
Walmir Rosário
E o remédio tem de ser ministrado conforme a doença, para curar e não como paliativo. Não conheço a área de saúde, mas, pelo que me consta, um simples analgésico não combate um câncer em estado terminal. Pode, no máximo, abrandar a dor.
Que os cheiradores, maconheiros, fumantes de crack e outros viciados em drogas ilícitas me perdoem, mas são eles os grandes culpados pelo alto índice de violência que toma conta do Brasil, de norte ao sul. Nesta mesma conta, coloco também os políticos brasileiros responsáveis pela elaboração de leis estapafúrdias, que criminalizam os traficantes de drogas e livram a cara dos consumidores.
O tráfico de drogas é uma atividade ilícita. Claro que para o ato ser consumado necessita da participação de dois atores: o que vende e o que compra, embora nessa cadeia também seja criminalizado o que produz. Fere todos os princípios da lógica impor penalidades apenas para quem produz e vende, descriminalizando quem consume. Essa é mais uma das jabuticabas brasileiras.
É impossível existir o vendedor se, do outro lado, não tiver o comprador. Simples, qualquer tipo de atividade – lícitas ou ilícitas – não conseguirá sobreviver se não for completada com essa ligação. E esse elo foi desfeito pelos políticos apenas para essa legislação, com a simples finalidade de agradar uma grande parte de bandidos – com ficha nos órgãos policiais e judiciários, ou não – que se locupletam com o tráfico.
Chega a ser ridículo a chamada sociedade do asfalto reclamar segurança, quando é ela mesma – com as devidas exceções – quem financia a violência desenfreada, para usar a gíria do próprio Rio de Janeiro. As classes média e alta da chamada zona sul da cidade, hoje nem maravilhosa assim, se abastecem de drogas ilícitas vindas do alto dos morros, agora batizados de comunidade, pagando regiamente aos traficantes, promotores da violência.
O que causa revolta é que todo esse comércio ilegal funciona desde antes com a licença e complacência das nossas autoridades, que utilizam o tráfico de influência em troca de votos, como está largamente provado. E essa licenciosidade vem descendo em cadeia pelos diversos membros dos representantes do Estado, conforme as hierarquias, até chegar aos escalões mais chulos.
A permissividade de nossas autoridades criou um verdadeiro monstro, que deixou de atuar no alto dos morros e invadiu o asfalto – os bairros chiques da zona sul carioca e outras cidades do Grande Rio. E, em vez de papelotes de cocaína, trouxas de maconha e pedras de crack, também chegou espalhando o terror, com as gangues assaltando pessoas nas ruas, nos restaurantes e os conhecidos arrastões nas praias.
Hoje, essas quadrilhas criadas e incentivadas com o dinheiro da venda de drogas se impõem com o dinheiro produto da venda e passou a substituir o Estado no alto do morros, aliciando menores para o trabalho dos “aviões”, futuramente guindados aos cargos de bandidos das mais diversas especialidades. É bom que se diga, que esse volume enorme de dinheiro não paga imposto de renda, previdência nem outros tributos a nós destinados.
E a lei do morro – chamada teimosamente de comunidade – é terrível. Pior do que a Lei de Talião, de olho por olho, dente por dente, tem julgamentos sumários, sem direito a qualquer defesa, nem mesmo dos grupos de direitos humanos. Controlam todo o comércio, as idas e vinda dos moradores, a subida dos visitantes do asfalto em busca das drogas, as direções das obedientes associações de moradores, sob o jugo dos chefões do tráfico, com a leniência dos sucessivos governos.
O poder dos chefões das quadrilhas que comandam o tráfico é tão grande e organizado que, mesmo de dentro dos presídios de segurança máxima, comandam toda atuação como se fosse uma empresa exemplarmente bem administrada. Influenciam na política, nos órgãos do Estado e traçam estratégias logísticas de fazer inveja aos administradores mais conceituados.
