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Nas boas-vindas a 2014, show pirotécnico de 14 minutos iluminou o céu de Salvador
Nas boas-vindas a 2014, show pirotécnico de 14 minutos iluminou o céu de Salvador

Ao lado e cartões postais como o Elevador Lacerda e o Mercado Modelo, o Réveillon de Salvador teve como palco a Praça Cairu, no Comércio. A programação da festa, organizada pelo governo da Bahia e prefeitura de Salvador, incluiu atrações consagradas e fez a alegria de cerca de 100 mil pessoas.
A queima de fogos realizada nesta quarta-feira (31), no píer do 2º Distrito Naval, durou 14 minutos. O governador Jaques Wagner acompanhou a comemoração do palácio Rio Branco, ao lado da primeira dama do Estado, Fátima Mendonça, e do secretário da Casa Civil, Rui Costa.
“Esta parceria entre Governo do Estado, Prefeitura e iniciativa privada trouxe como resultado esta festa belíssima, que vai se consolidar como maior Réveillon do Brasil. São 4 dias de festa e o povo baiano, que é alegre e festeiro, merece sem dúvida um evento deste porte. A dúvida nos próximos anos vai ser o local do evento, ou Barra ou Comércio porque o sucesso da festa já está garantido”, disse o governador.
 

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Wagner deixará Otto Alencar e Rui Costa em seus respectivos cargos até março (Foto Arquivo).
Wagner deixará Otto Alencar e Rui Costa em seus respectivos cargos até março (Foto Arquivo).

O governador Jaques Wagner impôs 15 de janeiro como data-limite para que secretários-candidatos entreguem os cargos, mas o prazo não será o mesmo para Rui Costa (Casa Civil) e Otto Alencar (Infraestrutura), informa o Correio.

Costa disputará a sucessão de Wagner e Otto almeja a vaga ao Senado Federal. Para estes, o prazo será o final de março. O prazo legal de desincompatibilização é 5 de abril (seis meses antes do pleito).

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Wagner, Otto Alencar e Rui Costa em evento hoje na UPB.
Wagner, Otto Alencar e Rui Costa em evento hoje na UPB.

O vice-governador Otto Alencar foi sacramentado como o candidato do governo ao Senado em 2014 durante ato realizado, hoje, na UPB. A cabeça de chapa é do PT. Secretário Estadual da Casa Civil, Rui Costa é o nome à sucessão de Jaques Wagner. O evento teve a presença, segundo a organização, de cerca de 150 prefeitos, 100 ex-prefeitos e 80 vereadores.

A chapa majoritária governista tem ainda a definir o nome do vice. Marcelo Nilo (PDT) e Mário Negromonte (PP) são os nomes cogitados. Nilo diz que ainda sonha em ser candidato ao governo, mas espera um alô do governador Jaques Wagner e de Rui Costa.

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marco wense1Marco Wense

 

A possibilidade de Geddel apoiar a candidatura presidencial do governador de Pernambuco vai terminar sendo o fator decisivo para que a escolha recaia sobre seu nome.

 

A dúvida em relação ao candidato da oposição à sucessão do governador Jaques Wagner fica restrita a Geddel Vieira Lima (PMDB) e Paulo Souto (DEM).

Se mensurada em porcentagem, diria que o tucano João Gualberto fica sem pontuação. O democrata José Carlos Aleluia não chega aos 5%. Os dois são meros coadjuvantes do processo sucessório.

Uma possível desistência de Paulo Souto, sob a alegação de problemas pessoais e de saúde, torna Geddel o único nome com viabilidade eleitoral para enfrentar o petista Rui Costa.

A cúpula do DEM, tendo na linha de frente o senador Agripino Maia (RN), presidente nacional da legenda, pressiona o ex-governador para que saia candidato.

Como o DEM é aliado incondicional do PSDB, do lado do presidenciável Aécio Neves, fica a preocupação com Geddel, que pode apoiar Eduardo Campos (PSB) se não for o candidato da oposição ao Palácio de Ondina.

