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Pequenas propriedades no entorno do Cachoeira são beneficiadas com programa
Pequenas propriedades no entorno do Cachoeira são beneficiadas com programa estadual

Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) contratou mais 13.552 Cadastros Estaduais Florestais de Imóveis Rurais (Cefir) para pequenos proprietários no entorno da Bacia do Rio Cachoeira. Com recursos na ordem de R$ 771 mil, serão contemplados os municípios de Buararema, Ilhéus, Itabuna, Arataca, Barro Preto, Caatiba, Firmino Alves, Floresta Azul, Ibicaraí, Itajú Colônia, Itambé, Itapé, Itapetinga, Itororó, Jussari, São José da Vitória e Santa Cruz da Vitória.

Segundo o secretário do Meio Ambiente, Geraldo Reis, “um dos objetivos dessa ação foi atender prioritariamente as Áreas de Preservação Permanente de pequenos agricultores familiares às margens de rios e nascentes, além de conservar a vegetação nativa”.

A ação faz parte do Plano de Revitalização da Bacia do Rio Cachoeira, do Programa de Desenvolvimento Ambiental (PDA) da Sema, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Além do Cefir, o programa contempla ainda a elaboração do Plano de Revitalização da Bacia e o Reflorestamento de 150 hectares no seu entorno, com recursos totais no valor de R$ 3,2 milhões.

O Cefir corresponde, no estado da Bahia, ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), no âmbito federal, criado pelo Código Florestal Brasileiro. O seu principal objetivo é a formação de um banco de dados de informações que servirão para o controle, o monitoramento e o planejamento ambiental e econômico do estado.

BENEFÍCIOS

Entre os benefícios aos proprietários, está a valorização do imóvel e a possibilidade de acessar créditos agrícolas. O proprietário também fica livre de penalidades decorrentes de possíveis irregularidades declaradas, como falta de licença para atividades passíveis de licenciamento, supressão de vegetação ou utilização de recursos hídricos sem autorização, desde que os compromissos assumidos sejam cumpridos.

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Prédio da Uninassau em Recife
Prédio da Uninassau em Recife

A Uninassau lançará mais um Polo de Ensino a Distância (EAD). Desta vez, o local escolhido foi Itabuna, na Bahia. A unidade oferece 16 cursos na modalidade e as inscrições para o vestibular podem ser feitas no site http://vestibular.uninassau.edu.br.

A unidade possui cursos com mensalidades a partir de R$167,20 e matrículas a R$49,90. Os estudantes que escolherem cursar uma graduação a distância terão à disposição cursos nas áreas de humanas, negócios e exatas.

As opções de curso são Administração, Ciências Aeronáuticas, Ciências Contábeis, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão Hospitalar, Gestão de Qualidade, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira, Gestão Pública, Logística, Marketing, Processos Gerenciais, Letras, Letras – Espanhol, Letras – Inglês e Pedagogia.

O coordenador da unidade, José Campos Vieira, destaca a importância da chegada da marca ao local. “Itabuna é um dos principais polos educacionais do interior da Bahia. A instalação da Uninassau é por entender a força que a nossa cidade representa neste segmento e é capaz de oferecer o serviço de educação de qualidade com diferencial”, diz. O Polo EAD Itabuna está localizado na Avenida Amélia Amado, 792, Centro.

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Walmir Rosário 3Walmir Rosário | wallaw2008@outlook.com

 

Gostaria de tecer mais comentários sobre a minha generosidade a esses amigos, cuja pobreza franciscana me deixa bastante consternado, mas vou parar por aqui para não despertar a ira da imprensa e pessoas maledicentes…

 

Não é pra me gabar, não, mas sou um homem bastante rico e excêntrico. Não sou de exibir muito luxo, mas gosto de tratar os amigos com bastante carinho. Para eles dedico parte de minha fortuna com a finalidade de que vivam bem, sem qualquer aperto ou constrangimento por pequenas coisas, afinal, temos que dividir o que temos para não sermos considerados avarentos.

Eu poderia, até, guardar mais dinheiro ou gastá-lo sozinho em viagens e outros prazeres mundanos, mas não me sentiria bem vivendo nessas orgias sem a presença e o bem-estar dos amigos, especialmente os mais chegados. Afinal, trabalho muito para isso e gasto o meu dinheiro não com a rapidez que ganho, é verdade, mas diria que num tempo considerável, como requer a vida em sociedade.

Como vocês devem ter percebido, não sou de ostentar bens de luxo, embora reconheça que são excelentes para o lazer nos finais de semana e receber bem os amigos e os amigos dos amigos. Não tenho propriedades como iates, carros esportivos das marcas Ferrari, Jaguar, Lamborghini, Porsches ou os aviões a jato da moda para percorrer o mundo. Acredito que discrição faz parte da minha personalidade.