Importam equipamentos bélicos por diversas rotas – terra, mar e ar –, seja de forma legal, com notas fiscais, como no caso dos fuzis de grande alcance vindos dos Estados Unidos pelo aeroporto do Galeão, ou por contrabando por nossas vastas fronteiras. Para comprar armas e munições não dependem de obediência à lei das licitações, cumprindo prazos e preços menores. Sequer exigem nota fiscal.
E o Rio de Janeiro exportou esse know how para São Paulo, que o aperfeiçoou e o utiliza, transferindo para todo o país, sem a menor cerimônia, substituindo a direção de presídios e a conduta cheia de regalia dos detentos que têm dinheiro. Esses desmandos deixaram de ser noticiados a boca pequena e passaram ao noticiário das grandes redes de jornais, rádios e televisões, com provas bem documentadas.
A situação é tão grave que o cidadão não pode circular livremente pelas ruas, como antes, sem o risco de ser assaltado, caso carregue dinheiro ou objetos de valor em seu poder, ou tomar uma surra, caso não os tenha. Apesar de todas essas evidências e provas, os números apresentados pelos governos dos estados contrariam a verdade mais do que verdadeira. Todos são honestos porém meu chapéu sumiu.
Se quisermos enfrentar e dizimar o crime organizado, temos que partir para a política de tolerância zero, começando as ações através do voto, separando o joio do trigo na nossa miserável política. Estamos numa guerra em que temos que combater a violência, a falta de ética e de moral em todas os segmentos governamentais e na iniciativa privada, caso contrário, estaremos fadados a nos transformar num Haiti e anos passados.
E o remédio tem de ser ministrado conforme a doença, para curar e não como paliativo. Não conheço a área de saúde, mas, pelo que me consta, um simples analgésico não combate um câncer em estado terminal. Pode, no máximo, abrandar a dor. Caso as ações da intervenção federal na área de segurança pública no Rio de Janeiro não alcance os objetivos, a violência se multiplicará de forma geométrica em todo o Brasil.
Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado. Também edita o www.ciadanoticia.com.br.

A artista plástica itabunense Conceição Portela participa, no próximo dia 23, do 4º Festival de Artes Empreendedoras, organizado pelos professores e alunos de Iniciação Empresarial do Sistema de Informação, do curso de Administração da Universidade Federal de Sergipe. O Festival, que tem como tema “Nordeste, Tradição e Cultura”, reúne artistas plásticos, poetas, repentistas e fotógrafos de estados nordestinos. O evento será realizado na Universidade Federal de Sergipe, em Itabaiana.
Conceição Portela, a única artista do sul da Bahia convidada para o festival, apresentará obras que fazem parte da exposição “Duendes do Cacau”, já apresentada em Itabuna e Ilhéus, com uma temática que aborda o universo da civilização cacaueira de forma lúdica, em cores vibrantes e traços harmoniosos. O 4º Festival de Artes Empreendedoras é coordenado pela professora Gracyane, da Universidade Federal de Sergipe.

Insatisfações com o desempenho podem levar a cúpula da segurança pública a fazer mudança no comando do 15º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Itabuna. Internamente, existem críticas ao tenente coronel Daniel Riccio, que foram agravadas nos últimos dias com nova onda de violência no maior município sul-baiano, com mortes, tiroteios e facções exibindo poderio em regiões como o Pedro Jerônimo.
O nome mais forte para substituir o Riccio é o do major Sandro Ferreira Lopes, hoje no comando da Cipe Cacaueira, a antiga Caerc. Ferreira Lopes é visto como oficial rígido e de forte comando.
A caserna está em ebulição.

A Organização Gongombira de Cultura e Cidadania realiza neste sábado e domingo (24 e 25), às 9 horas, na Tenda Teatro Popular de Ilhéus, situada na Avenida Soares Lopes, audição para selecionar novos bailarinos, que atuarão no espetáculo Mukalê Oyá Por Nós.
