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Os agricultores que exploram áreas de Una, Ilhéus e Buerarema, nas terras indicadas pela Funai como de titularidade originária da tribo tupinambá, devem defender suas propriedades contra qualquer tentativa de ocupação violenta. Esse posicionamento é encorajado por uma decisão que acaba de ser publicada pela 6º turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, assinada pela desembargadora Maria Isabel Gallotti Rodrigues.
Em resposta ao recurso de um fazendeiro, a magistrada afirma que o “desapossamento repentino” de quem exerce naquelas terras “sua atividade agropecuária há vários anos, provocaria, neste momento, uma situação de desequilíbrio”. Diz ainda que “a ameaça de esbulho possessório pela violência e a sua consequente intranquilidade social devem ser reprimidas”.
A decisão põe em dúvida o fato de que as terras designadas pela Funai sejam indígenas e, portanto, pertencentes à União. “Se a fazenda objeto da ação encontra-se incrustada em terra indígena e, portanto, de domínio da União, é no mínimo estranho que a mesma entidade (União) esteja cobrando do Autor / Contribuinte o imposto incidente sobre a referida propriedade”.

3 respostas

  1. A decisão da desembargadora é mais um capítulo nesta saga da fraude indígena que se alojou em Ilhéus, Una e Buerarema. A sociedade ilheense ainda não entendeu a gravidade do assunto. Ilhéus poderá perder a soberania de 26% do seu território. Por outro lado a decisão e o comentado pela corajosa desembargadora, que a esta altura deve estar sendo vítima de comentários vis e antropofágicos do CIMI e outros interesses internacionais, vai mais além. “Não reconheço esta etnia Tupinambá de Olivença, porque nunca existiu. Pesquisei no site da Funai e, até o presente momento, não consta uma etnia Tupinambá de Olivença entre as que reconhecidamente a história reconhece entre as que habitavam a Bahia”. A setença da juíza vai causar o maior rebuliço por aqui, em Olivença; um chororô e um desânimo no moral da “tribo”. Quem não quiser se prejudicar, melhor começar a pensar em se descastrar e se afastar de Babau e das fraudes. Juízo Olivença!

  2. Prezado,
    Vereador
    Alcides Kruschewsky.
    Nem a Desembargadora, reconhece a etnia Tupinambas como tribo indigenas, entre as que habitavam a Bahia, ES,MG e SE.Adeus Babau e falsos indios de olhos azul.Acabou a fraude indigenas.
    Falsidade ideologica e crime, prevista no Codigo Penal, se apresssem os falsos tupinambas para retirar seus nomes da lista da fraude cometida pelos falsos indios.
    Alcides na semana passada, fez uma boa explanacao dos problemas indigenas de Olivenca, do falsos indios , da turma do Babau e CIA.Quem n leu a materia perdeu uma grande oportunidade de conhecer a verdade e a posicao firme do vereador.
    Desculpem a falta de acentos, e que meu teclado esta desfigurado.Ma da para entender o que escrevi.

  3. Gostaria de saber , qual a explicaçao que a justiça Baiana tem a dizer sobre um tal de Babau que se passa por cacique em Buerarema que esta aterrorizando os pequenos prprietários de terras e que o j\ornal “Agora” diz que o mesmo é Paulista de Diadema ? Que justiça é essa?aconselho ao Pimenta
    que entre em contato com a justiça responssável por este caso e nos dê explicaçoes. !

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