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Sigla da UFSB ainda é desconhecida pelo sistema Sisu (Foto Gabriel Oliveira).
Sigla da UFSB ainda é desconhecida pelo sistema Sisu (Foto Gabriel Oliveira).

O Ministério da Educação abriu consulta às vagas disponíveis no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para quem fez o Enem 2016. Mas o estudante deve ficar atento, caso deseje disputar vaga na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

Para localizá-las o candidato deverá digitar o nome completo da universidade ou, simplesmente, Ufesba. Outra opção é por município. A sigla designativa UFSB ainda não é reconhecida pelo sistema.

A propósito, a universidade está oferecendo total de 480 vagas para cursos de graduação pelo Sisu, sendo 160 para cada um dos campi da instituição – Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas.

As inscrições no sistema de seleção começam na terça (24). No eixo Ilhéus-Itabuna, também oferecem vagas a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Atualizado às 11h17min.

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UFSB abriu inscrições em concurso público nesta terça, 21 (Foto Gabriel Oliveira).
UFSB abriu inscrições em concurso público nesta terça, 21 (Foto Gabriel Oliveira).

O prazo de inscrições no concurso público da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) para preencher cargos técnico-administrativos foi aberto nesta segunda (21), pela internet. O certame oferece total de 53 vagas e remuneração que varia de R$ 2.753,81 (nível médio e técnico) a R$ 4.326,21 (nível superior). As vagas são distribuídas entre os três campi da instituição, em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas.

Os cargos que exigem nível superior são os de Administrador, Analista de Tecnologia da Informação, Arquiteto e Urbanista, Assistente Social, Auditor, Bibliotecário – Documentalista, Contador, Enfermeiro, Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Eletricista, Médico Psiquiatra, Médico, Nutricionista, Secretário Executivo e Técnico em Assunto Educacionais.

CONFIRA EDITAL DO CONCURSO

Para os níveis médio e médio técnico, as vagas são para Assistente em Administração, Técnico de Laboratório – Análises Clínicas, Técnico de Laboratório – Química, Técnico de Tecnologia da Informação e Tradutor de Intérprete de Libras, e a remuneração é de R$ 2.752,81, já com o valor do auxílio alimentação. Para os dois níveis, ainda podem ser solicitados incentivo à qualificação e à capacitação.

A inscrição deve ser feita somente pelo site da banca organizadora do certame, a Universidade Federal do Mato Grosso, no link  http://www.ufmt.br/concurso. Custa R$ 90,00 para nível médio e R$ 110,00 para funções que exigem nível superior.

Os candidatos terão, pelo menos, dois meses e meio para os estudos, pois a previsão da UFMT é de que as provas sejam aplicadas em 5 de fevereiro. Pelo cronograma, o questionário será aplicado em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas, das 8h às 13h para nível médio e técnico e das 15h às 20h para o superior.

O resultado do concurso deverá ser divulgado até o dia 22 de fevereiro. Informações adicionais do concurso podem ser obtidas pelos seguintes contatos: (63) 3313 – 7281 / (63) 3313 – 7282 ou pelo e-mail  atendimento_cev@ufmt.br.

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Sede da reitoria da UFSB em Itabuna (Foto Pimenta).
Sede da reitoria da UFSB em Itabuna (Foto Pimenta).

Começam na próxima quinta (20) as inscrições no concurso público da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) para as 52 vagas de servidor técnico-administrativo. O concurso oferece até R$ 4.326,21 de remuneração.

A taxa de inscrição está fixada em R$ 110,00 para cargos de nível superior e R$ 90,00 para nível médio. O período para se inscrever encerra-se em 6 de novembro, conforme edital.

As provas deverão ser aplicadas pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), conforme publicação no Diário Oficial da União.

Caso seja mantido o cronograma do concurso, as provas serão aplicadas em 20 de novembro, em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas. O resultado do concurso está previsto para 16 de dezembro.

VAGAS NÍVEL SUPERIOR

As vagas que exigem nível superior são as de Administrador, Analista de Tecnologia da Informação, Arquiteto e Urbanista, Assistente Social, Auditor, Bibliotecário – Documentalista, Contador, Enfermeiro, Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Eletricista, Médico Psiquiatra, Médico, Nutricionista e Técnico em Assunto Educacionais. A remuneração é R$ 4.326,21.

