O documento, assinado pelos promotores de Justiça Yuri Mello, Aline Salvador e Renata Lazzarini, recomenda reforço na fiscalização ambiental através de vistorias nos estabelecimentos que estejam utilizando ilegalmente a água como matéria prima; a revisão de licenciamentos, licenças ou autorizações que permitam a captação e utilização da água através de barramentos, represas, diques ou sistemas de irrigação; e a revisão das outorgas que permitem a captação de água na bacia leste, em especial nos rios Cachoeira e Almada.
O Ministério Público recomenda, ainda, a priorização total do uso da água para consumo humano, limitando ou mesmo cessando, no período da crise hídrica, a entrega de água tratada a estabelecimentos industriais, comerciais e agrícolas que demandem grande consumo de água (a exemplo de centros de compras, postos de lavagem e lavanderias, dentre outros), ressalvados os estabelecimentos de saúde pública.
















Uma resposta
Tragédia anunciada,pelo qual,os bem informados sabem do que vivenciar a nossa Taboca neste momento.
O comentarista,João,foi brilhante,uma vez que foi perfeito nas suas ideias:”Uma
barragem uma obra simples,não é um hidrelétrica…Uma parede de concreto”
Comentário feito no dia 2 de dezembro do ano em curso,às 15:44hs. Blog. Pimenta.
Portanto,eis ai a tragédia anunciada.