A possibilidade de Geddel apoiar a candidatura presidencial do governador de Pernambuco vai terminar sendo o fator decisivo para que a escolha recaia sobre seu nome.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Política com Vatapá (A Tarde)

Logo após ter participado da reunião do comando do PT, no Hotel Fiesta, que escolheu Rui Costa como candidato do partido ao governo, o senador Walter Pinheiro encontrou um grupo de amigos, colegas de partido, do lado de fora da sala do encontro.

Um deles falou:

– É, Pinheiro, não tinha mesmo como dar para você. Wagner entendeu que agora é Rui quem faz tudo. Fez a Via Expressa, fez a transação do metrô andar, fez a Fiol, está fazendo o Porto Sul, o Complexo de Viadutos do Imbuí, tudo. Quem é que aguenta com isso?

Um outro, que ouvia a conversa, falou:

– O papo está bom, mas vou ter que ir.

– Que pressa é essa, rapaz? Fique mais um pouco com a gente.

– Não dá não. Com esse negócio de PED faz três semanas que eu praticamente abandonei minha mulher. E eu preciso fazer um filho.

E Pinheiro:

– Fale com o Rui. Ele faz.

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Wagner durante entrega das obras de reconstrução da BA-120 (Foto Pimenta).
Wagner durante entrega das obras de reconstrução da BA-120 (Foto Pimenta).

O governador Jaques Wagner rechaçou neste domingo em Barro Preto, no sul da Bahia, as críticas de que tenha imposto o nome do secretário da Casa Civil, Rui Costa, como o candidato do PT na sucessão estadual de 2014. “Nem considero [as críticas]”, disse ele ao responder pergunta do PIMENTA. O governador enfatizou que a escolha foi feita pelo diretório do partido em um acordo político.

– As pessoas falam o que querem. Eu tenho uma história de democrata reconhecida até pelos partidos de oposição. Então, não é com o meu partido que eu vou exercitar o autoritarismo – disse Wagner.

Wagner sofreu críticas internas quanto ao método de escolha do candidato ao governo, principalmente de Walter Pinheiro. O senador petista esperava ser o escolhido, apesar da preferência do gestor baiano pelo secretário da Casa Civil.

Ainda na entrevista, Wagner desconsiderou a tensão interna e atribuiu as críticas a setores da oposição. “Agora, tem gente da oposição que não queria que o PT resolvesse. É melhor ter quatro [nomes] do que ter um. Quando resolvemos, os caras reclamam porque não têm mais o que dizer”.

AUSÊNCIA DE PINHEIRO

O governador também amenizou a ausência de Pinheiro no evento que sacramentou o nome de Rui Costa. “Ele estava com compromisso agendado, mandou uma carta para lá [para o diretório], sem problema”.

O petista disse que agora é montar a chapa, que pode ter Marcelo Nilo na vice e Otto Alencar na disputa ao Senado. O PP ficaria com a presidência da Assembleia Legislativa e uma vaga no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) ou no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

RUI DEIXARÁ GOVERNO ANTES DO PRAZO

O agora pré-candidato petista ao governo baiano disse em entrevista exclusiva ao PIMENTA que deverá deixar o cargo de secretário da Casa Civil antes do prazo de desincompatibilização. O limite é o próximo 5 de abril. Rui Costa pensa em retornar ao mandato de deputado federal e ter condições de estruturar a campanha. A data será definida em consenso com o governador e conselho político. A entrevista será publicada nesta terça (3).

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ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardorib.adv@gmail.com

 

Daqui de baixo, longe dos castelos e das bruxarias, a impressão é de que será preciso muito cuidado para o caldeirão não explodir. A mistura tem conflitos internos, aliados inconformados e adversários torcendo (e trabalhando) para o caldo entornar.

 

Os alquimistas das política têm suas receitas, às vezes tão secretas quanto a fórmula da Coca-Cola, para definir os caminhos a percorrer. Por isso, a escolha de um candidato pode parecer estranha a muitos, mas o “bruxo” sempre guardará motivos especiais para justificá-la.

