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Um trambolho onde deveria existir um teatro

Matéria publicada na edição desta segunda-feira, 12, do jornal A Tarde, mostra o abandono das obras do Teatro e do Centro de Convenções de Itabuna, paralisadas há cinco anos. E, apesar de repetido, não deixa de causar indignação o argumento do diretor-geral da Sucab (Superintendência de Construções Administrativas da Bahia), Elmo Vaz, para justificar a existência de um trambolho  onde deveria haver um espaço cultural  em plenas condições de uso.
Segundo Vaz, a obra foi paralisada porque o projeto continha inadequações que impossibilitaram a construtora responsável de executá-la até o final. Vá lá que tenha fundamento, mas o que seria inceitável em um país sério é o fato de que o Estado diz ter investido R$ 4 milhões para levantar o trambolho e o município afirma ter empregado igual quantia em obras de terraplenagem e drenagem.
É nessas horas que o brasileiro, que dedica quatro meses de trabalho por ano só para pagar impostos, vê como esse dinheiro é mal empregado e literalmente jogado fora por gestores incompetentes, negligentes e irresponsáveis, para não dizer coisa pior.

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Uma brecha criada por normas internas do Senado custa caro aos cofres públicos. Graças a esse expediente, cada um dos 81 parlamentares pode multiplicar os cargos comissionados que tem à disposição – 12 no total. Alguns aumentaram esse número em mais de cinco vezes. Com isso, a despesa anual dos comissionados somente com vale-refeição cresceu 157%, passando de R$ 7,441 milhões para R$ 19,178 milhões. Todo servidor, efetivo ou comissionado, tem direito a um vale-refeição de R$ 638 mensais, independentemente do valor do salário.
Os senadores empregam 2.505 funcionários comissionados, o que representa um gasto de R$ 1,598 milhão por mês somente com esse benefício. O Guia do Parlamentar – cartilha elaborada pela diretoria do Senado e entregue a cada senador quando assume o mandato – diz que em regra o gabinete é composto por 12 assessores: cinco assessores técnicos, seis secretários parlamentares e um motorista.
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Aleluia assegura apoio a Cacá (à esq.) e confirma candidatura de Déu de Aurino em Itapitanga.

O DEM praticamente selou união com o PMDB na sucessão municipal em Ilhéus. No final de semana, o presidente estadual do Democratas, José Carlos Aleluia, disse que o peemedebista Cacá Colchões é aliado do DEM e que a oposição deve se unir para fazer frente ao PT. Cacá é o prefeiturável do PMDB na disputa ilheense.
Aleluia diz que 2014 passa pela sucessão municipal. “Não estamos discutindo candidatura do DEM, mas procurando organizar candidaturas do PMDB, PSDB, dos partidos que possam fazer oposição ao desastre em que a Bahia se encontra nas mãos do PT”, disse, tratando de posar para fotos ao lado do peemedebista.
O dirigente partidário também reforçou apoio à pré-candidatura de Déu de Aurino em Itapitanga, onde o DEM trabalha pela união das oposições para tentar derrotar o nome governista.

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Política com Vatapá (A Tarde)
Essa quem conta é o jornalista Jeremias Macário, o expert da alma do sudoeste baiano.
Era o ano de 1962. Em Vitória da Conquista, José Fernandes Pedral Sampaio disputava a prefeitura contra  Jesus Gomes dos Santos.
Campanha, José Pedral, o progressista, enfrentando a oligarquia coronelista de Jesus.
Os jornais locais se deleitavam:
Pedral crucifica Jesus. Ou então: Discípulos abandonam Jesus. Ou ainda: Jesus é traído na ceia. Ou Povo renega Jesus, e por aí ia.
O padre Palmeira, aliado do grupo de José Pedral, a ‘esquerda subversiva’, mas comedido na sua campanha para deputado estadual, estava num evento, alguém provocou:
– Padre, o senhor está contra ou a favor de Jesus?
O padre olhou, respondeu com desdém:
– Eu estou com o pai, José.
Pedral ganhou a eleição disparado, mas foi cassado em maio de 1964. Os adversários disseram que foi castigo de Jesus, o verdadeiro, pelos ataques a Jesus, o genérico.

