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Os serviços de limpeza pública e saneamento básico também foram temas da crítica feita ontem (09) pelo vereador do PV, Gerson Nascimento, contra o governo itabunense. Segundo Nascimento, “a limpeza é cara e não vai bem”. Ele lembrou ainda que Itabuna não possui aterro sanitário e “o lixo é despejado em qualquer lugar”.

“Em pleno século XXI, quando a sociedade discute intensamente os temas ambientais, vemos com tristeza essa situação em Itabuna”, afirmou, lamentando também a falta de tratamento do esgoto lançado no Rio Cachoeira. Atualmente, a cidade de quase 220 mil habitantes lança quase 100% de seus dejetos “in natura” no rio.

Para o vereador, “é um absurdo que a população pague a taxa de esgoto e este serviço não seja realizado”.

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O médico ilheense Ruy Carvalho compareceu ao Hospital Geral Luiz Viana Filho, no último sábado (29), numa solenidade de inauguração de novos equipamentos. Publicamente, recebeu um afago do governador Jaques Wagner. “Ruy, sei que você está no PV, mas nós aqui não somos restritivos”.

O médico estava ao lado do Galego. E sorriu com o gracejo. Carvalho concedeu uma rápida entrevista. E não economizou críticas à área política de Wagner. Nem ao próprio. Nem à direção nacional do seu atual partido.  “O PV é igual biruta de aeroporto. Não tem identidade política”.

As desilusões com o PT e, agora, com o PV, fizeram com que ele repensasse o desejo de, novamente, disputar uma vaga à Assembleia Legislativa. Sobre o seu destino no PV, diz apenas que sua decisão não passa desse mês. Acompanhe a entrevista.

O sr. continua no PV, sai candidato a deputado?

Olha, eu vi o PT se desvirtuando. Então, fomos para o PV, porque imaginávamos que havia compromisso com o ser humano, com as suas conseqüências. Eu disse “vou pro PV porque a gente tem condições de estar mais perto dos cidadãos”.

Decepcionou-se?

No PV, não há confronto de ideias, diálogo, negociação. Ou você reza na cartilha de quem tem a caneta na mão ou você fica no escanteio.

E tem que rezar na cartilha de quem?

Quem tem a caneta na mão são os presidentes nacional [França Penna], estadual [Ivanilson Gomes] e municipal[Robson Melo]. E o diálogo é daquele jeito… Então, se eles acham que tem de fazer aliança com Paulo Maluf, com o DEM, fazem. Eu acho que não é assim.

Quando o sr. chegou ao PV, logo defendeu que o partido apoiasse a reeleição de Wagner. Aquilo não desgastou a relação, criou esse atrito?

Quando eu conversei com Juliano [Matos, ex-secretário estadual de Meio Ambiente]… Olha, eu discordo, inclusive, da condução política do governador [Jaques Wagner]. Em dois anos e meio no PT, ele nunca nos prestigiou para nada. Nunca fui chamado para nada. Ele nunca me chamou para uma discussão sobre a região. Então, quando eu conversei com Juliano, eu perguntei se o PV iria apoiar a direitona. Por que, dos três, o menos ruim seria o Wagner.  Continua sendo.

E Juliano?

Ele me assegurou que não. Agora, eu acompanho um bom grupo. Juliano, Beth Wagner, Juca Ferreira, professor Jorge Portugal, Ari da Mata, essa turma histórica. Só que a caneta do PV não está com eles. Nós fomos batidos, enxovalhados. Por exemplo: Beth tá se lançando candidata ao Senado e eles dizendo que não. Já tem acordo do PV para apoiar o PMDB no segundo turno.

Se não for o PMDB, o PV apoiará o DEM, mas não apoia o PT.

E o senhor acredita que o PMDB vai para o segundo turno?

Se não for o PMDB, o PV apoiará o DEM, mas não apoia o PT. É isso: não apoia. O PV é igual biruta de aeroporto. Não tem identidade política. Eu achei que podia contribuir para dar identidade política, mas não aconteceu. O que é que eu posso fazer?

E o senhor, como fica?

Até junho [a entrevista foi concedida no sábado, 28], eu decido.

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O pré-candidato do PV ao governo baiano, Luiz Bassuma, falará sobre projetos e cenário eleitoral em sua entrevista ao programa Bom Dia, Bahia (Rádio Nacional de Itabuna), nesta sexta-feira, a partir das 7h.

