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O clima de São João já tomou conta da região e quem quiser começar o fim de semana no ritmo do arrasta-pé tem encontro marcado nesta sexta-feira (22) na última edição da temporada do Esquenta Forró do Rancho, na Budega do Rancho, em Ibicaraí. A entrada é gratuita.

A programação reúne Tatu da Saloméia e Mister Galiza, além de participações especiais de Luizinho Huanna e Sinho Ferrary, prometendo muito forró, animação e clima junino que já virou marca registrada do evento.

Os portões serão abertos a partir das 16h, no mesmo espaço onde rola o Forró do Rancho, às margens da BR-415, em Ibicaraí.

MÚSICA E FOGUEIRA ACESA

O público vai encontrar um ambiente totalmente no clima de “sextou”, com fogueira acesa, música ao vivo, estrutura temática e muita animação, fechando em grande estilo a temporada dos esquentas antes do grande evento.

O Esquenta do Rancho se consolidou como ponto de encontro dos “Rancheiros”, reunindo o público apaixonado pelo São João e aquecendo os motores para uma das festas mais aguardadas do ano.

SERVIÇO
Evento: Último Esquenta Forró do Rancho
Quando: Hoje (sexta-feira), a partir das 16h
Atrações: Tatú da Saloméia, Mister Galiza + participações especiais de Luizinho Huanna e Sinho Ferrary
Local: Rancho do Forró – BR-415, Ibicaraí
Entrada: Gratuita

Imagem Agência Eleven
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Numa era de conteúdo projetado para capturar atenção em frações de segundo, filmes drama pedindo a você duas horas de atenção concentrada parecem quase contraconvencionais. Nenhuma explosão nos primeiros cinco minutos, nenhum twist de alto impacto no décimo, nenhuma sequência de ação para preencher o espaço onde o roteiro poderia ser mais denso. O drama exige paciência, e recompensa com algo que nenhum outro gênero entrega da mesma forma.

POR QUE O DRAMA É DIFÍCIL DE VENDER, MAS FÁCIL DE AMAR

O problema de marketing do drama é simples: os momentos mais poderosos de um filme dramático são impossíveis de mostrar no trailer sem destruí-los. Um close em Colin Firth travando na frente de um microfone não parece espetacular num preview de 90 segundos. A cena onde dois personagens finalmente dizem o que deveriam ter dito desde o início do filme não tem impacto sem os 80 minutos de construção que vieram antes.

O drama, mais do que qualquer outro gênero, é construído em diferimento. O prazer vem do acúmulo, não do momento isolado. Isso é difícil de mostrar numa cultura de atenção fragmentada, mas é exatamente o que torna a experiência completa do drama cinematográfico diferente de praticamente qualquer outro tipo de conteúdo disponível hoje.

O QUE O DRAMA TEM QUE OUTROS GÊNEROS NÃO TÊM

A ficção científica especula sobre o futuro. A ação entrega adrenalina. A comédia gera riso. O terror explora o medo. O drama faz uma coisa que todos os outros gêneros só fazem como efeito colateral quando funcionam muito bem: cria empatia real e involuntária com alguém que não é você.

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Ariel Pimentel recupera a história das Copas do Mundo de Futebol || Foto Divulgação
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O historiador Ariel Pimentel abriu a 24ª Semana dos Museus da Uesc com palestra sobre a história das Copas do Mundo de Futebol, na última sexta-feira (15), no Centro Cultural Teosópolis (CCT), no último final de semana. Ariel abordou O Mundo em Campo: A história das Copas do Mundo.

Promoção da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), a Semana dos Museus terá exposições até o próximo dia 22 e integra programação nacional coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Com o tema “Museus Unindo um Mundo Dividido”, a iniciativa busca fortalecer o papel dos museus como espaços de diálogo, memória e construção do conhecimento, reunindo estudantes, professores e a comunidade em geral.

Durante a semana, serão promovidas atividades educativas, palestras e visitas guiadas a exposições permanentes — como “Hélio Lourenço: uma vida marcante, um pastorado que edifica” e “A Ação Fraternal de Itabuna e seus fundadores” — e temporárias. Entre os destaques estão as mostras “O mundo em campo: a história das Copas do Mundo”; “Casa Verde: um lugar de memória”, “Cem anos sem Rui Barbosa” e “A Batalha do Sequeiro do Espinho”.

