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O presidente do Grupo, Luiz Ribeiro apresentou projeto de expansão ao prefeito Zé Cocá

Jequié será a porta de entrada do Grupo Buriti no sudoeste baiano. Na tarde desta sexta (9), o grupo do segmento de materiais de construção anunciou a abertura de sua primeira loja fora do sul da Bahia, um dia após o empresário Luiz Ribeiro apresentar ao prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), o projeto da nova loja.

O empreendimento no sudoeste baiano contempla o projeto de expansão do grupo Buriti, que, desde o ano passado, vem ampliando sua rede de lojas com sede em Itabuna e filiais em Ilhéus e Itacaré.

– A nova loja no sudoeste do Estado é uma ação estratégica do grupo, que vê na cidade o potencial econômico para desenvolver e por fazer parte do corredor logístico de exportação da Ferrovia Oeste-Leste – afirmou Luiz Ribeiro.

Zé Cocá parabenizou a iniciativa da Buriti em acreditar no potencial econômico da cidade e promover a criação de novas vagas de emprego. “A nossa satisfação é grande quando vemos gente interessada em vir para cá, em abrir negócios e contratar mão de obra local. É bom para a cidade e é ótimo para a população”.

VAGAS DE EMPREGO

O Grupo Buriti também anunciou processo seletivo de contratação de funcionários para a loja em Jequié. As vagas são para Gerente, Assistente Comercial, Vendedor, Operador de Caixa, Conferente, Auxiliar de Serviços Gerais, Repositor, Auxiliar de depósito e Jovem Aprendiz.

Os interessados podem acessar a página de carreira e cadastrar seu currículo no site, por meio do endereço www.lojasburiti.com.br/jequie, ou acessar o Trabalhe Conosco do site da Buriti.

NOVA LOJA EM ITABUNA

O grupo também vai inaugurar nova loja em Itabuna. A filial está sendo construída no térreo do Shopping Jequitibá. A previsão é de que a nova loja em Itabuna seja inaugurada até agosto, segundo afirmou o diretor comercial do Grupo, Mauro Ribeiro, ao PIMENTA.

Cerveja artesanal ganha mais espaço no Nordeste || Foto Divulgação
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Das bebidas mais consumidas no Brasil, a cerveja tem ganhado destaque com a variação artesanal. Na Bahia, o reflexo desse consumo foi registrado no Anuário da Cerveja, um estudo publicado anualmente pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que apontou o aumento de 68% no número de microcervejarias instaladas no período 2018 e 2019 (último ano do relatório), se destacando como o 9º estado com o maior número de empresas desse segmento no Brasil.

Na Bahia, já são mais de 25 cervejarias entre as que tem parque fabril e as ciganas, que produz em planta de terceiros. Seguindo o crescimento, o País alcançou, somente em 2019, a marca histórica de 1.209 cervejarias registradas em 26 Unidades da Federação, 320 novos estabelecimentos em relação ao ano anterior.

Apesar da maior concentração de cervejarias nos estados do Sul e Sudeste, alguns estados do Nordeste do país, como Rio Grande do Norte, Alagoas e Bahia, apresentam crescimentos notáveis. O relatório completo do Anuário da Cerveja pode ser conferido neste link.

O crescimento das microcervejarias e do consumo da ‘cerva’ artesanal chamou a atenção do Sebrae. A entidade está fomentando estratégias para a melhoria do ambiente de negócios, estabelecendo também parceria com outras instituições para garantir a sustentabilidade dos negócios.

“Este crescimento revela uma vocação nacional para a produção de bebidas artesanais e o Sebrae tem contribuído para o fortalecimento deste segmento por meio dos seus projetos de atendimento coletivo dedicado ao setor de indústria”, afirma Edicarlos Moreira, analista técnico da Coordenação de Indústria do Sebrae Bahia.

– Recentemente, um grupo de empresários proprietários de fábricas instaladas em solo baiano com o apoio do Sebrae, em parceria com o Cieb/Fieb, instituiu o primeiro Núcleo de Microcervejarias da Bahia (CervBahia) 0 diz  Uma organização similar a uma associação que vai representar o segmento em pleitos comuns ao ambiente de negócios que estão inseridos”, diz Moreira.

