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Do Blog do Kennedy

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, comprou briga com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes. Janot reagiu duramente ao pedido de Mendes para que o Ministério Público Federal reavaliasse a necessidade de abrir inquéritos para investigar o presidente do PSDB, o senador Aécio Neves (MG).

Na resposta ao Supremo, o procurador-geral da República adota um tom duro para defender o que ele considera ser uma atribuição constitucional do Ministério Público.

Janot diz que a decisão de Gilmar Mendes de devolver os pedidos de abertura de inquérito contra Aécio mostra que “o Poder Judiciário estará despindo-se da sua necessária imparcialidade e usurpando uma atribuição própria do Ministério Público”, a quem caberia a iniciativa de “promover a ação penal”. Janot afirmou ainda que, durante a fase de investigação, o Judiciário não poderia formar opinião.

Pelo estilo duro, deverá vir uma reação forte de Gilmar Mendes. O procurador-geral da República e o ministro do STF têm trocado algumas farpas em julgamentos no Supremo, mas essas investigações a respeito de Aécio tendem a elevar a temperatura na tensa relação dos dois.

Aécio nega as acusações. Mendes acha que ele não precisa ser investigado, mas Janot pensa diferente. Nos bastidores, a maioria dos ministros do Supremo tende a concordar com Janot, mas é difícil que façam oposição pública ao comportamento de um colega. Um ministro do Supremo tem liberdade de decisão monocrática. Essa briga ainda renderá muito pano pra manga.

Uma resposta

  1. Eu acredito piamente no Aécio Brasileiro Neves, quando ele bota a mãozinha esperta do lado esquerdo do peito e afirma contrito: -Nós não vamos desistir do Brasil! … Esse conhece muito bem o chão que pisa. Desistir NUNCA, retroceder Jamé. Vovô Neves já ensinava, desde pequeno: -Meu filho isso aqui é prego no mamão!Negócio da China! (porque os Pinel 64 nunca mandam a gente pra China? Só mandam pra Cuba, Venezuela e Coréia?).
    Aquele choro da Janaína Paschoal, pelos brasileirinhos, agora sabemos: era pelo Enfant riche Michelzinho (alfabetizado em frânces?) e seus 2 milhão na lancheira. Michelzinho já está aprendendo a nunca desistir do Brasil.
    Mas é o Brasil que tem que aprender a desistir do Michelzinho.

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