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Jabes2O prefeito Jabes Ribeiro classificou como “boato” a informação da saída da Bahia Mineração (Bamin) de Ilhéus. Jabes disse ter conversado com o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, e com o presidente da Bamin, José Viveiros, e os dois teriam negado a possibilidade de a empresa cazaque deixar Ilhéus.
A Bamin é a responsável pelo maior nível de investimentos dentre as mineradoras que pretendem explorar a estrutura do Porto Sul, cuja licença ambiental ainda é aguardada para até o final deste semestre.
Na noite de segunda, 25, o Blog Photossíntese divulgou informação dando conta do descontentamento da Bamin com os rumos do projeto Complexo Intermodal Porto Sul. O blog é editado pelo administrador de empresas e fotógrafo Ed Ferreira, bastante amigo do presidente da Bamin.
Ainda não houve desmentido oficial nem da Bamin nem por parte do Governo Baiano, os dois principais atores deste processo. E quem cala…

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Rui CostaRui Costa
 

Em Salvador, o sistema de transporte tornou-se caótico pela ausência de um sistema de transporte de massa que oferecesse um serviço de qualidade e pelo impacto de milhares de novos automóveis sem requalificação da infraestrutura viária.

 
As transformações socioeconômicas que o Brasil viveu na última década, com significativo crescimento da renda das famílias e a entrada de imensas parcelas da população no mercado de consumo de massa, afastando-as do limiar da pobreza e do consumo para a subsistência, tiveram, nos centros urbanos, como um efeito colateral negativo, a rápida deterioração das condições de mobilidade.
Em Salvador, o sistema de transporte tornou-se caótico pela ausência de um sistema de transporte de massa que oferecesse um serviço de qualidade e pelo impacto de milhares de novos automóveis sem requalificação da infraestrutura viária. Trajetos que antes se realizavam em 10 ou 15 minutos passaram a ter a duração de horas.
O Governo do Estado vem agindo para a melhoria da mobilidade em Salvador. O Complexo 2 de Julho trouxe solução definitiva para o acesso ao Aeroporto, à BA-526 e a Lauro de Freitas. A Via Expressa, maior obra viária urbana realizada no Brasil nos últimos anos, trouxe um grande alívio para os engarrafamentos das Avenidas Barros Reis, Heitor Dias e do Acesso ao Cabula, com os viadutos da Rótula do Abacaxi. Ela ligará – ainda em 2013 – a BR-324 ao Porto de Salvador, eliminando o tráfego de passagem de caminhões pesados no Acesso Norte e na Avenida Bonocô.
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Porto Sul demandará investimentos de R$ 3,5 bilhões no sul da Bahia.

O Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais) emitiu a Licença Prévia do Porto Sul, que será construído na região norte de Ilhéus. A LP, sob o número 447/2012, será publicada na próxima edição do Diário Oficial da União.

Hoje à noite, o governador Jaques Wagner ligou para o prefeito Newton Lima, de Ilhéus, e deu a notícia. Na quinta, 8, presidente da Valec, Josias Sampaio Cavalcante Júnior, já havia antecipado que o parecer favorável sairia nesta semana (relembre aqui).

As obras do Porto Sul serão iniciadas pelo Governo Baiano e a Bahia Mineração (Bamin) logo após a publicação da licença, assinada pelo presidente do Ibama, Volney Zanardi Junior.

O projeto de construção do Porto Sul, que também prevê o terminal privativo da Bamin, implicará em investimentos de R$ 3,4 bilhões.

De acordo com técnicos do governo baiano, a estrutura portuária que será montada em Aritaguá, na zona norte ilheense, terá capacidade para exportar até 66 milhões de toneladas de grãos e minérios, anualmente.

Parte das cargas chegará ao porto por meio da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol), que já está em construção e tem apenas 11% das obras concluídas. O porto ocupará retroárea de 1.224,9 hectares.

– Desde o início acreditamos na viabilidade desse megaempreendimento o que demonstra que nossa participação foi acertada – disse o prefeito Newton Lima, hoje à noite, por meio de sua assessoria.

O secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, disse que a decisão do Ibama confirma a “qualidade e a sustentabilidade do projeto, que é prioridade para o governo da Bahia”.

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Embora tenha nomes como o do senador Walter Pinheiro, do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli e do secretário estadual Rui Costa, o governador Jaques Wagner pode buscar um nome diferente destes que aparecem para a disputa pelo Palácio de Ondina em 2014.

O governador diz que pode recorrer a quadro técnico e menos político. E lembra até a conjuntura que levou o ex-presidente Lula a fazer escolha pela então ministra Dilma Rousseff, hoje presidente e dona de aprovação recorde dentre todos os mandatários brasileiros após o “período de chumbo”.