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Florence: degola por baixa produtividade (foto Wilson Dias/ABr)

Coluna Tempo Presente (A Tarde)
Mário Negromonte pediu demissão do Ministério das Cidades, José Sérgio Gabrielli foi demitido da Petrobras e Afonso Florence deletado do Ministério do Desenvolvimento Agrário. O que é que o baiano tem no governo de Dilma? Quase nada.
Só restou Luiza Bairros na Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, o que já é pouca coisa e mesmo assim ela está balançando, mais para cair.
Dela se diz que o ‘Planalto acha o desempenho fraco’, ou que tem ‘uma performance apagada’. Está sendo fritada por brigas internas no movimento negro e no PT.
No conjunto da obra, abacaxis (no mau sentido) para o governador Jaques Wagner.
Nunca a Bahia teve um governador tão amigo de um presidente da República como Wagner é de Dilma. Nunca a Bahia esteve tão mal representada no plano federal.
Se Wagner não tem apetite para entrar na refrega desenfreada por cargos da forma tradicional, como diz, os aliados dele, petistas ou não, são o inverso, têm a gula exacerbada.
Por isso fica difícil entender que com a amiga Dilma ele só tenha a perder.

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Patury: absolvição por falta de provas.

A Justiça Federal em Sergipe rejeitou ação de improbidade administrativa (0003355-04.2010.4.05.8500) movida pelo Ministério Público Federal contra Rubem Patury Filho, delegado aposentado da Polícia Federal. O delegado era acusado de receber R$ 7 mil  da Construtora Gautama, do empresário Zuleido Veras, para bancar sua festa de posse na superintendência da PF em Sergipe, em 2005, sendo um dos envolvidos na Operação Navalha.
Ainda de acordo com a acusação do MPF, Rubem Patury teria recebido dinheiro da Gautama para bancar a própria campanha a deputado estadual em Tocantins. O juiz Edmilson da Silva Pimenta, da 3ª Vara da Justiça Federal em Sergipe, rejeitou a ação civil por falta de provas envolvendo Rubem Patury e a esposa dele, Magna Soraya da Silva Patury, além do empresário Zuleiro Veras e os lobistas Francisco de Assis Borges Catelino, Joel Almeida de Lima e Florêncio Brito Vieira, funcionários da Gautama.
Os procuradores federais trataram a relação do delegado federal com a Gautama como “escusa’, mas o magistrado afirmou que se tratava de ilações, suposições. “O que se vê nesta demanda (ação civil) são apenas suposições desprovidas de elementos probatórios mínimos aptos a demonstrarem a prática de improbidade administrativa por parte dos réus”.
Com base em depoimentos, o juiz federal diz que as investigações não apontavam para ato delituoso de Patury. Um dos denunciados pelo MPF, Francisco Catelino, fez o depósito de R$ 7.000,00 na conta da esposa de Patury e afirmou que o dinheiro teria sido um empréstimo ao delegado federal, com quem disse ter “uma sólida amizade”, conforme consta na ação. O empréstimo, segundo Catelino, foi pago em duas parcelas, “pouco tempo depois”.
Livre da acusação de improbidade, o delegado disse ao PIMENTA que a sentença proferida pelo juiz Edmilson da Silva Pimenta foi “digna e louvável”. À época que estourou o caso Gautama, o delegado aposentado trabalhava como procurador-geral do município de Ilhéus e hoje comanda escritório de advocacia em Itabuna.
Um dos fatos que colaboraram para que a justiça rejeitasse a ação do MPF foram os depoimentos de dois delegados federais que investigaram os esquemas da Gautama e também o delegado Patury. Andrea Tsuruta e Antônio de Pádua Vieira Cavalcanti afirmaram à Justiça nada terem encontrado além de “suposições” ou “indícios” de corrupção.

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Ismerim criticou ausência de Juliana Burgos (Políticos do Sul da Bahia).

A procuradora-geral de Itabuna, Juliana Burgos, foi duramente criticada pelo advogado Ademir Ismerim, hoje, no Hotel Canabrava. Ela faltou ao evento do DEM para orientar ocupantes de primeiro e segundo escalão sobre a lei eleitoral.
– Como que a procuradora do município não participa de um evento deste? – questionou Ademir, conforme relata o blog Políticos do Sul da Bahia.
O subprocurador Marcos Conrado tentou amenizar. Informou que ela estava em Brasília, resolvendo pendências da obra da Amélia Amado. A reação foi pior:
– Isso não tem fundamento. No final de semana não resolve nada na justiça em Brasília. É um absurdo a procuradora do município não participar deste evento.
A metralhadora de Ademir Ismerim deixou corado o pai da moça, Carlos Burgos, secretário de Governo de Itabuna.
– Eu conheço assessor de procurador, mas é a primeira vez que estou vendo o pai ser o representante.

