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Atacadão é acionado judicialmente (Foto Pimenta).

O sindicalista Luiz Fernandes entrou com ação judicial contra a revista a clientes feita pelo Atacadão, em Ilhéus. A loja obriga o consumidor a passar por uma conferência dos produtos adquiridos logo após pagar a compra no caixa e antes de deixar a loja.

A audiência de conciliação foi marcada para ontem à tarde, no Juizado de Defesa do Consumidor. O Atacadão não mandou representante. Agora, aguarda-se a sentença.Em Eunápolis, no extremo-sul baiano, a Justiça local proibiu a revista, mas a decisão caiu no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), pois foi movida pela OAB local e não por um consumidor ou grupo de clientes.

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  1. Bem, após algumas vezes frequentando os dois atacados eu acho que nem seria para tanto acionar a justiça; há coisas mais importantes pros juizados se ocuparem, logicamente se render uma grana valerá apena. rsrs Mas o fato é que tem lojas na cidade que merecem processos. Infelizmente poucas pessoas buscam seus direitos.

  2. A suposta “revista” de produtos na saída do atacadão não é obrigatória, embora, por falta de informação dos clientes e funcionários torna-se contrangedora. Sendo assim, o cliente pode simplesmente dizer que não deseja a conferência dos produtos.

  3. A conferência dos produtos na saída da loja é uma boa medida para combater possíveis furtos, sem dúvidas, mas submete os clientes a um constrangimento desnecessário. A direção do Atakadão deveria lançar mão de outros mecanismos antifurto antes de sair revistando as pessoas como se todas elas fossem passíveis de se tornar ladrões.

  4. Tanto o Atacadão e Makro fazem esse tipo de conferencia, isso e muito constragedor, fazer o cliente passar por revista após pagar a mercadoria, eu não permito de jeito nenhum, porque entendo que após o pagamento a mercadoria é minha e não permito nenhum tipo de conferencia seja feito. sei dos meus direitos e não abro mão dele. É bom ficar de olho no caixa porque erram muito.

  5. Seu Pimenta,
    Este senhor sindicalista deve ser daqueles que ainda sonham com um Brasil comunista a exemplo de Cuba ou outras ditaduras semelhantes. Não vejo nenhum constrangimento em ter as compras que faço no Atacadão ou Makro conferidas na saida. Isto é um ato legal em qualquer empresa de varejo de grande porte. Ou então as intenções deste senhor não sejam boas quando faz compras no estabelecimento citado. Quem não deve, não tem o que temer! Ou não?

  6. Rapaz,
    só fui a esse local uma única e última vez! Depois de ser, juntamente com a minha família, revistado na entrada, passei pelo caixa e paguei as sacolas e depois, nossas mercadorias já compradas foram revistadas pelos seguranças e ainda passamos por detectores. Nunca mais pisei os pés lá! Não sei como vocês continuam indo!

  7. Sr. Pimenta

    Na cidade de Barreiras esse procedimento (revista), não é mais feita. Motivo: o juiz da comarca passou por esse vexame e no outro dia mandou uma liminar para o Atacadão proibindo essa revista, e apartir dessa liminar o Atacadão já não mais pratica a revista. Cabe o juiz de Ilhéus fazer o mesmo.

  8. quando o Atacadáo e a Makro resolver e embora pra outra regiáo. os empregados váo ficar desempregado e voçes que acionaráo a justiça váo ser responsaveis. entáo pare com isso ruma de imresposaveis mesmo porque voçes só estáo pensando em voçes mesmo seus vermes.

  9. Não concordo com o fato de conferirem as mercadorias. Só que é padrão em todas as redes de atacados (makro, atacadão, assai entre outros). Isso não acontece só na Bahia. É só não ficar nervoso. abraços.