OS DESAFIOS DA PANDEMIA

Microcervejarias ganham espaço na Bahia || Foto Darío Neto/ASN-BA

Assim como em outros setores, o de bebidas também sofreu grande impacto da crise causada pela pandemia de Covid-19, fator que fez agravar a situação financeira e comercial destas empresas. Somado aos decretos estaduais vigentes que proíbe a comercialização de bebidas alcoólicas nos finais de semana, o fechamento de bares e restaurantes (principais clientes das cervejarias) representa hoje um grande desafio na gestão desses negócios.

“Assim como outros setores, as microcervejarias baianas lutam também para sobreviver. Depois de um período de grandes avanços, o segmento está ameaçado de retroceder com o encerramento das atividades de fábricas locais e alguns pontos especializados em venda de cerveja artesanal, além da proibição, lógica, de realização de eventos. É duro ver tudo isso morrer na praia. Precisamos, mais uma vez, unir esforços para reagirmos e sobrevivermos a essa crise, que vai passar, lamenta Isabela Casales, organizadora do Projeto Beba Local Bahia e sócia da Casulo Projetos.

ESTÍMULO ÀS VENDAS

Diante deste cenário, o Sebrae Bahia irá apoiar uma campanha realizada pelo projeto Beba Local Bahia, incentivando a compra de cervejas artesanais baianas para valorização do produto local. A campanha pretende alavancar as vendas das cervejarias participantes, aumentando também a visibilidade das marcas baianas frente a um público consumidor cada vez mais crescente.

A campanha “Cerveja artesanal da Bahia, compre essa ideia” busca estimular o consumidor a escolher cerveja artesanal produzida aqui na Bahia, para consumir em casa, assim ele apoia o comércio local, valorizando a economia interna e ajuda na manutenção dos pequenos negócios.

“Para manter viva a cena cervejeira local, o apoio do consumidor é de extrema importância em um momento de crise como esse. E nem precisa sair de casa para comprar. Enquanto não podemos ir aos bares e restaurantes favoritos, peça através do delivery. Veja lista e contatos das cervejarias baianas participantes por meio do perfil no Instagram do @bebalocalbahia”, complementa Casales.

Ministro Luís Roberto Barroso determina abertura de CPI da Pandemia || Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/AB
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Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso determinou nesta quinta-feira (8) que o Senado adote as medidas necessárias para a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar eventuais omissões do governo federal no combate à pandemia de covid-19.

Barroso atendeu ao pedido de liminar feito pelos senadores Jorge Kajuru (GO) e Alessandro Vieira (RS), ambos do Cidadania. Os parlamentares alegaram suposta omissão da Casa na instalação da comissão.

Ao analisar o mandado de segurança, o ministro entendeu que a CPI deve ser instalada porque preenche os requisitos constitucionais.

“É certo que a definição da agenda e das prioridades da Casa Legislativa cabe ao presidente da sua Mesa Diretora. No entanto, tal prerrogativa não pode ferir o direito constitucional do terço dos parlamentares à efetivação da criação da comissão de inquérito”, decidiu o ministro.

Barroso também determinou que sua decisão individual seja incluída na sessão virtual de julgamentos da Corte, que está prevista para começar no dia 16.

Empresa deve investir R$ 1,6 bilhão na conclusão da obra
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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizou, nesta quinta-feira (8), leilão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). A vencedora foi a empresa Bahia Mineração (Bamin), com um lance mínimo de R$ 32.730.000,00. Apenas uma proposta foi apresentada.

De acordo com a Agência, a ganhadora ficará responsável pela conclusão do empreendimento e operação do trecho, numa concessão que vai durar por 35 anos. O investimento total será de R$ 3,3 bilhões. Desse montante, R$ 1,6 bilhão será usado para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução. Além disso, a subconcessão da Fiol vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos.

A expectativa é de que a Fiol comece a operar em 2025, já transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e, principalmente, o minério de ferro produzido na região de Caetité. Esse volume vai mais que dobrar em 10 anos, superando 50 milhões de toneladas, em 2035 – sendo a maior parte, o minério de ferro.

Entre as cargas também estão alimentos processados, cimento, combustíveis, soja em grão, farelo de soja, manufaturados, petroquímicos e outros minerais. A operação inicial já deve contar com pelo menos 16 locomotivas e mais de 1.400 vagões – pelo menos, 1.100 destinados apenas para o escoamento de minério de ferro. Montante que terá um incremento diante do aumento da demanda, chegando a 34 locomotivas e 2.600 vagões, dentro de 10 anos.

