A Associação dos Professores de Itabuna, entidade cinquentenária e que grande contribuição deu ao processo democrático local, está devendo. Depois que perdeu a base municipal, pouco participa da luta da categoria em nível local e, por incrível que pareça, menos ainda em nível estadual. Não se propõe ao debate das grandes questões da educação, nem atua no varejo.
Mas a principal dívida da API/APLB, nesses últimos dias, é com a situação a que professores do Colégio Estadual General Osório e de outras unidades estão expostos. A violência chegou de vez às salas de aula em Itabuna. Mas a API, até agora, não se manifestou publicamente contra isso.
Pela postura que assume, parece até estar fazendo o papel da Direc 07 – e da própria SEC -, que a todo custo tentam contornar esse problema sem o expor à sociedade e sem tomar, de fato, providências que visem a solução – ou, pelo menos, a sua amenização.
A API/APLB mantém um blog de notícias – API Notícias – e até hoje nada foi dito ali nem em lugar nenhum contra essa situação do General Osório.
Para o bem da sociedade, o que se espera é uma postura clara da associação de professores sobre este que parece ser o problema mais urgente a afligir os professores em Itabuna e certamente na região: a insegurança no ambiente escolar. Com a palavra, a representação dos professores da rede pública estadual.



















Respostas de 15
e o ministério público???
que o promotorzinho se pronuncie!
a cidade está nas mãos dos marginais e o ministério público não se manifesta!
será por quê é contro o governo do estado??
por quê só se manifesta contra o município?
A API/APLB, controlada por Miralva, Júvia e Prof João e naoVIrgílio, nada vê, pois para eles está tudo bem, nao existe violencia e o governo vai muito bem obrigado e os bolsos e bolsas (deles, é claro) vão bem também.
Veja o exemplo da eleição para a nova (ou velha) direção (ou falta dela), ninguem vê o edital. Só a notícia de que mais uma vez teve chapa única.
A API assim como a DIREC/07, nada mais é do que um comitê politico para a campanha de WAGNAR e GERALDO SIMÕES. O resto que se dane.
É LAMENTÁVEL A POSTURA DE ALGUMAS PESSOAS QUE NÃO SE SABE QUEM SÃO, DE QUE PARTIDOS SÃO, DE QUE GRUPO POLÍTICOS PERTENCEM, FAÇAM COMENTÁRIOS LEVIANOS SOBRE O PAPEL DE UM SINDICATO QUE ESTES NÃO PARTICIPAM, NÃO VIVENCIAM O DIA A DIA E ACIMA DE TUDO, NÃO SÃO CO-RESPONSÁVEIS POR NADA. NEM POR AQUILO QUE É POSITIVO OU NEGATIVO DESTA ENTIDADE TEM AO LONGO DA HISTÓRIA. PRECISA-SE SABER O QUE ELES FAZEM EM SEUS AMIBIENTES DE TRABALHOS CONTRA A VIOLÊNCIA DE FORMA GERAL. NADA SE SABE.
QUANTO A ENTIDADE, ESTA NÃO SOBREVIVE DE MOMENTOS FATUAIS. NÃO SOBREVIVE DE EMOÇÕES MOMENTÂNEAS. ELA COBRA DAS AUTORIDADES, ELA ACOMPANHA OS FATOS, ELA É “SOLIDÁRIA” E ACIMA DE TUDO, ELA SE VÊ EM QUE CADA FATO EM QUE A EDUCAÇÃO NÃO ESTÁ SENDO RESPEITADA.
NO MAIS, A API COMO DELEGACIA SINDICAL NÃO COMENTA POSIÇÕES POLÍTICAS. SIMPLESMENTE AS RESPEITA.
Tem gente querendo que o mar pegue fogo para eles comerem peixe frito, …!!!
Ainda bem que o povo está começando a reconhecer, a enxergar as coisas, …!!!
E agora, colocar a culpa em quem, …?!?!?!
Nada como o tempo. Quando eu digo, …!!!
Esclarecimentos; Devo informar em primeiro lugar que não respondo pela API/APLB-SINDICATO desde janeiro de 2007, por isso, não posso emitir nenhuma opinião.