No passado recente, Lula optou por Dilma Rousseff, que se fez de poste iluminado por luz alheia e conquistou o mandato de presidente (ou presidenta) da República. Agora, o governador Jaques Wagner lança mão de Rui Costa, deputado federal eleito em 2010 – hoje secretário da Casa Civil – que será o candidato à sucessão no Palácio de Ondina.

Wagner tem o respaldo do diretório do partido, mas é claro que usou das prerrogativas e requereu a preferência. Ou seja, se Rui Costa é candidato, é porque o governador o quis. E o PT, ao contrário do que alguns afirmam, não está unido em torno do projeto, já que Walter Pinheiro e José Sérgio Gabrielli, ex-postulantes à cabeça de chapa em 2014, demonstram insatisfações.

Fora do PT, mas dentro da base aliada, também há descontentes. Mas ninguém duvide da capacidade do bruxo para aparar as arestas e acalmar os ânimos, já que possui reconhecida competência no ramo. Aos mais resistentes, e só a estes, é possível até que o criador da poção mágica revele a misteriosa receita que o levou a fazer sua escolha, para finalmente convencê-los.

Daqui de baixo, longe dos castelos e das bruxarias, a impressão é de que será preciso muito cuidado para o caldeirão não explodir. A mistura tem conflitos internos, aliados inconformados e adversários torcendo (e trabalhando)  para o caldo entornar. Uma bomba.

Talvez as coisas fossem um pouco menos tensas se o governador tivesse apresentado não apenas seu candidato, mas ao menos um esboço do que será a futura chapa. Aquela que se imagina teria, além de Rui Costa na cabeça, Marcelo Nilo como vice e Otto Alencar disputando  cadeira no Senado. Para apascentar o PP, Mário Negromonte teria seu lugar vitalício reservado no Tribunal de Contas.

Não se descarte, porém, a hipótese de que o bruxo tenha combinado tudo com os “russos”, dando inicialmente destaque a Rui Costa, um poste altamente necessitado dessa luz especial. Em seguida, virá o resto; ou os demais, como preferia Tancredo.

Aqui, tem-se apenas um palpite, uma tentativa de adivinhar a fórmula da Coca-Cola. Ou, quem sabe, de uma tubaína que seja.

Ricardo Ribeiro é advogado.

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Wagner escolhe Rui Costa para disputar a sucessão de 2014 pelo PT (Foto Manu Dias).
Wagner escolhe Rui Costa para disputar a sucessão de 2014 pelo PT (Foto Manu Dias).

O secretário da Casa Civil, Rui Costa, deverá ser o nome do PT na sucessão ao governo baiano em 2014. O governador Jaques Wagner anunciou a sua escolha pessoal em entrevista a uma emissora de rádio de Salvador, a Metrópole FM.

– A minha indicação para o diretório estadual do PT é o secretário da Casa Civil. Agora é Rui se colocar e se apresentar – disse o governador.

O posicionamento de Wagner fez dois dos pré-candidatos petistas se pronunciarem. José Sérgio Gabrielli falou dos riscos do governo no processo eleitoral de 2014, com candidatura de oposição e uma do mesmo espectro político (Lídice da Mata). Já o senador Walter Pinheiro disse que ao PT cabe a escolha. Luiz Caetano, ex-prefeito de Camaçari, já se deu por vencido ao juntar-se a Wagner e Rui Costa.

A decisão deve ser oficializada amanhã, em reunião do diretório do PT, e sacramentada no sábado, 30. O clima interno não é dos melhores, estando sujeito a raios e trovoadas.

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juizoO ex-presidente Lula utilizou boa parte de seu discurso na inauguração da fábrica da Itaipava em Alagoinhas para defender o legado do PT à frente do governo federal, mas tentou ao máximo fugir de perguntas ligadas à política.

A imprensa insistia, Lula escapava, até que no finalzinho do evento ele não teve como evitar uma palavra, ainda que breve e inconclusiva, sobre a sucessão estadual.

Lula tem preferência pelo ex-presidente da Petrobras e atual secretário de Planejamento e Tecnologia do Estado, José Sérgio Gabrielli, cujo nome chegou a citar algumas vezes em seu discurso. Aos jornalistas, Lula afirmou que a condução do processo é do governador Jaques Wagner, que prefere Rui Costa, titular da Casa Civil.