Os que ainda não sabem fiquem informados da minha influência junto aos políticos das três esferas de poder: federal, estadual e municipal, cada um com a parte que lhe toca. Os que vivem em Brasília recebem uma ajuda mais substancial, pois a vida lá está por hora da morte. Além do mais é um local inóspito e nossos políticos precisam de mais cuidados, a exemplo de bons restaurantes, aviões confortáveis e hotéis de primeira.

Parte dos meus recursos destino ao pagamento de correspondências e outras formas de comunicação mais modernas, como a telefonia fixa e celular, pois não é todo o mundo que tem tempo disponível para ficar em busca de wi-fi para teclar nos wathzapps da vida. Também ajudo no pagamento dos régios salários dos assessores, ajudantes eficientes na elaboração de projetos e contato com as bases eleitorais.

Como não sou homem de mentira, jamais negarei que minhas empresas também contribuem de forma especial para as campanhas eleitorais, que custam os olhos da cara e não está pra qualquer um. Mas esse apoio desinteressado é retribuído com pequenas compensações nas votações no congresso e algum direcionamento nas verbas públicas, coisa de somenos importância.

Tenho me esforçado bastante para eleger os amigos mais chegados e os por chegar, pois minha prodigalidade é conhecida no Brasil e exterior, onde volta e meia faço questão de depositar alguns dólares e euros nos paraísos fiscais. E nada mais justo que isso, pois os amigos políticos sempre precisam de recursos extras nos seus passeios internacionais. Ninguém é de ferro e precisa sempre distrair as ideias no exterior. Tudo feito às claras.

Possuo amigos a mão cheia e em qualquer lugar, pois esse é o meu estilo de vida. No judiciário não deixo por menos e tenho destinado alguns mimos para esses sábios que cuidam da justiça. Além da inteligência, precisam se apresentar bem, o que não poderiam fazer sem nosso apoio, por isso faço questão de liberar o chamado “auxílio-paletó”, para que possam se vestir bem e com marcas de conceito internacional.

Ainda mais recentemente liberei o “auxílio-intelectual”, para juízes e promotores, no valor de R$ 14 mil – em alguns estados – para a aquisição de livros jurídicos, ampliando o cabedal de conhecimento forense. Alguns amigos até censuraram esse apoio, ressaltando que seria impossível a qualquer cristão ler, mensalmente, todos esses títulos, mas não importa, o que vale, é a minha generosidade.

E, por falar em generosidade, também promovi outra doação, esta, na forma de “auxílio-moradia”. Não acho justo que nossos magistrados, procuradores e promotores usem parte dos seus salários em aluguéis, que estão pelo preço da morte. E a morte é um assunto que me sensibiliza bastante e há muito instituí a pensão permanente para filhas de funcionários públicos civis e militares de algumas carreiras de Estado. Nada mais justo.

Minhas graciosas ações não ficam apenas no campo político, pois coleciono amigos tantos na área cultural, especialmente músicos, artistas das várias linguagens, como teatro, plástica e até os chamados agitadores culturais. Para eles, incentivei a Lei Rouanet, onde distribuo recursos aos meus chegados, de forma gratuita, e por desvario acredito que eles fazem a prestação de contas, na forma da lei. Até que fazem, mas sei que não resistem a uma perfunctória auditoria. Mas o que se há de fazer…

Gostaria de tecer mais comentários sobre a minha generosidade a esses amigos, cuja pobreza franciscana me deixa bastante consternado, mas vou parar por aqui para não despertar a ira da imprensa e pessoas maledicentes. Ainda mais nesses tempos de hoje, em que gravam tudo que fazemos em áudio e vídeo, como se fossem os detestáveis paparazzi que não nos deixa em paz, nem mesmo no recôndito dos nossos lares.

Às vezes me perguntam quem sou eu, por que vivo de fazer altruísmos distribuindo benesses e recursos financeiros aos meus amigos, como se no meu íntimo não fosse eu um ser solidário, humanitarista e filantrópico. No meu âmago, benevolência não é apenas uma palavra, mas uma atitude que pode mover o mundo através do amor e do afeto ao próximo, notadamente os amigos que nos governam.

E ainda me perguntam: Quem é você? Ora, sou apenas o cidadão brasileiro que paga seus impostos e contribuições em dia.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

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Coaraci ganha Base da CIPE
Coaraci ganha Base da CIPE Cacaueira

A Polícia Militar da Bahia inaugura, nesta quarta-feira (6), às 16 horas, uma Base Avançada da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe/Cacaueira) em Coaraci. O evento terá a presença do comandante geral da PM, coronel Anselmo Brandão, do comandante da Cipe Cacaueira, major Ferreira Lopes, oficiais e praças da corporação.

