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Do Blog do Anderson
Um policial militar e dois bandidos morreram em confronto no início da noite desta quarta-feira (1º) em Vitória da Conquista. De acordo informação da polícia, Elias Dias Cerqueira estava a caminho da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC/Conquista) para buscar a sua esposa, quando flagrou os bandidos assaltando uma estudante na Rua Ubaldino Figueira, a poucos metros da Faculdade. Ele tentou reagir e foi atingido com três tiros.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) fez o resgate, mas ele não suportou. Em ronda, policiais conseguiram encontrar os dois assaltantes, que acabaram morrendo em confronto. Neste momento, os corpos encontram-se no necrotério do Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC) onde o movimento é intenso. De acordo policiais os dois assaltantes tinham várias passagens pela delegacia.

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A construção de novos aeroportos nas cidades de Barreiras e Vitória da Conquista tiveram recursos da ordem de R$ 110 milhões aprovados nesta terça-feira (30), pela Comissão Mista do Orçamento do Congresso. As duas emendas foram articuladas pelos deputados baianos ACM Neto (DEM) e a senadora eleita, Lídice da Mata (PSB).
O repasse será de R$ 60 milhões para o terminal de Barreiras, no oeste baiano, e mais R$ 50 milhões para o de Vitória da Conquista, na região sudoeste.
A obra em Conquista já conta com R$ 40 milhões assegurados através de uma emenda individual do senador ACM Júnior (DEM). O novo repasse ainda deve ser aprovado em plenário na sessão conjunta da Câmara e do Senado. Informações do Bahia Notícias.

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Nova expansão visa tornar o Conquista Sul o maior shopping do interior da Bahia.

O Shopping Conquista Sul passará a ter 180 lojas ao concluir a segunda etapa de expansão ao final do primeiro semestre de 2011, quando completará cinco anos de atividades.

As obras seguem a pleno vapor e o empreendimento ganhará novas lojas-âncoras, passará a contar com três megastores, hipermercado e 900 vagas de estacionamento, grande parte delas coberta. Atualmente, o empreendimento conta com 134 lojas, três salas de cinema com 750 lugares e livraria, além de grandes redes.

Os investimentos giram em torno de R$ 20 milhões nesta nova expansão e evidenciam o ótimo momento vivido pela economia conquistense. Uma das âncoras da expansão é a gigante Casas Bahia, além do hipermercado Bretas.
A área construída do Conquista Sul passará de 11 mil para 33 mil metros quadrados. O projeto da Ciclo Empreendimentos e da administradora Zolim é transformar o Conquista Sul no maior shopping do interior da Bahia.

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Além de ter passado aperto para vencer José Serra (PSDB) em Itabuna (50,96% a 49,04%) e ter perdido em Vitória da Conquista, considerada a cidade mais “serrista” da Bahia, Dilma Rousseff (PT) perdeu para o tucano em duas importantes cidades do sudoeste baiano.
Em Itororó, Serra bateu Dilma por 52,05% a 47,95%. Já em Itapetinga, o ex-governador de São Paulo saiu das urnas com 50,11% dos votos, deixando a presidente eleita com 49,89%.
Os dois municípios são governados pelo PT.

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A candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff, estará nesta terça-feira, 26, em Vitória da Conquista , no sudoeste da Bahia. Ela será recebida às 13h30min, no aeroporto da cidade, pelo governador Jaques Wagner. Depois, a candidata seguirá em carreata pelas principais ruas de Vitória da Conquista, finalizando com um ato público na Praça Sá Barreto.
Os petistas tentam reverter a vantagem que o tucano José Serra teve no primeiro turno da eleição presidencial em Conquista. E lembram que em 2002 Lula perdeu no primeiro turno na maior cidade do sudoeste baiano, mas venceu com folga no segundo.

