Engenheira relata que companheiro tinha três namoradas || Reprodução Redes Sociais
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A história da engenheira e arquiteta baiana Kaline Macêdo viralizou nas redes sociais, nos últimos dias, depois dela própria relatar ter sofrido traições durante o seu relacionamento de 12 anos com um namorado de Salvador. O homem, de 41 anos, morreu num acidente de carro no interior do estado, ano passado, quando retornava de uma viagem a Sergipe. O nome dele não foi informado.

Nascida em Cipó e radicada em Salvador, Kaline Macêdo relatou ter ficado arrasada com a notícia da tragédia com o namorado. Como era esperado, foi com a família para o velório e sepultamento. Durante os preparativos para o enterro, em Salvador, surgiu a primeira surpresa. A mãe descobriu que Kaline não era a única viúva no velório. Mas, para respeitar o luto da filha, nada lhe contou no primeiro momento.

A mãe de Kaline Macêdo soube que o homem mantinha relacionamentos paralelos com outras duas mulheres, além da filha. Com uma delas, o namoro era de três anos. As duas estiveram no velório. Ou seja, eram três viúvas se despedindo de um mesmo homem. Kaline soube da existência das outras duas “sócias” dias depois da tragédia.

REFÚGIO NO INTERIOR DA BAHIA

Tentando amenizar a dor da perda e buscando apoio emocional, Karine decidiu passar uns dias em Cipó, na casa da família. No entanto, uma semana depois da morte do namorado, concluiu que precisava retornar à Salvador para honrar compromissos profissionais e seguir em frente. Com o passar dos dias, com pouco mais de lucidez, recordou-se do relato de uma menina que teria perdido o namorado em um acidente.

Comentou com a mãe que possivelmente o seu companheiro há 12 anos tinha retomado um relacionamento com uma namorada de infância. Foi aí que soube, segundo o seu relato, que o morto não tinha somente essa namorada de infância, mas também uma outra mulher que esteve no velório. Essa segunda mulher era estagiária no escritório onde ele trabalhava. Descobriu que ele estava com a estagiária há poucos meses e havia retomado o namoro de infância havia pouco mais de três anos.

MAIS UMA SÓCIA

Durante a conversa com uma das mulheres, Kaline Macêdo descobriu ainda a existência de mais uma “sócia”. Na época, a menina tinha 19 anos e estava no relacionamento havia um mês. A jovem conheceu o namorado por meio de um aplicativo de relacionamento. No perfil da plataforma, ele dizia que estava à procura de um relacionamento sério.

O namorado, segundo a engenheira, contava a mesma história para justificar quando precisava ficar ausente, na casa de uma delas. Dizia que estava viajando a trabalho. Kaline Macêdo descobriu ainda que o homem “cercava” uma ex-namorada, prometendo juras de amor.

A engenheira relata que passou três anos tentando terminar o relacionamento, pois considerava o namorado controlador, ciumento. Muito bom de conversa, o homem prometia juras de amor eterno e ela não tinha forças para colocar um fim na relação. O acidente do namorado de Kaline Macêdo ocorreu em outubro do ano passado.

Mix Mateus é condenado por injúria de gerente || Foto Arquivo
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Conexão Bahia-Pará reúne guitarrada, carimbó, percussão afro-baiana e cantos das roças de cacau
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A música das roças de cacau do sul da Bahia ganhou a companhia do carimbó e da guitarrada paraense no projeto Conexão Bahia-Pará. A parceria reúne a banda ilheense Mulheres em Domínio Público e o guitarrista, percussionista, pesquisador e produtor Félix Robatto, de Belém. Os artistas lançaram duas releituras de obras em domínio público, já disponíveis nas principais plataformas digitais.

A primeira faixa, Ó Abre Alas/Corta-jaca, junta duas composições de Chiquinha Gonzaga e incorpora ritmos paraenses, guitarrada e elementos da percussão afro-baiana. A segunda, Cacau é Boa Lavra, leva o carimbó a um canto tradicionalmente entoado sem acompanhamento instrumental por trabalhadores da lavoura cacaueira.

