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A Justiça do Trabalho e a Justiça Federal, na capital e interior, só voltam ao trabalho na próxima segunda-feira (17). É que os servidores do Poder Judiciário Federal estão fazendo uma paralisação de advertência por 24 horas nesta sexta-feira. Os trabalhadores estão em campanha salarial, e buscam a criação do plano do carreira da categoria.

Por isso impõem critérios para aceitar as ofertas de reajuste. Estas não podem, por exemplo, estar ligadas ao desempenho de produtividade, porque isso abre brecha para o assédio moral, segundo o sindicato da categoria. Sem falar que, por não se incorporarem ao salário, deixam o servidor sem ganhos nas licenças, férias e aposentadoria.

“O que buscamos é a criação do plano de carreira. Atrelar o ganho de subsídios à produtividade é um instrumento perverso para os trabalhadores, já que cria um clima de disputa entre os servidores. Além disso, avaliação de produtividade é uma ação subjetiva e dá margem ao assédio moral”, defende o coordenador estadual do sindicato dos servidores, Rogério Fagundes.

0 resposta

  1. Hoje avaliação de desempenho é uma tendência no serviço público: Agências reguladoras, INSS, etc. Só a Justiça é refratária à cobrança, transparência, obrigação de melhores serviços…Por que será? O que temem de fato? Abertura da caixa preta? Controle Social Já!! Chega de mau atendimento! Respeito ao cidadão-usuário! A Correição está por Itabuna…O que acontecerá, de fato, depois dela? O CNJ encontrará condições de melhorar esse estado de coisas?
    Aos próximos capítulos…

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