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O empresário André Luiz Rocha Bramont, de 36 anos, que era proprietário de uma casa lotérica em Vitória da Conquista, foi assassinado na noite do último sábado, 16, em Salvador. Segundo o Blog do Anderson, Bramont foi vítima de um assalto, quando caminhava em companhia de sua mãe e do filho de sete anos pelo bairro da Boca do Rio.
A informação é de que dois homens se aproximaram em uma moto e pediram o relógio e a carteira do empresário. Em seguida, um dos bandidos atirou na vítima, que chegou a ser levada para o Centro de Saúde do Marback, que fica próximo ao local onde ocorreu o crime, mas não resistiu ao ferimento.
André Luiz Bramont era filho do radialista e oficial de justiça Carlos Bramont. O empresário, que cursava o quarto semestre do curso de Direito da Faculdade Independente do Nordeste (Fainor), havia ido a Salvador para visitar o filho e, no momento em que foi baleado, estava indo pegar um táxi em direção à rodoviária, de onde retornaria para Conquista.

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O radialista e ex-candidato a deputado federal Herzem Gusmão (PMDB), de Vitória da Conquista, não seguiu a orientação do ex-ministro Geddel Vieira Lima de apoiar a petista Dilma Rousseff. O comunicador era das presenças mais animadas na carreata do presidenciável José Serra no município do sudoeste baiano.
Foi uma volta ao ninho. Herzem disputou a prefeitura de Conquista pelo PSDB, partido ao qual era filiado até o ano passado, quando sentiu-se seduzido pelos apelos de Geddel. O resultado das urnas, no entanto, causou insatisfação. Em resposta ao convite do ex-ministro, Gusmão preferiu dar o troco. Vai de Serra.

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O ex-prefeito de Vitória da Conquista, José Raimundo Fontes (PT), teve a sua candidatura liberada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por unanimidade. “Zé Raimundo” é candidato a deputado estadual e sofreu impugnação ao ter seu nome figurado na lista do Ministério Público estadual como “ficha suja”. O processo remonta ao período em que ele administrou o município do sudoeste baiano. Zé Raimundo também ganhou, por unanimidade, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA).

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HÉLIO PÓLVORA E A ESCOLHA DO SIMPLES

Ousarme Citoaian

O título do primeiro romance de Hélio Pólvora (foto), Inúteis luas obscenas, é um achado, mas não surpreende: jornalista de batente (além de contista, ensaísta, cronista, tradutor e crítico de cinema) ele sabe a importância de bem titular (até procurou, em vão, convencer disso seu compadre Euclides Neto, que criou títulos não muito inteligíveis, como Machombongo). Mas o melhor de Inúteis luas obscenas não é o título, é o próprio livro, um retorno ao bom e velho estilo de contar histórias com começo, meio e fim. Senhor de erudição suficiente para atingir o esnobismo (poucos brasileiros leram tanto quanto ele), Hélio fugiu dos experimentos estéreis, em privilégio do simples.

O LEITOR ESCOLHE O FINAL “MELHOR”

Surdo é personagem recorrente em contos do autor. De tanto perturbar o sono do contista foi parar no romance – um romance que se lê de uma sentada, tal a qualidade da narrativa, que pega o leitor pelo colarinho e o leva, subjugado, à última página – quando, surpreso, será chamado a decidir entre dois epílogos. Inúteis luas obscenas é um tratado sobre a solidão humana, estampada em anti-heróis condenados à vida miserável, sem perspectiva de romper seu círculo de pequenez, empurrados para um final em que nenhum tipo de libertação é possível. Nesse ambiente, duas mulheres fortes (“Somos duas cobras venenosas”, diz uma delas) se destacam: Celina e Regina.

AROMAS, CORES E SABORES DE CACAU

Surdo (que talvez nem seja surdo) é dado a leituras e filosofias, pensa, medita e dá mostras de ter visitado os bons autores. “Os maus têm uma felicidade negra”, cita Victor Hugo (foto). Envolvido com luas azuis, vermelhas e obscenas, e um amor não convencional, Surdo é um homem incompreendido e portador de certa carga de amargura – na grande sabedoria há grande pesar, ensina o Eclesiastes. Resta dizer que Hélio Pólvora é um escritor da zona cacaueira (“Sou um pobre homem de Itabuna”, diz ele, parodiando Eça), e seu romance tem cheiros, cores e sabores de teobroma, ainda que seja universal, na medida em que trata do sofrimento do ser humano, presente em todas as latitudes.