Localizada na Rua Jaime de Campos Ribeiro, nº 10, Centro, a primeira Base Avançada da Cipe Cacaueira foi escolhida para atuar 24 horas em Coaraci pela localização estratégica do município, que fica a 70 quilômetros de Itabuna.

A Cipe Cacaueira, que tem sede em Ilhéus, atende 46 municípios da região em apoio às Companhias Independentes de Polícia Militar (CIPM) e aos batalhões, atuando em ocorrências de combate ao tráfico de drogas, roubo a banco, intervenções em presídio, reintegração de posse, entre outras.

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Iranildo foi sequestrado há quase 30 dias, em Ilhéus
Iranildo foi sequestrado há quase 30 dias, em Ilhéus
Elquizedek e Weber estão presos pelo crime
Elquizedek e Weber estão presos pelo crime

A Polícia Civil prendeu parte da quadrilha que sequestrou, no dia 8 de agosto, no Iguape, em Ilhéus, o cigano Iranildo Goma Queiroz. Entre os acusados de envolvimento no crime, estão os irmãos ciganos Pascoel Ribeiro Dantas e Luciano Ribeiro Dantas, além de Elquizedek Mascarenhas Gomes, André Luís Carvalho, o “André Goiano”, Anderson Santos Webe, “Leo”, Adilson Pimentel Dantas, “Lobato” e Girlene Souza Nascimento.

Girlene Souza foi detida em uma agência bancária em Cuiabá, no Mato Grosso, quando tentava sacar R$ 150 mil referentes a uma parte do dinheiro do resgate. Além dela, estão presos Elquizedek Mascarenhas, Anderson  Weber, o “Leo”, e os irmãos Pascoel e Luciano Dantas.

De acordo com a polícia, os sequestradores chegaram a exigir o pagamento de R$ 5 milhões, mas aceitaram  R$ 500 mil para libertar o cigano. O pagamento foi feito na manhã do dia 18 de agosto, em Salvador, mas os bandidos não cumpriram o combinado, que era soltar a vítima assim que recebessem o dinheiro.

Enquanto os familiares negociavam com os bandidos, os policiais civis tentavam localizar o cativeiro onde estava Iranildo Queiroz. No dia 11 de agosto descobriram que os sequestradores tinham alugado uma casa no bairro São Domingos, em Ilhéus. No imóvel, os policiais encontraram munições de fuzil, uma camisa preta com nome da Polícia Civil, semelhante à usada por um dos criminosos. O homem responsável pelo aluguel se identificou como Lucas Lima Santos.

A CASA CAIU

Armas apreendidas pela polícia
Armas apreendidas pela polícia

No dia 21, policiais do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) prenderam, na Região Metropolitana de Salvador, Elquizedek Mascarenhas Gomes, que usava documento falso em nome de Lucas Lima Santos e, com o suspeito, foi encontrado o recibo do aluguel do imóvel em Ilhéus. Mascarenhas negou participação no crime, mas a companheira dele apontou o envolvimento de Anderson Santos Weber, “Leo”.

Com o avanço das investigações, os policiais descobriram a participação de mais pessoas no crime e prenderam, em Vitória da Conquista, os irmãos Pascoel e Luciano Dantas, no dia 24 de agosto. Neste mesmo dia, em um imóvel pertencente aos dois, foram apreendidos pistolas 380, 3 revólveres calibre, e munições, além de aparelhos celulares e documentos relacionado à investigação.

Também no dia 24 de agosto Léo foi preso, confessou participação no crime e disse que a vítima teria sido executada logo depois do pagamento de parte do resgate.

PROCURADOS

André Goiano, Ubaitaba e Adilson são procurados
André Goiano, Ubaitaba e Adilson são procurados

Outros quatro envolvidos no sequestro já foram identificados e estão com mandado de prisão em aberto. São eles Adilson Pimentel Dantas, o “Lobato”, André Luís Carvalho, o “André Goiano”, integrante do PCC, e um homem apelidado de “Ubaitaba”.

André Goiano tem passagens pela polícia por assalto a banco. Está foragido do sistema prisional e, de acordo com as investigações, atuou como organizador e elo dos ciganos mandantes. Foi também o negociador dos sequestradores na exigência do resgate.

Um adolescente também foi identificado, em Salvador, como participante do crime e está sendo procurado. “Outras pessoas estão sendo investigada como partícipes, pois forneceram cartões de crédito para despesas e contas correntes para movimentação de valores obtidos com o resgate pago”, explicou o delegado Evy Paternostro.

COMO FOI

Na tarde de 8 de agosto de 2017, o cigano Iranildo Gama Queiroz, foi levado de um bar, no bairro Iguape, em Ilhéus, por homens fortemente armados, que chegaram em diversos veículos. O grupo trajava camisas pretas com inscrições pintadas em branco com o nome “Polícia Civil”.