A conversa pode ser séria ou apenas para tirar a pressão sobre os seus ombros – que tende a aumentar após o fechar das urnas hoje. Quanto ao nome do sucessor – ou sucessora -, tudo dependerá da avaliação de seu governo até o 2014. E, nessa conta, Wagner também precisa incluir nomes de partidos aliados. Marcelo Nilo (PDT) quer, Otto Alencar (PSD) também. Outros estão na fila, embora chamuscados pela passagem apagada como ministro em Brasília, a exemplo de Mário Negromonte (PP).

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Secretário Rui Costa e representantes de empresas brasileira e chinesas.

Três empresas anunciaram interesse em investir no Complexo Intermodal Porto Sul, a Rongxin Capital-Bahari Still, a Bohai Steel Group e a Bio Gold. As empresas atuam na área de mineração e estudam a viabilidade de construir siderúrgica numa área próxima ao porto, segundo o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa.

Os representantes das empresas estão de olho nas oportunidades criadas a partir da entrega das obras do Porto Sul, em Ilhéus, e do primeiro trecho da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol). Ontem, houve rodada de conversação entre empresas e governo, em Salvador.

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Sócrates Santana | soulsocrates@gmail.com

Aparentemente, ainda resta uma carta para fechar a conta de Jaques Wagner. Mas as aparências enganam. Ninguém está fora. Todos estão dentro.

O jogo sucessório começou a soar o seu brado retumbante na Bahia. Degrau por degrau, a fila da sucessão, como anunciou o ministro Afonso Florence, vem sendo construída aos poucos por Jaques Wagner. A saída de Eva Chiavon, o retorno de Rui Costa e o ingresso de José Sérgio Gabrielli, organizaram as cartas das eleições de 2014. Ao menos, o jogo nas mãos do governador. E ele ainda possui três cartas escondidas, entre elas, Moema Gramacho e Walter Pinheiro.
Por um lado, a prefeita de Lauro de Freitas consolida a sua sucessão com as próprias mãos. Filiou o vice-prefeito no PT e pode sair da prefeitura sem maiores perdas para assumir uma secretaria, a exemplo da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza. No caso, o vice, João Oliveira, seria o candidato a reeleição e o atual secretário Carlos Brasileiro substituído por Moema para disputar as eleições de Senhor do Bonfim.
Por outro, o senador Walter Pinheiro. Em baixa, ante o ingresso de Rui Costa e José Sérgio Gabrielli, o primeiro senador petista no estado, desceu alguns degraus da escada montada por Jaques Wagner. Ainda assim, continua sendo uma alternativa viável, apesar de cada vez menos consultado pelos demais jogadores, especialmente, dentro do PT.
Aparentemente, os demais partidos aliados estão fora do baralho. Aparentemente, falta o governador combinar o jogo com os russos. Aparentemente, ainda resta uma carta para fechar a conta de Jaques Wagner. Mas as aparências enganam. Ninguém está fora. Todos estão dentro.
Sócrates Santana é jornalista e assessor de imprensa do governador Jaques Wagner.

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Se tem uma coisa que hoje parece certa é que José Sérgio Gabrielli, demitido da Petrobras, não passará nem perto da candidatura a governador da Bahia em 2014. Caso tal ideia já tenha pairado pela cabeça do governador Jaques Wagner, certamente se desfez pela fragilidade de Gabrielli, tanto no aspecto político quanto administrativo.
Em artigo publicado hoje no jornal A Tarde, Samuel Celestino lembra uma definição do velho Toninho Malvadeza para políticos da marca de Gabrielli. “É inelegível”, dizia o velho, e não porque existisse qualquer óbice na justiça eleitoral, mas simplesmene porque o sujeito não tinha voto mesmo.
Se politicamente é um zero a esquerda, administrativamente Gabrielli também não é lá essas coisas. Deixa a Petrobras, de certa forma, pela porta dos fundos e sem prestígio. Não saiu porque quis, para dar prioridade a um projeto político, mas sim porque a presidente Dilma Rousseff já o queria fora do cargo há um bom tempo.
A repercussão do anúncio no mercado financeiro, altamente positiva, com impacto nas bolsas, foi uma demonstração de como o investidor via a gestão de Gabrielli na Petrobras. Um sinal claro de que ele não está com essa bola toda para almejar a condição de candidato à sucessão de Jaques Wagner.
De fato, hoje o chefe da Casa Civil, Rui Costa, encontra-se muito mais próximo de Ondina, pelo patrimônio político acumulado no período em que atuou como secretário das Relações Institucionais, eleito em seguida para deputado federal com expressiva votação. Agora, Costa amplia sua aproximação com prefeitos e lideranças regionais, acumulando combustível para 2014.
E combustível é algo que Gabrielli, definitivamente, não tem mais.

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Rui Costa (à direita): Fiol entre as prioridades (Foto Manu Dias).

