
Rio do Braço é mesmo uma cidade fantasma. Ali, uma dezena de construções abandonadas há décadas, parcialmente desmoronadas e tomadas pelo mato, ladeiam uma estrada de terra a 36 km do centro de Ilhéus, na Bahia, destaca a Folha de São Paulo, na edição desta quarta-feira (15).
Lucas Kruchewsky, 38, vê esses prédios, que marcaram sua infância: havia ali cartório, posto de saúde, uma rádio comunitária, uma igreja e um chafariz. Nos últimos anos, ele se dedica a recuperar Rio do Braço e a tentar transformar o lugar em um destino turístico e histórico, com recordações do auge do ciclo do cacau na Bahia.

Encruzilhada entre estradas que levam às plantações, o Rio do Braço era um dos pontos de escoamento da produção. A estação foi aberta em 1911. Tropas de mulas carregavam os frutos até o local, de onde partia o trem até Ilhéus, no litoral.
Nos anos 1950, a operação da ferrovia foi repassada dos ingleses para o Estado da Bahia. Com problemas estruturais, o ramal foi fechado na década de 1960. Vinte anos depois, a produção de cacau na Bahia foi duramente afetada pela praga vassoura-de-bruxa, um fungo que dizimou plantações e riquezas locais e contribuiu para que muitas pessoas deixassem a região. Os proprietários estão investindo na recuperação para fazer do local importante destino turístico do sul da Bahia. Leia mais




















Uma resposta
Rio do Braço irmão siamês de Mutuns,as primeiras fazendas de cacau no sertão dos São Jorge dos Ilhéus,Mutuns Coronel Militão edificou a primeira roça de cacau com nome de Fazenda Santa Fé.
No Rio do Braço as primeiras fazendas de cacau edificadas só consta os primeiros a fazerem roças edificarem as primeiras Fazendas de cacau,Higino Ferreira,Manoel Nik,Anselmo de tal Felismino de Tal Hidefonso Apoliário,Anacleto Alves,p.27 e 28 196O.
“Seria este quadro muito grande se quiséssemos inseri-los todos os fazendeiros”. O êxodo de Felix Severino do Amor Divino e Manoel Constantino que saíram da Chapada dos Índios em Sergipe deixarão legado de uma região próspera.
Este comentarista vivenciou um Rio do Braço próspero mais rico do que Mutuns,é
uma tristeza que o doce Rio do Braço desapareceu mas,vale a pena resgatar a sua História.
O quanto o doce Mutuns,mesmo aos trancos e barracos vai vivendo este povo bom,
porém,as autoridades municipais não sabem o significado de preservar à História
e esses desinformados derrubaram uma relíquia,o Barracão da leste.
Fonte. O Jequitibá da Taboca.Autor,professor,Oscar Ribeiro Gonçalves.