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Atletas do sul da Bahia conquistam duas medalhas no mundial
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O Brasil fechou a sua participação na 1ª Etapa da Copa do Mundo de Canoagem Velocidade em Szeged, na Hungria, com duas medalhas, uma prata e um bronze. No domingo (16) o bronze veio no C2 Masculino 1000 metros na dupla formada por Isaquias Queiroz, de Ubaitaba, com Jacky Godmann, de Itacaré.

No sábado (15) Isaquias já havia conquistado uma prata no C1 1000 metros. O C1 e o C2 1000 metros são provas que serão disputadas nos Jogos Olímpicos em Tóquio, previstos para o período de 23 de julho a 8 de agosto. O medalhista olímpico também foi na final do C1 500 metros, mas acabou desistindo da prova no meio do percurso.

“Eu parei porque estava muito cansado. Foi pouco tempo entre uma prova e outra. Daí, não deu. Tinha 33 minutos para me preparar, e ainda tinha o tempo para eu sair pegar o meu barco até a largada que saí correndo não deu, a prova foi muito apertada uma em cima da outra, mas o que vale foi o que fizemos aqui”, explica.

PRIMEIRA MEDALHA DE GODMANN

Isaquias avalia o resultado do Brasil e também a sua primeira disputa internacional ao lado do Jacky. Os canoístas já dividem a canoa dupla em provas nacionais pelo Clube Regatas do Flamengo. Essa é a primeira medalha de Jacky Godmann, de 22 anos, em Copas do Mundo. No evento ele também competiu a prova do C2 500 metros ao lado de Filipe Vieira, a dupla foi para a final e garantiram 4ª lugar.

Foi a terceira vez que Godmann disputou uma edição de Copas do Mundo, em 2016. O atleta de Itacaré esteve na 2ª Etapa realizada em Racice na República Tcheca onde competiu pelo C2 Masculino 1000 e 200 metros ao lado de Maico Ferreira dos Santos. Já 2018 participou na 2ª Etapa em Duisburg na Alemanha, na época disputou as provas do C1 Masculino nas distâncias de 5000, 500 e 200 metros.

Isaquias Queiroz também remou no C1 Masculino 500 metros. O canoísta teve menos de 30 minutos entre uma final e outra e acabou sentindo o cansaço e desgaste. O atleta, que é tricampeão mundial nessa categoria, acabou desistindo depois de ter remado mais de 50% do percurso.

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Cabe torcer para que os alertas aqui mostrados, não sejam agouros, mas advertências e colaborações na perspectiva do êxito que o passado avaliza a ambas as organizações.

 

Manoel Moacir Costa Macêdo
Manoel Malheiros Tourinho

As organizações são estruturas criadas para alcançarem objetivos específicos como partes de processos institucionais existentes no mundo contemporâneo. Elas estão presentes em qualquer sociedade e espécies de governança, sistemas, formas e regimes de governo: capitalista, socialista, monarquia, oligarquia, aristocracia, democracia, ditadura, parlamentarismo e presidencialismo. As nações têm fábricas, lojas, hospitais, quartéis, escolas, centros de pesquisa, entre outras organizações que fazem a vida existir. As organizações modernas se movem segundo os ambientes, recursos, estruturas, objetivos e processos de gestão. Não são apenas estruturas físicas, a exemplo de prédios e equipamentos, ao contrário, abrigam ativos relevantes: pessoas, visões, missões, tecnologias, história, além da integridade moral e ética.