O novo secretário da Casa Civil do Estado, Rui Costa, revelou prestígio ao levar quase mil pessoas à solenidade de posse, ontem, em Salvador. E logo começaram as especulações sobre o pleito de 2014. Embora diga que não tem habilidade política, Costa tratou de evitar discutir 2014. Nas palavras dele, falar de eleição a governador agora é discutir fim de governo.
Na cerimônia de posse, tratou de apontar prioridade para a Pasta: foco nas ações em Saúde e Educação e investimentos em infraestrutura. Do discurso, projetos importantes para o sul da Bahia, especialmente Ilhéus: o Porto Sul, a ferrovia Oeste-Leste e os novos aeroportos, dentre eles o de Ilhéus, cujo projeto está “de rosca”, difícil de sair.
Costa chega ao cargo após reinar no sindicalismo baiano nas décadas de 80 e 90 – ao lado do governador Jaques Wagner, comandar a Secretaria de Relações Institucionais e garimpar mais de 212 mil votos para deputado federal em 2010. Agora, licencia-se do mandato em Brasília para assumir a Casa Civil. Substituirá Eva Chiavon, agora na secretaria-executiva do Ministério do Planejamento.

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Mais uma lista dos “Cabeças do Congresso” e mais uma vez o sul da Bahia não “elege” ninguém por lá. Nem a lista dos parlamentares “em ascensão” traz algum sulbaiano. E olhe que nesta lista figuram três nomes (o tucano Imbassahy e os petistas Amauri Teixeira e Rui Costa).
A lista dos “Cabeças” traz o senador Walter Pinheiro e os deputados ACM Neto (DEM), Jutahy Júnior (PSDB), os comunistas Alice Portugal e Daniel Almeida e os petistas Nelson Pellegrino e Sérgio Carneiro.

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Carvalho apoia Rui com aval de JW (foto JBO).

Foi o governador Jaques Wagner quem articulou o apoio do médico Ruy Carvalho ao candidato a deputado federal Rui Costa, revela o Jornal Bahia Online. Segundo o site ilheense, Wagner também prometeu apoiar o médico na disputa eleitoral de 2012, como contrapartida.
Na conversa que Wagner teve com Ruy Carvalho na semana passada, o governador agradeceu ao apoio que sempre teve do médico no enfrentamento dentro do PV. Confira no JBO (clique aqui). Ficou combinado que o político ilheense deverá ingressar numa legenda aliada, visando 2012.

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Ruy Carvalho com Rui Costa: o verde que ainda gosta do vermelho

O médico ilheense Ruy Carvalho, antigo militante petista, brigou com seu velho partido e há meses recuados (imitando o Eduardo Anunciação) ingressou nas fileiras ecológicas do Partido Verde. Foi recebido com toda pompa, mas é certo que sua permanência nesta legenda será de curta duração.
Carvalho já trombou com os verdes ortodoxos, por ser contra a candidatura própria a governador. Além do mais, não se conformou com a posição de voto vencido e publicamente apoia a reeleição do ex-correligionário Jaques Wagner.
Em mais uma demonstração de que morre de saudade de seu antigo ninho, o médico também declarou apoio ao xará Rui Costa, ex-secretário das Relações Institucionais (a pasta mais poderosa do governo Wagner), que disputa mandato de deputado federal. É o que informa o blog Políticos do Sul da Bahia.
Cabe a pergunta: “o que tu foste fazer no PV, doutor?”

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Há um clima de conflito interno entre as candidaturas de dois petistas baianos à Câmara dos Deputados. E se trata de dois ex-secretários do governo Wagner: Walmir Assunção e Rui Costa.
Revela o site Política Livre um episódio envolvendo a demissão de Arlene Martins, secretária da Assistência Social do município de Amélia Rodrigues, situado a 70 quilômetros de Salvador. Ela teria sido exonerada por apoiar Assunção, já que o prefeito Antônio Paim, também do PT, está com Rui Costa.
Assunção partiu para o desabafo: “não quero acreditar que o prefeito exonere pessoas que não façam campanha para o Rui Costa, coagindo os que dizem que votam comigo”. Ele afirmou que, uma vez comprovado o fato, pedirá providências à direção do partido.

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Há algo de errado no núcleo político do governador Jaques Wagner e é clara a necessidade de que o “motorista” dê um freio de arrumação para rearrumar as coisas. O imbróglio da vez é a decisão do petista Marcos Lima de retornar a Brasília, recusando convite de Jaques Wagner para auxiliá-lo em sua campanha.

Lima é considerado um negociador de grande habilidade, com trânsito  livre em partidos políticos de A a Z. Sua desistência de ajudar na campanha é atribuída a uma falta de sintonia com o ex-secretário de Relações Institucionais do governo, Rui Costa.