TEXTO PRAZEROSO, INOVADOR E ECONÔMICO

O clima de tragédia é acentuado por um prólogo em cada capítulo, à moda do coro do teatro grego, e referências a entes mitológicos (na gravura, Édipo). O romancista esparge constantes pitadas de lirismo sobre seus embrutecidos personagens, o que enriquece e “humaniza” a história. No entanto, esse olhar, que às vezes parece cúmplice e protetor, não subtrai a Inúteis luas obscenas seu conteúdo de tragicidade. Há de ressaltar-se (afora essa leitura pessoal), o texto prazeroso, econômico (sem chegar à mesquinharia de Dalton Trevisan), conciso, sem sobras nem faltas. A sensação é de que valeu (muito) a pena esperar pelo primeiro romance de Hélio Pólvora.

O QUE NOS IRRITA TAMBÉM NOS MELHORA

Teria sido o velho e suíço Gustav Jung (foto) quem disse: “Tudo o que nos irrita nos outros pode nos levar a um conhecimento de nós mesmos”. Assim, coisas que a gente combate, como ingratidão, injustiça, traição, inveja, ciúme, medo ou impaciência e, no meu caso, a má concordância, a regência pífia e os lugares-comuns, pode significar que nós próprios somos portadores desses defeitos. Entendo ser imperativo que eu, crítico iconoclasta da obra alheia, exerça essa mesma exigência em relação a meus textos. E eu a exerço, embora considere normal não ter a isenção suficiente e ainda deixar contaminar minhas opiniões pela excessiva carga de autocompaixão.

NO INESPERADO, O EROTISMO VOCABULAR

Em maré de citações (hei de ter cuidado, pois Newton disse que quem cita muito não tem idéias próprias) ponho em campo o pensador francês Roland Barthes (foto), para quem as palavras se tornam eróticas pela excessiva repetição. Confesso que sinto esse erotismo vocabular (parece que inventei isto agora!) no inverso da repetição, que é o inesperado. O texto novo e simples tem uma força estranha que me agride (no melhor sentido), me pega pelo colarinho e me transporta a mundos distantes. Arrisco-me a perder os leitores exigentes, pois acabo (ai de mim!) de me pôr em posição contrária a Barthes (se vivo, não creio que ele ficasse muito preocupado com minha opinião…).

TEXTO QUE NOS EMBALA E TRANSPORTA

A verdade é que experimento um prazer muito grande com frases corretas, desde que despidas de pedantismo. Elas mexem em minha alma, me embalam e me transportam, como esta, um verso de sete sílabas: “Onde eu nasci passa um rio…”. A partir desta frase de Caetano Veloso é possível escrever romance, novela, crônica, conto… ou não escrever coisa nenhuma, mas será impossível não pensar e não sentir. “Onde eu nasci passa um rio” é texto a um só tempo refinado e simples. Uma das melhores frases da MPB, provocativa, por isso nova e boa, digna de ser tema de redação de vestibular para qualquer curso. Em prosa ou verso.

LIVRARIA ENTRE NÓS, NEM PRA REMÉDIO

Há variadas formas de medir o desenvolvimento cultural de uma comunidade: universidades, livrarias, editoras, cinemas, teatros e outras. Itabuna e Ilhéus (principais cidades da região) não têm, a rigor, nem uma livraria para remédio (temos casas que vendem, dentre outros itens, livros). Quanto aos outros padrões citados, estamos também em grande déficit – e é deplorável dizer que já estivemos em melhores condições do que hoje. Quer dizer: no que respeita a esses valores, andamos para trás. Ou, no máximo, de banda, no melhor estilo Ucides cordatus, também chamado caranguejo-uçá.