  10. Gente acho tão desnecessária essa ação, além dos milhões de processos acumulados nas varas (por falta de servidor, magistrados ou de boa vontade) eu não vejo motivo para essa ação. Eu mesma não gostei de ser “revistada” NÃO VOLTO MAIS LÁ!! Nós não somos obrigados a comprar lá, não somos obrigados a entrar no ritmo da empresa mas ela é privada, eles são os donos e agem da forma que bem entenderem no estabelecimento deles. A minha forma de manifestar a minha indignação pela tal “revista” ou pela falta de sacolas foi não ir mais ao estabelecimento. Não há necessidade de tanto alarde.

  11. Como disse o Eduardo Jahjah, o procedimento é padrão em TODOS os atacadistas, não só na Bahia. Tanto a conferência dos produtos comprados, quanto a falta de sacolas. Vale lembrar que ali é um atacadista, logo eles partem do princípio que você levará grandes quantidades e não precisará de sacola. Eu vejo que o problema real são os hipermercados que anunciam um preço na gôndola, e no caixa se você prestar bastante atenção o preço da mercadoria é 2, 5, 8 centavos mais caro, isso sim é caso pra justiça! De grão em grão a galinha enche o papo!!!
    É bom ficar esperto com isso… Quando você vai reclamar. Ahhhh meu amigo, espera sentado pq eles vão te fazer esperar pra passar o preço anunciado!

  12. Comigo aconteceu algo interessante.

    Eu ia saindo do Makro, mas havia colocado umas garrafas de suco numa caixa de papelão e deixado para trás.

    Graças à conferência o funcionário me alertou do problema e eu voltei e peguei o meu produto.

    Não vejo nada demais, não me sinto constrangido e minha experiência foi até positiva.

    Valeu!

  13. Sr. Anônimo 03. Antes do senhor emitir alguma opinião, contra ou a favor de determinado assunto, deveria primeiro aprender a escrever corretamente. Certamente, como o senhor não sabe escrever corretamente, não conhece os seus direitos. Essa revista a clientes é uma vergonha, constrangedor. Devemos, sim, protestar conta este abuso.

  14. Quer dizer que sobre o pretexto de “trazer emprego” eles podem fazer o que quiserem? Eles têm o direito de constranger as pessoas e ninguém pode falar nada, senão vão embora?

    Se for pra ser assim, é melhor que nem venham. A última coisa que precisamos é nos tornar reféns de empresas inescrupulosas.

    O que precisamos é de empresários sérios e que saibam tratar seus clientes com o devido respeito.

    Constranger o consumidor é errado sim. Fato. Sem falar que é uma tremenda burrice,uma vez que o consumidor constrangido deixará de comprar na loja e fará uma tremenda propaganda negativa, como tem ocorrido aqui. Para evitar o furto de uma “lata de cerveja” ele deixa de vender vários engradados, sem falar no risco de processo.

    Todo Atacadão faz isso? Então já passou da hora de reclamarem.

    E caros senhores que atacam o sindicalista, como vocês mesmo disseram, a época da briga comunismo x capitalismo acabou. Não é por ser sindicalista que ele deixou de ser consumidor.

  15. Antero Dias disse:
    26 26UTC janeiro às 17:23
    esse senhor não estar falando a verdade, por que não existe conferencia na porta de entrada…vamos comenta, mas também vamos dizer a verdade….

  16. Caros consumidores na França no Carrefour e Leroy-Merlim você compra, passa as mercadorias no caixa sem funcionário, efetua o pagamento por meio de cartão de crédito e sai do estabelecimento sem sem importunado..Mas aqui no Brasil com a desculpa de desemprego e falta de atenção na conferência das compras justifica o abuso desses estabelecimentos.Chamo atenção nos países onde a lei é respeitada não existe nem funcionário nos caixas.

  17. Esse procedimento, pelo menos aqui na minha cidade é sem sentido pois, por mais produtos que você compre, o funcionário da “alfândega” apenas rubrica o cupom, ou seja, não leva nem 5 segundos. Nem eles sabem ao certo por que fazem isso. Já fiz o seguinte teste: comprei vários ítens e coloquei todos em caixas grandes tampadas, então não dava pra ver nada e passei normalmente. É um procedimento que eles dizem ser padrão, mas não têm efeito nenhum, totalmente inútil.

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