
Nem passava pela cabeça deles perder tudo o que fizeram ao longo dos anos para bandidos travestidos de índios, com o beneplácito governamental. Mas é a vida!
A guerra civil está perto de nós que nem notamos. Ou fazemos questão de não notar. O sentimento de sofrimento e a apreensão por que passa a população dos municípios de Ilhéus, Una e Buerarema não tem chegado aos conterrâneos vizinhos, que assistem, de camarote, a maior ação de banditismo já praticada no Sul da Bahia. Essas invasões e agressões praticadas por pseudos índios aos produtores rurais fariam corar os coronéis do cacau e seus jagunços, transformando-os em anjos de candura e bondade.
A crescente desmoralização do Estado nos traz a necessidade iminente de uma reflexão sobre tão importante tema na vida da sociedade moderna. Gerido por pessoas, o Estado, como uma instituição, deve estar acima do interesse de grupos ou partidos políticos, sob pena de ingressamos no poço sem fundo da anarquia. Mas, infelizmente, esse cuidado não tem sido objeto de preocupação do governo atual, ao contrário, é instado a servir como ferramenta para a consecução dos seus interesses.
Por uma questão de economicidade e de “não chover no molhado”, como diz o ditado popular, não entraremos no mérito de questões várias da apropriação de valores e materiais do patrimônio do Estado, como sobejamente vêm sendo divulgado na mídia. Isto porque já se encontram sob a tutela policial (investigação), Ministério Público (denúncia) e do judiciário (julgamento), como é o caso do Mensalão e de outros casos.
Aqui trataremos, apenas da atrocidade que vem sendo cometida pelos que estão à frente das instituições basilares responsáveis pela sustentação de qualquer país democrático: Executivo, Legislativo e Judiciário. No caso em questão, os agentes do Executivo cometem erros históricos, mascarando situações, elaboram relatórios mentirosos, transformando regiões produtivas em reservas indígenas, para quem não possui referência Tupinambá. Um simples exame de DNA comprovaria. E o Legislativo não está nem aí, sob os olhares complacentes do Judiciário. Uma farsa!
AFIRMAÇÃO QUE PRECISA SER CONTESTADA
Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.brNão usemos termos como estarrecedor, consternador ou algo desse nível dramático. Talvez surpreendente. É isto: surpreendente e injusto é um comentário do professor Arnaldo Niskier, a respeito de Marcos Santarrita, no livro 100 anos de Jorge Amado – história, literatura e cultura (Editus-UESC/2013): “Apesar de ter rejeitado a obra de Jorge Amado na adolescência, devido a seu passado comunista, o escritor Marcos Santarrita o considera o maior autor brasileiro…”, diz o ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, à pág. 24. Preocupa-me que, devido ao peso intelectual de quem assina esta afirmação, ela passe por verdadeira.
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Frase que não foi dita, e nunca seria
Não é. É ofensa à memória do escritor de Itajuípe. Quem conhece um pouco do romancista e sua obra sabe que isto nunca foi dito, e nunca seria. A frase, que condena o passado comunista de Jorge Amado, prega no autor de A solidão dos homens uma injusta pecha de reacionário, além de uma apreciação negativa da escrita amadiana igualmente infundada. Ao contrário: MS afirmou que se descobriu escritor ao ler Jorge Amado e perceber que com pessoas “comuns” era possível fazer literatura. Antes de Jorge, o romance era de capa e espada, nos salões burgueses, algo muito “francês” para o gosto do adolescente rebelde, leitor de gibis.
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O educador Arnaldo Niskier (que não será molestado, pois não é leitor desta coluna) ouviu mal. Na adolescência, Marcos Santarrita (foto) cooperava com o jornal O Paladino, do único comunista de Itajuípe, Clodoaldo (o jornalzinho que queria mudar o mundo foi chamado de O Paradigma, no romance Danação dos justos/1977). Sem militância ostensiva, o escritor simpatizava com a esquerda, era entusiasta de Fidel Castro, da Revolução Cubana e da União Soviética – apesar de amigos que consideravam “romântica” sua posição. Sem valer-se do panfleto (ou do “romance proletário”), sua literatura é engajada: condena as injustiças sociais e a ditadura de 1964 – e se alguém duvida, saiba que Danação… foi inspirado em Carlos Lamarca.
O PNEU VELHO E O RETORNO DA INFLAÇÃO

