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Itabuna começou o ano no vermelho quando o assunto é geração de empregos, revela levantamento feito pelo Pimenta na Muqueca. Indústria, comércio e serviços puxaram as demissões em janeiro e Itabuna fechou o mês com o corte de 130 vagas com carteira assinada.
O comércio eliminou 93 postos de trabalho, a indústria cortou 81 e o setor de serviços, 41. A construção civil continua com boas notícias, mas num nível menor. Em janeiro, o setor gerou 67 postos de trabalho.
O ano de 2009 começou com a geração de 780 empregos de carteira assinada e o registro de 910 demissões ou desligamentos no município. Os números fazem parte do levantamento mensal do Ministério do Trabalho e Emprego.
Como comparativo, no mesmo período de 2008, a cidade havia cortado três postos de trabalho. A diferença é que no ano passado não havia a crise  econômica mundial.
A notícia alentadora é que, no comparativo com dezembro, o ritmo de demissões caiu. Se agora foram 130, em dezembro do ano passado bateu em 410 desligamentos.

Cortes também em Ilhéus

A situação também não é boa para Ilhéus. Por lá, a indústria demitiu ainda mais. O setor tem como âncora o pólo de informática. Foram 112 cortes de vagas, resultado direto da demissão de 163 trabalhadores e admissão de apenas 51.
O comércio ilheense foi mais generoso do que o de Itabuna em janeiro, com a contratação de 135 pessoas e demissão de 166. A construção civil registrou bons números também em Ilhéus. Foram 56 contratações e 28 desligamentos no período, saldo de 28 postos.
A cidade, porém, não gerou um novo emprego sequer nos últimos 12 meses. Pelo contrário. Foram cortadas 61 vagas (6.541 admissões ante 6.602 desligamentos).
Itabuna baixou o ‘estoque’ de empregos em igual período, mas gerou 1.289 novas vagas (11.414 contratações e 10.125 demissões).

6 respostas

  1. Se houvesse o lançamento de novos imóveis para a classe média local, como descrito em outro espaço deste mesmo blog, certamente haveria contratações de mais mão-de-obra no setor de construção civil (que é um dos grandes multiplicadoes, pois alimenta vários setores do comércio) pois o déficit habitacional é muito grande!
    Da mesma forma que eu comentei no outro espaço que trata do mesmo tema, construção civil, se o Governo do Estado seguisse o Federal e lançasse um “pacote” transformando a licença prêmio não gozada dos servidores públicos estaduais em crédito para a compra, reforma, quitação e/ou construção da casa própria por parte desses servidores emtodo o estado, ajudaria a aquecer o mercado e, consequentemente, haveria mais oportunidades de emprego, já que os servidores públicos estaduais não dispõem de FGTS como os federais.
    Muitas vezes o sujeito deseja muito comprar o imóvel financiado, mas os 20% da entrada se torna o maior empecilho, inviabilizando o sonho de muitos, sendo que eles muitas vezes têm 2 ou mais licenças prêmio vencidas, mas como o governo não as compra, ele fica de mãos e pés atados e o mercado, assim como os empregos, sentindo, …!!!
    As prestações da casa própria não são o problema para a maioria (pois seriam num valor aproximado ao que a maioria já paga de aluguel) mas sim a entrada, pois nem todos dispõem de 20; 30; 40 ou mesmo 50 Mil Reis para dar de entrada num imóvel, mas para quem recebe cerca de R$5 mil Reais mensais, por exemplo, duas licenças prêmio equivale a cerca de R$30 mil, o que já ajudaria bastante, …!!!
    É pensar a respeito. Tenho certeza de que qualquer um deputado (a) que conseguir viabilizar uma proposta como essa, transformando-a em projeto, será eleito (a) ou reeleito (a) com folga, …!!!
    A idéia está lançada, só falta um (pai, ou mãe) político para viabilizar, …!!!

  2. Assim falou SérgioTrusta!
    O PHD em Economia Aplicada em Nações em Desenvolvimento com Mercados de Demanda Reprimida.

  3. O tal do Sérgio é uma quase enciclopédia… sabe tudo. Mas, como qualquer tolo, imagina que a construção civil seja capaz de absorver a mão-de-obra carente de emprego. Deve ser o seu caso pessoal, do contrário não diria tamanha asneira.
    A falta de instrução e qualificação das pessoas aptas a trabalhar em Itabuna e região é o grande problema que os indicadores oficiais não detectam. Aqui vale o provérbio chinês: “… se o sujeito não sabe e pensa que sabe afaste-se dele, porque é um tolo”.

  4. Se alguém pensa que sabe das coisas e escreve sem fundamentação alguma, com o escopo único de tentar atingir as pessoas, não colaborando para absolutamente nada, apenas critica por criticar, sofre, no mínimo, de idiotia profunda. Merece ser enterrado vivo, …!!!

  5. Mas realmente, precisamos de programas e cursos de qualificacao profissional. O que o povo de Itabuna e Ilhéus sabe fazer? Onde está o tão falado CEFET? Na verdade nós não temos representantes políticos na região. Ai, temos que viver de migalhas.

  6. Quem deveria estar lutando por mais oportunidades de emprego para a região, está na “fila”, em Brasília. Leiam a ISTO É desta semana, na página 40 e vejam vocês mesmos, …!!!

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