TERCEIRO PÁTIO

Além de Ilhéus e Caetité, um terceiro pátio será instalado no município de Brumado. O traçado da Fiol atravessará as seguintes municípios baianos: Ilhéus, Uruçuca, Aureliano Leal, Ubaitaba, Gongogi, Itagibá, Itagi, Jequié, Manoel Vitorino, Mirante, Tanhaçu, Aracatu, Brumado, Livramento de Nossa Senhora, Lagoa Real, Rio do Antônio, Ibiassucê e Caetité.

A ANTT também trabalha nos projetos para concessão dos outros dois trechos: a Fiol 2, entre Caetité e Barreiras, com obras em andamento, e a Fiol 3, de Barreiras  a Figueirópolis (TO), que aguarda licença de instalação por parte do Ibama.

Um corredor de escoamento que terá um total de 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município de Figueirópolis (TO), ponto em que a Fiol se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.

Operário trabalha em obra de trecho da Ferrovia Oeste-Leste || Foto GovBA
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A multinacional Bahia Mineração (Bamin) arrematou por R$ 32,7 milhões a subconcessão do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que se estende por 537 quilômetros entre as cidades de Ilhéus e Caetité. O arremate foi pelo lance mínimo.

O Governo da Bahia emitiu nota sobre o leilão feito hoje (8) pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e destacou a atuação do Estado para a retomada da obra, “por entender a importância do equipamento para o desenvolvimento econômico”.

De acordo com o governo baiano, o trecho 1 tem mais de 80% concluído, com previsão de conclusão em 24 meses. Com o trecho 2, que chegará até Barreiras, a ferrovia funcionará como um corredor de escoamento de minérios do sudoeste baiano e da produção agrícola que vem do oeste.

PORTO SUL

A Fiol tem uma relação direta de dependência com o Porto Sul, localizado no distrito de Aritaguá, em Ilhéus, que está sendo constituído juridicamente como Sociedade de Propósito Específico (SPE), firmada entre o Estado da Bahia e a Bamin. A ferrovia vai transportar a produção de minérios e de grãos até o porto para que as cargas sejam distribuídas.

As obras começaram em novembro de 2020, com protocolos de segurança para evitar a disseminação da Covid-19. Essa etapa inclui a ponte erguida sobre o Rio Almada, que terá acessos pela BA-001 e BA-262.Leia Mais

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A produção industrial recuou em dez dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. As maiores quedas foram observadas no Ceará (-7,7%), Pará (-7,4%) e Bahia (-5,8%), de acordo com os dados divulgados hoje (8).

Também apresentaram recuos na produção os estados do Paraná (-2,5%), Santa Catarina (-1,5%), São Paulo (-1,3%), Rio Grande do Sul (-1,1%), Pernambuco (-1,1%) e Amazonas (-0,9%). A Região Nordeste, única que é analisada em seu conjunto, teve uma perda de 2,6% no período.

Por outro lado, cinco estados tiveram alta: Mato Grosso (7,3%), Espírito Santo (4,6%), Goiás (2%), Rio de Janeiro (1,9%) e Minas Gerais (0,5%), informa a Agência Brasil.

Estado recupera terminais de hidroviários de Maraú
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A Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra) deve concluir, no segundo semestre deste ano, os terminais hidroviários de Barra Grande e da sede Maraú. O equipamento do distrito de Barra Grande está sendo ampliado e recuperado e um novo atracadouro é construído. As obras também são feitas no píer fixo e no atracadouro já existente.

Os serviços encontram-se com 10% de execução. No terminal de Maraú, as ações estão em fase inicial. O píer fixo, o atracadouro flutuante e a passarela articulada para a travessia dos passageiros do sistema passam por requalificação. A previsão de conclusão de ambas é no segundo semestre deste ano. O investimento total é de R$ 2,1 milhões.

Os investimentos visam assegurar mais segurança e conforto para os usuários. Os equipamentos são muito usados por moradores e, principalmente, por turistas. A região de Maraú recebe em média 758 mil visitantes por ano, segundo a Secretaria de Turismo da Bahia (Setur).

OUTROS TERMINAIS NA BAHIA

De acordo com o secretário estadual de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, mais obras que serão iniciadas em breve em terminais hidroviários baianos. “A construção do receptivo do Atracadouro de Camamu está em processo licitatório.

A próxima etapa é a de contratação da empresa que realizará o serviço. O edital para a recuperação do Atracadouro de São Tomé de Paripe deve ser publicado ainda neste mês de abril”, destaca o secretário.