Como dirigente da DIREC/7, devo esclarecer para os representantes do blog PIMENTA NA MUQUECA, que todas as providencias por parte do governo já foram tomadas junto ao MINISTÉRIO PÚBLICO, POLÍCIA MILITAR e JUIZADO DA VARA DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA, inclusive, às de proteção a nossa colega e servidora, tanto do ponto de vista funcional, como de preservação da vida. Esse episódio tem sido acompanhado passo a passo não só pela DIREC/7, como também pelo MINISTÉRIO PÚBLICO na pessoa do Dr. Clodoaldo Anunciação, bem como a POLÍCIA MILITAR na pessoa do coronel Nonato, desde o seu primeiro momento. De modo que a crítica às autoridades sobre o assunto em pauta não procede. Temos à disposição dos senhores representantes desse conceituado blog e de todos que fazem comentários levianos, uma farta documentação de todos os procedimentos realizados pelas autoridades competentes no acompanhamento do problema. Infelizmente a medida a ser tomada que todos queremos e esperamos estão nas mãos da justiça. Só para esclarecer, tanto a nossa professora como a unidade escolar e demais servidores da referida escola estão sendo protegidos. Estamos à disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários.
Lebro me que a um tempo atras A APPI de Ilheus era mais presente, agora quem toca o terro na escola não é os alunos, no caso do CPM de Ilheus quem mete medo é o comportamento do comandante Major Ubirajara quando se dirige aos alunos professores pais e funcionariso, quandoa Direc vai tomar uma possição contra este homem . Ja que ele que ação manda ele ir para salvador será que la ele seria tão valente quanto é na escola? Duvido!
Quanta fala bonita!! mas nada de ação, apenas reação!!Apenas quando acontece o fato. Nenhuma PREvenção realmente enérgica foi anunciada às outras escolas que passam pelos mesmos problemas!!Os estudantes, ou melhor, AS estudantes estão se pegando nas ruas em gangs ( e não são delinquentes: são estudantes!)fora das aulas, depois de serem marcadas dentro dos estabelecimentos, nenhuma autoridade está nas portas, demora quando é chamada e ninguém faz nada: os menores estão apavorados e são alvos fáceis.Professores tendo que correr atrás de alunos na rua para defender de outros colegas, para não chegar espancados em casa, diretores que muitas vezes foram ameaçados e xigados até por pais de alunos!!Alunos que chegam drogados na escola.Outros armados. Não há nem mesmo recurso disponível para colocar videomonitoramento nas escolas,medida urgentíssima a ser tomada, onde as bombas fortes estão pipocando, às vezes mais que uma por dia,desde o início do ano, até acontecer mais algumas notícias para as páginas policiais.Quem é o/a próxim(o)a? Alguém arrisca um palpite??Por que que estes órgãos não se interessam de fato em intervir?? eu respondo: é porque não tem filhos ou sobrinhos ou netos deles lá dentro: estão estudando em escolas particulares!!!A dor do espancado não chega na casa deles…Não sabem na pele o que um pai e/ou uma mãe passa ao deixar um filho ir estudar sem saber se volta inteiro!! se volta vivo!!Resultado: Vamos para dentro das escolas nem que seja por 10 minutos de nossas horas de almoço ajudar os professores assustados e oprimidos com tanta violência!!E vamos filmar e fotografar tudo!! teremos provas!!!
Nao gosto de Miralva, mas isso é caso para POLICIA resolver e nao SINDICATO.
Miralva, fala a verdade !!!
Vocês estão pouco se lixando para “colega servidora” !!!!
A “colega servidora” não precisa de documentos, precisa de garantia de vida e um ambiente seguro para trabalhar.
Não é só diretor que recebe ameaça , os professores estão a todo tempo sendo ameaçados com armas brancas nas escolas estaduais , vão as escolas que veram , o sindicato só rece o dimheiro que descontar nos nossos salarios , que colocou joão foi miralva ,ele não é funcionário do estado só do municipio
A sociedade perde muito, formando cidadâo com “rei na barriga” Disse bem, Maraiah, ao lembrar da violência que a classe docente está vivenciando: Meninas “se pegando” em plena sala de aula, tapas na cara uns dos outros, ameaças, palavrões, histórias macabras, referências preconceituosa aos outros, vozerio terrível, onde não se pode completar um pensamento, chacotas, injúrias; ameaças e acusações a professores, diretores… Lembro de um passageiro americano, detido na alfândega brasileira e obrigado a pagar multa, porque ao entregar o seu documento de identidade, pos em evidência o dedo médio. Em qualquer repartição pública, tem lá escrito que é passível de pena, quem ofende o servidor no exercício de sua profissão. Então o servidor (a) professor (a) pode ser destratado (a)? Eu pergunto: será que a profissão de professor anestesia a pessoa? Torna-a peessoa insensível, sem medo, sem amor próprio? Ofensa é crime, injúria é crime, mas nossas crianças e jovens não precisam ter o dever de respeitar! Aonde vamos chegar? As pessoas precisam ter partido, religião, casta, para sair em defesa do outro? Parece que estamos de retorno à ignorância, plena!