VAGAS NÍVEL MÉDIO

Já para o nível médio, as vagas são para Assistente em Administração, Técnico de Laboratório – Análises Clínicas, Técnico de Laboratório – Química, Técnico de Tecnologia da Informação e Tradutor de Intérprete de Libras, com R$ 2.752,81 de remuneração.

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Paralisação faz parte de movimento nacional (Foto Gabriel Oliveira).
Paralisação faz parte de movimento nacional (Foto Gabriel Oliveira).

Docentes, servidores técnicos e alunos da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Itabuna, farão mobilização pelo “Fora, Temer” e contra projetos como o “Escola sem Partido”, nesta quinta (29). As atividades começam às 7h30min, em frente ao campus Jorge Amado, na Rodovia Itabuna-Ibicaraí (BR-415). 

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Juvenal: Ceplac precisa ir além dos portões.
Juvenal Maynart.

Juvenal Maynart, ex-superintendente regional da Ceplac, tem uma visão polêmica do órgão federal que, por décadas, foi uma das principais referência para a antes pujante região sul da Bahia. Para ele, o que antes era sinônimo de região cacaueira hoje precisa se reinventar. “A modernidade chegou e engoliu a velha Ceplac”.

O ex-superintendente empolga-se ao falar de outros temas que se relacionam ao – e com o – órgão federal, a exemplo de sistema cabruca e Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Para ele, a instalação do Centro de Formação em Tecnologias Agroflorestais representa um novo paradigma, assim como a própria universidade.

Confira um papo rápido com ele, que, na segunda passada, disse rejeitar um retorno ao comando regional da Ceplac. 

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A UFSB acaba de lançar um equipamento que sequer estava previsto para Itabuna, em seu planejamento inicial. O que muda na relação institucional e como o produtor e a sociedade vão ser beneficiados?

Juvenal Maynart – Entendo que a instalação do Centro de Formação em Tecnologias Agroflorestais, numa proposta de levar domínio dessas tecnologias – com a transversalidade da sustentabilidade ao produtor, será uma revolução na ciência e na extensão rural. É a ocupação do novo paradigma. A implantação de uma visão da extensão que levará engenheiros florestais e agrônomos a núcleos regionais, em que a ciência prática será a validadora do final de cursos de cada discente (aluno), um projeto com aplicação prática será o passaporte para a conclusão do curso. É uma visão totalmente nova de extensão.

Explique o que o senhor chama de novo paradigma na ciência e na extensão. Para onde ele nos levaria, em sua visão?

Juvenal – É uma visão de extensão multiplicada com tecnologia, inovação, sustentabilidade e, acima de tudo, a matriz de cacau cabruca em usos de Áreas de Proteção Permanente (APP), a implantação de reservas legais com árvores nativas, dentro de um projeto maior, a Conservação Produtiva, que é o que foi validado na Rio+20. Aonde nos levaria? À recuperação das bacias dos rios Cachoeira e do Almada. Falei de tecnologia, uso do sistema cabruca em APP, implantação de reservas com nativas. Isso resultaria na recuperação das nascentes e das nossas bacias.

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A Ceplac ainda fala em contratar novos extensionistas para ir de porteira em porteira, chegando pela manhã e saindo à tarde, esperando o almoço do fazendeiro e pleiteando meia diária do governo.

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A UFSB vai “engolir” a Ceplac?

Juvenal – Estamos falando de uma instituição que tem, nesse campo de que tratamos, um pró-reitor que emplacou um artigo na capa da Nature. A Ceplac se tornou uma instituição analógica. Falei que a nova extensão é revolucionária, exatamente, porque prevê uma multiplicação a partir de um uso intenso da tecnologia. A Ceplac ainda fala em contratar novos extensionistas para ir de porteira em porteira, chegando pela manhã e saindo à tarde, esperando o almoço do fazendeiro e pleiteando meia diária do governo. Não há espaço para esse extensionista no modelo proposto pela UFSB.

Vai engolir?

Juvenal – A modernidade chegou e engoliu a velha Ceplac, mesmo que esta ainda não tenha sido digerida. Já a UFSB, chega antenada com a modernidade no fazer científico. O que a sociedade clama é que a Ceplac seja capaz de se ajustar ao novo paradigma, que seja mais moderna, que se insira dentro da GigaSul, a rede de banda larga que vai atender a UFSB, mas também às outras instituições. Claro, não é apenas estar dentro dessa rede, mas o que vai se fazer estando ali.

