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Enquanto o Bolsa Família prioriza as atenções da sociedade, um outro programa de transferência de renda, o BPC (Benefício de Prestação Continuada), cresce aceleradamente e seus gastos já representam 0,48% do PIB em 2008, informa reportagem de Antônio Gois, publicada na Folha desta terça-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
O benefício consiste no pagamento de um salário mínimo a idosos e deficientes com renda per capita familiar inferior a um quarto de salário mínimo. Em 2008, o governo gastou com o programa R$ 13,8 bilhões –mais do que os R$ 10,6 bilhões do Bolsa Família– para atender R$ 1,5 milhão de deficientes e 1,4 milhão de idosos.
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Respostas de 3
Cadê a bolsa família de Azevedo?
Voces chamam a isto de gasto?
Gasto é o que faz os nossos impostos ser atribuido para pagamento de altos salários aos deputados, senadores e ministros. Além de seus benesses, como auxilio moradia, gratificação para compra de paletó, passagens aéreas, gasolina e coisas do tipo.
Bolsa família e Beneficio de Prestação continuada é o mínimo que o governo pode dar de retorno para esses pobres contribuintes. Não é bolsa não. É obrigação!!!!
Desculpem-me que é contra.
Mas faltam mais incentivos para a população carente. Mais moradias, mais renda, mais emprego.
É notório que em épocas de elição todos sabem prometer ou dar uma meia dúzia de bebefícios deste tipo.
Trabalhando direitinho o “governo Lula”, beneficiando o miserável e o milionário. A classe intermediária, aquela que realmente trabalha, que produz, paga impostos, que se dane!!!