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Pinheiro: críticas à postura da rede Globo.

Ex-secretário de Planejamento do Governo Wagner e pré-candidato ao Senado Federal, o petista Walter Pinheiro colocou sob a sua mira a rede Globo.

O deputado federal não digeriu bem a cobertura da emissora na polêmica sobre o projeto e vê a televisão dos Marinho contra o Porto Sul.

Ao Pimenta, numa entrevista ao repórter Fábio Roberto, o deputado federal disse não entender a posição da principal rede de tevê do País. “Acho estranho que uma emissora que tanto clama por infraestrutura se coloque contra o Porto Sul”.

Ainda na linha das alfinetadas, encara com estranheza a ação da emissora. “E por que o Porto Sul? Por que a Globo virou tanto as suas baterias contra o projeto? No mínimo, é estranho. Espero que eles façam uma reflexão correta e parem de prejudicar a Bahia”.

A rede Globo tem sido bastante criticada desde quando fez duas reportagens desfavoráveis ao Complexo Porto Sul, que prevê investimentos de R$ 8 bilhões no sul da Bahia e numa área que se estende até o estado do Tocantins.

O porto, enfatiza Pinheiro, será importante para o desenvolvimento regional e para a construção de ferrovia que interligará regiões do país. “Não se retoma a economia sem investir em infraestrutura”.

Para fechar a “sequência”, o mais poderoso grupo de comunicações do País deixou de cobrir a passeata que reuniu cerca de 10 mil pessoas favoráveis ao projeto em Ilhéus, mas exibiu reportagem de uma mobilização de 200 pessoas contrárias ao complexo intermodal e matéria da entrega de assinaturas anti-Porto Sul à ministra Izabella Teixeira, do Meio Ambiente. Juntando as pontas (ops!), sentiu-se cheiro de traição na “parada”.

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Grupo ignora ato que reuniu quase 10 mil pessoas

A Rede Globo não concedeu o menor espaço que seja à manifestação em favor do Complexo Intermodal Porto Sul, ontem. Os telejornais noturnos da emissora (Jornal Nacional e o Jornal da Globo) não abriram espaço para o ato público que reuniu milhares de pessoas no centro de Ilhéus.

A mesma tevê, no entanto, abriu os seus principais telejornais para matérias sobre o “abraço” à Lagoa Encantada – que reuniu pouco menos de duas centenas de pessoas – e, semanas depois, para a entrega de um manifesto à ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em Brasília. O detalhe é que o documento continha assinaturas falsas de várias entidades, como já relatado aqui no Pimenta.

Há quem diga que a Globo se transformou em inimiga de Ilhéus. Primeiro, teve responsabilidade no quase fechamento do aeroporto Jorge Amado, com uma matéria quase fantasiosa no Fantástico. Agora, se posiciona contra o complexo intermodal Porto Sul.

Sem querer colocar lenha na fogueira, lembremos aqui as desconfianças do empresariado sul-baiano que, dia desses, assoprou que Roberto Irineu Marinho, o todo-poderoso da Globo, tem investimentos em Itacaré e não quer ver navios na paisagem, assim como um de seus principais anunciantes, Guilherme Leal, dirigente da Natura Cosméticos e candidato a vice-presidente da República na chapa do PV de Marina Silva.

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Um dia, no Maracanã, houve um coro contra mim. Perguntei pros meus filhos que estavam lá: “Vocês participaram?” “Claro, pai, senão não tinha graça”.

Galvão Bueno em entrevista ao Valor Econômico respondendo se evita ir a alguns estádios brasileiros por conta dos elogios da torcida  e da “traição” em casa. Ele admitiu que atualmente só transmite jogos da seleção brasileira, Formula Um e competições internacionais. Brasileirão… já era!

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Nos telejornais desta noite, a rede Globo abriu espaço para o ato de opositores ao Complexo Intermodal Porto Sul. Estes, entregaram documento à ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

As línguas ferinas dizem que por trás dessa cobertura inocente está o interesse de um dos donos da Globo, Roberto Irineu Marinho, que possui imóvel em Itacaré, no sul da Bahia.

