A Prefeitura de Itabuna divulgou nota há pouco, na qual confirma que a cidade realmente não terá carnaval este ano. A informação foi divulgada pouco antes pelo PIMENTA.
A nota informa que a decisão foi tomada pelo prefeito Claudevane Leite, “após analisar os problemas que podem advir da realização da festa”. Entre os problemas, está um alerta da Secretaria Municipal da Saúde, dando conta de que Itabuna poderá enfrentar uma epidemia de dengue.
Clique abaixo para ler a nota na íntegra.
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Fonte muito próxima ao prefeito Claudevane Leite informa ao PIMENTA que o gestor deu ordem para cancelar o carnaval. E o fez diretamente de Salvador, por telefone, enquanto cumpre agenda de audiências no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
A decisão teria sido tomada após recomendação, do Ministério Público da Bahia (MP-BA), para que cancelasse a festa. O prefeito terá, ainda, que resolver equações com a iniciativa privada, principalmente a cervejaria Itaipava, patrocinadora master do carnaval antecipado.
A conferir.
Em primeira mão
Princípio de rebelião na base do prefeito Claudevane Leite (PRB).
Após aprovação em primeira discussão da reforma administrativa que extingue a Agência de Regulação de Serviços Públicos Municipais (Arsepi) e cria a Secretaria de Comunicação, líderes de partidos ou blocos na Casa decidiram que a segunda votação do projeto ocorrerá somente no dia 18 de fevereiro, após retorno do recesso.
O prefeito havia encaminhado ao legislativo, em dezembro, convocação extraordinária para que o projeto de reforma administrativa fosse apreciado em regime de urgência. Pelo cronograma, a segunda discussão do projeto deveria ocorrer nesta quarta (22), às 14h, mas foi adiada nesta manhã. Internamente, há insatisfação da base no relacionamento com o prefeito, conforme fontes ouvidas pelo PIMENTA.
A alegação para o adiamento é que o projeto de reforma administrativa é complexo e desgastante para o legislativo e precisa de melhor aprofundamento. A base não descarta emparedar o Executivo, rejeitando a proposta em fevereiro, após o retorno do recesso legislativo e leitura da mensagem de abertura dos trabalhos ordinários da Câmara.

A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiu mudar o endereço da sede de sua operadora de plano de saúde, o Plansul. A partir da próxima segunda-feira (27), a empresa funcionará em sede própria, num prédio anexo ao Hospital Manoel Novaes.
De acordo com a instituição, a mudança visa melhorar o atendimento aos clientes.
Conforme nota publicada neste blog, Itabuna, o maior município do Território de Identidade Litoral Sul, segue sem o seu Conselho Municipal de Cultura. Mas a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) afirma estar atuando para corrigir essa falha.
Em nota enviada ao PIMENTA, a instituição responsável pelas políticas da área cultural na cidade informa que “tem desenvolvido ações no sentido de construir o Sistema Municipal de Cultura”. De acordo com a assessoria da Ficc, o primeiro passo foi dialogar com os agentes culturais. “Para tal fizemos vários encontros nesse sentido, além da Conferência Municipal de Cultura e Conferência Territorial de Cultura”, diz a nota.
A fundação acrescenta que ainda espera a indicação de representantes de algumas mesas setoriais e que estabeleceu, até o final de janeiro, o prazo para conclusão das minutas dos projetos de lei que irão dispor sobre o Sistema de Cultura, Conselho Municipal de Cultura e Fundo Municipal de Cultura.
Ainda de acordo com a nota, em julho de 2013 foi publicada no Diário Oficial da União a adesão do município ao Sistema Nacional de Cultura. Segundo o presidente da Ficc, Roberto José da Silva, a medida “comprova o trabalho da pasta da cultura para institucionalizar o diálogo das mesas setoriais de cultura de Itabuna”
Fernandistas estão animados. Após dar como certa a candidatura de Fernando Gomes a prefeito de Itabuna em 2016, o grupo começa a articular uma rede de possíveis financiadores para a campanha a deputado federal do ex-gestor (?) do município sul-baiano.
A articulação incluirá como alvos grandes empresários com atuação na região, principalmente em Itabuna.
As aparições de Fernando em rádios e jornais não são à toa – nem a presença constante dele no município.
Quem faz “muito gosto” pela candidatura do ex-prefeito é o ex-vice José Orleans, que foi companheiro de chapa – e governo – de “Zé de Cuma” no período 1997-2000.
Até lá, Fernando continuará dizendo que não é candidato a nada. E, claro, que “Itabuna está sem prefeito”…

Quem precisar esperar por atendimento ou mesmo fazer uma visita a um juiz ou a qualquer outro setor do Fórum Ruy Barbosa, em Itabuna, nem espere tomar um cafezinho para passar o tempo. Isso porque falta pó de café no local. Mas há de se convir que a coisa melhorou. Afinal, até pouco tempo faltou um item muuuuuito mais essencial: papel higiênico.
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Brandão enfatiza que foi anulado o decreto que previa 71 cargos, uma herança do ex-prefeito Capitão Azevedo (DEM). “Enfrentamos alguns vereadores que queriam manter um agência que empregaria 11 pessoas e mantivemos os 28 cargos”, explica o vereador petista.
Para Brandão, ao final da primeira discussão do projeto, o possível “trenzinho” descarrilou. “Não vejo como trenzinho da alegria a nova composição das duas secretarias desmembradas”, diz o vereador, referindo-se à Secretaria de Governo e à futura Secretaria de Comunicação, que hoje é uma diretoria vinculada à primeira.
“Creio que fizemos algo importante e se eu não tivesse alertado para essa situação, antes da votação, onde até a secretária de Governo esteve presente, passaria o projeto com 39 cargos”, completa o vereador.
A Defesa Civil Municipal isolou nesta noite de terça (21) trecho da Avenida Juracy Magalhães, no Alto Mirante, em Itabuna, por causa de deslizamento de terra em uma região de morro. Carro estacionado na avenida foi levemente afetado.

