Geraldo diz que foi melhor Leão deixar a base sem a caneta de governador || Reprodução
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O ex-deputado federal Geraldo Simões (PT) acredita que o PP baiano sofreria intervenção do diretório nacional se decidisse continuar na base aliada do governador Rui Costa. A hipótese foi aventada pelo petista durante sua participação no Política com Endereço, programa do IpodCastv, canal do site Ipolítica, nesta terça-feira (22).

Geraldo foi questionado pelos apresentadores se o PP e o vice-governador João Leão traíram ou foram traídos pelo PT, quando Jaques Wagner anunciou que Rui Costa não deixaria o comando estadual para disputar vaga ao Senado Federal ou à Câmara dos Deputados.

Na resposta, Geraldo até insinuou que Leão tinha algo além do desejo de ocupar a cadeira de governador da Bahia ainda em 2022. E, contando anedota, lembrou de leões que, vez ou outra, atacam seus tratadores. “De vez em quando, eu leio… O leão comeu a perna do tratador, o leão engoliu a perna do tratador…”, afirmou. Tanto ele como os apresentadores não seguraram o riso.

No vídeo abaixo, ele antes brinca ao lembrar que Leão deixou a base, mas foi sem a caneta de governador. Disse isso ao lembrar que, se assumisse o comando do Palácio de Ondina, Leão poderia ser gestor apoiando um nome da base, mas também poderia pular para ACM Neto, como foi, ou ainda ser candidato à sucessão de Rui (“ele [o vice] gosta muito da cadeira de governador”). Confira.

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