Realizado pela Anac, leilão ocorreu nesta quarta-feira (7)
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Em leilão realizado hoje (7) na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), foram concedidos 22 aeroportos em 12 estados, arrecadando-se R$ 3,3 bilhões em outorgas. A concorrência foi feita pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em três blocos: Norte, Sul e Central.

A Companhia de Participações em Concessões, parte do grupo CCR, arrematou o bloco Sul, por R$ 2,1 bilhões, e o lote Central, por R$ 754 milhões. Os lances representam, respectivamente, ágio de 1.534% e 9.156% em relação aos lances mínimos. A Vinci Airports ficou com o bloco Norte, pagando R$ 420 milhões, um ágio de 777% sobre o preço mínimo estipulado.

OS BLOCOS

Estão no bloco Norte os aeroportos de Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista (RR). O lance mínimo havia sido estipulado em 47,9 milhões.

No bloco Sul foram concedidos os terminais de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS). O valor mínimo para esse lote era de R$ 130,2 milhões.

O bloco Central é composto pelos aeroportos de Goiânia (GO), São Luís (MA), Teresina (PI), Palmas (TO), Petrolina (PE) e Imperatriz (MA). O lance mínimo era de R$ 8,1 milhões.

O Ministério da Infraestrutura espera que os terminais, por onde circulam cerca de 24 milhões de passageiros por ano, recebam aproximadamente R$ 6,1 bilhões em investimentos. Devem, segundo o ministério, ser investidos R$ 2,85 bilhões no bloco Sul, R$ 1,8 bilhão no Central e R$ 1,4 bilhão no Norte. Os contratos de concessão tem validade de 30 anos. Agência Brasil.

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A Bahia Mineração (Bamin) é a favorita para ganhar a concessão, por 35 anos, do trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) que vai de Caetité até o litoral norte de Ilhéus, onde está sendo construído o terminal do Porto Sul, segundo o Correio24h. O trecho irá a leilão nesta quinta (8), às 14h, na B3, em São Paulo. Além da Bamin, a disputa a VLI, da Vale, e a Rumo Logística são outras duas possíveis interessadas.

O trecho está com 75% concluído. A empresa que levar a concessão deverá pagar R$ 3,3 bilhões, metade deles deverá ser aplicada na conclusão da obra (R$ 1,6 bilhão). A obra teria já atingido 80% de execução, conforme cálculos do governo federal. A concessão da Oeste-Leste vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão nos próximos anos, conforme a publicação. O trecho que vai a leilão tem 537 quilômetros de extensão.

A Bamin é tem o dinheiro de exploração de mina de ferro em Caetité. A Ferrovia Oeste-Leste será importante para o transporte do minério até Ilhéus e sua exportação pelo Porto Sul.

Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, está entre terminais que vão a leilão || Foto Portal da Copa
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Com a previsão de resultar em investimentos de R$ 10 bilhões, o governo promoverá nesta semana o leilão de 22 aeroportos, uma ferrovia e cinco terminais portuários. Chamada pelo governo de Infra Week, a semana de leilões começa hoje (7), com a concessão dos terminais aéreos à iniciativa privada por 30 anos.

Divididos em três blocos regionais, os aeroportos serão leiloados a partir das 10h na sede da B3, em São Paulo. Os lances mínimos serão de R$ 130,2 milhões pelo Bloco Sul, R$ 47,8 milhões pelo Bloco Norte e R$ 8,1 milhões pelo Bloco Central.

Vencerão os consórcios que oferecerem o maior ágio sobre o preço mínimo de cada bloco. Os valores – lance mínimo mais ágio – serão pagos imediatamente após o leilão. A partir do quinto ano de contrato, os consórcios terão de pagar ao governo um percentual da receita obtida a cada ano, até o fim do contrato.

Integram o Bloco Sul os aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Navegantes (SC), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS). O Bloco Central é composto pelos aeroportos de Goiânia, São Luís, Imperatriz (MA), Teresina, Palmas e Petrolina (PE). Fazem parte do Bloco Norte os aeroportos de Manaus, Tabatinga (AM), Tefé (AM), Porto Velho, Rio Branco, Cruzeiro do Sul (AC), e Boa Vista.