Teorias acreditadas pela ciência permitem analisar as organizações complexas sob várias perspectivas. A mais completa procura entendê-las à luz da teoria de sistemas, compreender as organizações como um arranjo sóciotécnico: universidades e centros de pesquisa são parte dos sistemas sociotécnicos de ciência e educação, como a CEPLAC – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira e a EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Elas não operam em circuitos fechados e imunes às influências do ambiente externo. Ao contrário, estão abertas à capilaridade entre os de fora e os de dentro. Em alguns casos essa é a essência das estruturas, das tecnologias e dos seus papéis, a exemplo das organizações de saúde em tempo de pandemia. As organizações não operam no vácuo social, mas em condições de “conflitos” de variada natureza. O reducionismo das suas funções, é um artifício, tal qual o axioma da química, as “CNTP – Condições Normais de Temperatura e Pressão” e o “Ceteris paribus” da economia, onde “tudo mais permanece constante”, exceto as herméticas variáveis em análise. Ambos são recursos metodológicos, vez que no mundo real “tudo está em movimento e tudo interfere em tudo”.

Nessa perspectiva, por exemplo, um evento no setor agropecuário brasileiro, expressivo da economia nacional, mereceu atenção. Trata-se de analisar à luz de conjunturas passadas e presentes o que impulsiona o arranjo organizacional para recuperar a cacauicultura brasileira com a criação da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação do Cacau, corruptela atualizada do “velho convênio técnico-científico” entre CEPLAC e EMBRAPA, organizações reconhecidas mundialmente devido a eficiência e sucesso no determinado lapso temporal. A CEPLAC foi modelo de uma ação integrada de pesquisa, ensino e extensão aplicada a um produto – o cacau. A CEPLAC, foi efetiva, eficiente e primorosa, em participar na ocupação da Amazônia no período do governo militar. O maior sucesso dessa missão está no fato do estado do Pará atualmente pontuar como o maior produtor de amêndoas de cacau nacional.

A EMBRAPA por sua vez, nasceu no pragmatismo da ditadura militar, como um modelo concentrado de pesquisa lastreado majoritariamente em centros de pesquisa por produtos, lógica avessa ao modelo difuso dos institutos de investigação; entretanto sem assumir os papéis derivados do ensino e extensão, ficando a sua “raiz pivotante” em produtos relevantes das cadeias agroindustriais e uns poucos nos biomas e na alimentação nacional.

A receita da Revolução Verde, orientou os propósitos da EMBRAPA no “aumento linear da produção e produtividade das lavouras e criações”, pela entrega de específicos “pacotes tecnológicos”, apartados das identidades históricas, sociais, econômicas e ambientais dos produtores rurais e seus modos de produzir e viver. A referência era a monta das inovações incorporadas em determinados produtos agropecuários na lógica reconstruída pela “inovação induzida” dos fatores de produção intensivos em capital, independentes de externalidades negativas.

O processo de colaboração entre as duas organizações estatais sob o véu do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – MAPA, qualificam a se “amigarem”, no qual a estatal EMBRAPA ajudará a outra, a CEPLAC a fazer com eficiência o dever de casa como fez outrora, trinta anos passados. Será possível, ou será o benedito? Os objetivos são ambiciosos e transbordam a realidade das organizações isoladas em seus próprios mandatos, que passam a contrair uma cegueira às ameaças do seu entorno, ontem favorável e aplaudindo, hoje judiando e crucificando. Contingências que permeiam a EMBRAPA e a CEPLAC, a primeira ainda respirando pela sua rica história, a segunda agoniando. A Unidade Mista de Pesquisa nasce numa atmosfera de carência de recursos, restrições à aquisição de equipamentos, suspensão de treinamentos no exterior, restrições às ações de apoio aos experimentos no campo e laboratórios e até de suprimento de mão de obra especializada em decorrência de aposentadorias, mortes e defecções voluntárias. A CEPLAC tem mais de um quarto de século que não repõe seus efetivos, em menor tempo, também na EMBRAPA.