A aproximação conecta dois territórios ligados à produção de cacau. Bahia e Pará ocupam as primeiras posições no cultivo do fruto no Brasil, embora tenham formações musicais distintas. A Mata Atlântica, a Amazônia, os batuques baianos e os ritmos paraenses servem de matéria-prima para os novos arranjos.

ENCONTRO

Criada em Ilhéus em 2011, a Mulheres em Domínio Público pesquisa cantos ligados ao trabalho e à memória feminina. O repertório inclui músicas entoadas durante a colheita, a quebra e a pisa do cacau, além de cantos de lavadeiras e carpideiras. Em 2024, a produção do remake da novela Renascer, da TV Globo, consultou o trabalho da banda durante a pesquisa musical para cenas da trama.

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Parecer favorável recebeu apoio unânime dos conselheiros || Foto Divulação/TCE
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O Tribunal de Contas do Estado da Bahia recomendou, por unanimidade, a aprovação das contas de 2025 do governador Jerônimo Rodrigues (PT). A decisão saiu nesta quinta-feira (30), durante a 37ª sessão ordinária de 2026. O período analisado corresponde ao terceiro ano da atual gestão.

A Corte aprovou a proposta de parecer prévio apresentada pela conselheira Carolina Matos, relatora do processo. Segundo o TCE-BA, a análise reconheceu avanços importantes na administração estadual, especialmente no cumprimento dos limites constitucionais e legais de gastos com saúde, educação e pessoal. O relatório examinou 35 políticas públicas.

O parecer favorável e o Relatório Analítico serão encaminhados à Assembleia Legislativa da Bahia. Cabe aos deputados estaduais dar a palavra final sobre as contas do governador. O documento elaborado pelo TCE servirá de base técnica para o julgamento no Legislativo.

Os conselheiros também aprovaram, por maioria, quatro ressalvas e a expedição de recomendações. O Governo da Bahia terá 120 dias para apresentar um Plano de Ação com as medidas, os prazos e os responsáveis pela correção das falhas apontadas pela auditoria.

Carolina Matos afirmou que as contas revelaram a consolidação de avanços na gestão pública, mas também expuseram fragilidades que exigem correções. Segundo a relatora, o estado precisa ampliar a efetividade das políticas públicas e fortalecer os mecanismos de governança, integridade e controle.

RESSALVAS

O relatório mostrou que o Governo da Bahia executou R$ 2,4 bilhões em Despesas de Exercícios Anteriores em 2025. Desse total, R$ 1,8 bilhão correspondia a obrigações conhecidas pela administração estadual desde 2024. No primeiro trimestre de 2026, o estado executou outros R$ 2,1 bilhões nessa modalidade, dos quais R$ 1,5 bilhão já era conhecido no ano anterior.

A auditoria também apontou obrigações acima dos créditos orçamentários disponíveis em áreas como Saúde, Administração, Turismo, Comunicação, Desenvolvimento Urbano e Administração Penitenciária. Segundo o TCE, o problema se repete há vários anos, apesar das ressalvas, alertas e recomendações expedidos em pareceres anteriores.

Outro ponto envolve fragilidades no controle das prestações de contas de convênios e instrumentos semelhantes. O estado ainda não dispõe de um sistema integrado para acompanhar esses acordos nem de uma plataforma eletrônica adequada para fiscalizar parcerias firmadas com organizações da sociedade civil.

A quarta ressalva trata da restrição imposta aos auditores no acesso ao Sistema RH Bahia. A equipe não recebeu um ambiente de dados que permitisse testar a integridade e a segurança das informações. A limitação prejudicou a fiscalização das despesas estaduais com pessoal, que somaram R$ 34,4 bilhões em 2025.

Apesar dos apontamentos, todos os conselheiros que votaram acompanharam a conclusão favorável às contas do governador. As divergências se concentraram nas ressalvas e na natureza das medidas a serem dirigidas ao Executivo. A maioria decidiu converter as determinações propostas pela relatora em recomendações e manteve a exigência do Plano de Ação.

Prefeitura edita regulamentação após morte de motociclista seguida de protesto || Imagem Tales Drone
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Nesta sexta-feira (31), a Prefeitura de Itabuna editou o Decreto nº 17.967/2026, que regulamenta a fiscalização, apreensão, guarda e destinação de animais encontrados em vias públicas. A norma também estabelece procedimentos para registro, restituição aos responsáveis, aplicação de multas, ressarcimento de despesas e cobrança dos custos decorrentes do recolhimento.