As línguas maldosas também lembram que – não faz muito tempo – a emissora dos Marinho fez matéria em que o aeroporto de Ilhéus aparecia como o mais perigoso do Brasil, quiçá do mundo! E o novo aeroporto, veja você, vai ser construído na região polêmica, naquela área do Porto Sul.

Além do todo poderoso Marinho, outro grande contra o Porto Sul é o empresário Guilherme Leal, dono de mansão em Itacaré e dirigente da Natura. Ele vai ser o vice da presidenciável Marina Silva (PV).

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Da coluna Tempo Presente (A Tarde):

Depois de ter aparecido na novela Viver a Vida, da Globo, dando um emocionado depoimento sobre as agressões racistas que sofreu ao longo da vida e de como as superou até tornar-se (1984) a primeira juíza negra do Brasil, a baiana Luislinda Valois voltou a ser alvo de preconceito, ironicamente, justo por estar no cenário novelesco.

Participou da festa de encerramento de Viver a Vida ao lado do elenco. Ontem, o site da Rádio Banda B, de Curitiba, exibiu fotos do evento. Numa delas, a atriz Natália do Vale abraça Luislinda. Abaixo, a legenda: Natália do Vale enche de mimos a camareira.

No fim da tarde, o site tirou a matéria do ar. Mas o caso Luislinda (ontem e hoje) mostra o óbvio: em matéria de preconceito racial, o Brasil ainda tem muito a superar.

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Ranier Bragon | Da Folha

O responsável por coordenar a campanha de Dilma Rousseff (PT) na internet, Marcelo Branco, disse hoje pela manhã em seu Twitter que o jingle de comemoração dos 45 anos da TV Globo embute, de forma disfarçada, propaganda pró-José Serra (PSDB).

“Eu e toda a rede”, escreveu Branco em resposta ao comentário de que estaria enxergando na peça mensagem subliminar de apoio ao tucano.

De acordo com Branco, que corrobora tese difundida em sites de apoio ao PT, a mensagem estaria embutida no “45”, o número do PSDB, e em frases do jingle como “todos queremos mais”, o que seria, de acordo com os petistas, referência ao slogan “o Brasil pode mais” dito por Serra no lançamento de sua pré-candidatura.

Desde a noite de ontem, a Globo passou a veicular campanha em que atores, jornalistas e apresentadores da emissora comemoram os 45 anos em que a TV está no ar, data a ser completada na próxima segunda feira. O vídeo pode ser visto aqui (depois que a matéria foi exibida no site da Folha, a rede Globo retirou o vídeo da internet).

Em determinado trecho da peça, os atores falam: “Todos queremos mais. Educação, saúde e, claro, amor e paz. Brasil? Muito mais.”

A reportagem procurou a assessoria da Globo para comentar as declarações de Branco, mas o ramal da emissora não atendeu por volta das 12h30.

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MÁQUINA DE FAZER DOIDOS 

Ousarme Citoaian
A televisão já foi chamada de máquina de fazer doidos. Em outra época, psicólogos previram que ela criaria uma geração de oligofrênicos – tipos que se dedicariam a comer pipocas diante da telinha, praticamente renunciando à análise e à crítica. Não seria difícil encontrar, ainda hoje, quem se disponha a, se não prová-la, ao menos argumentar em favor dessa tese: a tevê, se não robotizou o público e estimulou o retardamento mental, muito contribuiu para a redução do pensamento crítico. O seu imenso poder de convencimento, montado sobre uma programação socialmente descompromissada (em que abunda a dramaturgia de baixa extração), implanta hábitos nem sempre saudáveis. A linguagem é uma dessas contribuições deletérias.  

