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Tem deputado na região que se elegeu na base da troca de serviços médicos por votos. Até aí, nenhuma novidade, que o diga Roland Lavigne e sua indústria da laqueadura.
O atual useiro do método, porém, cometeu um pecado capital nesse tipo de negócio: não pagou aos profissionais que executaram os serviços.
O imbróglio foi parar na justiça, e a sentença está prestes a sair. Se a decisão judicial conseguir ligar o nobre deputado a uma certa fundação que viabilizou os ‘atendimentos’, haverá pranto e ranger de dentes…
Mundo, mundo, vasto mundo…
















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As carretas que serviram a um, serviram ao outro. Ou não?
Mesmo fora da atividade politico-partidária, Roland Lavigne continua levando fama sem proveito. Mas na hora do “vamos ver”, serve, e como. Assim foi com o PT de Ilhéus que desabava comentários negativos sobre o médico-político e, de repente, estavam no mesmo palanque. Até aí, nenhuma novidade. O mesmo aconteceu entre o PT e seu outrora desafeto Jabes Ribeiro, até a última eleição quando compuseram a chapa juntíssimos, certo? No momento vemos o mesmíssimo PT ilheense desancar o Newton Lima e o seu PSB. Não se surpreendam se a qualquer momento, por um descuido ou outro motivo estiverem do mesmo lado. Daí que, talvez Roland não mereça essas rotulações, pois muito do que se falou sobre ele, os próprios autores da campanha insidiosa trataram de, um belo dia, desmistificar, andando lado a lado, de mãos dadas.
Esqueceu de falar Rutinha, Roland serviu e se serve do PSB com sua Vidamedi. Ou não?
Acho de muito mau gosto pessoas tecerem comentários sobre algo que não têm total conhecimento. Fico observando que os metidos a críticos de plantão (e diga-se de passagem devem ser mal amados, pois se ao contrário fosse, estariam a pensar apenas coisas boas…) nunca discorrem sobre as boas ações praticadas por Roland, quantas pessoas já foram ajudadas e ainda são por ele como pessoa e como médico.