Apesar da CEPLAC e EMBRAPA terem acumulado experiências exitosas no marco temporal definido, tempo que não volta jamais, a realidade não mantém a sua histórica relevância. Apresenta-se então a pergunta: tem a ideologia neoliberal, da economia de mercado, da proposta do Estado Mínimo interesse em mantê-las vivas e pujantes? Uma resposta clara, como simples exemplo a essa premissa: na Amazônia depois do cacau ter retornado às suas origens florestais pela CEPLAC nos anos setenta, quem comanda agora a economia cacaueira, inclusive na formação de novos talentos e operários para as lides da lavoura, senão o setor privado na via do SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem, apostolados pelas Federações de Agricultura dos estados amazônicos produtores de cacau.

Os agentes públicos presentes na Unidade Mista de Pesquisa, apresentaram propósitos ambiciosos e desprovidos de referenciais pragmáticos à sua operabilidade sobre as pessoas, materiais, estratégias efetivas e recursos financeiros para prospectar os revelados propósitos. Para o MAPA, o objetivo é “fortalecer a cacauicultura brasileira. Incrementar a pesquisa e desenvolver novos clones, mais produtivos e resistentes às pragas. O início da retomada do Brasil como grande produtor mundial”. À EMBRAPA “identificar as principais lacunas e potenciais oportunidades para alavancar a cacauicultura nacional”. Para a CEPLAC “que o Brasil deixe de ser importador de cacau e amplie sua exportação de cacau fino, derivados e chocolate em prol da cadeia do cacau e da sociedade brasileira de forma geral”.

Nos anais da história brasileira, constam registros de organizações estatais extintas, com fartos exemplos no setor agropecuário, sem reações e contestações robustas da sociedade, até por que foram decisões legais oriundas do poder legislativo. O diagnóstico das crises, anomalias e morte das organizações, são indispensáveis para a sua sustentabilidade e governança, sobretudo as públicas. Um profundo estudo dos ciclos dos monocultivos e suas organizações fomentadoras (cacau, café, algodão e cana-de-açúcar) vindas da economia colonial, marcado pelos rastros dos baronatos, capitães, coronéis e donos da terra, do desmatamento do bioma da Mata Atlântica, ambiente inicial das ações da CEPLAC se faz necessário pensar uma nova história organizacional.

Qual o papel que ainda pode ser reservado ao Estado nessas contingências? O suposto, é de que nem mesmo a soma aritmética dos anos da CEPLAC + EMBRAPA = 112 anos serão capazes de alcançar os objetivos propostos nessa cooperação. O fundamental é compreender a real movimentação do agronegócio no país e no mundo, livres dos apanágios corporativos que terminam buscando soluções mágicas, retiradas das cartolas das grandes corporações estrangeiras, algumas mais poderosas que alguns países, na geração de emprego e renda, acumulação e modernização do mundo rural, entre outros.

As duas organizações estatais, estão em questionamentos sobre as suas inserções nas demandas do agronegócio brasileiro. A CEPLAC, no período pósConstituição Federal de 1988, mostrou os primeiros sinais de declínio, quando comparado com o seu virtuoso passado. Diríamos que está “estiolada” e “desidratada” apesar das fortes chuvas do Sul da Bahia e do Pará. Pesquisadores bem treinados, reclassificados funcionalmente como “fiscais agropecuários” podem ser vistos nas plataformas de embarque de cacau no porto de Ilhéus. A imobilidade intencional alcança trinta anos.

À EMBRAPA, os sinais de enfraquecimento não faltam e não são recentes. Nos últimos vinte anos, vem ocorrendo o contingenciamento dos seus dispêndios orçamentários e o deslocamento das demandas por resultados de pesquisa pela complexa produção agropecuária brasileira. Não é recente a desarticulação do seu programa de treinamento, a carência de aquisição de equipamentos estratégicos, os descuidos com os campos experimentais e os baixos indicadores da ciência, tecnologia e inovação, em publicações e patentes, particularmente, com as referências internacionais. “Por favor, Embrapa: acorde!”.