A seleção será dirigida por Zebrinha, coreógrafo da Cia dos Comuns (Rio de Janeiro), do Bando de Teatro Olodum e diretor artístico do Balé Folclórico da Bahia e, atualmente, é coreógrafo da série Mister Brau, produzida pela Rede Globo, com Lázaro Ramos e Taís Araújo como protagonistas.
Para se inscrever é necessário ter acima de 16 anos, experiência com dança e enviar currículo com foto para o e-mail gongombira@yahoo.com.br ou entregar pessoalmente na sede da instituição, localizada na Avenida Brasil, 485, Alto da Conquista.
MUKALÊ OYÁ POR NÓS
O espetáculo será apresentado no dia 23 de março, no Teatro Municipal de Ilhéus, e integra a programação da quinta edição da Semana Mãe Ilza Mukalê, evento em homenagem ao aniversário de 84 anos de Mãe Ilza e ao Dia Internacional da Mulher (8 de março). Mais informações: (73) 3633-3008 / 98809-3958

Do Correio24h
A Federação Bahiana de Futebol (FBF) anunciou o placar do Ba-Vi com triunfo do Bahia por 3×0 sobre o Vitória no clássico realizado no domingo (18), no Barradão. A decisão é amparada no artigo 56 do Regulamento Geral de Competições da CBF, que diz em seu inciso 4º: “O resultado da partida será mantido, na aplicação do § 3º, se, no momento do seu encerramento, a equipe adversária estiver vencendo a partida por um placar igual ou superior a três (3) gols de diferença; e se tal não ocorrer, o resultado considerado será de três a zero (3×0) para a equipe adversária”.
O que diz o inciso 3º é que “após o início da partida, se uma das equipes ficar reduzida a menos de sete (7) atletas, dando causa a essa situação, tal equipe perderá os pontos em disputa”. Foi exatamente o que aconteceu no Ba-Vi, quando o Vitória teve seu quinto jogador expulso, o zagueiro Bruno, aos 35 minutos do segundo tempo, em um duelo marcado pela violência: ao todo, foram nove expulsões.
Com isso, o Bahia sobe para 2º lugar no Campeonato Baiano, com 11 pontos, e o Vitória fica em 3º, com 10 e uma partida a menos. A Juazeirense lidera, com 16 pontos, e o Fluminense de Feira fecha o G4, também com 10 e uma partida a menos.
Junto com o resultado do jogo, a FBF publicou também a súmula da partida, na qual o árbitro Jailson Macêdo Freitas relata os acontecimentos ocorridos no campo.
São duas páginas de relatório – ao contrário das poucas linhas habituais – nas quais Jailson narra tanto a expulsão do zagueiro Bruno, que causou o encerramento precoce da partida, quanto a briga generalizada que houve após o gol de empate do Bahia em 1×1.
Sobre o lance que deu fim ao clássico, Jailson Freitas afirma: “Expulsei aos 35 minutos do segundo tempo o Sr. Bruno Bispo dos Anjos, nº 37, do E.C. Vitória, em virtude do segundo cartão amarelo, por retardar o reinício de jogo de forma acintosa e ainda chutando a bola do local da cobrança (…) A partida foi encerrada aos 35 minutos do segundo tempo de jogo, devido à equipe do E.C. Vitória ter ficado reduzida com menos de sete (07) atletas no campo de jogo”.
Já sobre a briga, o árbitro escreve: “Após o gol de empate do Bahia, o Sr. Vinícius Góes Barbosa de Souza, nº 29, saiu para comemorar em frente à torcida do Vitória, provocando a mesma com gestos obscenos. Em seguida o goleiro do Esporte Clube Vitória, o Sr. Fernando Miguel Kaufmann, nº 01, foi até o mesmo tirar satisfação e o segurou pela camisa. Nesse momento vários jogadores do Esporte Clube Vitória e do Esporte Clube Bahia foram também em direção ao jogador Vinícius do Bahia dando início a um conflito generalizado incluindo jogadores do banco de reservas de ambas as equipes”.