Os 22 aeroportos a serem leiloados correspondem a 11% do tráfego aéreo nacional de passageiros, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O governo estima investimentos de R$ 6,1 bilhões nos aeroportos concedidos à iniciativa privada, dos quais R$ 2,8 bilhões no Bloco Sul, R$ 1,8 bilhão no Bloco Central e R$ 1,4 bilhão no Bloco Norte.

OUTROS LEILÕES

Já o terminal do porto de Pelotas (RS) é voltado para carga em geral, em especial toras de madeira, contribuindo para a cadeia logística da produção de celulose, e tem uma área de cerca de 23 mil m².

Segundo o Ministério da Infraestrutura, as concessões dos terminais portuários devem resultar em investimentos de R$ 600 milhões pela iniciativa privada em modernização e melhorias. Vencerá a disputa quem oferecer o maior valor de outorga.

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Com o decreto municipal que retoma o Toque de Recolher em Itabuna das 21h às 5h, o Shopping Jequitibá anunciou novos horários de funcionamento a partir de hoje (6) até sexta-feira (9).

As lojas e quiosques funcionam das 10h às 20h. A Praça de Alimentação, das 10h às 20h30min. Supermercado, farmácia, lotérica e barbearia abrem das 8h às 20h e a academia das 5h30min às 20h30min. O cinema permanece fechado e o delivery da Praça de Alimentação está autorizado a funcionar até as 22h.

FINAL DE SEMANA

Já no final de semana, dias 10 e 11, lojas e quiosques funcionam das 10h às 20h no sábado e das 14h às 20h no domingo. A Praça de Alimentação, das 10h às 20h30min e das 12h às 20h30min, respectivamente.

O hipermercado e a barbearia das 8h às 20h nos dois dias, a farmácia das 8h às 20h no sábado e das 9h às 20h no domingo. Já a lotérica abre das 8h às 20h e das 14h às 20h, respectivamente. A academia funcionará das 8h às 17h no sábado e das 8h às 14h no domingo. O cinema permanece fechado.

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Cerca de 45,6 milhões de brasileiros começam a receber hoje (6) a nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O auxílio será pago a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

O calendário de pagamentos foi divulgado pelo governo na semana passada. Hoje começam a receber os trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em janeiro. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS). O auxílio emergencial somente será pago quando o valor for superior ao benefício do programa social. Abaixo, no leia mais, confira calendário completo de pagamento.Leia Mais

Decisão da LG atinge unidades da empresa no Brasil.
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A LG informou, nesta segunda-feira (5), que deixará de fabricar celulares. A decisão do fechamento da divisão global de produção de smartphones foi tomada pela sede da empresa, na Coreia do Sul.

“Desde o segundo semestre de 2015, o nosso negócio global de celulares tem sofrido uma perda operacional por 23 trimestres consecutivos, resultando em um acumulado de cerca de 4,1 bilhões de dólares (US) até o final de 2020”, destacou a LG em comunicado à imprensa.

“Depois de avaliar todas as possibilidades para o futuro do nosso negócio de celulares, o Headquarter Global [sede global da empresa] decidiu por fechar esta divisão a fim de fortalecer sua competitividade futura por meio de seleção e foco estratégico”, acrescentou a gigante de tecnologia.

BRASIL

A LG é uma das maiores empresas de eletrônicos no Brasil. Presente no país há mais de 15 anos, a empresa conta com três subsidiárias próprias: um escritório em São Paulo e duas unidades produtivas, em Manaus e outra em Taubaté (SP). Procurada pela reportagem, a empresa não informou os impactos que o fim da produção global de smartphones terá nas fábricas no Brasil.

“[A LG Electronics do Brasil] irá se concentrar fortemente em seus negócios de modo a continuar a fornecer produtos e serviços inovadores que tornarão a vida melhor”, diz nota da empresa.

GREVE

Os funcionários da LG em Taubaté estão em estado de greve desde o último dia 26. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a planta da empresa, no interior paulista, tem cerca mil empregados, sendo 400 no setor de celulares.

Os funcionários de três empresas fornecedoras da LG, também no interior paulista, – Sun Tech, em São José dos Campos (SP), Blue Tech e 3C, em Caçapava (SP) – anunciaram hoje (5) que vão entrar em greve para pressionar a empresa sul-coreana a preservar os empregos no Brasil. As três fábricas produzem exclusivamente celulares para a LG.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP), o fim da produção de celulares da LG deverá levar ao fechamento de 430 postos de trabalho nas fornecedoras.  Veja em leia que o Procon cobra esclarecimentos da empresa.

