de 10% para 8%. O de indecisos, de 5% para 6%.
O levantamento também mostrou que a rejeição a Bolsonaro subiu, de 41% para 44%. O universo dos que talvez votassem nele oscilou de 48% para 46%, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. A rejeição a Haddad oscilou de 54% para 52%. O universo dos que votariam com certeza no petista cresceu acima da margem: saiu 33% para 37%.
A pesquisa Datafolha foi feita ontem e hoje (24 e 25) e ouviu 9.173 eleitores. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-05743/2018.

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Bolsonaro mantém liderança da corrida presidencial contra Haddad || Montagem Correio24h

Nova pesquisa do Instituto MDA traz o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) com 57% das intenções dos votos válidos e o ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) com 43%. O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) à MDA.
Nos votos totais, Jair Bolsonaro aparece com 48,8% das intenções de voto ante 36,7% de Haddad. Brancos e nulos somam 11% e o percentual de indecisos chega a 3,5%.
A pesquisa também aferiu que 51,4% dos entrevistados rejeitam Haddad e 42,7% não votariam de jeito nenhum em Bolsonaro.
A pesquisa foi feita nos dias 20 e 21, ouvindo 2.002 eleitores em 137 municípios. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-00346/2018.

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A primeira pesquisa da MDA, contratada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), traz o deputado federal Jair Bolsonaro com 28,2% das intenções de voto, seguido pelo ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) isolado na segunda posição, com 17,6%. Haddad substituiu Lula na corrida deste ano. Ciro Gomes (PDT) aparece com 10,8%.
O segundo pelotão tem Geraldo Alckmin (PSDB) com 6,1% e Marina Silva (Rede) com 4,1%. João Amoêdo (Novo) fica com 2,8% e Alvaro Dias (Podemos) com 1,9%, ambos empatados com Henrique Meirelles (MDB), com 1,7%.
Na sequência, vêm Daciolo, com 0,4%, mesmo percentual de Boulos (PSOL). Vera (PSTU) atinge 0,3%. Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL) não pontuam. Neste cenário, o percentual de votos branco e nulo chega a 13,4%, enquanto o de indecisos fica em 12,3%.
SEGUNDO TURNO
A mesma pesquisa aferiu alguns cenários de segundo turno. Bolsonaro empata com Haddad, mas numericamente à frente: 39% a 35,7%. Contra Ciro, Bolsonaro fica atrás – 37,8% do ex-governador cearense ante 36,1% do deputado hospitalizado.
Bolsonaro consegue vencer, com facilidade, Alckmin e Marina. Contra o tucano, seria 38,2% a 27,7%. Marina teria 28,2% e Bolsonaro venceria com 39,4%. Num confronto Ciro e Haddad, o pedetista venceria o petista por 38,1% a 26,1.
A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e 95% de nível de confiança. Segundo a MDA, a pesquisa foi realizada no período de 12 a 15 de setembro em 137 municípios. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04362/2018, e ouviu 2.002 pessoas.

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TSE autorizou o pagamento para 22 partidos|| Foto divulgação

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mandou pagar cerca de R$ 1,3 bilhão do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para 22 dos 35 partidos políticos que têm direito aos recursos. Segundo TSE, DEM, Avante, PRB, Pros, PSC, PT, PTC, MDB, Patriotas, PHS, PMN, Pode, PPS, PR, PRP, PRTB, PSD, PSDB, PSL, PSOL, PV e SD receberam a verba para financiar a campanha eleitoral.
De acordo com dados do TSE, o MDB é o partido com direito a mais recursos, com R$ 230.974.29008, seguido do PT, que conta com R$ 212.244.045,51. O PSDB ficou com R$ 185.868.511,77, seguido do PP, que embolsou R$ 131.026.927,86. Veja no final do texto quanto cada partido receberá. O total de 35 partidos terá acesso aos recursos financeiros.
Mais 12 legendas – PSTU, PDT, PMB, PP, PTB, Rede, PCB, PCdoB, DC, PCO, PPL e PSB – tiveram o processo aprovado, e o TSE deve emitir as ordens de pagamento nos próximos dias. O partido Novo ainda não indicou ao TSE os critérios de distribuição do fundo para receber sua quota.Os partidos vão receber o total R$ 1,7 bilhão de Fundo Especial de Financiamento de Campanha.
O Novo já se declarou contra a aplicação de recursos públicos no financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais. “O Novo é mantido por seus filiados e doadores, não pelos impostos, pagos pelo cidadão”, diz o partido, que tem 19.026 filiados, segundo dados disponíveis no portal do TSE.
A legenda tem direito a R$ 980.691,10 do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. Conforme o TSE, se o Novo não requisitar sua parcela do fundo, o valor será devolvido ao Tesouro Nacional até o fim deste ano.
Para receber os recursos do fundo, os partidos têm de formalizar o pedido no TSE e mandar a ata da reunião do diretório nacional que definiu os parâmetros de distribuição da verba. Entre os critérios, obrigatoriamente está a destinação de 30% do total para o custeio das campanhas das candidatas de cada partido.
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Partido lança Bolsonaro como candidato || Fernando Frazão/Agência Brasil

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado neste domingo (22), no Rio de Janeiro, como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo Partido Social Liberal (PSL). Embora presente à convenção do partido ao qual se filiou, a advogada Janaina Paschoal disse que ainda não aceitou o convite para ser vice.
O partido tem até 5 de agosto para anunciar quem irá compor a chapa. “Nenhum partido anunciou seu vice ainda. A gente não foge de um filiado ao PSL ou de algum militar que esteja na ativa. A nossa lagoa é muito pequena para pegar um vice, mas vai sair um de qualquer maneira”, disse o deputado.
O candidato do PSL discursou por 55 minutos para uma plateia inflamada que encheu o salão do Centro de Convenções Sul-América, no centro do Rio de Janeiro, com capacidade para 3 mil pessoas. “Eu sei o desconforto que venho causando. Eu sou o patinho feio desta história, mas tenho certeza que seremos bonito brevemente”, disse Bolsonaro.
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Bolsonaro quer PR fora da base de governos petistas || Foto Diário Brasil

Jair Bolsonaro (PSL) está exigindo que a cúpula do PR acabe com as alianças regionais na Bahia e em Minas Gerais para que os republicanos possam indicar o vice da sua chapa à presidência, informa a Folha. A adesão do PR seria importante ao militar para ter mais tempo de TV no horário eleitoral, além de apontar que ele teria condições de montar base de apoio para governar.