A publicação ocorre dois dias depois da morte de Jonathans Maciel, de 21 anos. O jovem, morador do Condomínio São José, morreu após a motocicleta que conduzia bater em um cavalo na entrada da Urbis IV, na noite de quarta-feira (29). O caso provocou um protesto que bloqueou um trecho da BR-415, nas proximidades do condomínio, na manhã desta sexta (31).

O decreto determina que as ações sejam executadas de forma integrada pelas secretarias municipais de Agricultura e Meio Ambiente, Saúde e Segurança e Ordem Pública. A medida atribui aos órgãos poder de polícia administrativa para proteger a coletividade, a saúde pública, a segurança viária e o meio ambiente, respeitadas as competências de cada pasta.

ATRIBUIÇÕES

A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente ficará responsável por coordenar e executar a fiscalização, o recolhimento, o transporte, a guarda, a liberação e a destinação dos animais. Também conduzirá os processos administrativos. Parte dos serviços poderá ser contratada junto a uma empresa especializada, mas a Prefeitura não poderá transferir a particulares atos próprios do poder de polícia.

O Centro de Controle de Zoonoses responderá pelas ações ligadas à saúde animal, assistência veterinária, vigilância epidemiológica, controle de zoonoses e emissão de laudos técnicos. A Secretaria de Segurança e Ordem Pública prestará apoio operacional e institucional às equipes. A Prefeitura também poderá mobilizar a Guarda Civil Municipal, a Secretaria de Transportes e Trânsito e outros órgãos.

REUNIÃO

Após a negociação que encerrou o protesto na BR-415, o secretário de Segurança e Ordem Pública, Roberto José da Silva, firmou acordo com os manifestantes e assegurou o agendamento de reunião entre órgãos municipais, Polícia Rodoviária Federal, Companhia Independente de Polícia Rodoviária e dois representantes do Condomínio São José para ampliar a fiscalização nas rodovias que atravessam a zona oeste de Itabuna.

A Prefeitura também se comprometeu a buscar melhorias na iluminação das áreas urbanizadas da BR-415, no trecho oeste da cidade. A medida deverá permanecer enquanto não começam as obras de duplicação da rodovia.

Frei Justo (em pé), Padre Nestor Passos (E) e o presidente do Rotary, Adélcio Benício (C), debatem a educação dos jovens || Foto Diário de Itabuna
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Com a chegada dos frades Capuchinhos, em 1958, além da construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, os religiosos projetaram a construção de um colégio.

 

 

 

Walmir Rosário

 

Na década de 1950 a educação em Itabuna passava por avanços, embora as instituições de ensino implantadas ainda não fossem capazes de atender toda a demanda existente. Nos bairros, então, as dificuldades eram ainda maiores, pois as poucas escolas e colégios pertenciam aos particulares, às entidades católicas e pouquíssimas dos governos estadual e municipal.

O único recurso – embora dispendioso – para o público em geral era matricular seus filhos nas escolas particulares, desde o estudo do ABC e Cartilha e as séries do primário. No ginásio, pouquíssimas vagas – pagas –, e as famílias que tinham boa condição financeira enviavam seus filhos para estudar em Ilhéus.

No bairro da Conceição foi inaugurado o Colégio Estadual General Osório para o atendimento ao primário, e a Prefeitura mantinha duas salas de aula para o ensino das primeiras letras (ABC e Cartilha). O restante da criançada ingressava nas escolas particulares, pagando um preço módico, nem sempre disponível à maioria das famílias.

Com a chegada dos frades Capuchinhos, em 1958, além da construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, os religiosos projetaram a construção de um colégio. Com isso, retirava uma parcela da juventude das ruas, integrando-a à educação formal e a informal, esta religiosa, o famoso catecismo, com a Cruzada Eucarística, os coroinhas, e futuros seminaristas.

Um destaque nesse trabalho foi a professora Maria Zélia Couto, soteropolitana, rígida na sala de aula do Colégio General Osório e nas aulas de catecismo, o que lhe imprimia status importante junto às famílias. Maria Zélia não era uma simples professora da educação formal e católica, e sim uma formadora de caráter aos católicos praticantes.