A Rui e a Gabrielli, o ex-presidente recomendou que tenham juízo na disputa.

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(Foto Pimenta).
(Foto Pimenta).

O deputado José de Arimatéia faz campanha pelo nome de Jorge Solla ao Governo da Bahia e deixa claro que não morre de amores pelo preferido de Jaques Wagner no PT.

– Os nomes [do PT] não decolam, com exceção de [Walter] Pinheiro. Rui Costa é o pior que tem. Já que é para se escolher, tem que ser Pinheiro ou Solla – disse ele ao PIMENTA durante a solenidade de oficialização do retorno da Gestão Plena da saúde em Itabuna.

Além de Pinheiro e Costa, José Sérgio Gabrielli e Luiz Caetano são os nomes petistas que sonham em disputar a sucessão de Wagner.

Arimatéia afirmou ainda que está trabalhando pelo nome de Solla que, segundo ele, tem a preferência “não só do PRB, mas do PP também”.

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O Movimento dos Sem-Terra está dividido com relação ao processo sucessório na Bahia.

Líder nacional do movimento, João Pedro Stédile gravou depoimento em apoio à escolha de José Sérgio Gabrielli como candidato à sucessão de Jaques Wagner.  A manifestação, porém, foi rechaçada por dirigentes do MST no Estado, já que o deputado federal Valmir Assunção (PT/BA), liderança histórica dos sem-terra na Bahia, é Rui Costa “desde criancinha”.

Márcio Matos, que comanda o MST no Estado e faz parte da direção nacional do movimento, declarou que Stédile externou uma opinião pessoal “e não uma posição da direção do MST na Bahia”.

Matos justificou o apoio a Rui Costa como uma contrapartida “pela sua relação histórica com o MST baiano, desde os tempos em que o mesmo era dirigente do Sindiquímica, e pela sua atenção à pauta da reforma agrária no Estado”.

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gabrielliOs momentos que antecedem a definição sobre o nome que será escolhido pelo governador da Bahia, Jaques Wagner, para sucedê-lo ainda permitem algum espaço para a disputa. Embora o governador manifeste explicitamente sua preferência pelo secretário da Casa Civil do Estado, Rui Costa, o titular da Secretaria de Planejamento e Tecnologia, José Sérgio Gabrielli, mantém-se no páreo.

Ex-presidente da Petrobras, Gabrielli também tem seu padrinho, que não é qualquer um, senão o próprio Luiz Inácio Lula da Silva. Além desse apoio, o  desafiante de Rui Costa faz intensa campanha nas redes sociais (confira aqui e aqui), com uma estratégia que inclui a divulgação de vídeos com manifestações de apreço feitas por diversas personalidades, a exemplo do ex-governador Waldir Pires, atualmente vereador em Salvador.

No PT,  também permanecem almejando a candidatura ao governo o senador Walter Pinheiro e o ex-prefeito de Camaçari, Luiz Caetano.

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Wagner não faz mais mistério: seu candidato, salvo mudança brusca de rota, será Rui Costa
Wagner não faz mais mistério: seu candidato, salvo mudança brusca de rota, será Rui Costa

Levi Vasconcelos | Tempo Presente (A Tarde)

O PT fará festa para anunciar o que Deus e o mundo já sabem: o ungido para tentar suceder Jaques Wagner é Rui Costa.

Ontem, na Base Aérea de Salvador, enquanto esperava o desembarque da presidente Dilma, Wagner conversava comigo e Mário Kertész (faríamos uma entrevista com Dilma para a Tudo FM/Rede Litoral e Metrópole) quando ele falou das suas conclusões sobre cada um dos quatro postulantes petistas, após ressalvar que a questão se afunilou entre o senador Walter Pinheiro e Rui Costa. Veja.

Luiz Caetano: ‘Traçou uma estratégia pensando em ser deputado federal’.

José Sérgio Gabrielli: ‘É um bom quadro, tem boas qualidades, mas passou muito tempo fora, não amassou  barro na Bahia’.