A sustentabilidade das organizações numa sociedade desigual estará comprometida quando algum desses fatores estiverem presentes na sua operacionalidade: gestão desconectada com a realidade, carência de cumprimento de metas robustas, baixa produtividade, afastamento progressivo da evolução do conhecimento, distanciamento das demandas locais, envelhecimento dos meios de trabalho e rendimentos incompatíveis com a unidade das “possibilidades versus as necessidades”.

Cabe torcer para que os alertas aqui mostrados, não sejam agouros, mas advertências e colaborações na perspectiva do êxito que o passado avaliza a ambas as organizações. Sem um efetivo diagnóstico organizacional para identificar as ameaças e falhas, a “boia salva-vidas” atirada ao mar para resgatar dois moribundos, não vai salvá-los. Um agonizando e o outro está deveras enfermo. Se a boia estiver furada, só resta o abraço dos afogados.

Manoel Moacir Costa Macêdo e Manoel Malheiros Tourinho são engenheiros agrônomos e, respectivamente, pesquisadores aposentados da Embrapa e da Ceplac.

Prefeito e vice-prefeito de Ilhéus formalizaram entrega na última sexta; máquinas vão beneficiar cerca de 1.300 famílias que se dedicam à agricultura na região
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O prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD), o vice Bebeto Galvão (PSB) e o secretário de Agricultura da Bahia, Lucas Costa, entregaram, na última sexta-feira (14), dois tratores à Associação dos Pequenos Produtores de Ilhéus, Una e Buerarema (Aspaiub) e à Força Rural. Juntas, as associações representam cerca de 1.300 famílias da região Sul da Bahia.

“Uma alegria muito grande realizar essa destinação. Estou muito feliz em estar podendo ajudar as nossas associações da agricultura familiar, melhorando a qualidade de vida do povo da zona rural. Agradeço ao secretário Lucas Costa”, disse Mário Alexandre.

De acordo com a Prefeitura de Ilhéus, emendas feitas por Bebeto ao orçamento da União, ainda no mandato de deputado federal (2015-2018), garantiram os recursos para a compra das máquinas. “A cidade, na sua extensão rural, tem pequenas propriedades rurais e a agricultura familiar tem sido a nossa marca para melhorar a produção, o transporte e a comercialização. Esse é o nosso compromisso. Os dois tratores melhorarão a produtividade das famílias”, destacou o vice-prefeito.

O ato de entrega contou com a presença dos presidentes da Aspaiub e da Força Rural, Abiel Silva e Alex Lima, respectivamente.

Prefeito emitiu moção de pesar por falecimento do médico do Hospital de Base, vítima de acidente em rodovia
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O prefeito Augusto Castro (PSD) emitiu moção de pesar pelo falecimento do médico Lauro de Melo Pita Filho, de 52 anos, que faleceu hoje (17) num acidente na BR-330, entre Jitaúna e Jequié (veja aqui). Anestesiologista, Lauro integrava a equipe médica do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, de Itabuna.

“Entre seus colegas, doutor Lauro deixa o profissionalismo no atendimento aos pacientes do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, e em outras unidades hospitalares. Entre os seus amigos, a imagem de um companheiro fraterno e bom. E, entre seus parentes, a felicidade de tê-lo como filho e amigo no seio familiar. Agora, ficará a certeza de que Deus confortará a todos que o amavam e o admiravam, sua lembrança e a saudade”, diz a mensagem divulgada pelo prefeito.

Acidente no sudoeste da Bahia mata médico do Hospital de Base|| Fotomontagem Giro Ipiaú
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Um médico do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, no sul da Bahia, morreu em um acidente de carro nesta segunda-feira (17), na BR-330, na altura da Fazenda Provisão, no trecho entre Jequié e Jitaúna, no sudoeste do estado. Lauro de Melo Pita Filho, de 53 anos, dirigia um Nissan Kickis.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Jequié, Lauro de Melo ficou preso às ferragens e morreu no local. O acidente envolveu o Nissan Kickis, onde o médico estava, um veículo do tipo caçamba. Os automóveis colidiram de frente e o carro de passeio ficou completamente destruído. O corpo de Lauro de Melo foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica d(DPT) de Jequié.