XADREZ POR AQUI SÓ A CADEIA PÚBLICA

Um leitor indignado nos ofereceu outro metro comparativo (igualmente empírico, é verdade) do nosso nível cultural: quase a ponto de nos confundir com o Procon, ele reclama que vasculhou Ilhéus e Itabuna para, surpreso, descobrir que é impossível, em cidades tão culturalmente ”avançadas”, comprar um jogo de peças de xadrez, com o mínimo de qualidade. Ora, vejam só. O chamado nobre jogo é mesmo um padrão interessante para o caso. O leitor diz que Vitória da Conquista, por exemplo, tem o xadrez na escola fundamental, como prática educativa. Aqui, xadrez é apenas a super-povoada cadeia pública.

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LUIZ GONZAGA E O INCÔMODO “VOZES DA SECA”

Dia desses, falamos aqui no médico Zé Dantas, um dos dois maiores parceiros de Luiz Gonzaga – o outro foi o advogado Humberto Teixeira (foto) – quando listamos “Vozes da seca” entre os clássicos do médico pernambucano. Luiz Gonzaga, na minha modesta opinião, foi o maior músico pop do Brasil (com a morte dele, creio que o lugar é de Gilberto Gil), mas é preciso lembrar, nem que seja apenas em favor da fria verdade histórica, que o Rei do Baião foi um conservador exacerbado, apoiou o golpe de 1964, chegou a dizer que não havia tortura no Brasil – e “Vozes da seca” o incomodava. Sei de um show em que ele, ao pedirem esta música, se recusou a cantá-la, com uma frase marota: “Não me lembro da letra”.

O CONSTRANGIMENTO DOS JOVENS COLEGAS

Gonzaga sempre teve horror a políticos de esquerda. Passou nove anos no Exército, quando aprendeu a admirar os militares, sendo amigo do presidente general Dutra, de quem animou muitos saraus palacianos – e, mais tarde, de Marco Maciel. Talvez não por acaso, “Boiadeiro”, a toada com que costumava iniciar suas apresentações, é de dois ex-militares (Armando Cavalcante e Clécius Caldas) que conhecera na caserna.  Já no governo Médici (o mais sanguinário dos generais da ditadura) ele decepcionou os colegas engajados na luta política, a exemplo de Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Geraldo Vandré (foto).  E o mais constrangido de todos com esse comportamento era Gonzaguinha, filho do Rei.

POR BURRICE, “ASA BRANCA” FOI CENSURADA

A ditadura, que nunca respeitou nem mesmo os que apoiaram o golpe, também não poupou Luiz Gonzaga, proibindo-o de cantar (era o governo Médici) “Vozes da seca”, “Paulo Afonso” e “Asa branca” (as duas primeiras com letra de Zé Dantas, a segunda de Humberto Teixeira). As razões da censura: “Vozes da seca”, por ser música de protesto, e “Paulo Afonso”, por ciúmes – exalta os presidentes Getúlio, Dutra e Café Filho; já “Asa branca” foi censurada devido à burrice que grassava no governo – a ditadura era um monstro sem cabeça e, logo, sem juízo. Em 1980 (sob o general Figueiredo), Luiz Gonzaga gravou “Caminhando”, o “hino” de Geraldo Vandré; em 1981 fez as pazes com Gonzaguinha.
</span><strong><span style=”color: #ffffff;”> </span></strong></div> <h3 style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>E FRED JORGE CRIOU CELLY CAMPELLO!</span></h3> <div style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>No auge do sucesso, em 1965, a música teve uma versão no Brasil, gravada por Agnaldo Timóteo. Como costuma ocorrer com as

UMA EDIÇÃO COM MUITAS LÁGRIMAS

Este vídeo foi editado com lágrimas, especialmente para a coluna. As imagens mostram o sertão nordestino torturado pela seca, aquele ambiente de intenso sofrimento (físico e, por consequência, psicológica) que inspirou o ginecologista e compositor José de Souza Dantas Filho, o Zé Dantas (1921-1962). O ano é 1953. Algumas cenas são de Vidas secas (1963), filme de Nelson Pereira dos Santos (foto), que também merece nossa homenagem menos tardia do que sincera. Clique.
(O.C.)
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Depois de Salvador, Feira de Santana e Itabuna, o programa Ronda nos Bairros chega ao sudoeste baiano. Vitória da Conquista foi dividido em três setores, que terão efetivo total de 72 policiais militares para o trabalho nas áreas consideradas mais perigosas do município.
O programa será lançado amanhã, 1º, às 9h30min, no Urbis V, pelo secretário estadual de Segurança Pública, César Nunes, e pelo comandante-geral da PM, Nilton Mascarenhas. O secretário César Nunes destaca que “quanto mais rápida for a atuação da polícia, menor será o dano causado”.