Walter Pinheiro: ‘Também é um bom quadro, mas, se deixar o Senado, o PT perderia um dos seus melhores senadores’.

Rui Costa: ‘Tem merecimentos, entre eles o de ter desembrulhado o metrô de Salvador’.

A pergunta lógica e natural:

– Mas não é um risco colocar um candidato pouco conhecido e de pouco apelo popular?

– Qualquer eleição, seja quem for o candidato, tem risco. Se formos para as pesquisas, alguns têm um pouco mais e outros um pouco menos. Se Pinheiro se elegeu senador, Rui teve mais de 200 mil votos para deputado. Vamos botar o pé na estrada e seguir.

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marco wense1Marco Wense

O governador não perdeu sua intuição política. Não é nenhum neófito, iniciante, marinheiro de primeira viagem, bobo e desorientado. Continua sendo o Jaques Wagner de carne e osso.

Não tenho nenhuma dúvida de que o nome do governismo para disputar o Palácio de Ondina vai sair do Partido dos Trabalhadores (PT). E nenhuma hesitação de que a escolha está entre Rui Costa e Walter Pinheiro.

Rui Costa é o chefe da Casa Civil. A seu favor o fato inquestionável de que é o candidato da preferência do governador Wagner. Do lado do senador Walter Pinheiro, as pesquisas de intenção de voto.

De fora mesmo, sem perspectiva, José Sérgio Gabrielli e Luiz Caetano, respectivamente secretário estadual de Planejamento e ex-prefeito de Camaçari.

Se não fosse o republicanismo do governador Wagner, reconhecido e enaltecido até pelos opositores, o martelo já teria sido batido: o candidato é Rui Costa e ponto final.

Na época do carlismo, sob a batuta de ACM, com o mandonismo a todo vapor, não teria nem discussão sobre a composição da chapa.

O desejo de ACM era uma ordem, o “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

Correligionários do senador Walter Pinheiro defendem as consultas populares como critério para a escolha do candidato, já que a diferença entre ele e Rui é considerável.

O governador Wagner até que concorda com a opinião de que a pesquisa pode ser um indicativo, mas faz a seguinte ressalva: “Não é para mim o critério preponderante.”

Os pretendentes da base aliada são dois: Marcelo Nilo (PDT) e a senadora Lídice da Mata (PSB). A pré-candidatura do pedetista tem a compreensão de Wagner e do PT.

O engraçado fica com Lídice. Ela quer o apoio de Wagner para o Palácio de Ondina fazendo campanha para Eduardo Campos (PSB) para o Palácio do Planalto.

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Nilo é reeleito presidente da Assembleia Legislativa baiana.
Deputado considera que Wagner merece “nomes melhores”

O grupo do governador Jaques Wagner deverá anunciar no próximo dia 15 quem será seu candidato à sucessão estadual e o petista Rui Costa, secretário da Casa Civil, aparece como o preferido do chefe do executivo. O PT, além disso, não abre mão de ter candidato próprio encabeçando a chapa majoritária, mas…

… A parada não é vista como definida pelo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo, do PDT. Nesta manhã, em entrevista ao programa Balanço Geral (Rádio Sociedade), o deputado afirmou ter reunido em um almoço 64 prefeitos e 41 deputados, no mesmo dia em que a presidenta Dilma Rousseff esteve na Bahia para assinar o contrato do metrô de Salvador e entregar apartamentos em Vitória da Conquista.

“Disputei horário político com a presidente Dilma Rousseff, que tem tinta na caneta”, declarou o parlamentar, que está há quatro mandatos na presidência da Assembleia Legislativa da Bahia. Em outro momento da entrevista, concedida a Armando Mariani, Nilo declarou: “Eu teria seriedade e tranquilidade em manter tudo de positivo do governo Jaques Wagner, mas, se eu for governador da Bahia, eu farei muito mais”.

Segundo o deputado, a confiança que ele deposita em si mesmo se deve ao fato de ter observado o que o atual governo fez de positivo e de negativo. A respeito dos pré-candidatos petistas ao governo, o presidente da Assembleia deixou escapar a seguinte avaliação:

“Politicamente, o governador merecia nomes melhores”.