O grupo fugiu em direção à região da Península de Maraú e poucas horas depois a polícia conseguiu apreender três carros utilizados na ação: uma picape Fiat Toro, cor branca, um Palio, cor cinza, e um Ecosport, cor branca.

A ação, batizada de Operação Marujo, conduzida pela equipe da 7ª Coorpin/Ilhéus contou com o apoio de equipes do Draco, Superintendência de Inteligência (SI/SSP), além do suporte do Ministério Público e 2ª Vara Crime de Ilhéus.

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Vistoria detecta várias irregularidades em ônibus || Foto Clodoaldo Ribeiro
Vistoria detecta várias irregularidades em ônibus || Foto Clodoaldo Ribeiro

A Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (Sutran) da Prefeitura de Ilhéus iniciou, nesta segunda-feira (4) trabalho de fiscalização da frota do sistema de transporte coletivo no município. A vistoria detectou vários ônibus das empresas São Miguel e ViaMetro circulando de forma irregular.

A vistoria ocorre em área demarcada no estacionamento do Centro de Convenções, situado na Avenida Soares Lopes. Toda a frota do sistema, composta por 120 ônibus, será fiscalizada. A convocação foi feita diretamente aos representantes das empresas concessionárias do transporte coletivo. Segundo informação do diretor da Sutran, Gilson Nascimento, dez veículos foram submetidos à vistoria na manhã de hoje (4).

Dentre as irregularidades detectadas nos veículos vistoriados nesta segunda-feira, havia lâmpadas queimadas de freio, setas e marcha ré. De acordo com o gerente de Fiscalização e Operações Estratégicas da Sutran, Rogério Buralho, os elevadores estavam funcionando e os documentos dos veículos apresentados demonstram regularidade. Nenhuma infração grave foi, até o momento, registrada.

A previsão é que a fiscalização atinja 15% da frota a cada dia. O serviço iniciado prossegue até o próximo dia 15 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 9 às 11 horas e das 14 às 16 horas, além do sábado, das 9 às 11 horas. No dia 7 não haverá vistoria, em virtude do feriado nacional da Independência do Brasil.

“A fiscalização vai ser constante e a Sutran está criando uma equipe para manter este serviço não apenas com os ônibus, mas também com os veículos de táxi, vans escolares, de turismo e outros”, salientou Rogério Buralho.

DOCUMENTAÇÃO

De acordo com a Portaria Nº 255, publicada no Diário Oficial, no ato da vistoria deverão ser apresentados Certificado de Registro e Licenciamento Veicular (CRLV), carteira do motorista, tabela horária do veículo e o cadastro do veículo registrado na Prefeitura de Ilhéus ou documento similar que comprove sua disponibilidade para o município.

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Malas de dinheiro são encontradas em imóvel que seria de Geddel
Malas de dinheiro são encontradas em imóvel que seria de Geddel

Da Agência Brasil

Em uma operação para cumprir mandado de busca e apreensão, emitido pela 10ª Vara Federal de Brasília, a Polícia Federal (PF) encontrou hoje (5) várias caixas e malas com dinheiro em  imóvel na Rua Barão de Loreto, no bairro da Graça em Salvador, “que seria, supostamente, utilizado por Geddel Vieira Lima como ‘bunker’ para armazenagem de dinheiro em espécie”.

A operação, chamada de Tesouro Perdido, é decorrente de dados colhidos nas últimas fases da Operação Cui Bono. De acordo com a PF, “os valores apreendidos serão transportados a um banco onde será contabilizado e depositado em conta judicial”.

OPERAÇÃO CUI BONO

A primeira fase da Operação Cui Bono foi deflagrada pela PF em 13 de janeiro deste ano. Ela investigou esquema de fraude na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal no período entre 2011 e 2013. De acordo com a investigação,  entre março de 2011 e dezembro de 2013, a vice-presidência de Pessoa Jurídica da instituição era ocupada por Geddel Vieira Lima.

Dinheiro foi encontrado em apartamento em Salvador.
Dinheiro foi encontrado em apartamento em Salvador.

A investigação da Operação Cui Bono –  expressão latina que em português significa “a quem beneficia?” – é um desdobramento da Operação Catilinárias, deflagrada em dezembro de 2015, no âmbito da Operação Lava Jato, quando policiais federais encontraram um telefone celular na residência do então presidente da Câmara dos Deputados, o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que revelou intensa troca de mensagens eletrônicas entre Cunha e Geddel. A operação tinha a finalidade de evitar que provas importantes fossem destruídas por investigados da Lava Jato.

Atualmente, Geddel Vieira Lima cumpre prisão domiciliar. A Agência Brasil entrou em contato com a defesa de Geddel e aguarda retorno.

