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O juiz Eleitoral da 23ª Zona, em Jequié, Glauco Dainese de Campos, proibiu na tarde de quinta-feira (04.10) a divulgação de pesquisa eleitoral realizada pela empresa Seculus, de propriedade de Ari Carlos. A assessoria de comunicação da Coligação Amor e Trabalho por Jequié, diz em nota distribuída com a imprensa que, “ao se encaminhar para o endereço da empresa, o oficial de justiça se deparou com um endereço “fantasma”.

A ação foi movida contra a Coligação Para Cuidar de Jequié, encabeçada pela candidata do PP, Tânia Britto, acatando em liminar os argumentos da representação formulada pela Coligação Amor e Trabalho por Jequié, liderada por Euclides Fernandes (PDT).

Segundo a representação acolhida pela Justiça Eleitoral, a pesquisa eleitoral é “fraudulenta”, e está em desacordo com a Resolução 23.364/11, do TSE. A Seculus deixou de informar no registro da pesquisa o plano amostral e ponderação quanto ao grau de instrução e nível econômico dos entrevistados e área física da realização da pesquisa.

Leia mais no site Jequié Repórter, do jornalista Wilson Novaes.

O diretor da Seculus, Ary Carlos Nascimento, diz que foi notificado às 18h30min de ontem e diz que o juiz apenas acolheu argumento de que o plano amostral está errado. Para Ary, o entendimento do magistrado é “equivocado”. A liminar, afirma, não faz referência a qualquer tipo de fraude.

5 respostas

  1. Davidson, em respeito seu público leitor esclareço sobre a suspensão liminar da divulgação da pesquisa em Jequié. Na verdade fomos notificados ontem 18:30, e já estamos com a defesa pronta, que o juiz irá analisar. Na liminar O Juiz não faz nenhuma referência a qualquer tipo de fraude. Acolheu apenas o argumento (equivocado), de que o plano amostral está errado.
    Em nome do bom jornalísmo, da ética, e do apreço que tenho por voce e este conceituado blog, peço fazer esta observação na página principal do blog.

    Abraço,

    Ary Carlos

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