FUTEBOL QUE FERE OS OUVIDOS

Não falemos do insistente récorde, que virou moda. Mas é notável a forma como a principal rede de tevê do País “recria”, nas chamadas de esporte, a palavra futebol: o locutor pronuncia futé-ból (é impossível reproduzi-lo à perfeição), numa fórmula absolutamente estranha à nossa fala – salvo o regionalismo paulista. Qualquer brasileiro normal diz futibol, pois, segundo os foneticistas, esse “e” é uma vogal reduzida (tanto quanto o segundo “a” de cara ou o “o” de pato. Todos sabem que a expressão vem de football, sendo curioso que a pronúncia, se seguisse o original (como a Globo faz com record), ficaria mais próxima da nossa prosódia. Também é curioso que na tevê não se diga, como seria coerente, futêssál nem futêvôlei. Então, por que esse alienígena futé-ból, tão estranho aos nossos ouvidos?

A FEIJOADA NÃO NASCEU NA BAHIA

O Aleijadinho é um personagem de ficção (pelo menos como o conhecemos, com seu perfil inspirado em Quasímodo, de Victor Hugo), Zumbi tinha escravos, a feijoada não foi criada na Bahia, mas na França, e Santos Dumont não inventou o avião. Essas, dentre outras, são revelações do livro Guia politicamente incorreto da História do Brasil (Editora Leya), do jornalista Leandro Marlock (ex-Veja e Superinteressante). O autor pesquisou temas “sedimentados” pela historiografia oficial, concluindo que as coisas nem sempre são como nos ensinaram na escola. Chamou-me a atenção a forma como, na crônica Traços a esmo, Graciliano Ramos (1892-1953) afirma que o futebol, imaginem, não daria certo no Brasil..  

FUTEBOL: UM “COSTUME INTRUSO” 

Lima Barreto (1881-1922), acrescento, também era ferrenho opositor do futebol, que acusava de ser “simples importação artificial e elitista”. O velho Graça (foto) achava que esse esporte era um “costume intruso”, querendo tomar o lugar de um (estranho) jogo então existente. Segundo o autor de Vidas secas, para que um costume se estabeleça “é preciso não só que se harmonize com a índole do povo que o vai receber, mas que o lugar a ocupar não esteja tomado por outro mais antigo, de cunho indígena”. E conclui: “O [costume] do futebol não preenche coisa nenhuma, pois já temos a muito conhecida bola de palha de milho, que nossos amadores mambembes jogam com uma perícia que deixaria o mais experimentado sportman britânico de queixo caído”.

POR UM PUNHADO DE DÓLARES

É curioso que João Saldanha, mais de meio século depois, afirmou que o profissionalismo representava o fim do futebol brasileiro, devido à perda de vínculo do jogador com o clube. O grande João errou no atacado, mas acertou no varejo: o esporte se fortaleceu como negócio, mas o vínculo se perdeu, irremediavelmente: hoje, um jogador beija o escudo do time que o paga e na semana seguinte, por uns dólares a mais, vai beijar o escudo do adversário. Mas quem de nós nunca fez uma previsão desastrada? No começo dos anos 60, vaticinei que Roberto Carlos, com aquele romantismo piegas exarado nas tardes da tevê paulista, não duraria 15 dias. Errei, confesso.  

INCULTA, BELA E NOBRE

No bar de Eduardo, aqui no Beco, a placa, escrita no estilo jogo de palavras de Gilberto Gil (sem jamais cair na grosseria), anuncia, com um bem posto trocadilho, tratar-se de uma casa de Artigos para beber; no Café Pomar, avenida do Cinquentenário (onde mato minha sede e o vício do cafezinho), os clientes são recebidos com um aviso de notória sabedoria gramatical, antigo, dos tempos de seu Mariano, que inaugurou a casa: Atendimento com fichas. Compre-as no caixa. Dois belos exemplos, um moderno outro clássico, do bom manejo da língua portuguesa, que, em assim sendo tratada, se mostra bela e nobre, sem esnobismos.