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Rosemberg entrega chaves de veículos ao prefeito Antonio de Anízio
Rosemberg entrega chaves de veículos ao prefeito Antonio de Anízio

Agricultores familiares de Itacaré, no sul da Bahia, foram beneficiados com entrega de caminhão caçamba e retroescavadeira, por meio de convênio do município com o governo baiano. Uma emenda do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) garantiu os equipamentos. O parlamentar, o prefeito Antonio de Anízio e o secretário estadual de Relações Institucionais, Josias Gomes, fizeram a entrega da retroescavadeira e da caçamba em solenidade no último final de semana, em Água Fria, distrito de Itacaré.

De acordo com os produtores, os equipamentos chegam em boa hora e servirão para ajudar na melhoria das estradas, implantação de tanques para piscicultura e para os diversos projetos desenvolvidos na agricultura familiar.

O deputado estadual Rosemberg Pinto citou o peso da agricultura familiar na economia estadual e nacional. O parlamentar elencou asfaltamento, sinal de celular e energia elétrica como prioridades para a zona rural. “Vamos batalhar por estes três pontos na região”, prometeu. Ele ainda destacou que o Programa Luz Para Todos, tem sido um sucesso e vai realizar na região uma audiência pública para tratar do tema na região.

O secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, também teve uma participação importante na liberação da caçamba basculante e da retroescavadeira. A proposta é que os novos equipamentos comecem a operar imediatamente, aumentando a produção agrícola do município, gerando assim uma melhor qualidade de vida para o pequeno produtor e mais emprego e renda para os agricultores familiares.

O prefeito Antônio de Anízio ressaltou que os investimentos na agricultura familiar fortalecem a economia do município, “gerando mais empregos, renda e uma melhor qualidade de vida para o povo da zona rural”. O gestor itacareense enfatizou os resultados de parceria com o estado. Já em fevereiro, o município ganhou dois tratores para atender as associações de agricultores familiares.

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Univasf abre 41 vagas em concursos públicos para docente
Univasf abre 41 vagas em concursos públicos para docente
A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) está com concurso aberto para 41 vagas de professor em diversas áreas. As oportunidades são para atuar nos campi de Petrolina (PE), São Raimundo Nonato (PI), Juazeiro (BA) e Paulo Afonso (BA).

Os requisitos são graduação na área de atuação, além de especialização e titulação em nível de mestrado ou doutorado, conforme a área. Os salários variam entre R$ 2.426 e R$ 9.585,67, mais auxílio alimentação de R$ 458,00 mensais.

As inscrições vão até o dia 15 pelo site www.concurso.univasf.edu.br. As etapas do concurso serão prova escrita, aptidão didática, defesa de memorial e títulos. As provas estão previstas para os dias 20 e 27 de outubro em Petrolina ou Juazeiro. Do Correio*

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Policias militares do Ceto apreenderam mais de 130 quilos de maconha e pasta-base de cocaína
Policias militares do Ceto apreenderam mais de 130 quilos de maconha e pasta-base de cocaína

Policiais do Companhia de Emprego Tático Operacional (Ceto) apreenderam mais de 131 quilos de maconha e pasta-base de cocaína, há pouco, no Bairro Alto Maron, em Itabuna. A prisão ocorreu na parte alta do bairro, Rua Alto Mirante, 93.

De acordo com a polícia, os traficantes fugiram assim que perceberam a chegada da guarnição. Foram apreendidos 127 quilos e 800 gramas de maconha, 4 quilos e 100 gramas de pasta-base de cocaína, balança de precisão e 11 mil pinos para embalar droga.

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…E, PARA TANTO, FOI PRECISO QUE OS ESTUDANTES CHUTASSEM A PORTA DO PALÁCIO

sandro ferreiraSandro Ferreira | sandrosf@gmail.com

Era preciso radicalizar ainda mais o caráter inclusivo da UFSB para aqueles que aqui já estavam – em sua ampla maioria cotistas – e para aqueles que aqui ainda não estavam, por conta das próprias limitações da lei, como quilombolas, indígenas aldeados e populações transgêneros.

 

Nenhum intelectual sério, nenhum pesquisador dedicado, nega o papel fundamental das Ações Afirmativas na transformação simbólica da universidade brasileira. Mas ainda temos a difícil tarefa de reconhecer o potencial (e fazer valer) deste processo, ainda em curso, para uma transformação epistemológica do nosso principal espaço de produção de conhecimento: a UNIVERSIDADE PÚBLICA.

O último ciclo de expansão do ensino superior brasileiro, entre 2012 e 2014, produziu quatro novas universidades públicas, todas no eixo histórico da exclusão política e educacional, no Norte-Nordeste. As escolhas das regiões, onde cada uma das quatro novas universidades se instalaria, guardavam consigo enorme simbolismo e potencial transformador da própria concepção de universidade.

