O servidor Roque Júnior, responsável pela área de terraplenagem pavimentação, foi demitido pelo prefeito Claudevane Leite neste sábado (5). Conforme fontes, Roque autorizou o uso de um rolo compactador para terraplenagem de uma concessionária Fiat na Avenida J.S. Pinheiro, no dia 30.
O operador da máquina, cujo nome não foi divulgado, recebeu advertência. Em sua defesa, Roque afirma que a máquina não chegou a ser usada na obra, conforme fonte do PIMENTA.
Segundo ele, a concessionária apenas teria cedido o espaço para guardar o rolo compactador no final de semana. Roque foi demitido do cargo após ser ouvido pelo secretário de Desenvolvimento Urbano, Marcos Monteiro.

Nesta entrevista, ele fala também sobre a Reforma Agrária nos governos FHC, Lula e Dilma e diz que o agronegócio utiliza veneno que está o provocando câncer. Stédile também vê o Congresso Nacional dominado pelas bancadas ruralista e do empresariado e faz uma avaliação sobre as próximas eleições. Confira a entrevista concedida a Marival Guedes, especialmente para o Pimenta.
BLOG PIMENTA – Vamos começar fazendo uma comparação entre os mandatos de Fernando Henrique, Lula e de Dilma sobre a Reforma Agrária.
JOÃO PEDRO STÉDILE – No Brasil, a rigor, nunca tivemos Reforma Agrária no que ela representa, que é um programa de governo que leve a democratização do acesso à terra a todos. FHC abriu as portas para as grandes empresas internacionais, mas teve um azar: o agronegócio, na sua ganância de tomar conta das terras, cometeu dois grandes massacres que deixaram a população indignada. Teve aquela nossa grande marcha à Brasília que fez com que FHC se obrigasse a um programa de assentamentos que foi até razoável, mas foi fruto dos massacres em Carajás e no Paraná.
PIMENTA – Com Lula, houve uma grande expectativa…
STÉDILE – Nós tínhamos esperança de que o governo Lula pudesse acelerar, mas, infelizmente, ele seguiu apenas a política de assentamentos. Então, onde havia pressão política, houve desapropriações. Nós mantivemos, digamos assim, o mesmo ritmo do governo FHC.
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A reforma agrária praticamente parada. E esta é a nossa bronca com relação ao Governo Dilma.
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PIMENTA – E estes três anos e três meses do governo Dilma?
STÉDILE – Agora, está praticamente parada. E esta é a nossa bronca com relação ao governo Dilma, porque não avançou na Reforma Agrária.
PIMENTA – Quais os motivos?
STÉDILE – A resposta simplista seria que falta vontade política do governo, mas não é bem assim. A nossa avaliação é de que a correlação de forças na luta de classe na agricultura piorou no governo Dilma. Piorou em função da crise do capitalismo internacional, houve uma avalanche de capital internacional que veio se proteger no Brasil. Investiram em usinas, hidrelétricas, praticamente desnacionalizaram todo o setor canavieiro e compraram muita terra. Isso representa a força do capital que chega lá no interior, compra terra, controla o comércio etc.
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O cacau tem o comércio cada vez mais concentrado nas mãos da Dreyfus, Nesttlé e da Cargil. Isso foi de pouco tempo pra cá.
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PIMENTA – Pode citar um exemplo?
STÉDILE – O cacau tem o comércio cada vez mais concentrado nas mãos da Dreyfus, Nesttlé e da Cargil. Isso foi de pouco tempo pra cá. A segunda explicação é que, dentro do governo Dilma, há uma presença maior do agronegócio. Terceira mudança: o Congresso no governo Dilma é mais ruralista. Aquilo que no governo tava parado – e nos ajudava -, o agronegócio avançou pelo Congresso fazendo chantagem. Esta bancada fazia as mudanças, como foi o episódio do Código Florestal, e impunha ao governo como uma derrota. Estas três circunstâncias levaram o governo Dilma a recuar com relação à Reforma Agrária.