Com tanto pneu queimado, o estoque se reduz, as borracharias esgotam as reservas, o pneu velho ficará pela hora da morte. Seremos todos vítimas da inflação de demanda (mais consumo, maior preço), sacrificados à lei da oferta e da procura. “Supondo que” (como dizem os economistas) isto aconteça, que plano B têm os manifestantes? Queimaremos pneus novos? Certamente não, pois o preço é proibitivo (a não ser para protesto de banqueiros pelo aumento das taxas do cartão de crédito). Faremos protestos a frio? Não tem graça, pois manifestação que não exala fumaça e labareda ninguém leva a sério. Urge encontrar opções.
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Protestos espantam mosquito da dengue
E assim, o pneu velho, pelo qual não se dava um real furado, deixa o anonimato do lixo e das borracharias (de que era canhestro símbolo) para se transformar em artigo de primeira necessidade. Suponho (ops!) que já exista por aí, à espera de ser regulamentada pelo Ministério do Trabalho, a profissão de “Caçador de Pneu Velho” (ou CPV, nestes tempos de amor às siglas, acrônimos e abreviaturas), uma prova da mudança que tanto se reivindica. Mas já temos um ganho, ainda não devidamente avaliado pelas autoridades: as manifestações de rua, com a queima de pneus, fizeram muito Aedes aegypti ir zumbir em outra freguesia.
O PRIMEIRO A GRAVAR ROCK EM PORTUGUÊS
O grupo Time-Life chamou certa vez Cauby Peixoto de “o Elvis Presley brasileiro”. Exagerou, é claro: Cauby canta em nada menos do que nove línguas, canta tudo, até samba, mas o rock nunca foi sua praia. Ainda assim, foi o primeiro cantor brasileiro a gravar rock em português, Rock´n roll em Copacabana (de Miguel Gustavo), tendo entre os acompanhantes um jovem chamado Erasmo Carlos. Cantaria outro rock na chanchada Minha sogra é da polícia, de 1958 (foto), mas, mesmo assim, não é do ramo. Sua voz grave, dita “aveludada”, cai às mil maravilhas em baladas românticas, em português, francês, inglês, italiano, espanhol – e outros quatro idiomas.Cauby! Cauby! Cauby!… e o MPB-4
Quando se junta um cantor extraordinário e um grupo vocal igualmente invulgar cria-se, com desculpas pelo lugar-comum, o chamado “momento único”. Deve ser o que ocorreu no dia em que se encontraram o cantor Cauby Peixoto e os quatro rapazes do MPB-4. Conceição (Dunga-Jair Amorim), já interpretada por Cauby não se sabe quantas vezes, foi rearmonizada e ficou como se tivesse sido composta ontem, num exercício vocal impossível a amadores. Estes, mesmo ensaiando por muito tempo, dificilmente não chegariam a um resultado desastroso. Cauby, diante da “invenção” do MPB-4, parece sentir-se como se houvesse cantado com eles a vida inteira. Quem sabe, sabe.
O.C.

A ideia, aliás, tende a se multiplicar. Segundo Araújo, um vereador de Itabuna já solicitou cópia de seu projeto para replicá-lo no município.
“É importante esse projeto, pois os blogueiros, inclusive o pessoal de Itabuna, a exemplo do Pimenta, tem sido importantíssimo para a publicização da informação e da notícia”, justifica o criador da efeméride.