A região do Cariri, no Ceará, com o simbolismo político e religioso de Juazeiro do Norte; a região do sul e sudeste do Pará, com a luta pela resistência ecológica dos povos de Marabá e região; a região do oeste baiano, marcado por um desenvolvimento predatório e excludente do agronegócio do entorno de Barreiras; e a região do sul da Bahia, com toda sua beleza cultural articulada a toda a sua sabedoria ancestral, fruto dos povos indígenas e quilombolas que ainda resistem entre Itabuna e Teixeira de Freitas.

Neste sentido, é preciso esperar mais das universidades, mais do que apenas a oferta de vagas e a reprodução dos modelos clássicos de ensino universitário direcionado para os setores sociais que só pensam suas vidas e trajetórias por meio do saber moderno acadêmico.

A UFSB em sua construção inicial se propôs esta tarefa. Reuniu colaborações diversas vindas dos quatro cantos do Brasil, com experiências ímpares e interessadas em construir uma universidade inclusiva e democrática, mas, sobretudo, crítica dos saberes constituídos na universidade moderna. Mas, nesta crítica, deveria caber o novo, resultante da articulação do acúmulo teórico-epistemológico da universidade moderna com os saberes pluriepistêmicos ofertados na região por meio de suas comunidades tradicionais. Alguns percalços no caminho nos fizeram desviar um pouco desta potencialidade. Precisamos radicalizar a democracia interna para reascender esta tarefa.

Em outro campo, não menos importante, a UFSB produziu ainda em 2013 uma adesão ampla aos mecanismos recém-consolidados de inclusão e ação afirmativa: o ENEM, o SISU e a Lei de Cotas. Sobre esta última, a opção por aplicar integralmente a lei (que só previa a obrigatoriedade da aplicação integral em 2016) já no primeiro processo seletivo, foi efetivada por meio da ampliação simbólica da reserva de 50% para 55%, acompanhado da criação dos Colégios Universitários, enquanto mecanismo de aproximação com os egressos de escola pública (refletido na cota específica de 85%).Desde então, pouco avançamos em nossa adesão à Lei de Cotas. Demoramos, e eu diria, até resistimos ao imperativo legal da aplicação da Lei 12.711/2012 também na transição do primeiro ao segundo ciclo da graduação.

Talvez influenciados por uma leitura romântica e antissociológica da formação geral e da formação interdisciplinar do primeiro ciclo – que teria o potencial de equalizar desigualdades de oportunidades educacionais que reconhecíamos existir na passagem do ensino médio para a universidade – acabamos induzidos a esta demora excessiva para discutir tal questão.

Há que se dizer que esta vacilação foi encontrada também na UFBA, que só passou a aplicar a lei de cotas na passagem ao segundo ciclo agora em 2017, e em outras universidades baianas que também têm regime de ciclos (de modo complementar), como a UFOB e a UNILAB.

Mas, na UFSB, o incômodo quanto à possibilidade de termos uma representação étnico-racial no segundo ciclo – especialmente em áreas simbolicamente tão importantes na reprodução de status quo como a Medicina -, bem distinta daquela que efetivamos no primeiro ciclo com a Lei de Cotas, chamou a atenção de uma parte dos professores e gestores, bem pequena, diga-se de passagem. Eu mesmo, que passei os últimos dois anos estudando e militando por esta causa, fui instado a esta reflexão pela professora Joana Angélica, vice-reitora, que, após um conjunto de reuniões com os estudantes, me solicitou a produção de um estudo sobre o perfil provável dos ocupantes das vagas na Medicina sem a aplicação da Lei de Cotas. Pouco ou nenhum efeito teve este estudo.

Reunião do Conselho Universitário em que foi aprovado percentual de cotas para o segundo ciclo ||Foto Saulo Carneiro
Reunião do Conselho Universitário em que foi aprovado percentual de cotas para o segundo ciclo ||Foto Saulo Carneiro

Os estudantes, empoderados justamente pelo ideal de inclusão proposto em nossos documentos oficiais, resolveram comprar esta briga. E em junho de 2016 iniciaram a qualificação do debate por meio de um grupo de discussão no Facebook, chamado Cotando UFSB. E, aqui, cabe o registro histórico, para a devida localização daqueles sujeitos responsáveis por um conquista que, no futuro, terá papel fundamental na transformação social e política do sul-baiano.

Nomes como Letícia Lacerda, Emerson Mendes, Kaline Goncalves, Jorge Miguel, Vicente Izidro e Saulo Carneiro, dentre muitos outros, precisam ser lembrados por mim – enquanto pesquisador do tema – enquanto sujeitos destacados deste processo. Com estes, tive a oportunidade de discutir diversas vezes, muitas madrugadas inclusive, cada aspecto legal, cada demanda específica e cada estratégia política diante da tarefa de garantir o óbvio: a aplicação do que determinava a Lei de Cotas em seu Artigo 1o.