PROGRAMAÇÃO

A programação inclui ainda as palestras “Vozes do Conflito: Memórias da Batalha do Sequeiro do Espinho”, com o pesquisador Fabrício Matos Costa, e “Museus-casa: conceitualização e desenvolvimento”, ministrada pelo professor doutor Carlos Gustavo Nóbrega de Jesus. As atividades ocorrem nos turnos da manhã e da tarde, das 8h às 12h e das 13h30min às 17h30min, além de programações específicas em datas e horários distintos.

Para a coordenadora do projeto e professora da Uesc, Janete Ruiz de Macedo, a Semana de Museus é oportunidade de aproximar a comunidade do patrimônio histórico e cultural, incentivando a reflexão sobre identidade, memória e diversidade. O evento conta com a parceria do Centro Cultural Teosópolis, além do apoio institucional do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura.

Inscrições devem ser feitas no Teatro Candinha Doria || Foto PMI/Divulgação
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A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) abriu inscrições para processo seletivo voltado à contratação temporária de profissionais de diferentes áres. O prazo segue até o dia 19 de maio, com atendimento presencial no Teatro Candinha Doria, em Itabuna, das 8h30min às 13h30min.

As vagas disponíveis incluem funções de serviços gerais, motorista, vigia, técnico e auxiliar administrativo, designer e técnico em produção de eventos. A seleção será feita por meio de análise curricular, em caráter classificatório.

Entre as exigências estão documento oficial com foto dentro do prazo de validade, currículo com comprovações e comprovante de escolaridade compatível com a função pretendida.

A FICC orienta os candidatos a organizarem a documentação com antecedência para evitar problemas durante o período de inscrição, pois não aceitará inclusão ou alteração de documentos após a conclusão do cadastro.

Podcast aborda a relação de Jorge Amado com Ilhéus || Reprodução
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Filha de Zélia Gattai e Jorge Amado, a escritora Paloma Amado é a entrevistada desta quarta-feira (1º) do Pod Gusma, no Canal do Gusmão no YouTube, a partir das 19h. Paloma vai abordar a relação do escritor Jorge Amado com Ilhéus.

O município sul-baiano foi onde Jorge viveu a infância e o inspirou romances como Terras do Sem Fim, São Jorge dos Ilhéus e Gabriela, Cravo e Canela.

Um dos pontos da entrevista é a reação de parte da elite ilheense a Gabriela, Cravo e Canela.

Após o lançamento, o romance recebeu leituras distorcidas. Setores conservadores da cidade acharam que personagens fictícios da obra faziam referência a figuras conhecidas da sociedade local.

A entrevista também trata da história da família do escritor. Paloma fala sobre Eulália (Lalu) e João Amado, pais do escritor, e relembra aspectos da ligação deles com Ilhéus.

O episódio traz informações que ajudam a entender melhor a presença de Ilhéus na obra de Jorge Amado e a dimensão dessa relação na trajetória do escritor nascido em Itabuna.

O Pod Gusma é apresentado pelos jornalistas Emilio Gusmão e Thiago Dias. A entrevista pode ser conferida clicando neste link.

Projeto Entre PoemAtos e Inscri(a)ções agita Ilhéus || Foto Vitória Cecília
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Ilhéus recebe, nesta semana, duas ações culturais voltadas à difusão da poesia e ao incentivo à escrita criativa. A programação é gratuita e integra o projeto Entre PoemAtos e Inscri(a)ções: A Poesia Nossa de Cada Dia, que combina apresentação artística e formação literária.

A primeira atividade ocorre na quinta-feira (26), às 19h, com um pocket show literomusical na Academia de Letras de Ilhéus. Já na sexta-feira (27), às 9h, estudantes do Colégio Estadual Arléo Barbosa participam de uma oficina de criação poética.

A proposta do projeto é ampliar o acesso à poesia como ferramenta de expressão e reflexão, especialmente entre jovens da rede pública. A iniciativa aposta na circulação da palavra poética como forma de estimular o pensamento crítico e o pertencimento social.