Mainardi fala de suposta crise no varejo brasileiro e de aumento de inadimplência. Trajano disse que era o contrário (“o varejo brasileiro não está em crise”) e a inadimplência caiu ano passado. A reação de Mainardi foi um desrespeitoso “me poupe”.
Dados da Serasa comprovaram o que disse Luiza Trajano. A inadimplência recuou, o que não ocorria desde 2000. A empresária fala quantos empregos o varejo gerou no ano passado e explica porque a rede Magazine Luiza não está sendo vendida a americana Amazon.
O embate pode ser visto, na íntegra, no vídeo abaixo.
O prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, sancionou ontem (20), a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2014, que estima a receita e fixa a despesa para este ano em R$ 464.950.700,00. O dispositivo está publicado na edição nº 503 do Diário Oficial do Município, que pode ser consultado no site da Prefeitura.
Na LOA, está definido para o Orçamento Fiscal, referente aos poderes Legislativo e Executivo, seus fundos, órgãos e entidades da Administração direta e indireta, instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal, o montante de R$ 240.478.850,00. Para o Orçamento da Seguridade Social, cujas ações sejam relativas à saúde, à previdência e à assistência social, o valor estimado é de R$ 224.471.850,00.
Outros valores referentes ao orçamento, a exemplo da despesa fixada para os vários setores da administração municipal, podem ser verificados no link informado acima.

A reação ao rolezinho revela uma luta de classes e uma brutal exclusão social, mas tem um elemento que considero central e que desmascara a “cordialidade” brasileira nas relações sociais: o racismo.
Onda Negra, medo Branco é o título de um livro em que a Celia Azevedo analisa o negro no imaginário das elites do século XIX. O rolezinho pode ser considerado uma onda negra, uma vez que apresenta traços culturais da musicalidade negra, e o medo, que residia na elite branca, hoje genaralizou-se.
O fenômeno chamado Rolezinho é apenas uma das práticas sociais dos jovens que fortalece sua identidade de grupo, cada qual com as suas particularidades. Esse tipo de rolezinho é o divertimento em grupo, ponto de encontro (combinados pela redes sociais ou não), a curtição, a azaração que sempre esteve sob olhar raciológico vigilante. O rolezinho que causou pânico nos shoppings apresenta algumas peculiaridades que há tempos venho defendo neste blog. A existência de um racismo que estrutura as relações e a forma de pensar e ver o outro na sociedade brasileira, e que é veementemente negado, principalmente pela grande mídia.
A reação ao rolezinho revela uma luta de classes e uma brutal exclusão social, mas tem um elemento que considero central e que desmascara a “cordialidade” brasileira nas relações sociais: o racismo. Não é de agora que esses jovens frequentam os shoppings, logo, essa prática não pode ser atribuída tão somente as mudanças do quadro econômico e social que possibilitou uma ampliação do mercado consumidor. A simples presença desses jovens negros e negras, negro-mestiços e branco-mestiços ostentando suas identidades culturais, foi motivo do estranhamento, do surto, do medo e da repressão, tudo em função de se aglutinarem e passearem gesticulando e cantando música funk. Esse tipo de racismo que esses jovens negros estão sujeitos caracteriza-se pelos embates culturais, ou seja, pelo conflito de valores.
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A proposta de manutenção da Agência de Regulação de Serviços Públicos Municipais foi rejeitada em primeira votação pela Câmara de Vereadores, por 16 votos a 2.
Já a criação de oito cargos de direção na Secretaria de Governo, apelidada de “Trenzinho da Alegria”, foi aprovada por 11 a 6, assim como a criação da Secretaria de Comunicação.
Líder do Governo, o vereador César Brandão diz que não há “Trenzinho da Alegria” com o projeto. Segundo Brandão, houve redução de cargos de 83 para 30. A segunda votação ocorrerá nesta quarta (22), às 14h.
“CABIDE DE EMPREGO”, AFIRMA CHICO REIS
O vereador Chico Reis votou contra o Trenzinho da Alegria. “Sou contra o Trenzinho da Alegria do prefeito [Claudevane Leite]. A cidade está acabada e a criação de cabides de empregos para cabos eleitorais não vai resolver a situação. Estamos todos aguardando a mudança para melhor e não para pior”, disse ele em uma rede social.
Atrasou a votação do projeto de lei de reforma administrativa do Governo Vane, antes prevista para começar às 14h. Vereadores estão, neste momento, reunidos com a secretária municipal Cleide Oliveira, que se explica quanto ao “trenzinho da alegria” que cria oito cargos de direção em sua Pasta, a Secretaria de Governo. Cada cargo gera R$ 4,5 mil de despesa. Todos são CC-1. A proposta do “trenzinho” foi denunciada ontem à noite pelo PIMENTA.
Hoje, o vereador Júnior Brandão se posicionou contra a aprovação da reforma administrativa. Para ele, a aprovação do projeto, da forma que está, depõe contra o legislativo municipal.
De acordo com as emendas sofridas durante as reuniões das Comissões Técnicas, a reforma administrativa cria a Secretaria de Comunicação Social, mantém a Agência de Regulação dos Serviços Públicos Municipais (Arsepi) e promove o trenzinho da alegria na Pasta do Governo.