Outra pessoa, que viajava na companhia de Lauro de Melo, ainda foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, mas não resistiu aos ferimentos. A vítima ainda não foi identificada. Já o motorista da caçamba não teve ferimentos.

Serviço de manutenção já recuperou 20 quilômetros de estradas vicinais, informa Prefeitura
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A Prefeitura de Itacaré mantém o trabalho de manutenção das estradas vicinais do município. No último final de semana, foi a vezes das estradas dos povoados de Abílio, Fojo e Sempre Firme. O serviço contou com o apoio da Câmara de Vereadores e das comunidades locais.

De acordo com o prefeito Antônio de Anízio (PT), a recuperação das estradas garante dignidade aos moradores do campo e estimula a economia do município, especialmente a agricultura familiar.

O trabalho já beneficiou as comunidades de Jacutinga e Mata Velha, cujas estradas receberam cascalho pela primeira vez na história, informa a Prefeitura.

Equipes do município também recuperaram a estrada que vai do distrito de Taboquinhas, passando por Rua da Palha, até a região do São Benedito, perto do limite com o município de Uruçuca.

Nos últimos meses, conforme a Prefeitura, já foram recuperados 20 quilômetros de estradas rurais.

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Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em dezembro podem sacar, a partir de hoje (17), a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 29 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

O auxílio emergencial 2021 prevê quatro parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil familiar. As famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Segundo modelo, artista teria pulado da varanda de hotel depois que sua equipe colocou mulheres no quarto onde ele estava hospedado com a esposa
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro trabalha com, pelo menos, duas hipóteses de investigação sobre a morte de Kevin Nascimento Bueno, MC Kevin, que faleceu ontem (16) à noite, na cidade do Rio de Janeiro, após cair do 5º andar de um hotel na Barra da Tijuca.

O artista teria batido a cabeça ao tentar pular da sacada do apartamento na piscina no hotel. Conforme outra versão, ele estaria atravessando de uma varanda para outra quando se desequilibrou e caiu.

A segunda hipótese sobre a morte do artista de 23 anos foi corroborada pela modelo Anny Alves, passista da escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi e namorada de um amigo do funkeiro.

Num vídeo divulgado nas redes sociais, Anny disse que a equipe do músico teria colocado mulheres no quarto onde ele estava para fazer uma brincadeira com o artista, que estava hospedado no hotel com a esposa, a advogada Deolane Bezerra.

Quando uma pessoa bateu na porta do quarto, segundo a modelo, MC Kevin teria se assustado pensando que fosse a esposa e, por isso, tentou pular a varanda.

“Foi uma brincadeira de mau gosto. Bateram na porta e ele achou que fosse a mulher dele. Se desesperou e foi tentar pular de uma varanda para outra, o vidro quebrou”, conta a passista no vídeo, que foi apagado por ela minutos após a publicação.

Por volta das 18h30min, o Corpo de Bombeiros levou MC Kevin para o Hospital Miguel Couto, mas ele não resistiu aos ferimentos graves da queda.

Paulo Ricardo lidera ranking brasileiro de sua categoria no judô
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Cerca de três horas por dia, sete dias por semana. Esse é o tempo que o soldado do Esquadrão de Polícia Montada da PM (Cavalaria) de Itabuna Paulo Ricardo Alves de Oliveira dedica para se preparar para mais um desafio em sua carreira como judoca: disputar, em setembro, a medalha de ouro no ‘World Championship 2021 – Portugal Judô’, no país europeu.

Top 1 da modalidade no Brasil na categoria até 73 quilos, o PM ficou surpreso ao descobrir, na noite deste domingo (16), a convocação para representar o país na competição mundial. “Eu estou tão focado que, na mesma hora que soube da notícia, fui treinar, pois preparo não só o físico, mas psicologicamente, que é uma coisa que me motiva. Fui visualizando todas as vitórias que, com fé em Deus, terei”, contou o policial.