LINGUISTA DE MAU HUMOR 

Há quem defenda uma espécie de fiscalização da linguagem, para os anúncios afixados na via pública. Parece-me que Fortaleza/CE possui um programa municipal nesse sentido: se alguém, no seu comunicado, agride a já maltratada língua portuguesa, o fiscal vai lá e fornece a orientação necessária. A ideia é defensável, embora possa haver algum linguista de mau humor a apoiar a tese de que “se as pessoas entenderem a mensagem, está bom” – e então, porque “a língua é viva”, que se deixe cada um meter os pés pelas mãos. Embora não houvesse, até agora, pensado no assunto, eu tendo pela fiscalização. Seria uma espécie de escola peripatética.

DA ARTE DE ESCREVER BEM

Recentemente, num comentário, tangenciamos aqui a questão do hino La marseillaise, referência que nos despertou para um conto engraçadíssimo de João Ubaldo Ribeiro, Alandelão de la patrie, em torno do mesmo tema. No estilo picaresco em que é mestre o autor de Viva o povo brasileiro, não lembro de nada melhor do que essa short story que Cyro de Mattos (foto) selecionou para a antologia O conto em vinte e cinco baianos, publicada pela Editus/Uesc. Alandelão de la patrie é um touro francês, usado como reprodutor na fazenda, mas que só trabalha “indiretamente”, por inseminação artificial. Essa crueldade desperta a compaixão do narrador.

ALANDELÃO E A VACA FLOR DE MEL 

João Ubaldo (foto): “Foi assim que tivemos o plano de fazer um benefício a Alandelão, benefício este com a vaca Flor de Mel, pé-duro porém forte de ancas, boa envergadura e vaca já com muita experiência de vida, inclusive havendo sido, segundo muitos, amante de Nonô de Bombaim, e diz o povo que os dois comiam uns pezinhos de liamba, conhecida por outros como fumo-de-angola, aliás maconha – o que é que estamos escondendo – que aqui nasce feito mato e não deixa de haver quem faça um fumeirozinho. Enfim, diz o povo que os dois comiam uns pezinhos e ficavam na maior safadagem, isto antes de Nonô ter pegado aftosa numa farra e ter morrido velho e aftoso e desestimado por todos em geral”.

PROSA E POESIA ENCADEADAS 

Cyro de Mattos, organizador de O conto em vinte e cinco baianos, é um itabunense que honra sua terra. Jornalista e escritor, tanto navega no conto/novela, quando nada de braçada na poesia e na crônica, além de investidas de muito êxito na literatura infantil. Dono de grande fortuna crítica, ouviu de Eduardo Portela (foto), ex-ministro da Educação, este juízo: “Em Cyro de Mattos o poema e a narrativa se entrelaçam engenhosamente. Quando escreve o poema, narra; quando narra, jamais se afasta do sopro vital da poesia”. Cyro tem vários prêmios literários, além de textos publicados em outros países. Atualmente, mesmo com danos à sua atividade intelectual, dirige a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania.

JAZZ, DROGAS, TRISTEZA E POESIA

Tangenciei, há dias, Bird (1988), o filme de Clint Eastwood sobre o saxofonista Charlie Parker (1920-1955). O filme, por ser fiel à vida real do astro, é um tanto sombrio. Mas é bem feito, premiado e aplaudido por um público específico, os amantes do jazz. E é também (o que se convencionou chamar de “trabalho autoral”) a cara de Eastwood, um apaixonado pela grande música negra e fascinado por Parker. O tema de fundo, já falamos, é a droga, que caiu no jazz como uma doença contagiosa, destruindo muitas estrelas. O que emerge da tela é um duplo Parker – tão altamente construtivo com o seu instrumento (o sax tenor) quanto autodestrutivo, devido ao intenso uso de drogas, a partir do álcool.

O SAX QUE GANHOU O OSCAR

Eastwood (foto) traça o retrato quase sem retoques de um artista brilhante e frágil, que vai buscar nas drogas a solução de problemas pessoais. O diretor levantou a discografia do seu ídolo e produziu uma ótima trilha sonora, partindo de discos originais de Parker. E tudo valeu a pena: Forest Withaker (Charlie Parker) ficou com o prêmio de melhor ator em Cannes; Diane Verona (Chan Parker, mulher do músico) foi a melhor atriz coadjuvante, segundo o New York Film Critics; a trilha sonora ganhou o Oscar de melhor som e Clint Eastwood ficou com o Globo de Ouro de melhor diretor. Logo, homenageado e homenageante se deram muito bem.