PIMENTA – O que o MST reivindica a curto, médio e longo prazos?
STÉDILE – De curto prazo, a Carta e a pauta que entregamos na audiência durante nosso congresso, em 13 de fevereiro passado, quando sinalizamos para a presidenta: olha, nós entendemos a correlação de forças, que não depende de vontades pessoais. Mas, ao seu alcance, estão, imediatamente, antes de terminar o governo, algumas medidas concretas de emergência.
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Nós temos 100 mil famílias acampadas, inclusive algumas ao longo das rodovias em Itabuna, Ilhéus e outros municípios do sul da Bahia.
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PIMENTA – E quais seriam?
STÉDILE – Nós temos 100 mil famílias acampadas, inclusive algumas ao longo das rodovias em Itabuna, Ilhéus e outros municípios do sul da Bahia. É um absurdo que nós tenhamos acampamentos com oito anos, pessoas morando debaixo de lona preta. Segunda medida, aqui para Nordeste, nós descobrimos que dentro dos perímetros irrigados, já com tudo pronto, o governo botou água, gastou milhões de reais, existem 80 mil lotes vagos, porque, na política burra do Dnocs e da Codevasf, eles fazem primeiro o perímetro irrigado e depois fazem o edital de licitação em que só o pequeno empresário do sul vem aqui. No caso da Bahia, a região de Juazeiro. E, depois, abandonam.
PIMENTA – Quais as razões para esse abandono?
STÉDILE – Porque eles criam uma ilusão: “vou plantar manga, abacaxi e vou bamburrar de dinheiro.” O mercado mundial de frutas já tá tomado. Não é chegar assim: vou exportar manga pra Europa e vou ganhar dinheiro. Não há mais mercado pra fruta na Europa, nem sequer da uva. Ao contrário, toda a produção do perímetro irrigado no Nordeste, hoje vai para o mercado nacional, porque aumentou a renda do brasileiro. Então, é melhor vender no Brasil que no exterior.
PIMENTA – O que foi feito com estes lotes?
STÉDILE – Estão vagos. Tem 80 mil lotes vagos, tudo pronto com água passando. E nós falamos pra Dilma: pelo amor de Deus, bote sem-terra nestes lotes. Não precisa gastar nada, nem desapropriação, pra eles produzirem alimentos.
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A Polícia Federal, nos últimos 12 anos, identificou 566 fazendas onde havia trabalho escravo. Ora, a Constituição é clara: não cumpriu a função social, desapropria. É só ter coragem.
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PIMENTA – A questão do trabalho escravo também consta na carta. Qual a reivindicação?
STÉDILE – A Polícia Federal, nos últimos 12 anos, identificou 566 fazendas onde havia trabalho escravo. Ora, a Constituição é clara: não cumpriu a função social, desapropria. Não interessa se é produtiva ou improdutiva. É um crime hediondo, primeiro motivo absoluto, o cara que pratica trabalho escravo tem que ter [a área] desapropriada. Então, é só ter coragem e pegar os processos e somente aí já teríamos 566 fazendas.
PIMENTA – Quais as ações do MST a partir de agora?
STÉDILE – Nós temos três inimigos do pobre do campo: o primeiro é o latifúndio atrasado, que ainda é improdutivo ou que paga mal aos trabalhadores e que agride a natureza. O segundo é o agronegócio, que é moderno, mas não gera riqueza para o povo brasileiro. E o terceiro é este sistema geral, mundial, que transformou o Brasil numa economia de exportação de matéria-prima, apenas. E não fica nenhuma riqueza aqui.
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Cargil, Dreyfus e Nestlé controlam as exportações. Elas que ficam com o lucro da riqueza do cacau, não o produtor. Este fica com uma pequena margem.
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PIMENTA – Quem controla as exportações?
STÉDILE – O agronegócio aumenta cada vez mais as exportações, mas Cargil, Dreyfus e Nestlé controlam as exportações. Elas que ficam com o lucro da riqueza do cacau, não o produtor. Este fica com uma pequena margem. Então, se queremos que o cacau seja um produto orgânico para produzir chocolate para o povo brasileiro, temos que derrotar este sistema destas empresas transnacionais. São nossas inimigas.
