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Não é de hoje a “má fase”, como diria um boleiro, que a vizinha cidade de Ilhéus atravessa. Para ilustrar: desde a década de 1990, vários governos tiveram a chance de construir centenas – quem sabe milhares – de casas populares, que poderiam aliviar o sofrimento de muita gente.
A verba estava lá, mais de R$ 1,3 milhão – dinheiro do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS). A necessidade também, já que milhares de ilheenses moram em condições subumanas. Muitos até invadem áreas de proteção ambiental, como manguezais, para conseguir um teto. Muitos desses necessitados nunca terão acesso a saneamento e energia elétrica, como já foi dito aqui no site por representantes do município, justamente por se tratar de área preservada.
O Pimenta teve acesso a informações relativas aos contratos FNHIS/CEF nº 0251265/98, prorrogado até 18/04/08; e 0250978/99, também prorrogado até abril de 2008. Como nenhuma casa foi construída, o dinheiro teve que ser devolvido ao governo federal. Surpresa maior: o município teve que pagar multa e juros, por não ter utilizado o dinheiro para seu fim, a construção de casas para a população carente.
Será que essa ‘má fase’  é apenas um inferno astral?

5 respostas

  1. so que eu quero saber se a uniao vai cobrar a multa reamente destes incopetentes, foi dinheiro da uniao e outra cade as auditorias do estado e do proprio municipio, e outra ele era vice que nem o daqui de itabuna , o salarios e bonus eles sabiao receber.

  2. É o que dá eleger líderes que pouco ou nada entendem de administração pública. Ilhéus há muito é uma cidade subadministrada. Aliás essa é a cara dos líderes da nossa região: muita política e pouco conhecimento técnico; muito anseio por dim dim e pouco empenho para realizações. Mas, coitados, a culpa não é privilégio deles, afinal, eles são apenas conduzidos até o poder.

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