Idealizado pela poeta Tallýz Mann, o projeto também prevê atividades em outros municípios do sul da Bahia, além de Salvador e Ilha de Maré. A programação inclui apresentações e oficinas, com foco na troca de experiências e na escuta coletiva.

Além das atividades presenciais, a ação prevê a produção de um e-book com textos criados durante as oficinas e a distribuição gratuita de exemplares físicos do livro em instituições de ensino. A iniciativa contribui para a formação de acervos e o estímulo ao letramento literário.

O projeto foi contemplado pelo edital Circulações Literárias da Bahia 2025, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, vinculada à Secretaria de Cultura do Estado.

Programação cultural agita Ilhéus de 7 a 14 de março || Foto Sávio Louro/Divulgação
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Ilhéus recebe, de 7 a 14 de março, a 11ª edição da Semana Mãe Ilza Mukalê. A programação celebra a trajetória de uma das principais referências da cultura afro-brasileira no sul da Bahia. A iniciativa é da Organização Gongombira de Cultura e Cidadania e reúne atividades culturais, formativas e de valorização da memória negra.

A abertura ocorre no sábado (7), às 14h, com a Caravana da Mulher. A ação leva serviços gratuitos à comunidade do Alto da Conquista, no Terreiro Matamba Tombenci Neto e no Espaço Cultural Dilazenze. A atividade conta com parceria da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres. No domingo (8), Dia Internacional da Mulher, o público acompanha a entrega do Troféu Mãe Ilza Mukalê 2026, às 18h, no salão principal do terreiro. A premiação reconhece mulheres que contribuem para uma sociedade mais justa e igualitária, com destaque para o sul do estado.

A agenda segue na segunda-feira (9), às 19h, com a Mostra Encruzilhadas – Mostra de Audiovisual Universitária. Na terça (10) e na quarta (11), às 18h, a organização oferece a oficina “Como fazer fotos profissionais com o celular”, voltada a iniciantes e interessados em aprimorar técnicas de imagem com dispositivos móveis. As atividades estimulam a formação cultural e a produção artística local.

Na quinta-feira (12), às 18h30, o público participa do Sarau Nzila – Abrindo Caminhos, com exposição de artes e intervenções artísticas no Espaço Cultural Dilazenze. Na sexta (13), a programação celebra os 92 anos de Mãe Ilza Mukalê, com a presença de familiares, filhos e filhas de santo, amigos e integrantes da comunidade.

O encerramento acontece no sábado (14), às 21h, com o tradicional Otambí de Verão. A noite terá show da Orquestra Gongombira de Percussão e convidados, no Espaço Cultural Dilazenze. Toda a programação é gratuita e sujeita à lotação dos espaços. A Semana conta com apoio de coletivos culturais e da Secretaria de Cultura de Ilhéus.

TPI promove residência artística || Foto Yordan Bosco/Divulgação
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O Teatro Popular de Ilhéus (TPI) abriu inscrições para a Residência Artística Teatro, Memória e o Relatório Figueiredo. A atividade ocorre de 16 a 20 de março, em regime de internato, na Escola Agrícola e Comunitária Margarida Alves, na rodovia Ilhéus–Uruçuca (BA-262). As inscrições seguem até 6 de março, neste formulário on-line, com resultado previsto para o dia 10. A participação é gratuita.

O projeto vai selecionar 15 artistas de teatro. Os participantes terão hospedagem e alimentação incluídas durante os cinco dias de imersão. A residência integra a programação anual do grupo e marca o início de um novo ciclo criativo após a consolidação de três décadas de atuação em 2025.

A iniciativa faz parte do processo de criação de um novo espetáculo baseado no Relatório Figueiredo. A obra vai encerrar a trilogia do TPI sobre a luta dos povos indígenas, iniciada com Borépeteĩ. Uno (2023) e O Visconde Partido ao Meio na Guerra do Açu (2025). O foco da pesquisa será a memória do povo Tupinambá de Olivença.

Durante a residência, os artistas viverão na Escola, em um território de 12 hectares voltado à educação contextualizada, antirracista e anticapacitista, com atuação junto a famílias camponesas e comunidades afro-brasileiras e indígenas. A escolha do local conecta a pesquisa histórica às lutas contemporâneas desses territórios.