O juiz da partida classifica como “conduta violenta” e narra os socos dados por Kanu, Denílson, Rhayner, Edson e Rodrigo Becão. E ainda citou um empurrão dado por Lucas Fonseca na altura do pescoço de Denílson como justificativa para a expulsão. Porém, nas imagens, quem aparece nessa situação é o volante Nilton, e não o zagueiro.
Jailson justifica a expulsão de Vinícius por “comemorar o gol da sua equipe em frente à equipe adversária fazendo gestos obscenos provocando a mesma”. O padrão seguido pelos árbitros recomenda o cartão amarelo.
Após a Câmara dos Deputados aprovar, por 340 votos a 72, o decreto legislativo que autoriza a intervenção federal na área de segurança pública do estado do Rio de Janeiro será votado em sessão extraordinária no Senado, às 18h de hoje (20).
Ontem, depois de mais de seis horas de discussões e táticas de obstrução pelos contrários à medida, os deputados acataram o parecer da deputada Laura Carneiro (MDB-RJ) favorável à medida, anunciada pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira (16).
Caso o texto que estipula a intervenção seja aprovado pela maioria simples dos senadores presentes, o Congresso Nacional poderá publicar o decreto legislativo referendando a decisão de Temer de intervir no Rio de Janeiro. Com informações da Agência Brasil.

O deputado Rosemberg Pinto (PT) criticou o secretário estadual de Educação, Walter Pinheiro, pela decisão de unificar as atividades do Colégio Estadual Francisco Antônio de Brito e o Centro Territorial de Educação Profissional (Cetep), ambos em Itororó. “A decisão é do secretário, mas o problema não é a decisão, mas a forma como ela está sendo tomada. Dessa forma açodada gera uma situação de desconforto para toda a classe escolar”, disse Rosemberg.
Para ele, é necessário haver planejamento nas decisões e envolvimento da comunidade escolar (diretores, pais de alunos e responsáveis e alunos)”. E acrescenta: “O problema é que esses erros [da Secretaria Estadual de Educação] caem na conta do governador Rui Costa e dos deputados da região. O secretário deve planejar, afinal, uma secretaria robusta tem que trabalhar com planejamento”, apontou.
Na opinião de Rosemberg, antes de qualquer tipo de ação de reordenamento da rede, mesmo que vise melhorar a rede escolar, a pasta tem que elaborar um planejamento. “A otimização serve para prestar um serviço melhor na educação, mas é necessário envolver, com algum tempo de antecedência, professores, servidores, alunos e os pais dos alunos”, defendeu Rosemberg.
O reordenamento feito sem envolver a comunidade escolar, diz o deputado, também registra problemas em cidades como Itajuípe, onde as matrículas chegaram a ser suspensas. Rosemberg também aponta que ocorreram problemas em municípios como Buerarema, Ibicaraí, Itapetinga e Vitória da Conquista.
OPOSIÇÃO LEVIANA
O parlamentar considerou levianas acusação de opositores ao seu mandato em Itororó e no Médio Sudoeste de que ele teria participação na decisão do secretário estadual de Educação. “Não tem nada a ver. A decisão é do secretário Walter Pinheiro”, reforçou.

A ministra dos Direitos Humanos, a desembargadora aposentada Luislinda Valois, entregou o cargo nesta segunda-feira (19) ao presidente Michel Temer. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto, que ainda não informou o motivo do pedido de demissão da baiana.
A assessoria do governo informou que o cargo será ocupado interinamente pelo subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha, que passará a acumular as duas funções. Ele foi advogado do deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ), e esteve envolvido no episódio que resultou nas demissões de Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, e de Marcelo Calero, de Cultura.
Calero acusou Geddel de pressioná-lo para liberar uma obra que seria irregular no centro histórico de Salvador. O ex-homem forte do MDB baiano é dono de um apartamento no prédio cuja obra foi embargada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que é subordinado ao Ministério da Cultura. Por causa do episódio, Calero entregou o cargo em novembro de 2016. Já Gustavo do Vale aparece em gravações entregues à Polícia Federal discutindo a situação do condomínio de Salvador com o então ministro da Cultura .