As instituições federais de educação superior vinculadas ao Ministério da Educação reservarão, em cada concurso seletivo para ingresso nos cursos de graduação, por curso e turno, no mínimo 50% (cinquenta por cento) de suas vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. (grifo nosso)

Mas se para mim já era um grande feito garantir os 55%, já aplicados no primeiro ciclo, na passagem aos cursos do segundo ciclo, para estes estudantes isso era pouco. Era preciso radicalizar ainda mais o caráter inclusivo da UFSB para aqueles que aqui já estavam – em sua ampla maioria cotistas – e para aqueles que aqui ainda não estavam, por conta das próprias limitações da lei, como quilombolas, indígenas aldeados e populações transgêneros.

E, nesta direção, demostrando uma coragem ímpar, insistiram na proposição de 75% de reserva para egressos de escola pública, apoiados nos dados da composição atual dos estudantes da UFSB; apoiados no fato de termos muitos estudantes ingressos através da ABI com sua cota de 85%; e apoiados nos dados dos egressos de escola pública e da população preta, parda e indígena da região sul da Bahia.

E, no histórico dia 1º de setembro de 2017, foi aprovado o novo sistema de reserva de vagas da UFSB, com 75% para egressos de Escola Pública e adoção de vagas supranumerárias para outros segmentos que não são especificamente citados pela lei.

Cabe também o destaque acerca da sensibilidade demostrada pela maioria do Consuni sobre a necessidade de um programa de transição, que considere o direito dos estudantes já ingressos na UFSB pela ampla concorrência de alcançarem o seu lugar no segundo ciclo, a partir de parâmetros condizentes com aqueles previstos na sua entrada. É preciso como passo urgente, formalizar e organizar estas normativas internas, sob pena de aumentarmos as condições de angústia e adoecimento em curso por conta da demora institucional em organizar este processo.

Agora, cabe aos gestores, aos estudantes e aos demais interessados no tema a tarefa de consolidar esta conquista e qualificar os mecanismos de seleção e subdivisões internas, garantindo ao máximo os resultados desejados com o novo sistema de cotas da UFSB.

Vida longa ao desejo de fazer desta universidade um instrumento real de transformação social, uma coisa pública que ajude a superar o histórico de desigualdades do sul da Bahia, sobretudo sobre a sua população majoritariamente negra e indígena.

Vida longa aos estudantes que lideraram esta batalha. Que estes nomes sejam lembrados, como sujeitos históricos em luta, nos livros que virão a contar os caminhos desta conquista.

Sandro Ferreira é professor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

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IF Baiano em Uruçuca oferece 260 vagas
IF Baiano em Uruçuca oferece 260 vagas

Os candidatos que sonham em ingressar no Instituto Federal Baiano (IF Baiano) já podem se inscrever para um dos cursos técnicos de nível médio nos campi de Uruçuca, Alagoinhas, Bom Jesus da Lapa, Catu, Governador Mangabeira, Guanambi, Itaberaba, Itapetinga, Santa Inês, Senhor do Bonfim, Serrinha, Teixeira de Freitas, Valença e Xique-Xique.

São oferecidas 2.910 vagas para o ano letivo de 2018 nesses campi. Para o campus de Uruçuca são 260 vagas para os cursos de Guia de Turismo, Técnico de Informática, Alimentos, Agrimensura e Agropecuária, com vagas para os turnos da manhã e tarde. Para os demais campi existem outras opções de cursos técnicos.

Os candidatos têm até o dia 9 de outubro para se cadastrar pela internet, no endereço ifbaiano.edu.br. São oferecidas vagas em duas modalidades. Na subsequente, as vagas são para estudantes que possuem o ensino médio completo ou que concluirão neste ano. Já na modalidade integrada as vagas são para estudantes que tenham terminado o ensino fundamental ou esteja em via de conclusão.

Ao se inscrever o candidato deverá preencher o formulário online com seus dados pessoais e socioeconômicos, o curso escolhido e optar entre ampla concorrência, cotas para estudantes oriundos de escolas públicas ou cotas para candidatos com deficiência.

Os candidatos devem apresentar a documentação listada pelos editais no campus para qual fez a opção de curso, presencialmente ou pelos Correios. Essas outras informações podem ser consultadas no edital disponível no site do IF Baiano.

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Barreiras, no Oeste da Bahia, é um dos municípios que terá mais recursos do FPM
Barreiras, no oeste da Bahia, é um dos municípios que terão mais recursos do FPM

De acordo com levantamento da União dos Municípios da Bahia (UPB), 407 dos 417 municípios no estado mantiveram para o próximo ano o percentual de recursos referentes ao Fundo de Participação Municípios (FPM). O estudo, feito com base nos dados divulgados na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que Coronel João Sá e Ibiassucê podem receber menos dinheiro.