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Cearense do município de Juazeiro do Norte, Wilker começou a carreira como locutor de rádio e atuou em dezenas de novelas, como Roque Santeiro, Anos Rebeldes, Fera Ferida, O Bem Amado e Amor à Vida, seu último em novelas. Também atuou em mais de 40 filmes, como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Xica da Silva e O Homem da Capa Preta.
O artista também se destacou em minisséries, como a JK e Gabriela. José Wilker trabalhou também como diretor, narrador, apresentador e crítico de cinema. Informações da Agência Brasil.
O reitor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Naomar Almeida, afirmou que ainda neste ano haverá outro concurso com a perspectiva de contratação de, pelo menos, 150 professores. Devido às eleições, este novo certame deverá ser lançado depois de outubro.
A universidade, que terá campi em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas, espera contratar cerca de 617 professores e 640 servidores técnicos-administrativos nos próximos três anos.
Naomar também adiantou que a UFSB está trabalhando para obter parcerias estratégicas com órgãos como a Ceplac e a Valec, por exemplo, além do Polo de Informática de Ilhéus e o trade turístico. As conversas com a Ceplac estão adiantadas e terão peso fundamental na área de pós em ciências agroecológicas:
– Acreditamos que a universidade vai contribuir para a reestruturação da Ceplac – diz Naomar, que é também ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba).
As instituições dialogam, inclusive, para a montagem do Parque Tecnológico. “Esse parque vai permitir que possamos voltar a dominar a tecnologia de ponta para aproveitarmos as potencialidades de nossa região. Não será restrito ao cacau, para que não repitamos o erro de manter todo o foco em cima de uma única base, um único cultivo”, explica o superintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart.
Para Naomar, o diálogo e a consecução dos projetos contribuem para a superação da “velha” Ceplac. “Vamos formatar uma nova instituição. Fazer isso, em conjunto com uma nova instituição, que chega, requer que aproveitemos as vantagens, os benefícios, pontos positivos e fortes de cada uma delas”. Naomar e Juvenal também concederam entrevista ao Agora que vai às bancas neste final de semana.
Neste sábado (5), amigos de Antônio Neviton dos Santos, “Vovô”, do Grupo Raça, prestam homenagem ao contramestre que faleceu há um ano, vítima de infarto.
A homenagem será na Praça Otávio Mangabeira (Camacã), às 10 horas, em roda de capoeira da qual participarão figuras como os mestres Lampião e Risadinha. Vovô era ligado ao esporte e também participava de projetos sociais no município.
A dívida da prefeitura de Itabuna com a Santa Casa de Misericórdia começa a afetar, no bolso, os trabalhadores da entidade filantrópica. Sem receber em dia, os funcionários decidiram realizar manifestação na próxima quarta (9), se o salário de março não for pago até lá.
A manifestação está programada para as 13h30min da quarta. A decisão dos funcionários foi tomada em assembleia realizada no Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), ontem à noite.
O entendimento dos funcionários da Santa Casa é que a dívida não pode recair sobre eles, pois o empregador não é o gestor público. A direção do Sintesi diz atuar para que instituição e prefeitura cheguem a um acordo. Há ameaça de paralisação.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) errou ao divulgar o resultado da pesquisa “Tolerância social à violência contra as mulheres”. Hoje, o instituto reconheceu que errou ao informar que 65,1% dos brasileiros apoiavam ataques a mulheres que usam roupas curtas. O percentual correto é 26%, enquanto 70% discordam totalmente. 3,4% se dizem neutros.
A confusão ocorreu, segundo nota do Ipea, ao serem trocados os gráficos dos quesitos “Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar” e “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”.
A derrapada provocou pedido de exoneração do diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Rafael Guerreiro Osório. O levantamento ouviu 3.810 pessoas, no período de maio a junho do ano passado.