Bassuma lançará a sua candidatura ao Palácio de Ondina, no próximo sábado (22), às 8 horas, no Hotel Othon Palace, com a presença da presidenciável “verde” Marina Silva.

Além de entrevistar Bassuma, a equipe do Bom Dia, Bahia aborda a greve da polícia civil baiana, que participa de mobilização em todo o país para que seja aprovado o piso salarial nacional de civis e militares.

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Dilma lidera na Bahia (Foto Istoé).

A pesquisa Vox Populi/Band também mediu as intenções de voto para a presidência da República na Bahia. Dilma Roussef (PT), que esteve ontem em Salvador, pontua com 43% ante 31% de José Serra (PSDB). Marina Silva teria 5%.

Já na espontânea, revela a Band, Lula aparece com 19%, mesmo percentual da sua candidata Dilma. Serra tem 11% e Marina 1%. O percentual de indecisos ou brancos e nulos chega a 48% na espontânea.

Numa simulação de segundo turno, Dilma atinge 46% e Serra, 35%. 29% dos baianos rejeitam o nome de Marina Silva, 21% o de Serra e apenas 13% o da ex-ministra Dilma Roussef.

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Após o Vox Populi, a pesquisa CNT/Sensus também mostra a petista Dilma Rousseff à frente do tucano José Serra na disputa pela presidência da República. Na estimulada, Dilma tem 35,7% ante 33,2% do tucano, situação de empate técnico.

Marina Silva (PV), que escolheu o empresário Guilherme Leal como vice, pontua com 7,3%. José Maria Eymael (PSDC) e Américo de Souza (PSL) têm 1,1 e 1%, respectivamente.

Quando a pesquisa retira os “nanicos” da lista, Serra fica com 37,8% e Dilma, 37%. Marina chega a 8%. O percentual de brancos e nulos e indecisos bate em 17,3%.

Espontânea

Dilma (PT) – 19,8%
Serra (PSDB) – 14,4%
Marina (PV) – 2,7%

Segundo turno

Dilma – 41,8%
Serra – 40,5
—
Dilma – 51,7%
Marina – 21,3%
—
Serra – 50,3%
Marina – 24,3%

A pesquisa foi realizada de 10 a 14 de maio, ouviu 2 mil pessoas em 136 municípios de 24 estados.

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Dilma passa à frente de Serra, segundo Vox Populi.

Dois meses depois do esperado, a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) passou à frente do ex-governador paulista José Serra (PSDB) na série de levatamentos do Instituto Vox Populi. A pesquisa ouviu dois mil eleitores em 117 cidades brasileiras, de 8 a 13 de maio, e foi encomendada pela Rede Bandeirantes.

De acordo com este levantamento, Dilma Roussef está com 38% (era 31% em abril) e Serra com 35% (34%. Ela está à frente, mas em situação de empate técnico. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais. Marina Silva, do PV, pontua com 8%.

Em um eventual segundo turno, Dilma teria 40% contra 38% de Serra.

Quando apurado o voto espontâneo, quando o eleitor diz em quem vai votar sem que lhe apresentem uma lista de candidatos, Dilma vai a 19% e Serra alcança 15%. Em janeiro, ambos tinham percentuais idênticos: 9%.

O Vox Populi traz números preocupantes para Serra na região Sudeste, onde estão concentrado o maior percentual de eleitores do país. Lá, a situação é de empate técnico entre os dois principais candidatos.  Dilma alcança 44% no Nordeste e 41% no Norte. Serra lidera no Sul, com 44%.

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Após o tucano José Serra (PSDB), que em poucos dias já está visitando a Bahia hoje pela segunda vez, a próxima da lista a pisar na terra de todos os santos é a senadora Marina Silva. Ela estará em Salvador nos dias 2 e 3 de maio, participando de um encontro regional do PV e do lançamento das candidaturas de Luiz Bassuma a governador e Edson Duarte ao Senado.

O pessoal do PV baiano disse que vai se esmerar para construir um evento de qualidade para a senadora, que chega das comemorações pelo Dia da Terra em Washington. Por lá, recebeu o apoio de personalidades do movimento ambientalista internacional, como o cineasta James Cameron, de “Avatar”.