Para os capuchinhos, a educação e a religião tinham que andar de mãos dadas na formação dos jovens, até porque, além do caráter, a liturgia católica dependia da compreensão do Latim, principalmente nas missas. É que elas eram celebradas por meio da última flor do Lácio, como dizia o poeta Olavo Bilac, no soneto Língua Portuguesa.

Com a Igreja de Nossa Senhora da Conceição quase pronta, o projeto da Escola entrou na ordem do dia. Em 23 de setembro de 1958, Frei Justo foi convidado para uma reunião do Rotary Club de Itabuna. No encontro, o presidente Adélcio Benício dos Santos, Calixto Midlej Filho, presidente do Protocolo; o Padre Nestor Passos e todos os rotarianos tiveram ciência do grande projeto de educação.

Aos rotarianos, o frade fez um levantamento das obras empreendidas no bairro da Conceição, expressando o sentimento cristão, empenhando em concluir a obra da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, e uma escola para menores, importante devido à falta de atenção às crianças, muitos delas desviadas do bom caminho, um dos grandes problemas.

Daí é que Frei Justo batia às portas das instituições da sociedade e de pessoas reconhecidamente benfeitoras, sempre encontrando a acolhida do povo generoso de Itabuna. E ele lembrava grandes vultos do catolicismo no Brasil, a exemplo dos padres José de Anchieta e Manoel da Nobrega, jesuítas, que implantaram igrejas e importantes escolas. E Itabuna repetiria esses feitos.


Maquete do futuro Colégio São José, no bairro da Conceição || Foto Diário de Itabuna

E o frade apresentou uma maquete aos rotarianos, mostrando o projeto de uma escola, de autoria do arquiteto João Maschesini. O colégio seria uma contribuição importante a ser dada a Itabuna e ao bairro da Conceição pelos frades Capuchinhos no Cinquentenário de Itabuna, no ano de 1960. Presente melhor não existiria, pois além da religião, promovia a cultura e a sabedoria.

E Frei Justo descreveu o projeto, com dois pavimentos, equipados com duas salas para o Jardim de Infância (Educação Infantil), seis salas para o curso Primário (hoje Fundamental I). O prédio escolar também abrigaria a Educação Profissional, uma sala para o curso de Corte e Costura e outra sala para o Curso de Datilografia, abrangendo as crianças no contraturno da sala de aula.

E para completar, uma sala para a assistência médica, e um salão destinado aos divertimentos e reuniões. Cada uma das salas levaria o nome de seus financiadores, uma homenagem dos capuchinhos à ajuda prestada pelos expoentes da sociedade. A apresentação encantou os rotarianos, que prometeram doações e, ainda por cima, a mobilização da sociedade.

Só que em meados de 1961/62 as salas 1, 2 e 3 já estavam financiadas e pagas, já as salas 4, dedicada às mães e a 5, da Cruzada Eucarística e a da educação infantil ainda não estavam pagas, aguardando o cumprimento da obrigação pelos financiadores. O mesmo acontecia com as salas 6 a 15, cuja conclusão seria um forte impulso à luta travada contra o analfabetismo.

Embora as obras não tenham seguido conforme o cronograma pretendido – segundo alguns, pela mudança da equipe de frades – a Escola foi inaugurada ainda em construção e batizada de São José, homenagem dos Frades Capuchinhos ao Padroeiro de Itabuna. Um avanço a ser reconhecido na história de Itabuna.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

Márcia Mascarenhas e Antonio Vergne convidam o público a pescar palavras no céu || Foto Divulgação
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A comunidade da Juerana, em Ilhéus, recebe hoje (31), às 14h, a estreia de “Munzuá: Poesia nos Céus”. Criado pelo Coletivo Serra Grande, o espetáculo poético infantil mistura teatro, literatura, música e poesia. A apresentação é gratuita e livre para todas as idades.

A montagem transforma o munzuá, artefato usado na pesca artesanal, em instrumento da imaginação. No palco, ele deixa de capturar peixes para pescar palavras, sonhos e histórias que flutuam pelo céu. “Existem palavras que voam. Outras nadam. Algumas, a gente pesca no céu”, anuncia o espetáculo.