Convidado pelo clube português Sport Lisboa e Benfica para se juntar à equipe de judô e treinar antes da competição, Paulo Ricardo não escondeu a emoção em lutar no país europeu. “Estou indo confiante, não só pra esse como para o outro torneio na Polônia, que aconteceria em outubro, mas foi adiado para 2022, por conta da pandemia. Sigo focado, mantendo o peso para chegar lá com todo gás e garantir a medalha de ouro”, celebrou.

FORA DOS TATAMES

Aos 31 anos, o soldado, ingresso na Polícia Militar em 2011, vive uma rotina intensa. Ele divide as horas do seu dia entre a carreira de PM, a graduação na faculdade de odontologia, os estudos de uma pós graduação em implante e prótese e os treinos intensos de musculação e judô, além do casamento.

“Às vezes, nem eu sei como consigo, mas com a organização na agenda, onde coloco todos os passos que darei durante a semana, consigo me manter na direção certa”, contou. Ele não deixou de agradecer o apoio da Polícia Militar da Bahia, do seu fisioterapeuta, Murilo Santos, além do patrocínio do Núcleo de Ensino e Estética em Odontologia (NEEO), da academia Monster Gym, do empresário Mateus Cardoso e da Prefeitura de Itabuna.

Em Jaguaquara, Rui Costa inaugura sistema de abastecimento || Foto Divulgação
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Nesta terça-feira (18), às 9h, Rui Costa estará no município de Jaguaquara, onde vai entregar as obras de ampliação do Sistema Integrado de Abastecimento de Água, que vai atender também aos municípios de Itaquara e Irajuba.

Rui também participa da inauguração da Praça Centenária Dr. Rosalvo da Silva Jr., situada na entrada da cidade, e da pavimentação asfáltica de 19 mil metros quadrados, na sede.

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O Índice Geral de Preços–10 (IGP-10), indicador nacional medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de preços de 3,24% em maio deste ano, acima do 1,58% de abril. Com o resultado de maio, o índice acumula inflação de 12,70% no ano e de 35,91% em 12 meses.

A alta de abril para maio foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, cuja inflação subiu de 1,79% para 4,20% em maio.

Os preços no varejo e na construção apresentaram inflação mais moderada em maio em relação a abril.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,87% em abril para 0,35% em maio. Já o Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 1,24% para 1,02% no período.

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O toque de recolher foi prorrogado, em toda a Bahia, até o próximo dia 25, das 21h às 5h, em 190 municípios e das 20h às 5h em outras 227 cidades. O decreto estadual com a medida está publicado na edição online do Diário Oficial, edição deste domingo (16).

Pelo decreto, municípios integrantes de região de saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI vier a se manter igual ou inferior a 75%, por cinco dias consecutivos, o toque de recolher poderá ser das 22h às 5h. Por ter alcançado esta meta, o toque de recolher em Salvador continua em vigor das 22h às 5h.

A venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos fica proibida, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery), das 18h de 21 maio até as 5h de 24 de maio.

Para a comercialização de bebida alcoólica aos fins de semana, continua a valer a determinação de que as regiões de saúde precisam alcançar a taxa de 75% ou menos de ocupação de leitos de UTI, por cinco dias consecutivos. Por isso, em Salvador, segue permitida a venda de bebidas alcoólicas durante o fim de semana.

AULAS, EVENTOS E SHOWS

As unidades de ensino públicas e particulares podem manter as atividades de forma semipresencial. Para que isso ocorra, é necessário que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid esteja abaixo de 75%, por cinco dias consecutivos, nas regiões de saúde. Para Salvador, o Governo do Estado já havia autorizado o retorno das aulas, respeitando tais critérios, respeitando os protocolos para tal.