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O ex-ministro Ciro Gomes (PSB) participou do programa É Notícia, da Rede TV, e girou a sua metralhadora contra o ex-governador José Serra, pré-candidato do PSDB à presidência da República.

Apesar de considerá-lo um homem preparado, Ciro Gomes afirmou que eleger José Serra é um perigo para o Brasil.

– [José Serra] é um brasileiro bastante preparado, mas tem uma personalidade autoritária, tenebrosa. Com o poder na mão, me parece um perigo para o País.

Ainda no pinga-fogo proposto pelo apresentador Keneddy Alencar, Ciro disse que Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV), pré-candidatas à presidência da República, são duas grandes mulheres.

O programa É Notícia é exibido ao final das noites de domingo na Rede TV. Ciro disse que não desistirá da disputa a presidente.

Sairá da corrida não por desistência, mas na condição de “derrotado”. Derrotado pelo partido, o PSB, que é contra a sua candidatura e apoiará a ex-ministra petista Dilma Rousseff.

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Serra mantém diferença em relação à ex-ministra.

Saiu uma nova pesquisa sobre a sucessão presidencial. Encomendada pela Associação Comercial de São Paulo ao Ibope, aponta o ex-governador José Serra (PSDB) com 36% e a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) com 29%.

O levantamento foi feito de 13 a 18 de abril. Ciro Gomes (PSB) e Marina Silva (PV) aparecem com 8%, cada. Quando o cenário exclui o nome de Ciro Gomes, Serra vai a 40%, Dilma alcança 32% e Marina Silva pontua com 9%.

Na pesquisa divulgada em 17 de março, Serra aparecia com 35% e a principal adversária, Dilma Rousseff, tinha 30% das intenções de voto. Na pesquisa divulgada hoje, o presidente Lula surge com 76% de aprovação popular.

Um dado interessante da pesquisa que ouviu 2.002 eleitores em 140 municípios é que apenas 9% dos eleitores querem mudança total de governo. 35% querem continuidade e 30% optam por continuidade com algumas mudanças. 24% querem mudanças em alguns programas.

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Na mesma semana em que o Instituto Sensus divulgou pesquisa em que os principais concorrentes ao Palácio do Planalto estão empatados, o Datafolha mostra levantamento com José Serra (PSDB) com 38% das intenções de voto e a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) com 28%, vantagem de dez pontos percentuais.

A pesquisa foi divulgada neste sábado pelo jornal Folha de São Paulo. Realizada na quinta e ontem (dias 15 e 16), ela traz um dado diferente dos demais levantamentos:  a “verde” Marina Silva (PV) com 10% e, pela primeira vez, superando o ex-ministro Ciro Gomes (PSB), com 9%.

O Datafolha ouviu 2.600 pessoas e tem margem de erro de dois pontos percentuais. 7% votariam em branco ou nulo e 8% disseram estar indecisos. Na última pesquisa Datafolha, Serra aparecia com 36%, Dilma, 27%, o que confirma estabilidade no quadro sucessório. O bicho já está pegando!

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Do Band.com

Pesquisa divulgada neste sábado pelo instituto Vox Populi mostra que o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, se mantém na liderança. Dilma Rousseff, do PT, volta a crescer e reduziu a diferença para apenas três pontos percentuais.

O ex-governador de São Paulo aparece com 34 por cento das intenções de voto, mesmo percentual de janeiro. A ex-ministra da Casa Civil Dilma Roussef, do PT, subiu quatro pontos percentuais e segue na segunda posição, com 31%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Ciro Gomes, do PSB, vem em terceiro lugar, com 10%. Marina Silva, do PV, está em quarto lugar com 5% das intenções de voto. Votos nulos e brancos somam 7%, enquanto 13% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.

Sem Ciro

Em um cenário sem Ciro Gomes, Serra aparece com 38%. Dilma vem a seguir, com 33% e é seguida por Marina Silva, com 7% das intenções. Brancos e nulos contabilizam 7%, enquanto os que não quiseram ou não souberam responder somam 15%.

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Deu no Painel, da Folha

O cantor Edigar Mão Branca (PV-BA) aproveitou seu último dia na Câmara para gravar, em pleno Salão Verde, o clipe de “Eu Sou Mesmo Forrozeiro”. Suplente de Geddel, ele perdeu a cadeira com a volta do titular, que deixou o Ministério da Integração Nacional para disputar o governo da Bahia.