O que quer a Ceplac?

Juvenal – Na verdade, a luta do velho é pela manutenção do status quo. Quando falo do velho, falo de seu corpo diretivo. A luta do velho é apenas por um mecanismo que dá a ele plenos poderes, que é a singularidade ceplaqueana. Querem ser autônomos, distantes do Ministério da Agricultura. Será que essa singularidade é boa para a sociedade? Claro que não. Essa luta pelo velho modelo só atende a esse desejo de se manter fechado dentro daqueles portões.

Há saída?

Juvenal – Claro. Se o velho estiver disposto a se adaptar ao novo modelo, é claro que a sociedade abraça. Agora, não dá para continuar eternamente enganando. A sociedade está atenta, os produtores melhoraram seu discurso e a imprensa está acompanhando tudo.

O senhor já foi superintendente para a Bahia e foi coautor desse processo de aproximação entre Ceplac e UFSB. Voltaria a dirigir o órgão nesse momento?

Juvenal – Como agente político, em exercício pleno dessa proposta, como quadro de meu partido, [o PMDB], estou disposto a ajudar no debate. Agora, pensar numa volta à Superintendência, jamais. Me sinto realizado com o trabalho feito. Figurinha repetida não completa álbum.

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Juvenal, ao lado do reitor da UFSB, Naomar Monteiro: "está surgindo um novo paradigma para o desenvolvimento da região"
Juvenal, ao lado do reitor da UFSB, Naomar Monteiro: “está surgindo um novo paradigma para o desenvolvimento da região”

A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) inaugura na quarta-feira (03), às 14h30, na Ceplac, o Centro de Formação em Ciências e Tecnologias Agroflorestais. A instituição anuncia o equipamento como resultado de uma parceria cada vez mais estreita com o órgão do Ministério da Agricultura.

De acordo com a UFSB, a missão do centro será capacitar profissionais de ciências agrárias com uma visão tecnológica e de sustentabilidade. Um dos objetivos é aproximar a academia dos produtores, o que inclui programas de residência em propriedades rurais da região.

– Através da construção de parceria com o Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec), espera-se uma rápida expansão de atividades de pesquisa na região, abrindo a possibilidade de colocar o Centro de Formação em Ciências e Tecnologias Agroflorestais como um centro de excelência nacional e internacional – prevê Daniel Piotto, decano do Centro de Formação.

Para o ex-superintendente da Ceplac, Juvenal Maynart, que incentivou o casamento com a UFSB, a relação entre as duas instituições vai permitir um novo paradigma para o desenvolvimento do Sul da Bahia. “A cacauicultura com sustentabilidade, planejamento e com projetos de recuperação das bacias hidrográficas é o desafio para a saída da longa noite de 30 anos de crise”, acredita Maynart.

 

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rpmRosivaldo Pinheiro | rpmvida@yahoo.com.br

 

A discussão sobre o saneamento inevitavelmente será contaminada pelo debate político eleitoral.

 

Os problemas de saneamento básico em Itabuna ganharam amplo debate na nossa cidade, especialmente no que diz respeito ao fornecimento de água potável. É fato que o fenômeno El Niño tem influência direta no ciclo das chuvas, mas o modo de vida do homem faz piorar esse processo, através do desmatamento das matas ciliares, descaso com as nascentes dos rios e poluição do ar, entre outras ações humanas. Uma das reações da natureza a essa agressão é a redução da precipitação pluviométrica.

Itabuna tem uma população estimada de 219.680 habitantes (IBGE), sem contar a população flutuante diária, e é polo de comércio, serviços e educação, além de ter uma posição de destaque na saúde em alta e média complexidade. A cidade já tem 106 anos de fundação e já viveu o mesmo drama em outros momentos. Falta de água e água salgada não são novidades para os moradores… Enfrentamos episódios semelhantes com água salgada em meados da década de 1990. Outro velho problema nosso é que, ao longo dos 27 anos de existência da Emasa, a reservação de água nunca foi de fato uma prioridade local.

