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Na margem do Cachoeira, foram colocados uns avisos bem simpáticos que lembram a importância do rio para Itabuna. As plaquinhas estão ali, mas é como se não estivessem porque a cidade continua tratando o rio unicamente como último estuário de suas porcarias.

O Cachoeira está poluído, imundo. A água exala mau-cheiro e, nas margens, os passantes precisam tomar cuidado ao abrir a boca, pois as nuvens de mosquito não têm freio.

O excelente fotógrafo Zeka deu um passeio pelas margens do Cachoeira neste sábado chato e nublado, propício a reflexões. Momento de pensar que um dia, quem sabe, acordaremos para o que mais importa e deixaremos de lado a rotina medíocre e insensata de quem não pensa na consequência dos próprios atos…

E não se trata apenas de cobrar do poder público (isso também!). Mas de cada um cuidar do seu quintal e tomar juízo. Não jogar lixo em qualquer lugar, consumir com responsabilidade, tratar a natureza como a única casa disponível para se viver.

Quem sabe um dia…

No dia que alguém se importar, maravilha...
No dia que alguém se importar, maravilha…
O verde que "sufoca" o velho Cachoeira
O verde que "sufoca" o velho Cachoeira
Você pode não ter percebido, mas a foto está de cabeça para baixo. O rio ainda consegue fazer o que o homem perdeu há muito tempo: refletir
Você pode não ter percebido, mas a foto está de cabeça para baixo. O rio ainda consegue ter o que muita gente perdeu há muito tempo: capacidade de refletir