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Com avanço da pandemia, os donos de micro e pequenas empresas do país são expostos todos os dias a novos desafios. Reinventar-se virou palavra de ordem, já é um bordão dentro do universo do empreendedorismo. Quando se fala em inovar, criar e descobrir, a busca por conhecimento é fundamental. Nesse contexto, o Sebrae tem reforçado seu papel de incentivo à educação para empreendedores e para futuros empresários. A oferta de cursos online disponibilizados pela instituição não para de crescer. Em 2020, o Sebrae atingiu o recorde de 2,5 milhões de matrículas em seus cursos à distância. São mais de 140 opções de capacitações totalmente gratuitas.

O analista de soluções do Sebrae, Rodrigo Estrela, destaca a diversidade do conteúdo dos cursos. “Graças a imensa capilaridade dos atendimentos realizados pelo Sebrae em todo país, os nossos cursos são criados em cima das principais necessidades dos empreendedores, estejam eles em fase de ideação, maturação ou execução do negócio. As capacitações são verdadeiras respostas aos anseios dessas pessoas. Exemplo disso, são os cursos criados para serem feitos pelo Whatsapp. No momento que o Sebrae notou que a ferramenta era um dos aplicativos mais usados pelos donos de micro e pequenos negócios, rapidamente, criamos essa solução que é um sucesso”, observa.

Confira a seguir a lista com 20 cursos podem ajudar os empresários a se reinventarem na crise:

Para Empresários:

1. Marketing digital para o empreendedor
Descubra como construir e monitorar uma estratégia de marketing digital para alavancar o seu negócio.

2. Gestão Financeira

Todo empreendedor sabe que a necessidade de planejamento é uma realidade, mas como alcançar uma rotina organizada? O curso Gestão Financeira possibilita que você consiga fazer a análise e o controle das atividades financeiras da sua empresa. Assim, será possível tomar decisões cada vez mais acertadas e, consequentemente, maximizar os resultados financeiros.

3. Customer Success: como conquistar e manter clientes

Aumentar a satisfação dos clientes é uma estratégia de sucesso para toda empresa. Por isso, é muito importante estar por dentro do que é o customer success, uma nova abordagem empresarial que coloca o consumidor no centro de tudo. Afinal, é para resolver os problemas dele que um empreendimento é montado.

4. Microcrédito consciente

O curso abordará temas relacionados ao planejamento e orientação para o crédito. O conteúdo trata de questões como: noções de formação de preço, ponto de equilíbrio e lucro, relação do capital de giro, fluxo de caixa, ciclo financeiro e ciclo operacional, cálculo da necessidade de capital de giro, requisitos para acesso ao crédito, finalidades e modalidades de crédito, taxa de juros e custo efetivo total, entre outras.

5. Como vender pela internet na crise do coronavírus

No curso você vai entender como a internet é fundamental, principalmente neste momento de crise, para o avanço e o sucesso da sua empresa. Você conhecerá técnicas para melhorar sua performance nas redes sociais e aumentar o tráfego de clientes nos seus canais de vendas.

6. LGPD: a sua empresa está preparada?

Se você é uma pessoa conectada, certamente já leu algo sobre a Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD. Mas, você sabe exatamente como ela funciona, quais são suas diretrizes e os impactos da sua implementação? Neste curso, você descobrirá como a LGPD mudará a maneira de as empresas lidarem com dados pessoais.

7. Avaliando as vendas do seu negócio (Curso por Whatsapp)

O sonho de todo microempreendedor é aumentar seu volume de vendas e ver seu negócio crescer. Neste curso, oferecemos as ferramentas certas para alcançar esse objetivo. Nele você vai aprender a fazer uma avaliação e um planejamento de vendas bem feitos e ter resultados cada vez melhores.

8. Inovação e possibilidades de crescimento (Curso por Whatsapp)

A inovação se tornou um diferencial competitivo para empresas de todos os portes, do pequeno, passando pelo médio e chegando ao grande. É inovando que empresas conseguem se manter relevantes no mercado, e se o processo for contínuo, à frente da concorrência na maioria das vezes. Mas como a sua empresa pode aplicar o conceito de inovação em seu dia a dia? Neste curso mostramos o que você precisa saber para implantar a cultura de inovação no seu negócio.