Reconduzida à presidência da União dos Servidores Municipais de Itabuna (Usemi), Rosângela Conceição (Professora Ró) conseguiu atrair à mesa os seus dois adversários nas urnas – Clenildo Ramos e Thiago Reis -, ontem (3), durante solenidade de posse da nova diretoria. O ato foi um exemplo de civilidade dos três, após eleição disputadíssima em que Ró foi eleita com diferença de apenas 15 votos.
O povo, assim como tem direito aos serviços de educação e saúde, também tem direito à informação. Era preciso, para mudar de verdade, produzir políticas públicas voltadas para o setor.
Estes sete anos e três meses de gestão do governador Jaques Wagner, período em que fui responsável pela comunicação social, foram de aprendizado e realizações. À frente, vejo novos desafios. Porém, é o olhar para trás que me mostra qual caminho seguir.
A tarefa do governador era e continua sendo imensa: de um lado, mudar a cultura política, democratizar a Bahia; do outro, atender ao clamor das urnas e desenvolver o estado com inclusão social. E, assim como ele tinha que implantar uma nova forma de governar, minha missão, parte integrante da dele, foi desenvolver uma nova forma de comunicar. Nos dois casos, os paradigmas existentes não serviam aos nossos propósitos.
Tudo tinha que ser criado, inventado. A nova hegemonia precisava se estabelecer com a afirmação dos valores e signos da nova gestão, com suas prioridades econômicas e sociais, com sua vinculação orgânica ao projeto nacional. A decisão estratégica que conceituou o projeto continua atual até hoje: Bahia, Terra de Todos Nós.
A produção das notícias de governo deve atender sempre ao imperativo legal e ético de prestação de contas à sociedade. A relação com os meios de comunicação, indispensáveis para as informações chegarem a todos, foi estabelecida na absoluta defesa da liberdade de imprensa. Nesse ambiente, a busca do contraditório, do equilíbrio na cobertura das pautas do governo, se tornou um desafio permanente.
Tendo sempre como matéria prima a verdade, foram produzidas ações publicitárias de grande repercussão. O “agora tem, tem, tem” embalou as realizações do governo. A campanha de depoimentos espontâneos de gente do povo consolidou a marca social de um governo que faz mais para quem mais precisa. Quem não se lembra de Dona Enedina, alfabetizada aos 100 anos? Nesse caso, a publicidade baiana foi premiada nacionalmente.
Para democratizar a Bahia, teríamos que inovar e produzir uma comunicação democrática. Sob esse novo olhar, a comunicação não podia ser tratada apenas nas dimensões de notícia, publicidade e propaganda. O povo, assim como tem direito aos serviços de educação e saúde, também tem direito à informação. Era preciso, para mudar de verdade, produzir políticas públicas voltadas para o setor.
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A previsão da safra 2013/14 de cacau no Brasil acaba de ser finalizada pela Ceplac. Os números são animadores: 260 mil toneladas. Apenas a Bahia contribui com 160 mil toneladas, número que pode chegar a 180 mil, com a regulamentação da lei ambiental da Bahia, por meio do Decreto da Cabruca, que está saindo do forno, e com tratos fitossanitários.
Os dados foram atualizados pelo Ministério da Agricultura. A demanda da indústria chocolateira é de 245 mil toneladas de amêndoas.
– O Brasil volta a ser autossuficiente na produção de cacau, com um excedente, nos termos de hoje, de 15 mil toneladas. Com o decreto, a previsão é aumentar a produção, somente na Bahia, em mais 20 mil toneladas, que até poderiam ser exportadas – comemora o superintendente da Ceplac, Juvenal Maynart.
Sobre o decreto, Maynart afirma ao PIMENTA que recebeu na manhã dessa sexta-feira (4) a visita do chefe de Gabinete da Secretaria de Relações Institucionais do Governo da Bahia (Serin), Martiniano Costa.
– Ele nos informou que nos próximos dias será apresentado o relatório da análise da Procuradoria-Geral do Estado, o que possibilita a assinatura pelo governador Jaques Wagner.