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O PV realiza encontro regional, no próximo dia 13, às 14h, no plenário da Câmara de Vereadores de Ilhéus, com as presenças dos deputados Edson Duarte e Luiz Bassuma, pré-candidatos ao Senado e ao governo baiano, respectivamente.

O encontro ocorre em um momento que o ilheense Ruy Carvalho se posiciona contra a pré-candidatura de Bassuma ao Governo e se lança na disputa pelo Palácio de Ondina. O pretexto para o encontro é um debate sobre o Porto Sul.

Resta saber se Ruy vai aparecer por lá.

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O deputado federal e pré-candidato a governador da Bahia pelo PV, Luiz Bassuma, menosprezou a proposta de um grupo de dissidentes do partido, que pensa  no nome do médico ilheense Ruy Carvalho para a candidatura à sucessão de Jaques Wagner.

Em uma reunião da Comissão Executiva Nacional do PV, ontem (dia 04), em Brasília, o deputado classificou a pretensão da dissidência como “insustentável, política e ambientalmente” (sic).

Seguro, Bassuma afirmou que não haverá bate-chapa para a escolha do candidato do PV. “O pré-candidato do PV ao Palácio de Ondina sou eu, com o apoio da executiva nacional e da maioria do partido no Estado”.  Ele acusou o grupo de Ruy Carvalho de estar tentando tumultuar o processo.

“Esse pequeno grupo até dezembro defendia que o PV não tivesse candidatura própria ao governo, por conta de interesses pessoais. Como não conseguiram, agora partem para a utilização de factóides”, disparou o deputado.

Bassuma acusou o ministro da Cultura Juca Ferreira de ser um dos mentores da articulação para minar a sua pré-candidatura, com a intenção de beneficiar o PT. Ele ainda afirmou que os verdes não podem continuar sendo “apêndice” dos petistas.

Ao ouvir a história, um membro do Partido Verde em Ilhéus ironizou. “Curioso é que quando estava no PT, até pouco tempo atrás, o deputado não fazia qualquer crítica à condição de apêndice, satélite, cauda ou correia de transmissão do PV em relação aos petistas. É muito volúvel o deputado”, alfinetou o correligionário de Bassuma, que pediu para não ter sua identidade revelada.

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– PRÓ-WAGNER DÃO O TROCO NA DIREÇÃO ESTADUAL

Ruy é içado a opositor de Bassuma na disputa pela unção do Partido Verde

Essa quem conta é o Jornal Bahia Online. Integrantes do Partido Verde fizeram uma reunião em Salvador, com a participação de nomes como Ari da Mata (fundador da sigla no estado); Jorge Portugal; o ministro da Cultura, Juca Ferreira; o secretário estadual do Meio Ambiente, Juliano Matos; e a presidente do Instituto do Meio Ambiente da Bahia, Beth Wagner, e decidiram contrapor o nome de Luiz Bassuma como candidato do PV ao Palácio de Ondina.

O escolhido pelos dissidentes é o (melancia?) médico ilheense Ruy Carvalho, que disputou a prefeitura de Ilhéus em 2008 pelo Partido dos Trabalhadores. Carvalho é novo na legenda verde, mas já chega sentando na janela – mesmo que tenha sido espremido ali pelos companheiros.

O grande lance é que o grupo dissidente que lança seu nome às prévia é, justamente, o que defende publicamente a permanência do PV no governo Wagner, a exemplo de Juliano Matos, Beth Wagner e Juca Ferreira, além do próprio Ruy.

Por outro lado, a jogada não chega a ser um xeque-mate contra a turma da candidatura própria – os pró-Bassuma e defensores do rompimento – mas é uma dorzinha de cabeça e um recado direto ao partido do deputado Edson Duarte.

Há, também, como motivadora da medida, certa dose de resitência dos dissidentes aos ideais defendidos por Bassuma, segundo conta o JBO. Diz o ministro Juca Ferreira que o PV defende causas que o deputado abomina.

“Não consigo pensar na hipótese de Bassuma nos representar. Nós apoiamos a causa homossexual, os direitos das mulheres e vemos a questão da interrupção da gravidez como um problema de saúde pública. Ele é contra e acha que é um assunto religioso. Já temos muitos anos de luta para de repente virarmos conservadores”, fustiga Ferreira.

Briga de foice – que degola, mas não desmata.