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Pinheiro fala de interesses e tramas contra ferrovia.

O senador Walter Pinheiro (PT-BA) usou a tribuna nesta terça (6) para criticar a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), de paralisar as obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) por considerar o projeto “desatualizado”.
Para o senador baiano, existem grandes interesses contrários à obra e apontou a existência de grupos que tramam contra a construção da ferrovia que integrará os estados de Goiás, Tocantis e Bahia, desembocando em Ilhéus. Ele vê, ainda, o TCU extrapolando as suas funções, quando, “de órgão fiscalizador passa a ser legislador, passa a ser órgão do Executivo.
Pinheiro demonstrou irritação porque essa nova paralisação ocorre dias após o Ibama ter liberado a obra. E ironiza:
– A obra acabou de ser autorizada para retomar e jádesatualizou? Tão rápido assim? Então, ela não está de trem, ela está de avião,de tão veloz.
A promessa do senador é de que cobrará, pessoalmente, explicações do Ministério dos Transportes sobre o que, de fato, ficou desatualizado no projeto a ponto de levar o TCU a tomar tal decisão.

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  1. É bom ver que o Senador Walter Pinheiro está vivo.
    Afinal, ele é a nossa única esperança no Senado.
    No ministério dos Transportes ele certamente encontrará todas as explicações.
    O que não pode, é ficar intimidando o órgão fiscalizador…

  2. Este povo do PT ja gosta de defender corrupcao, acredito que deva fazer parte do programa do partido a defesa incondicional de corrupcao. A Valec tem que ser fechada a bem do servico publico e em favor transparencia publica na aplicacao de recursos, no entanto o senador , talvez a aplicacao de medicamentos para fazer nascer cabelo tenha afetado o pouco de inteligencia que mesmo ainda cultivava e tenha aflorado o lado PT de governar-defesa incondional da corrupcao.

  3. PÔ o que estes caras tão fazendo o que ? O governo federal é do PT, o do estado também e tem três senadores pra dizer amém.
    O pessoal é fraquinho, um bora sair do palanque e de visitar Hotel do papai em Brasilia e trabalhar pela Bahia!!!!!!!!!!!!

  4. APARECEU O SENADOR OLÊ OLÊ OLÁ!!!!!
    A ULTIMA VEZ QUE ELE APARECEU FOI NAQUELE HOTEL DE LUXO EM BRASILIA!!!!!!! INDO AO ENCONTRO DO CHEFE DE QUADRILHA(SEGUNDO MINISTERIO PUBLICO)JOSÉ DIRCEU!!!
    ISSO AÍ WALTER, VOCÊ QUASE ME ENGANOU!!!!!

  5. “”cobrará, pessoalmente, explicações do Ministério dos Transportes sobre o que, de fato, ficou desatualizado no projeto a ponto de levar o TCU a tomar tal decisão””
    QUE MEDA!

  6. Senador. o baianno quer saber o que o Sr. dicutia no cafofo do Dirceu. E se puder explique aos seus eleitores o porque o Sr sempre com discurso de apurar irregularidades no governo nao assinou a CPI da corrupção.

  7. 3.3 Da Polícia Ferroviária Federal
    A Polícia Ferroviária Federal foi criada 1852, durante o Império de D. Pedro II, e regulamentada pelo Decreto 1930, de 26 de abril de 1857, sendo assim, a primeira polícia especializada do país.
    Naquela época, as ferrovias eram o principal meio de transporte de cargas do país, tendo imensa importância para a economia nacional. Com o passar dos anos, a maioria das ferrovias brasileiras foi extinta ou privatizada.
    A Constituição Federal de 1988 igualou a Polícia Ferroviária Federal aos demais órgãos da Segurança Pública em seu art. 144, § 3º: “A polícia ferroviária federal, órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais”.
    Como podemos observar a Polícia Ferroviária Federal exercia funções de polícia administrativa, como a fiscalização das ferrovias federais, através do patrulhamento ostensivo, o qual tem a finalidade de realizar o policiamento e a fiscalização das ferrovias federais.
    O Historiador Adinalzir Pereira Lamego (2007, p. 01)[1] relata a atual situação da PFF:
    Hoje, 155 anos depois, ela ostenta outro título, com bem menos glamour: o de menor polícia do mundo. A privatização das ferrovias brasileiras, em 1996, atirou definitivamente a Polícia Ferroviária Federal (PFF) no esquecimento: poucos sabem que ela existe, apesar da previsão constitucional. O efetivo de 3,2 mil homens antes das concessões se reduziu a 780, para fiscalizar 26 mil quilômetros de trilhos, destinados ao transporte de carga. (…)O último concurso para a corporação vai completar 18 anos e todo os seus agentes têm mais de 40 anos. (…) Seus comandados, depois das concessões das ferrovias, foram distribuídos para os ministérios dos Transporte e das Cidades. Hoje, parte deles fiscaliza o transporte de carga e outra, os trens de passageiros urbanos.
    O Departamento de Polícia Ferroviária Federal, assim como o Departamento de Polícia Rodoviária Federal, fazia parte do Ministério da Justiça. Porém, nos últimos anos, sofreu um processo de esvaziamento institucional, e acabou deixando de fazer parte do MJ, sendo seus servidores remanejados aos Ministérios das Cidades e dos Transportes.
    A PFF já foi chamada de Polícia dos Caminhos de Ferro, depois se transformou em Polícia das Estradas de Ferro, atualmente, é apelidada de menor polícia do mundo (LAMEGO, 2007).
    Então, a instituição de polícia especializada mais antiga do país está deixando de existir, tendo em vista que seus funcionários acabaram aposentando-se e o quadro funcional não foi reposto, sendo o último concurso público para a instituição realizado em 1989.

  8. VAMOS LÁ SENADOR WALTER PINHEIRO , SE O SENHOR É A FAVOR DA FERROVIA NESTE PAÍS, TAMBÉM É Á FAVOR DA POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL. PRECISAMOS DO SEU APOIO JUNTO Á SECRETÁRIA EXECUTIVA DO MJ, PARA Á NOSSA REINTEGRAÇÃO. ABRAÇOS PFF.

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