Martiniano Costa diz que entende que a regulamentação se trata de uma questão de inclusão social, já que vai permitir o aumento da produtividade nas áreas de cabruca. “Entendemos que essa agilidade na assinatura é de fundamental importância para a produção de cacau em áreas de cabruca, e interessa a Ceplac, conforme constatamos nessa reunião com o superintendente da Ceplac, Juvenal Maynart”.
Os produtores de cacau aguardam com ansiedade esse documento, já que vai permitir uma maior entrada de luz nas plantações de cacau, o que permitirá o aumento da produtividade. “Além disso, com a possibilidade de maior produtividade, vai gerar uma valorização da terra, o que, por sua vez, aumentará o valor que poderá dado como garantia nos contratos de financiamentos da produção, pelos agentes financeiros”, destaca Maynart. Atualizado às 18h18min

No verão, a Ambev já havia anunciado um congelamento do preço da “cerva” e, agora, mais gelo… no preço. Resta saber se a orientação será seguida pelos mais e 500 mil pontos de venda dos produtos da multi.
BONDADE?
O anúncio não significa nenhuma “bondade” da multinacional. Pesquisa da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), divulgada em janeiro, revelou que o brasileiro tem bebido menos.
A queda em 2013 atingiu 2% quando comparado ao ano anterior. Uma pesquisa feita pela consultoria Nielsen também revela que o consumo de cerveja tem caído ano a ano desde 2010.
O economista Luiz Gavazza foi confirmado na presidência da Bahiagás. Substitui o economista e professor Davidson Magalhães. Após sete anos, o itabunense deixou a presidência da companhia de gás baiana para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, em outubro, pelo PCdoB. A transmissão de cargo ocorreu em cerimônia na Fundação Luís Eduardo Magalhaes, em Salvador.
Ao deixar o cargo, Davidson lembrou que a empresa nem tinha planejamento estratégico quando ele assumiu. “Eu e minha equipe deixamos um legado. Nós profissionalizamos a empresa, demos dimensão e visibilidade de mercado que não tinha, estes são marcos que irão ficar”.
Gavazza, que era assistente da presidência da empresa, disse ter noção do novo desafio. “Tenho convicção de que estou preparado para enfrentá-la, com otimismo e olhos no futuro”. O escolhido para a sucessão na empresa, aliás, foi indicação de Davidson, acatada pelo governador Jaques Wagner.
O técnico Bernardinho iniciou processo de renovação da Seleção Brasileira. Um dos novos nomes é o do oposto Gregore Oliveira, convocado para a disputa da Liga Mundial de Vôlei. A competição começa dia 23 de maio e a seleção está no grupo que reúne Irã, Itália e Polônia.
A convocação do atleta do Brasil Kirin, de Campinas, foi recebida com festa no Clube Desportivo Canes (CDC), no sul da Bahia, onde o atleta iniciou sua formação esportiva. Gregore passou pela Seleção Baiana de Vôlei e foi campeão paulista Sub-21 no ano passado, além de representar o país em competições internacionais em seleções de base.
– O Gregore é disciplinado, focado e com seriedade nos treinos. Ele tem consciência de sua capacidade para chegar mais longe – diz o ex-técnico Boinha Freire.
O abastecimento de água em seis bairros de Itabuna ficou comprometido nos últimos dois dias com o rompimento de tubulação na região de Nova Ferradas. De acordo com o comunicado da Empresa Municipal e Águas e Saneamento (Emasa), os bairros afetados são Uribis IV, Brasil Novo, Jorge Amado, Ferradas, Nova Ferradas e parte do Nova Itabuna.
O rompimento ocorreu em uma tubulação de 600 milímetros responsável pelo abastecimento daquela região. O reparo na rede já foi concluído ainda ontem. Segundo o responsável pelas manobras de abastecimento, João Bitencourt, o abastecimento de água deve se normalizar até domingo, pois a estação central ficou dois dias sem receber água.


