Ao mesmo tempo, não podemos isentar a falta de liderança dos governos locais e a insensibilidade dos governos estaduais. Destaco que no segundo mandato de Jaques Wagner foi feita a licitação da barragem do Rio Colônia, mas questões burocráticas e desentendimentos entre a empresa vencedora do certame e o governo do estado interromperam a obra. O governador Rui Costa assumiu com disposição e refez a licitação, cuja obra está prevista para ser concluída até novembro de 2017. Notícia boa, mas ainda com um prazo sofrível para nós.

A barragem significará para Itabuna e outros municípios da região uma tranquilidade no abastecimento por até 30 anos, além de proporcionar a atração de novas atividades produtivas, especialmente unidades fabris. Enquanto isso não acontece, a escassez de água segue reduzindo a nossa atividade econômica e impactando negativamente em nossa qualidade de vida. A discussão sobre o saneamento inevitavelmente será contaminada pelo debate político eleitoral; nesse contexto, as opiniões em grande maioria deixam em segundo plano o viés técnico-científico, não possibilitando ao conjunto da sociedade local respostas que apontem soluções viáveis para superarmos os problemas de saneamento.

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WALMIR~1Walmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

 

Desenvolvimento, e não o simples crescimento baseado em alguns números e estatísticas, é o que nossas cidades precisam para promover oportunidades a todos os segmentos sociais. No caso de Canavieiras, o turismo que se avizinha é o da melhor idade e ecumênico, bastando, apenas que a cidade ofereça todas os serviços que esses turistas se sintam em casa.

 

Em tempo de recursos cada vez mais escassos, só resta aos municípios brasileiros buscar novos paradigmas de administração pública. Há muito não se consegue junto aos governos Federal e estaduais recursos suficientes para atender as necessidades mais prementes dos municípios, com responsabilidades crescentes no atendimento à população.

Aquele modelo de simples crescimento, calcado na implantação de obras sem planejamento não mais funciona hoje. A população, embora cada vez mais pobre e sem perspectivas, possui modernos instrumentos de comunicação rápidos e eficientes: as chamadas redes sociais, disponíveis em qualquer smartfone conectado a internet.

E o avanço tecnológico provocou uma mudança comportamental em toda a população, sem distinção da sua estratificação econômica e social. Determinada pessoa pode até não saber analisar determinada situação de forma pedagógica, mas tem o conhecimento do fato e sua metodologia de discernimento é o caixa do supermercado.

Daí, o cuidado redobrado do governante em mudar seus conceitos: ao invés do simples e atrasado crescimento, terá que perseguir o desenvolvimento, adotando o planejamento municipal e não só o das finanças, como sempre aconteceu. Qual a cidade que queremos, quais os recursos que dispomos e quais as nossas prioridades?

Tudo isso deverá estar contemplado no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) como linha mestra a ser seguida. Para elaborá-la, ou reformá-la, precisamos do apoio de técnicos especialistas em cidades e vontade política de executar suas recomendações, transformadas em lei balizadora do zoneamento urbano.

Agora, passados 10 anos da aprovação do Plano Diretor Urbano Municipal, é hora de recolocar Canavieiras no caminho do desenvolvimento, com propostas dentro de novas perspectivas. Para tanto, é primordial instrumentalizar o processo com uma política urbana concreta, baseada na vocação econômica e nas possibilidades futuras.

E parceiros para essa monumental empreitada não faltam. Temos hoje na região a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), com conhecimento acumulado sobre nossos municípios, e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), com uma proposta acadêmica diferenciada, o que a permite atuar de acordo com a realidade local.

Abrindo um parêntese, essa é a segunda grande oportunidade de Canavieiras integrar o rol dos municípios turísticos de fluxo perene. O primeiro foi o Projeto Canes (Complexo de Atividades de Natureza Econômica e Social), elaborado em 1990 pelos urbanistas André Sá e Francisco Mota e o economista Paulo Gaudenzi.

Nas ações complementares ao projeto Canes, a desapropriação de áreas no centro e na Ilha da Atalaia, para a implantação de hotéis, pousados e cabanas de praias padronizadas, bem como unidades residenciais. O Projeto Canes foi o primeiro grande vetor do desenvolvimento turístico de Canavieiras, proposta era a de transformá-la numa cidade que conseguisse reunir todas as condições de oferecer ao turista uma hospitalidade de primeira linha.