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A Bahia foi o segundo estado brasileiro com em volume de investimentos públicos no país em 2017, de acordo com dados divulgados do jornal Folha de São Paulo. Levantamento sobre as despesas liquidadas pelos estados na área mostra que a Bahia, com um total de R$ 2,48 bilhões.
Os dados revelam que o estado ficou atrás apenas de São Paulo, com R$ 8,81 bilhões. Levando-se em conta a proporção entre os respectivos orçamentos, pode-se considerar, em termos relativos, que o governo baiano destinou mais recursos que o paulista para obras e ações que beneficiam diretamente a população.
Publicados na edição do último dia 11, os dados mostram os dois estados nas mesmas posições ocupadas em 2016, quando a Bahia também havia ficado em segundo quando considerados os valores de investimentos em termos absolutos, com a liderança cabendo ao estado mais rico do país.
SALÁRIO EM DIA
“As finanças estaduais em todo o país ainda se ressentem dos efeitos da crise econômica, e o cenário em 2017 foi de estagnação, mas conseguimos, tendo à frente o governador Rui Costa, manter o ritmo da arrecadação e o controle rigoroso dos gastos públicos”, afirma o secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório.
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O titular do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), delegado Cleandro Pimenta, afirmou nesta segunda-feira (19) que o empresário e ex-prefeito de Valença, Ramiro José Campêlo de Queiroz, 70 anos, passou por dois cativeiros na Bahia até ser liberado em Simões Filho. E não no Espírito Santo, como foi divulgado pela própria polícia logo após o fim do sequestro.
O delegado Cleandro Pimenta disse que os acusados usaram dois imóveis, mas que ainda não sabe a localização exata deles. A polícia suspeita que, inicialmente, o ex-prefeito tenha sido levado para um imóvel na zona rural de Valença e, depois, para Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador. A vítima foi sequestrada na manhã do dia 18 de janeiro, quando os bandidos invadiram a sua casa.
No dia 14 deste mês, no município Caçapava, em São Paulo, a polícia baiana prendeu em flagrante quatro dos acusados de envolvimento no crime. Eles foram identificados como Carlos Eduardo Rabello, Márcio Reis dos Santos, André Luís Maciel Santos e Geraldo Alves de Carvalho. O mineiro André Luís Maciel, um dos acusados do crime, cumpriu pena na Penitenciária Lemos Brito, em Salvador, e nos últimos anos morava Guaibim, em Valença.
FORAM PRESOS ENQUANTO DIVIDIAM PARTE DO DINHEIRO
Os homens foram detidos em uma churrascaria no momento em que dividiam parte do dinheiro pago pelo resgate da vítima, liberada dois antes. Depois de ser liberado pelos sequestradores, o empresário pegou um táxi e foi para a casa de um dos filhos em Salvador, chegando ao local por volta das 18 horas do dia 12. Ele levou uma queda no cativeiro e está com um dos braços machucado.
De acordo com a polícia, o resgate foi pago para integrantes da quadrilha no município de Taubaté, em São Paulo. A polícia já sabe que o bando foi divido em dois grupos, um que negociava com a família e outro que vigiava a vítima. Não foi informado quanto exatamente foi pago pelo resgate. Já foram recuperados quase meio milhão de dólares, além de apreendido dois veículos, modelo Honda Fit e HB20.

Um acidente no quilômetro 575 da BR-101, em Camacan, no sul da Bahia, provocou a morte do motorista de Fiat Strada, placa OZO-1587, licença de Itabuna. O acidente ocorreu por volta das 15h30min. De acordo com informações, o motorista perdeu o controle da direção da Strada, que rodou na pista e colidiu com uma carreta cegonha.
A vítima foi identificada como Hyago Nery, que trabalhava com a representação das Baterias Moura em Itabuna. O corpo ficou preso entre as ferragens da Fiat Strada. A vítima também era conhecida como Hyago da Green, casa de eventos de Itabuna.