LINGUAGEM E CONSTRUÇÃO COLETIVA

O processo criativo utilizará a metodologia do Teatro Épico, o Gestus brechtiano e a musicalidade política, marcas da linguagem do grupo. A proposta é investigar formas de transpor para a cena as denúncias de violência contra povos originários registradas no Relatório Figueiredo.

Para o diretor e dramaturgo do TPI, Romualdo Lisboa, a residência é um espaço de construção coletiva. “O Relatório Figueiredo expõe um dos capítulos mais violentos da história do Brasil. Nosso desafio é transformar esse documento em experiência estética, reflexão e mobilização”, afirmou. Segundo ele, o grupo busca artistas comprometidos com processos coletivos e com a causa indígena.

O Teatro Popular de Ilhéus é uma instituição cultural privada, parcialmente financiada pelo programa de Ações Continuadas da Secretaria de Cultura da Bahia, com recursos do Fundo de Cultura e do Governo do Estado. Atualmente, o grupo está sediado temporariamente na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), por meio de parcerias com setores de extensão e núcleos acadêmicos. O projeto foi contemplado em editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia (Pnab), com apoio do Governo do Estado e do Ministério da Cultura.

Velha-guarda do Afoxé Filhos de Ogum || Foto Larissa Paixão
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O Afoxé Filhos de Ogum desfilou na tarde deste domingo (15), em Ilhéus, dando continuidade à trajetória de resistência cultural e valorização das tradições afro-brasileiras. O cortejo saiu do Alto do Coqueiro, no Malhado, e seguiu até a Avenida Soares Lopes, no Centro, formado por cerca de 200 integrantes da velha-guarda, jovens e simpatizantes da manifestação criada há quase três décadas.

Porta-estandarte do Afoxé Filhos de Ogum || Foto Larissa Paixão

Sob a liderança de Mãe Gessy, o grupo levou para as ruas o som dos atabaques e cânticos dedicados a Ogum, orixá associado à força e à luta. A passagem do afoxé transformou a avenida em espaço de celebração da ancestralidade, da fé e da identidade dos Povos Tradicionais de Terreiro, em meio ao Carnaval de Ilhéus.

Guia da Ala dos Caboclos do Afoxé Filhos de Ogum || Foto Larissa Paixão

Reconhecido como patrimônio cultural imaterial da Bahia, o Afoxé Filhos de Ogum vai além da folia carnavalesca. A agremiação atua como movimento de afirmação histórica, preservando rituais, saberes e valores herdados das matrizes africanas, em um contexto marcado por desafios como a intolerância religiosa e o apagamento cultural.

Puxador do Afoxé durante desfile na Soares Lopes || Foto Larissa Paixão

Para a jornalista Larissa Paixão, que cobriu o bloco, a participação da velha-guarda no desfile simbolizou a continuidade dessa tradição ao longo de mais de 27 anos de atuação. A presença de diferentes gerações no cortejo reforçou o papel do afoxé como espaço de transmissão de conhecimentos e como patrimônio vivo da cultura afro-baiana em Ilhéus.

Cena da peça "História de Lenços e Ventos - Ilo Krugli || Foto Renata Figueiredo
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Ao longo de quase todo o mês de março, a Casa Jonas & Pilar, em Buerarema, recebe a mostra Março em Cena, com programação dedicada ao teatro e ao circo. As atividades incluem leituras dramáticas, espetáculos teatrais e oficinas abertas ao público. As atrações se estendem entre o dia 4 e 29 do próximo mês.

Às quartas-feiras, o espaço recebe leituras dramáticas gratuitas de grupos da região, com textos de autores como Aldo Bastos, Bertolt Brecht, Padre Cícero e Domingos Pellegrini. Aos sábados e domingos, serão apresentados espetáculos infantojuvenis e adultos, com ingressos a preços populares.

Nas sextas-feiras, nos dias 13, 20 e 27, haverá oficina de mágica para participantes a partir dos 7 anos, com inscrições abertas on-line. A programação completa será divulgada nas redes sociais da instituição.

Os eventos ocorrem no teatro da Casa Jonas & Pilar, localizado na Praça Domingos Cabral, no centro de Buerarema. O espaço tem capacidade para cerca de 80 pessoas, é climatizado e conta com rampa de acesso.