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A Uneb (Universidade Estadual da Bahia) divulgou a terceira chamada de seu vestibular, para ingresso neste primeiro semestre. Na lista, foram convocados 343 estudantes para a matrícula, que deverá ser feita na próxima sexta-feira, dia 16, na coordenação acadêmica do departamento do curso escolhido pelo candidato. O horário de atendimento é das 8h30min às 12 horas e das 13h30min às 19 horas.
De acordo com a instituição, o não-comparecimento do candidato implica em desistência da vaga. A Uneb informa ainda que novas chamadas poderão ser divulgadas.

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Com as contas bloqueadas após a greve de fevereiro, a Aspra – principal associação de PMs na articulação do movimento grevista, teve suas contas bancárias bloqueadas. E justamente num momento em que despesas se avolumam, a exemplo dos gastos com advogados.
Para driblar as dificuldades, policiais têm recorrido às mais diversas estratégias, como a promoção de eventos. Um deles acontece nesta tarde, no bairro Hernani Sá, Ferradas, onde um comerciante cedeu seu estabelecimento para que fosse promovido um caruru, cuja renda será destinada à Aspra.
O aperto é grande, mas a turma está se virando…

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Quem pega o busão em linhas intermunicipais quase sempre reclama do uso de celulares smartphones ou aparelhos sonoros em volume altíssimo. São os desavisados e indesejados “DJs do Busão”. Não bastasse isso, ainda há o gosto ruim para música. O que poucos sabem é que há uma norma da agência que fiscaliza o transporte intermunicipal na Bahia, a Agerba, proibindo o som alto em ônibus.

A norma, no entanto, não é fiscalizada pela própria Agerba. Quem se sente incomodado, porém, pode solicitar do motorista que pare o busão e mande o “DJ” indigesto baixar o som ou, pelo menos, usar um fone de ouvido para não incomodar os demais passageiros. Algumas empresas de ônibus já trazem o texto da norma em seus veículos.

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Quase acaba em “vias de fato” uma discussão que reuniu o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), o deputado estadual Coronel Santana (PTN), a gestora do Hospital de Base, Gilnay Santana, e Antonio Carrero, ex-diretor-administrativo do hospital.
Todos tiveram um dedinho de prosa com Azevedo, ao final da tarde de ontem. Gilnay e o irmão-coronel expuseram ao prefeito os esqueletos deixados no armário pelo ex-diretor.
O clima esquentou e sobraram acusações dos irmãos Gilnay e Santana contra Carrero, principalmente contra notas fiscais supostamente geladíssimas. No calor das discussões, sobraram palavras como moleque, safado, ladrão e coisas do gênero. Azevedo pediu calma a Santana, que prometeu não deixar barato para o ex-diretor do Hblem.

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A Universidade Estadual de Santa Cruz publicou edital que visa à contratação de três técnicos para atuar na implantação do “Centro Regional em Referência  para formação permanente sobre intervenção ao uso do crack e outras drogas”.
A seleção se dará por meio do Reda (Regime Especial de Direito Administrativo) e os candidatos deverão ter graduação nas áreas de psicologia, enfermagem ou assistência social. Os salários, para uma carga horária de 30 horas semanais, serão de R$ 1.746,90.
As inscrições para o processo seletivo estão abertas. Os interessados devem dirigir-se ao Protocolo-Geral da Uesc até as 12 horas do dia 15 de março.
Atualizado  dia às 10h15min de 11.03.2012
 

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O Núcleo do PT do bairro São Pedro, em Itabuna, se reúne neste domingo, 11, para discutir o “planejamento da campanha eleitoral de 2012”. O foco do debate está em sugestões de políticas públicas para o São Pedro, mais os bairros São Judas, Zizo, Pedro Jerônimo, Daniel Gomes, Maria Pinheiro, Fonseca, Vila Anália e Jardim Primavera.
A reunião, que conta com a parceria do MNU (Movimento Negro Unificado), será na rua Santa Maria, 77 (casa de Chico do PT), a partir das 9 horas.

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Uma estagiária da Prefeitura de Itabuna tenta há quase uma semana abrir conta-salário na agência do Banco do Brasil que funciona no mesmo prédio da sede do governo municipal. Sem sucesso.
Quando não é o sistema que cai, é algum funcionário que “se esquece” do próprio serviço e ainda se irrita quando lhe chamam atenção pela negligência…