Márcia Mascarenhas e Antonio Vergne conduzem a encenação, na qual as nuvens ganham vida e a natureza assume o papel de narradora. A proposta celebra a infância como espaço de invenção e convida as crianças a redescobrir o poder da imaginação.

Inspirada na agroecologia, nos saberes tradicionais e na cultura da Costa do Cacau, a obra aproxima arte e natureza. A montagem também valoriza a literatura, a oralidade, a criação coletiva e o cuidado com a floresta.

Munzuá: Poesia nos Céus tem produção do Sítio Véi Chico e da Oxxent Criações. Os figurinos são de Katia Maria, a pesquisa circense leva a assinatura de Cesar Vicente, da Circencriarte, e a comunicação é da Oxxent Criações.

Magno Lavigne, de pé e camisa verde, defende geração de empregos || Foto Divulgação
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Candidato a deputado estadual, Magno Lavigne (Rede/Solidariedade) cumpriu série de agendas em diferentes municípios baianos, reforçando o contato com lideranças e com a população. O roteiro incluiu visitas a Senhor do Bonfim, Santa Bárbara, Cachoeira, Feira de Santana, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália e Bom Jesus da Lapa.

Durante a agenda, Magno defendeu atuação política baseada na escuta da população, na participação popular e no compromisso com as demandas sociais. Entre as prioridades apresentadas estão a geração de emprego e renda, o combate à fome e o fortalecimento do desenvolvimento regional.

Em Cachoeira, a valorização da cultura afro-brasileira esteve entre os principais temas discutidos. Ao lado de mestres de capoeira e representantes da comunidade, Magno destacou a importância da preservação da memória, das tradições culturais e religiosas e do patrimônio histórico da Bahia.

“A BAHIA NÃO TEM DONO”

No campo político, Magno também criticou o uso de expressões ligadas ao período da escravidão no debate eleitoral. “A Bahia não tem dono e o povo exerce sua liberdade por meio do voto e da democracia”, afirmou.

A agenda também passou por Bom Jesus da Lapa, onde o candidato ressaltou o respeito às manifestações de fé e às tradições religiosas que reúnem milhares de romeiros todos os anos.

Ao fazer um balanço da caminhada, Magno afirmou que o contato direto com trabalhadores, jovens e famílias fortalece a construção de propostas voltadas às necessidades da população.

Segundo ele, a campanha seguirá percorrendo diferentes regiões do estado, ouvindo a população e apresentando propostas para o desenvolvimento da Bahia.

VAGAS DE EMPREGO HOJE - Vista aérea do Shopping Jequitibá, onde funciona a unidade do SineBahia em Itabuna
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Auxiliar de engenharia, técnico de suporte de TI, psicólogo clínico, mecânico montador, mesista, pedagogo, controlador de frota, pizzaiolo, terapeuta ocupacional, pedagogo e faxineiro são algumas das vagas disponíveis hoje.

O SineBahia tem oferta total de 106 vagas de emprego e, ainda, de estágio remunerado em Itabuna e Ilhéus nesta sexta-feira (31). Há oportunidades para os mais variados níveis de formação e vagas específicas para pessoas com deficiência (PCDs).

Segundo o órgão estadual que faz a intermediação com as empresas que ofertam as vagas, há 74 oportunidades em Itabuna e 32 em Ilhéus nesta sexta-feira. O atendimento vai até as 16h, mas o candidato deve chegar, pelo menos, 30 minutos antes do encerramento. A orientação é não deixar para a última hora, pois o preenchimento de vagas é dinâmico.

Para concorrer às vagas, é necessário se cadastrar no SineBahia. Os documentos exigidos são as carteiras de Identidade e de Trabalho e CPF, além de comprovantes de residência e de escolaridade. Para PCDs, o laudo médico pode ser exigido.

ENDEREÇO DO SINEBAHIA

Quem busca vaga em Itabuna deve se dirigir ao segundo piso do Shopping Jequitibá, na Avenida Aziz Maron (Beira-Rio), no Góes Calmon. O SineBahia em Ilhéus fica na Rua Eustáquio Bastos, em frente à Praça Cairu, Centro.

Abaixo, as vagas disponíveis hoje nos dois municípios.

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