A UPB orienta que os prefeitos dos municípios prejudicados entrem com recurso junto ao IBGE para tentativa de revisão da estimativa populacional. Com a revisão, os municípios manterão para o próximo ano os mesmos valores do FPM repassados hoje. A entidade informou que a assessoria jurídica está à disposição para tirar dúvidas.

Segundo a UPB, oito municípios baianos obtiveram ganho populacional significativo, que mudou o coeficiente de distribuição do FPM positivamente, resultando no acréscimo do repasse para 2018. São eles: Barreiras, Caculé, Esplanada, Itambé, Macaúbas, Maiquinique, Nordestina e Rio de Contas.

O levantamento da UPB indica ainda que 135 municípios tiveram redução populacional e outros 279 registraram crescimento.  As alterações no número de moradores não foram suficientes para aumento ou redução no percentual do FPM. Somente 3 municípios mantiveram a população da estimativa anterior do IBGE.

Na estimativa do IBGE, a Bahia atingiu 15.344.447 habitantes em seu território. A contagem populacional é um dos parâmetros usados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados (FPE) e Municípios (FPM). É por meio dessa estimativa e de indicadores econômicos e sociodemográficos que é distribuído o recurso do fundo.

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Alice, Florence, Aleluia, Daniel, Otto, Maia e Rocha integram lista seleta || Montagem Pimenta
Alice, Florence, Aleluia, Daniel, Otto, Maia e Rocha entre os 100 mais

Sete parlamentares baianos estão entre os 100 mais influentes do Brasil, segundo levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). A Bahia é o quatro estado com maior número de deputados e senadores com destaque no Congresso, empatado com o Rio Grande do Sul.

Os deputados Afonso Florence (PT), José Carlos Aleluia (DEM), Alice Portugal (PCdoB), Daniel Almeida (PCdoB), Arthur Maia (PPS) e José Rocha (PR) são os representantes do estado no estudo da Diap. Completa a lista o senador Otto Alencar, que comanda o PSD na Bahia.

Entre os baianos, apenas José Rocha e Otto não figuravam no levantamento do ano passado. O senador, em 2016, era considerado em ascensão. Deixaram a lista a senadora Lídice da Mata (PSB) e os deputados Lúcio Vieira Lima (PMDB) e Antônio Imbassahy, que assumiu a Secretaria de Governo. Confira no Satélito, do Correio*

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Curso de Medicina da Uesc entre os melhores
Curso de Medicina da Uesc entre os melhores

O curso de Medicina da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) obteve nota 3,5922 pontos e conceito 4, numa escala de zero a 5 pontos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2016. A instituição ficou na 13ª colocação no “Conceito Enade” divulgado na sexta-feira (1ª) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC).

O curso de Medicina da Uesc foi segundo mais bem avaliado no Nordeste, atrás apenas da Universidade Estadual do Ceará (Uece), que ficou com conceito 5 no Enade e nota 3,9851 pontos. Na Bahia,  a Uesc teve o melhor resultado entre instituições públicas e privadas,  conforme apurou o PIMENTA.

Outra instituição pública que também apresentou bom resultado no curso de Medicina foi a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), campus de Vitória da Conquista, com conceito 4 (nota 3,5273 pontos). Entre os 20 melhores cursos aparece ainda a Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), de Salvador, com Conceito Enade 4 (3,497 0 pontos).

O curso de Medicina da Universidade Federal da Bahia não ficou entre os 20 melhores do País, mas foi bem avaliado, com nota 2,9986 e conceito 4. Como se percebe, a diferença na classificação deve-se aos décimos. As notas são arredondadas pelo MEC.

No topo da lista no país ficou o curso de Medicina da Universidade Federal de Viçosa (UFV), de Viçosa, em  Minas Gerais, com Conceito Enade 5 (4,8308 pontos). O Enade avalia o conhecimento, competência e habilidades dos estudantes. A nota varia de zero a 5 pontos.

COMO É FEITA A AVALIAÇÃO

O Enem é composto de 40 questões, divididas em duas partes: Formação Geral (FG) e Componente Específico (CE). A primeira tem dez questões, sendo oito de múltipla escolha e duas discursivas, que contempla temas como sociodiversidade, biodiversidade, globalização, cidadania e problemas contemporâneos.

Essas perguntas equivalem a 25% da nota da prova. A segunda visa aferir as competências, habilidades e o domínio de conhecimentos necessários para o exercício da profissão e é composta por 30 questões, sendo 27 questões de múltipla escolha e três discursivas, o que equivale a 75% da nota da prova.