Enquanto os menores marginais forem acobertados pelo Estatuto do Menor e do Adolescente o problema da violência dentro e fora da escola só tenderá a aumentar… É inaceitável que um garoto de 14 anos não seja responsável pelos seus atos de violência, ele não sabe que não deve se drogar e que andar armado é crime?
Quanto à posição da API, sabe-se que o Prof. João não se incomoda com as questões da rede estadual (ele só trabalha na rede municipal) e, além disso, é despreparado e incompetente, usa o Sindicato em benefício próprio unicamente. Pena que muitos dos professores adoram falar mal de quem esteve segurando a “batata quente” por muito tempo (Miralva, Júvia e outros), mas não têm a coragem de formar uma chapa, candidatar-se e assumir o Sindicato. Resultado: Prof. João afundou uma instituição com anos de combatividade.
Amiga Maria Menezes e sociedade itabunense: estamos apavorados não são com os menores marginais!! Desses, esperamos as piores respostas sendo mal amados,e às vezes nos surpreendem no bem, pois já aprendemos a lidar com eles.O que mais dói é que os menores em questão são os bonzinhos em suas casas, aqueles estudantes regulares, filhos de bem,que se vestem bonitinho, que tem uma família, uma casa, comida e roupa lavada em dia!!!Esses estão nos corredores desafiando a boa ordem das aulas.São eles que estão soltando bombas dentro das escolas, no meio dos colegas e entre os professores, são eles que encostam no amigo e marcam brigas lá fora (mais ainda as meninas!!), esses mesmos gritam com os professores,colegas, funcionários, colocam apelido, saem das salas e ficam pelos corredores e pátios buscando a desordem, correria e gritaria, quando os funcionários que a DIREC dispõe são quase invisíveis pela quantidade. Batem nos menores na hora do intervalo, deixando os pequenos cheios de pancadas principalmente na cabeça(atente para o perigo!!).Sabem porque fazem isto? Conhecem a impunidade, conhecem a libertinagem que deu lugar as leis de menores.Precisa haver uma releitura urgente do ECA.Fazem abuso delas longe dos pais pois, na escola, ninguém pode impor leis cabíveis ou revistar eles!! A APAI/APLB vem aqui e deixa em forma de grito (palavras grifadas em caps lock)aquilo que sabem fazer:NADA!!cobranças fazemos nós, pais e professores, e damos o recado: vão gritar com quem estão acostumados a fazer isto!Os fartos documentos de Miralva não têm nenhuma ação para proteger amanhã cada diretor, professor, funcionário e estudante em sua escola:coisas antecipadas que precisamos, dignissíssima senhora!!Precisamos de segurança de fato, não de esperar as medidas judicias pra depois!!Aceite nossa revolta, receba nossa previsão de que outros casos piores virão, como seu mal regerenciamento da efetiva solução para nossa preventiva segurança interna!!Esta sim, seria uma medida urgente, que já era para ser tomada desde o primeiro alarme, pois todos sabemos que a tendência é piorar quando não há uma atitude enégica! Venha disfarçadamente passar um dia nas escolas de risco,Miralva!São várias em Itabuna, como bem sabem os poucos militares da Ronda Escolar(que não dão conta, com um carrinho só, estar ao mesmo tempo em vários lugares e nem podem estar, exclusivamente, num lugar só)Seja alvo das intolerâncias que passamos pelos estudantes!!Venha se expor pra ver do que se trata!! De longe não dá pra saber como é a ferida: tem que sentir na pele!! Obrigada Flora Lua por engrossar nosso clamor!! Por favor, senhores do Pimenta.Levantem esse grito de novo. Deixem que nossa voz fale alto ainda.Teremeos mais vítimas nas escolas!! ACREDITE!É como disse uma colega há algum tempo: Socorro!!(só que ninguém a ouviu até hoje!!)
“Enquanto os menores marginais forem acobertados pelo Estatuto do Menor e do Adolescente o problema da violência dentro e fora da escola só tenderá a aumentar… É inaceitável que um garoto de 14 anos não seja responsável pelos seus atos de violência, ele não sabe que não deve se drogar e que andar armado é crime?”
> Para esses casos, o Brasil poderia adotar uma legislação semelhante à da Inglaterra. Lá, o juiz analisa se o menor infrator tem consciência do que fez. Em caso afirmativo, o réu vai para um reformatório, onde fica até completar a maioridade. A partir daí, ele segue para a prisão convencional e cumpre o restante da pena.
Mas é muito difícil mudar as leis de um País que acostumou a tratar a maioria dos marginais – sejam eles menores de idade ou não – como um bando de coitadinhos vítimas do brutal sistema capitalista.