Os eventos e atividades que envolvam aglomeração de pessoas continuam proibidos, em todo o território da Bahia, independentemente do número de participantes, ainda que previamente autorizados. Segue suspensa ainda a realização de shows, festas, públicas ou privadas, e afins, independentemente do número de participantes, em todos os municípios baianos, até 25 de maio.

Clique em Leia Mais, abaixo, e confira os municípios com toque de recolher das 20h às 5h:Leia Mais

Atlético e Bahia de Feira empatam na primeira partida das finais do Baianão 2021
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Atlético e Bahia de Feira fizeram um jogo decidido somente nos minutos finais, com empate por 2 a 2, na primeira partida da decisão, no Estádio Antônio Carneiro, em Alagoinhas.

Todos os gols foram marcados na reta final do segundo tempo. Jarbas abriu o placar para o Tremendão aos 32 minutos da etapa final. De pênalti, Ronan empatou aos 42. Nos acréscimos, aos 57 minutos, Adriano Ferreira colocou o time feirense novamente na frente. Mas, aos 58, no último lance do confronto, Ronan fez boa jogada individual deixou tudo igual no placar.

As duas equipes voltam a se enfrentar no próximo domingo (23), às 16h, na Arena Cajueiro, em Feira de Santana. Tanto o Bahia de Feira como o Atlético precisam de um simples triunfo para conquistar o título. Já um novo empate leva a decisão para a disputa de pênaltis. Campeão em 2011, o Tremendão busca o bicampeonato estadual. O Carcará, por sua vez, tenta a conquista inédita na história do clube.

Augusto se reúne com lideranças do sudoeste da Bahia || Foto Divulgação
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O prefeito de Itabuna Augusto Castro (PSD), aproveitou o final de semana para rever amigos e lideranças políticas na região sudoeste do Estado. “Além do advento da pandemia do novo coronavírus, que restringiu os deslocamentos, o ano passado foi muito atribulado. Fui contaminado pela Covid-19 e, depois de recuperado da doença, veio a campanha eleitoral, em seguida a transição e composição do novo governo”, disse Augusto.

Segundo o prefeito, tudo isso contribuiu para que ficasse sem fazer contato pessoal com os amigos e lideranças de outras regiões. “Fui deputado estadual por dois mandatos e sempre obtive votos em praticamente todos os lugares. A dedicação que temos com Itabuna demanda muito tempo. Mas, sempre que tiver oportunidade, vou aproveitar para rever os amigos que tenho nos quatro cantos da Bahia”, prometeu.

Bruno Covas, prefeito de São Paulo, morre aos 41 anos
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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu às 8h20min deste domingo (16), de complicações decorrentes de câncer no sistema digestivo. Licenciado do cargo no início deste mês, Bruno Covas estava em tratamento no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.

Filho de Pedro Lopes e Renata Covas Lopes e pai do jovem Tomás Covas, Bruno nasceu em Santos, no litoral paulista, no dia 7 de abril de 1980, e foi advogado, economista e político.

Mudou-se para a capital paulista em 1995 e, dois anos depois, filiou-se ao PSDB, seguindo os passos do avô, o ex-governador Mário Covas (1930-2001), sua grande inspiração e influência política . No partido, chegou a ser presidente estadual e nacional da Juventude do PSDB e ocupou cargos na Executiva Estadual.

Sua carreira na política começou em 2004, quando se candidatou a vice-prefeito de sua cidade natal. Dois anos depois, foi eleito deputado estadual na Assembleia Legislativa de São Paulo e reeleito para o mesmo cargo e m 2010, com mais de 239 mil votos, sendo o mais votado d aquele ano.

No ano seguinte, assumiu a Secretaria Estadual do Meio Ambiente no governo de Geraldo Alckmin, permanecendo no cargo até 2014, quando foi eleito deputado federal para o mandato 2015-2019. Com Agência Brasil.