O governador Jaques Wagner mirava a sua própria sucessão, em 2014, quando defendeu o nome de Walter Pinheiro para a disputa ao Senado Federal em lugar de Waldir Pires na vaga petista da chapa majoritária.
Wagner afirmou, numa visita a Ilhéus, em maio, que Pinheiro tinha perfil mais adequado para os embates a serem travados a partir de 2011 em Brasília. Certo, ok. Mas internamente o pensamento não era, necessariamente, Brasília. Bahia, pois. Eleito, o amigo Pinheiro fortaleceria o projeto petista de 2014.
Por enquanto, tudo está dando certo. O deputado federal saiu como o mais votado das urnas para o Senado pela Bahia e seu caminho natural é mesmo suceder o Galego.
Arriscar a prefeitura de Salvador, em 2012, é algo que não se pode riscar do mapa, mas poderá lhe tirar pontos importantes na disputa ao Palácio de Ondina, como admitiu uma fonte muito próxima e amicíssima de Wagner e Pinheiro.
O PT pode ter Pelegrino novamente no jogo em Salvador. Ele saiu como o segundo mais votado do PT e o quarto no estado na disputa por vaga à Câmara Federal.
Caso necessário, o partido abre mão da disputa na capital em 2012 e lança um aliado – talvez Lídice da Mata (PSB). A senadora eleita foi campeã de votos (por margem apertada) em Salvador. Bateu Pinheiro por 740.034 a 731.810 votos. É “candidata natural”, após ter abrir mão da disputa, em 2008, e ser vice do próprio Pinheiro.













O prefeito de Salvador deflagrou uma ofensiva contra um dos “esportes” preferidos na capital baiana: fazer xixi na rua. Ontem à tarde, João Henrique se reuniu com a PM para delinear a ação, anunciando também que irá instalar mais 50 banheiros públicos, além dos 207 já existentes.

Um projeto de lei em tramitação na Câmara de Vereadores de Salvador visa proibir o uso do telefone celular no interior das agências bancárias. A proposta é vista como um fator que poderá inibir um tipo de crime cada vez mais comum na capital baiana: a “saidinha bancária”.