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Lenine foi aclamado pelo público da sexta edição do Festival de Inverno Bahia, em Vitória da Conquista, no último domingo, 22. O pernambucano deu um show a parte e se permitiu errar letra de música e pedir aos fãs que o ajudassem pra não vacilar novamente. E todos seguiram os seus acordes em Paciência.
Abaixo, Lenine manda ver em Do it. Segundo os organizadores, o festival atraiu cerca de 50 mil pessoas ao parque de exposições de Conquista nos três dias de evento, elogiado pela estrutura. Paremos de lero-lero e vamos à música.

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Chamas consomem turbina do ERJ-145, da Embraer (Foto Blog do Anderson).

Está sendo aguardado para os próximos dias o resultado das investigações das causas de um acidente envolvendo um jato ERJ-145, da Passaredo Linhas Aéreas e fabricado pela brasileira Embraer. As investigações serão conduzidas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), informa o Blog do Anderson.
O jato não conseguiu abrir o trem de pouso e aterrissou “de barriga” no aeroporto Pedro Otacílio de Figueiredo, em Vitória da Conquista (BA), às 14h45min de ontem. Uma das turbinas pegou fogo após o jato deslizar na pista e parar no gramado. A aeronave estava com 27 pessoas, incluindo a tripulação, e partiu de Guarulhos (SP).

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Jato foi fabricado pela brasileira Embraer (Foto Google).

Um jato, modelo ERJ-145, da Passaredo Linhas Aéreas, pegou fogo quando aterrissava no aeroporto Pedro Otacílio de Figueiredo, em Vitória da Conquista, informa o Blog do Anderson. As chamas foram controladas pelo Corpo de Bombeiros. A aeronave havia partido de São Paulo para o município do sudoeste baiano.
As primeiras informações são de que não há feridos graves, embora o jato estivesse com 30 passageiros. O acidente ocorreu numa das cabeceiras do terminal aeroportuário, às 14h45min. Dois passageiros sofreram ferimentos leves, sendo atendidos pelo Samu 192.
Atualizado às 15h59min

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Com mais de 205 mil eleitores, Vitória da Conquista “ameaça” descarregar seus votos em candidatos locais, pelo menos para a Assembleia Legislativa. Jean Fabrício (PCdoB), o ex-prefeito José Raimundo (PT) e a vereadora Lúcia Rocha (DEM) são os mais bem posicionados nas pesquisas. Um “forasteiro” que ameaça a campanha do voto local é Marcelino Gallo, ex-presidente do PT e detentor de apoio do prefeito Guilherme Menezes.
Guilherme não gostou da dobradinha de José Raimundo com Waldenor Pereira, que disputa uma vaga à Câmara Federal, e acabou deixando os dois colegas petistas sem o seu apoio. Evita até aparecer junto nas fotos com a dupla. O prefeito, já em seu terceiro mandato, fechou com Marcelino e, para federal, com Valmir Assunção. Afora esse acidente de percurso, os nomes locais podem sair praticamente eleitos de Conquista.

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O deputado estadual Carlos Gaban (DEM) foi acusado de agressão a funcionários de uma companhia aérea, por conta de divergências com relação ao despachamento de sua bagagem. O fato ocorreu na tarde de sexta-feira, 13, no Aeroporto de Vitória da Conquista.
Segundo informações do Blog do Anderson, uma das vítimas disse ter sido xingada e agredida com socos no peito e no queixo. Houve registro da ocorrência na polícia e os agredidos foram submetidas a exame.
Ao chegar a Salvador, Gaban foi retirado da aeronave e levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal, onde foi ouvido e em seguida liberado.