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Juvenal descarta retorno à Ceplac
Juvenal descarta retorno à Ceplac

O ex-superintendente regional da Ceplac, Juvenal Maynart, gerou burburinho hoje (18), ao ser visto na sede do órgão, na rodovia Ilhéus – Itabuna. Não faltou quem especulasse que a presença tinha a ver com um possível retorno ao cargo que ele deixou em setembro de 2015, mesmo diante do bom trabalho realizado, mas por não ter resistido às pressões decorrentes do rompimento entre o PMDB da Bahia e o Governo Federal.

Questionado pelo PIMENTA, Juvenal diz que a especulação é furada e vai logo avisando, com bom humor: “figurinha repetida não preenche álbum”. O ex-superintendente afirma acreditar que já deu sua contribuição e elogia o atual comando da Ceplac, destacando a parceria entre o órgão ligado à cacauicultura e a Universidade  Federal do Sul da Bahia (UFSB), especialmente em projetos dos Núcleos de Agroflorestais e de Tecnologia e Inovações.

Sobre a ida à superintendência, o ex-gestor esclarece que foi até lá para assumir, como membro titular, uma das cadeiras no Conselho Fiscal do Parque Tecnológico, projeto tocado em conjunto por Ceplac e UFSB. “A presença foi restrita à UFSB”, insistiu.

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Naomar Almeida diz que pela primeira vez a reunião da SBPC é realizada por um consórcio de universidades
Naomar Almeida diz que pela primeira vez a reunião da SBPC é realizada por um consórcio de universidades

A Bahia receberá pela terceira vez a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). E será a primeira vez que o encontro acontece no interior do Estado, mais precisamente na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), no campus de Porto Seguro.

A reunião, considerada uma das mais relevantes no calendário científico do país, está programada para o período de 3 a 9 de julho. Ao longo de sete dias de debates, o evento da SBPC espera reunir 20 mil pessoas. O tema central será “Sustentabilidade, Tecnologia e Integração Social”.

De acordo com o reitor da UFSB, Naomar Almeida Filho, está é a primeira vez que a reunião será realizada por um consórcio de universidades públicas. Para ele, “isso é importante porque valoriza a solidariedade, superando o modelo de competição institucional”.

Atualizado às 8h43 do dia 12/04/2016

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Felipe-de-PaulaFelipe de Paula | felipedepaula81@gmail.com

 

Nossas universidades estão repletas do que costumo chamar de praticantes de masturbação intelectual. A analogia com a prática do “auto-prazer” vem da ideia de que aquilo não gera nada além de satisfação para aquele que a pratica.

 

Li uma matéria jornalística a respeito de um projeto da Universidade do Minho, em Portugal, que desafiava seus doutorandos a apresentarem suas pesquisas num pub da cidade. Público externo ao ambiente acadêmico, exigindo uma linguagem mais objetiva, direta, que permita a comunicação com aquelas pessoas.

A proposta é, segundo os organizadores, promover um ambiente descontraído e informal, com uma linguagem e profundidade adequadas. É, na minha opinião, um pouco mais do que isso. A proposta de levar o que é feito na Academia para um ambiente externo significa refletir sobre o sentido do que se faz dentro das universidades. Qual o sentido de produzir se o que é feito se esgota nos limites do campus, preenche uma estante na biblioteca, garante uma nota ao formando ou uma progressão funcional ao docente?

Nossas universidades estão repletas do que costumo chamar de praticantes de masturbação intelectual. A analogia com a prática do “auto-prazer” vem da ideia de que aquilo não gera nada além de satisfação para aquele que a pratica. Acadêmicos das mais diversas áreas gastam infindáveis horas com discursos rebuscados, debates acalorados com os seus pares, textos de linguagem distante e destinados apenas a congressos e publicações altamente especializadas. Ruim? Não necessariamente. Útil para a sociedade? Também não necessariamente.

Complicado pensar numa instituição – e em seus profissionais – sustentada por uma população que nem ao menos tem a chance de conhecer o que se passa lá dentro. O acadêmico moderno deve ter a obrigação de apresentar a universidade “ao mundo de fora”. Ali não é (ou não deveria ser) um panteão para privilegiados. Ali está um recorte de mundo com extremo potencial para produzir conhecimento. E esse conhecimento deve ser útil para a sociedade, de domínio da sociedade, com caráter libertador a fim de desatar os nós da ignorância e da opressão que vem associada a esta.

Acadêmicos: ao mundo! Uma universidade que morre em si, ajuda a sociedade morrer junto com ela. Uma universidade que não está em seu devido lugar – em meio ao povo – não tem razão de existir.