POESIA PARA ATENUAR A TRISTEZA 

O estrago que as drogas fizeram em Charlie “Bird” Parker (foto) não foram pequenos: contratos rompidos, a beira da sarjeta, o envelhecimento precoce. Ao morrer de infarto na casa de uma “protetora”, o músico foi descrito pelo médico, preliminarmente, como “Charlie Christopher Parker Junior, negro, forte, cerca de 65 anos”. Ele ainda não tinha 35. Ao menos na aparência, as drogas lhe tiraram quase metade da vida, antecipando-lhe o fim. Aliás, a cena de sua morte, quando o diretor e jazzófilo Clint Eastwood consegue atenuar com poesia a nossa tristeza, é um extraordinário momento do filme. Se quiser, veja/ouça Lover man, um clássico que, em Bird, mostra o tenorista Charlie Parker no último degrau.
 
(O.C.)
 
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Agulhão Filho, provocado pelo Pimenta (veja aqui), não se fez esperar, dizendo que sua empolgação com Anamara Brito “foi só uma chuva de verão, uma paixonite aguda”, da qual já está curado. “Ela até me telefonou no fim de semana, mas eu, ocupado, não atendi e ainda não encontrei tempo para retornar a ligação”, disse, sem se preocupar com o tamanho do nariz. Mas sua tranqüilidade é desmentida pelos versos dedicados à ex-policial, nos quais deixa transparecer algum ressentimento:

Tratei você feito flor,
mas você não me entendeu…
Quis você pra meu amor,
Pedi, você não me deu!…
Não pretendo mais voltar,
depois de mandado embora,
e não quero aproveitar
o que Bial jogou fora!…

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Há pouco, o governador José Serra (PSDB) concedia entrevista à Rede Bahia e falava do seu desejo de ver Daniela Mercury cantando em cima de um trio elétrico em Salvador, onde o tucano se encontra neste momento. Serra, aliás, encontra-se no camarote da cantora.

Depois de falar da sua admiração pela rainha do axé, o governador de São Paulo se perdeu e pergunta à repórter Ana Valéria:

– É gravado?

– Não, governador, o senhor está ao vivo – responde a repórter da afiliada da rede Globo para um Serra com cara de seiquelá, seiquelá.

O deslize é natural. Serra entrou em competição com a petista Dilma Rousseff para ver quem visita mais cidades neste carnaval. Mais cedo, os dois estavam em Recife. Agora, ambos passeiam pelos circuitos da folia momesca em Salvador.

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Chamada de “vagabunda” por um major da PM, a policial baiana Anamara permanecerá na disputa por R$ 1,5 milhão do Big Brother Brasil 10, reality show da rede Globo.

O ‘público’ decidiu tirar da disputa a concorrente Tessália, eliminada com 78% dos votos. Além de Anamara, os telespectadores salvaram o brother Alex.

A baiana, assim, decide por abandonar o seu emprego na Polícia Militar Baiana. Pelos dotes, é séria candidata à carreira artística.

A baianinha fica com no reality show.
Anamara fica no BBB10 e abandona a carreira militar.

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‘Carobinha` acaba de ser eliminado do reality.

Tristeza para a família, que reside no bairro da Conceição, em Itabuna. Tido como um dos favoritos ao prêmio máximo de R$ 500 mil, o itabunense Marcelo Guimarães, o `Carobinha`, está fora do No Limite, reality show da Rede Globo.

No ‘portal’, uma espécie de ‘paredão’, ele obteve três votos contrários e acaba de deixar o programa que terá finalíssima no próximo domingo, 27 de setembro.

O programa começou com 20 participantes e o itabunense foi o 15º eliminado, ficando a uma semana de levar os R$ 500 mil.

Segundo a produção do programa global, ele foi convidado a participar da eliminatória de No Limite enquanto surfava no litoral paulista. O reality é gravado no litoral cearense.