9. Fluxo de caixa como ferramenta de gestão para o seu negócio (Curso por Whatsapp)

O fluxo de caixa é uma das ferramentas de gestão muito importante para manter o controle da movimentação financeira das atividades de um negócio. Com este curso, você irá adquirir conhecimentos para embasar a criação de um fluxo de caixa, capaz de gerar um diferencial estratégico na gestão financeira do seu negócio.

10. Boas práticas nos serviços de alimentação

Esta trilha vai ajudar você a compreender as questões relacionadas à segurança alimentar no processo de elaboração dos alimentos, nas formas de armazenamento e conservação e em outros importantes conceitos e práticas que aprimorarão seu negócio.

11. Atendimento ao cliente

Aprenda sobre os procedimentos de atendimento em uma empresa e como estas ações provocam um impacto positivo nos resultados de um negócio.

12. Compras governamentais: micro e pequenas empresas

Este curso é dedicado às Micro e Pequenas Empresas (MPE) que desejam fornecer bens e serviços para a Administração Pública Federal, Estadual e Municipal. Aqui, ao tratarmos de MPE, nos referimos às Microempresas, às Empresas de Pequeno Porte, aos Microempreendedores Individuais (MEI), aos Agricultores Familiares e às Cooperativas.

13. Como vender mais e melhor

Vender mais é consequência de vender melhor. Aprenda a definir metas e ações para conquistar mais clientes e gerar melhores resultados para o seu negócio.

14. Como aumentar suas vendas

Neste curso, você vai incrementar seus produtos e/ou serviços conquistando mais clientes e vendendo em maior quantidade para os consumidores atuais. Assim, você saberá não só como aumentar as suas vendas, mas também ampliará as possibilidades de crescimento e de expansão de seus negócios.

Para quem quer começar a empreender

15. Aprender a empreender

Conheça as principais características que um empreendedor deve ter e aprenda os conceitos básicos sobre empreendedorismo, marketing e finanças. Se você está querendo abrir um negócio ou se acabou de abrir este curso é para você!

16. Como desenvolver produtos e modelos de negócios inovadores

Preparar os empreendedores para um novo mundo, novos consumidores e novos tipos de negócios. A trilha é composta por exemplos e ferramentas de inovação e vem ao encontro dessa expectativa de que é fundamental inovar e desenvolver competências de gestão da inovação para se manter competitivo.

17. Como definir preço de venda

Saber como definir o preço de venda é tão importante quanto a qualidade e a estratégia de marketing utilizada para comercializar os seus produtos e serviços. Muitos empreendedores, entretanto, ficam com dúvidas se o valor estabelecido é realmente justo e competitivo.

18. O caminho para a formalização: benefícios e responsabilidades (Curso por Whatsapp)

Se você está se descobrindo agora como empreendedor, a formalização do seu negócio é um primeiro passo essencial para o futuro da sua empresa. Neste curso você vai ficar por dentro de todas as informações e ferramentas básicas para se tornar um MEI sem complicação.

19. Acesso ao crédito (Curso por Whatsapp)

Antes de solicitar crédito no mercado financeiro, você, empreendedor, precisa estar bem informado sobre as condições que envolvem essa prática. Neste curso você terá acesso a todo o conhecimento necessário para fazer a decisão mais vantajosa para a saúde do seu negócio.

20. Será que sou empreendedor? (Curso por Whatsapp)

Você diria que todo empresário é empreendedor? E todo empreendedor é empresário? Neste curso, você vai aprender a identificar características que são fundamentais para ter sucesso no mundo dos negócios.

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O governo federal fará leilão da concessão do primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na próxima quinta-feira (8), quando espera lance de R$ 3,3 bilhões. O vencedor terá a concessão da Ferrovia por 35 anos no trecho que vai de Caetité a Ilhéus. Do valor previsto, R$ 1,6 bilhão deverá ser destinado a obras de conclusão.

A Fiol 1 é um projeto importante para o escoamento do minério de ferro produzido na região de Caetité, na Bahia, e a produção de grãos e minério do oeste baiano pelo Porto Sul, complexo portuário a ser erguido no litoral norte de Ilhéus. As obras do canteiro do terminal portuário já começaram.

De acordo com Ministério da Infraestrutura, o governo trabalha para a implementação de mais dois trechos: de Caetité a Barreiras, na Bahia; e de Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), quando, futuramente, irá interligar o porto de Ilhéus a outra ferrovia, a Norte-Sul.