Se o dito popular afirma que traduzir é trair, a Academia tem o dever de reverter esse pensamento. Traduzir o academicismo, no caso, é permitir. O desenvolvimento, a integração, os saberes. Construamos universidades com cada vez menos “masturbadores” e cada vez mais criadores. A sociedade agradece.

Felipe de Paula é professor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

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A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) inicia nesta segunda-feira, 15, a segunda etapa de formação de profissionais que atuarão em seus Complexos Integrados de Educação (CIEs). A primeira etapa da formação aconteceu no período de 1º a 4 deste mês. Participam professores de Itabuna, Porto Seguro e Itamaraju.

Entre os temas que fazem parte da capacitação, estão educação em tempo integral, planejamento participativo e metodologia de projetos.

Os CIEs propõem inovações como o Encontro de Saberes, que introduz conhecimentos e práticas de comunidades tradicionais do sul da Bahia na grade curricular de seus cursos.

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UFSB oferece 480 vagas pelo Sisu nesta edição (Foto Gabriel Oliveira).
Uesc oferece mais de 1,6 mil vagas e UFSB (imagem acima) tem 480 vagas pelo Sisu (Foto Gabriel Oliveira).

Hoje (14) é o último dia para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O sistema receberá inscrições até as 23h59, no horário de Brasília. Até a noite de ontem (13), 2.217.738 estudantes haviam feito a inscrição, segundo o último balanço do Ministério da Educação (MEC).

Pode se inscrever o estudante que participou da edição de 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e obteve nota acima de 0 na prova de redação. É necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem.

As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, no site do Sisu. Nesta edição, são ofertadas 228 mil vagas em 131 instituições públicas de educação superior.

O resultado da chamada regular será divulgado no dia 18 de janeiro. Os selecionados deverão fazer a matrícula na instituição nos dias 22, 25 e 26 de janeiro. Assim como na edição anterior, só haverá uma chamada regular. AB.

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Uesc oferece mais de 1,6 mil vagas pelo Sisu em 2015.
Uesc oferece mais de 1,6 mil vagas pelo Sisu em 2015.

Começaram hoje (11) e seguem até a quinta (14) as inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). São mais de 228 mil vagas em universidades e institutos federais em todo o país.

No eixo Ilhéus-Itabuna, são quase 2 mil vagas nas universidades Estadual de Santa Cruz (Uesc) e Federal do Sul da Bahia (UFSB), além do Instituto Federal Baiano (IF Baiano), em Uruçuca.

As inscrições são feitas somente pela internet, no site do Sisu, e podem concorrer às vagas quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 e não zerou a prova de redação.

A Uesc oferece 1.676 vagas para os seus cursos de graduação, dentre os quais vários nas áreas de Engenharias, e os mais disputados, como Medicina e Direito.

A UFSB oferece vagas em cursos de licenciatura e bacharelados interdisciplinares em Itabuna, assim como Porto Seguro e Teixeira de Freitas. Para este semestre, são 480 vagas nos três campi.

O resultado da chamada regular do Sisu sairá no dia 18, com matrículas devendo ser efetivadas no período de 22 a 26 de janeiro.

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UFSB oferece 480 vagas pelo Sisu nesta edição (Foto Gabriel Oliveira).
UFSB oferece 480 vagas pelo Sisu nesta edição (Foto Gabriel Oliveira).

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) oferecerão total de 2.156 vagas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As inscrições começam na próxima segunda (11) e encerram-se no dia 14.

A maior oferta de vagas é da Uesc. São 1.676 para os mais de 30 cursos de graduação. Dentre as opções de cursos, os mais concorridos são Medicina e Direito.

Já a UFSB, que possui campi em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas, oferta 480 vagas para licenciatura e bacharelados interdisciplinares. Os bacharelados oferecem, após período de formação geral, vagas em cursos como Medicina, Engenharia Sanitária e Ambiental e Direito (confira aqui).

O resultado da primeira chamada sairá no dia 18. Antes da abertura das inscrições, o Ministério da Educação divulgará, na sexta (8), as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015.

O Sisu oferece mais de 13 mil vagas em em faculdades públicas em toda a Bahia, sendo 4.442 delas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), 1.490 pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e 1.455 pela Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB). Confira todas as vagas disponíveis clicando aqui.