A mostra é capitaneada pelo Instituto Macuco Jequitibá, com apoio institucional da Prefeitura de Buerarema e financiamento do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, por meio das secretarias estaduais da Fazenda e da Cultura.

Programação oficial começa hoje (13) e segue até quarta-feira (18)
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A cidade de Itacaré, no sul da Bahia, tem programação intensa para o Carnaval 2026, de hoje (13) e a quarta-feira (18), na orla. A festa reúne dezenas de blocos carnavalescos, atrações musicais de diferentes estilos e estrutura voltada para moradores e turistas.

A programação de shows começa nesta sexta-feira (13), com apresentações de Larissa Gomes (21h), Toque Dez (23h), Guiga Meyra (1h) e Cássio, o General (3h). No sábado (14), sobem ao palco Netto Brito (22h), Raneychas (0h), Alex Maxx (2h) e Mambolada (4h).

No domingo (15), a agenda inclui Vina Calmon (20h), Boteco das Amigas (22h), Cia do Kaprixxo (0h), Karamba na Kara (2h) e Xella (4h). Na segunda-feira (16), se apresentam Uipe Gama (20h), Adão Negro (22h), Simone Morena (0h), The Play (2h) e Patrulha do Samba (4h).

A terça-feira (17) terá shows de Rogério D’Lucca (20h), Filipinho (22h), Madalafaia (0h), PH10 (2h) e Lu Costa (4h). A programação se encerra na quarta-feira (18) com Pipoca da La Fúria, às 15h, no circuito da orla.

A Prefeitura de Itacaré afirma que o Carnaval 2026 valoriza a cultura local, movimenta a economia e fortalece o turismo, com apoio da Câmara de Vereadores, do Governo da Bahia e do Governo Federal.

Bloco do Zé Pereira tem mais de quatro décadas de história || Foto Clodoaldo Ribeiro
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Com mais de quatro décadas de história, o tradicional Bloco do Zé Pereira vai tomar as ruas do Pontal, em Ilhéus, na virada da noite desta sexta-feira (13) para sábado (14). A concentração será a partir das 22h, em frente ao Bar do Jorginho, próximo à Praça São João Batista.

Ao PIMENTA, a coordenadora do bloco, Joana Angélica, informou que o abadá custa R$ 70 e dá direito a sete latas de cerveja. Interessados podem garantir a camisa por meio do WhatsApp 73 9 9961-5482. Restam poucas unidades.

Para quem gosta de aquecer os motores mais cedo, o Badauê, na Praça Rui Barbosa, Centro, terá a Pipoca do Rasta, com DJ Múcio, nesta sexta-feira (13), a partir das 19h. Entrada franca.

HERNANI SÁ E TEOTÔNIO VILELA

O Carnaval de Ilhéus também reunirá atrações nos bairros Hernani Sá e Teotônio Vilela, de sábado (14) a segunda (16), sempre a partir das 17h, com apoio da Prefeitura. Abaixo, confira a programação.

Teotônio Vilela

Sábado 14/02

Tryfarol
Léo Silveira
Naian Dimes
Sinho Ferrary
Zouk Mania

Domingo 15/02

Top Gan
Axé Beach
Luan Costa
Patrulha do Samba
Oz Polêmicos

Segunda 16/02

Fogo Latino
Tony Canabrava
Raneychas
Simone Lessa
Banda Realce

Hernani Sá

Sábado 14/02

Mikelly
Sammbe Vip
Benner Show
Axé Beach
Andinho

Domingo 15/02

Amanda Andrade
Conde Chan
Pipoco do Trovão
Cris Mel
Via de Acesso

Segunda 16/02

O Black
Amparo Jr
Boteco das Amigas
Pierre Onassis
Nado Costa

Mestre Ney, da Sambadila, e Amparo Jr se apresentam neste domingo (8) em Ilhéus || Fotos Redes Sociais
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O Coletivo Samba Amado promove, neste domingo (8), a primeira edição da Levada do Samba Amado Ilhéus, com desfile pela Avenida Soares Lopes, da Cidade Nova ao Centro. A festa integra as comemorações do recém-criado Dia Municipal do Samba e propõe ocupar o espaço público com música e celebração da cultura popular.