O motorista do caminhão cegonha teve ferimentos leves, segundo informou, há pouco, a Polícia Rodoviária Federal. O motorista da cegonha ainda tentou evitar a colisão ao desviar o veículo para o acostamento, mas o impacto da batida foi muito forte.

Pacientes com diabetes em Itabuna se queixam que há quase dois meses o município não fornece tiras reagentes para teste de glicemia. O material para medir os índices de glicose é distribuído gratuitamente na rede pública de saúde, mas desde o final do ano passado não é encontrado na Farmácia Pública Municipal, o que vem prejudicando o tratamento de centenas de pessoas que têm a doença e dependem do serviço publico.
Os pacientes contam que, em dezembro do ano passado, foram informados de que as tiras estariam disponíveis na unidade em janeiro, mas até hoje não receberam o material. A secretária de Saúde de Itabuna, Lísias Miranda São Mateus, informou que só soube da falta das fitas na sexta-feira (16) e que no almoxarifado tinha 200 caixas com 50 tiras cada uma. Ela alegou que o coordenador municipal de Assistência Farmacêutica não solicitou o material.
Já o coordenador Wanderlei Machado disse que não tinha conhecimento sobre a existência do material informado pela secretária de saúde. Ele disse ainda que as fitas foram solicitadas desde o dia 2 de janeiro e que todo o processo administrativo foi realizado pelo setor de Comparas da Secretaria de Saúde de Itabuna. Mais de 4 mil caixas de tiras para os testes chegaram ao almoxarifado municipal nesta segunda-feira (19). Atualizado às 19h20min. Da redação com informações da TV Santa Cruz.

Procuradores e promotores de Justiça de todo o estado estão votando, nesta segunda-feira (19), para eleger a lista tríplice da qual será escolhido, pelo governador Rui Costa, o nome do chefe do Ministério Público da Bahia para o biênio 2018/2020. O cargo é disputado pelos promotores de Justiça Alexandre Soares Cruz, Ediene Santos Lousado e Pedro Maia Souza Marques, além do procurador de Justiça Aurisvaldo Sampaio.
A votação secreta começou às 9h e prossegue até as 17h no auditório da sede do Ministério Público Estadual, na 5ª Avenida do Centro Administrativo da Bahia, em Salvador. O colégio eleitoral do MPE é formado por 577 membros, sendo 57 procuradores de Justiça e 520 promotores de Justiça. Eles poderão votar em até três candidatos.
Os três mais votados vão compor a lista tríplice que será encaminhada ao governador do Estado, a quem caberá escolher e nomear o chefe da Instituição. O resultado da votação deverá ser divulgado ainda nesta segunda-feira (19).

Voluntários encontraram 34 filhotes de tartaruga marinha durante trabalho de limpeza da Praia da Avenida, na Soares Lopes, na manhã desta segunda-feira (19). As tartarugas foram encontradas em meio a restos de detritos, próximo à torre dos salva-vidas na avenida.
Segundo os voluntários, após terem visto os três primeiros filhotes caminhando na areia, eles começaram a procurar a cova de onde as tartaruguinhas haviam saído. A finalidade era avaliar seu estado, pois os animais apresentavam extremo cansaço. “A busca foi difícil”, resume Vinícius Alcântara.
A dificuldade se dava porque não havia buraco ou sinais evidentes de cova remexida. Após ronda e moscas rondado um espaço de areia compactado pela mar, os voluntários localizaram uma cova. “Cuidadosamente, cavamos cerca de 10 centímetros, onde foram encontrados outros 31 recém-nascidos. Infelizmente, vários outros filhotes já sem vida”.
Todos os sobreviventes foram retirados e deixados na areia para andar até o mar. De acordo com Alcântara, 37 ações de limpeza ocorreram na Praia da Avenida, quando retiraram 97 sacos de lixo de 100 litros de um dos principais cartões postais de Ilhéus.




