A programação começará às 14h, com concentração no estacionamento do Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, onde Amparo Jr. e banda se apresentam. A partir das 16h, a banda Sambadila vai puxar os foliões durante todo o percurso pela Avenida.

A Levada contará com trio elétrico, cordas, equipe de segurança e carro de apoio, garantindo estrutura para o evento, segundo Mestre Ney, fundador do Espaço Cultural Dilazenze e da Sambadila. A proposta, acrescenta, é reunir sambistas, admiradores do gênero e o público em geral numa festa gratuita.

O Dia Municipal do Samba foi instituído pela Lei nº 4.373, sancionada nesta quarta-feira (4). A nova legislação prevê que a data será comemorada sempre no segundo domingo de fevereiro. A iniciativa busca valorizar o samba como patrimônio cultural, reforçar suas raízes históricas e ampliar os espaços de lazer e vivência cultural na cidade, segundo o texto da lei.

Bloco Vunje vai tomar as ruas da Conquista na tarde de domingo (8) || Foto Divulgação
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O primeiro bloco afro mirim de Ilhéus volta às ruas e transforma o Alto da Conquista em espaço de celebração da cultura afro-brasileira. O Bloco Afro Mirim Vunje desfila neste domingo (8), a partir das 15h, com concentração em frente ao Terreiro Matamba Tombenci Neto, na Avenida Brasil, levando cores, ritmos e ancestralidade ao bairro.

A iniciativa é da Organização Gongombira de Cultura e Cidadania, que promove o desfile pelo terceiro ano consecutivo. Em 2026, o bloco apresenta o tema Cores da África: Raízes, Tambores e Máscaras, reforçando a identidade dos blocos afro por meio de fantasias, adereços, alegorias, música-tema e enredo.

O desfile contará com cerca de 160 integrantes, entre crianças e adolescentes do Projeto Vunje – Criança Fazendo Arte, além de educadores, familiares e participantes de diferentes bairros de Ilhéus. Criado em 2024, o Vunje é o primeiro bloco afro mirim do município e tem como missão resgatar e fortalecer uma tradição cultural que já marcou o Carnaval da cidade, hoje afetada pela perda de visibilidade e pela falta de apoio institucional.

O bloco é financiado de forma independente, com recursos próprios da Organização Gongombira, obtidos por meio de shows, eventos, receptivos e apoio de amigos e parceiros. “Apesar de não receber recursos do poder público, o Bloco Afro Mirim Vunje segue fortalecendo a cultura afro-brasileira em Ilhéus, com criatividade, dedicação e compromisso social”, constata o músico Marinho Rodrigues, presidente da organização.

O Carnaval do Vunje integra o planejamento pedagógico anual do projeto, iniciado no começo do ano e intensificado a partir de novembro, com o lançamento do tema e a escolha da rainha do bloco durante um evento de valorização da beleza negra promovido pela ONG Gongombira. Em dezembro, começa a confecção das fantasias, adereços e alegorias que dão forma ao desfile.

Balaios de flores entregues em oferenda à Rainha do Mar || Foto Secom-Itacaré
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A tradicional Festa de Iemanjá movimentou Itacaré no domingo (1º) e nesta segunda-feira (2), dia da Rainha do Mar. A celebração reuniu moradores e turistas e reforçou o turismo cultural e religioso no município, segundo a Prefeitura, que apoiou a celebração.

Celebração atraiu moradores e turistas à orla da cidade || Foto Secom-Itacaré

Desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (2), a orla e as praças concentraram fiéis, grupos culturais e visitantes. Foram momentos marcados por manifestações da cultura afro-brasileira, com cortejos, saída de barcos ao mar, capoeira e outras expressões tradicionais.

Festa de Iemanjá começou domingo e terminou nesta segunda (2) || Foto Secom-Itacaré

A maior presença de turistas refletiu na economia local. Hotéis, bares, restaurantes e serviços turísticos registraram aumento na movimentação durante o período da festa, afirma a gestão municipal.

Festejo teve a tradicional roda de capoeira à beira-mar || Foto Secom-Itacaré

Para o secretário municipal de Cultura, Genilson Souza, a celebração simboliza a identidade de Itacaré. “Representa a força da nossa cultura e o respeito à ancestralidade”, afirmou.

Barcos levam oferendas para Iemanjá || Foto Secom-Itacaré