Oito meses e meio após o início do governo, o prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), finalmente demonstrou publicamente que muitos já apontavam, o gestor sabia, mas a administração preferia não comentar, pelo menos oficialmente.
As rachaduras no casco do navio, que mal saiu do porto, não são novidade. Mas finalmente foram confirmadas por quem pode tomar alguma providência para repará-las.
Nesta sexta-feira, 13, Vane convocou a tripulação e externou suas preocupações. A um grupo de quase 300 comissionados, reunidos na sede da União dos Servidores do Município de Itabuna (Usemi), o prefeito cobrou exatamente união. Disse que o governo tem que focar na melhoria da vida dos itabunenses, mas é preciso que o conjunto tenha harmonia. “Um time só vence se todos estiverem unidos”, pregou.
Ao enfatizar a necessidade de união, o prefeito deixou clara a existência de divisões internas que atrapalham o governo. Ele também deu a entender que há comissionados pensando muito no contracheque e pouco no expediente, aos quais o governante sugeriu que peçam para sair e deem “o lugar a alguém que queira trabalhar”.
Sabe-se que a maioria dos comissionados está no governo por indicação dos partidos que ajudaram na eleição e compõem a base do prefeito, o que é trivial na política. O problema é que, no discurso desta sexta-feira, 13, Vane transpareceu que entre ter a caneta e tomar decisões necessárias há uma distância considerável. Em outras palavras, o “peçam para sair” expõe o “eu não posso mandar”, sob pena de arranjar encrenca com os aliados.
E o pior é que o prefeito não se limitou a reclamar de desunião e indisposição para o trabalho. Um trecho da fala de Vane trouxe à tona outros temores, mais graves. Disse ele: “erros a gente pode até admitir, mas roubo não vou tolerar jamais. O servidor estará fora”.
O timoneiro não chegou a dizer que existem ratos na embarcação, mas o alerta deixou muita gente preocupada, por parecer sinal de que desvios possam estar ocorrendo. Será?!

Sobre Celina, uma colega querida, qualquer elogio será pequeno. É profissional de texto claro e correto, que põe a alma no que faz.
A futura imortal da Alita formou-se na primeira turma de comunicação social (rádio e tv) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e em jornalismo na Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), em Itabuna. É também pós-graduada em jornalismo e mídia pela Facsul.
Saúde cubana, aliás, tornou-se assunto de relevância para os brasileiros com a importação de médicos daquele país para cá, por meio do Programa Mais Médicos.
Os jornalistas passam uma semana na ilha, a convite do governo cubano.
Pelo teor dos projetos de lei aprovados esta semana na Câmara de Ilhéus, nota-se a “criatividade” dos vereadores do município e sua intenção inequívoca de elaborar propostas importantes para tirá-lo da crise em que se encontra.
Entre as pérolas, está o projeto de lei de autoria do vereador Alzimário Belmonte (PP), o Gurita, que obriga as academias de ginástica a afixar “carta com advertência sobre as consequências do uso de anabolizantes”. O vereador Luiz Carlos “Escuta”, do mesmo partido, tirou da cachola o projeto de lei que cria em Ilhéus o “Dia da Consciência Policial”, algo que sem dúvida produzirá impacto significativo na vida da comunidade.
Mais criativo ainda foi o vereador Cosme Araújo (PDT), autor do projeto que institui no município o “Dia do Blogueiro”, a ser comemorado todo dia 4 de abril.
Dada a relevância dos temas, sequer foi necessária qualquer discussão. Tudo foi aprovado por unanimidade pelo legislativo e seguiu para a sanção do prefeito Jabes Ribeiro.
Do site Convergência Digital

Na apelação, o MPF sustenta que “na prestação de serviço de provedor de internet via ondas de rádio estão embutidos, na verdade, dois serviços, um de valor adicionado e outro de telecomunicações”. Dessa forma, argumenta o ente público que o Serviço de Comunicação Multimídia é atividade de telecomunicação, de modo que o recorrido deve ser condenado pela prática de exploração clandestina dessa atividade.
Os argumentos do MPF foram contestados pelo relator, juiz federal convocado Carlos D’Avila Teixeira. “Primeiro, porque a conduta narrada parece ser irrelevante jurídico-penalmente. No caso dos autos, bastou a simples instalação de uma antena e de um roteador wireless para que fosse possível a efetiva transmissão de sinal de internet por meio de radiofreqüência. Portanto, a conduta do réu resume-se à mera ampliação do serviço de internet banda larga regularmente contratado, o que não configura ilícito penal”, explicou.

O ex-funcionário da Prefeitura de Itabuna foi condenado pelos crimes de cárcere privado e homicídio e absolvido da acusação de, junto com Markson Oliveira, o Marcos Gomes, ter ocultado o cadáver do vaqueiro, após torturar, manter em cárcere privado e executar Honorato em 6 de dezembro de 2006.
Antônio Rosa, advogado de Mazinho, disse ao PIMENTA que o ex-servidor público está em liberdade desde dezembro de 2010, três meses após ter se apresentado à Justiça (relembre aqui). “Nosso cliente recorrerá em liberdade até que o processo seja transitado em julgado”, disse Rosa.

Motivo de discórdia entre vereadores da oposição, o cargo de membro da Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar o Sistema de Transporte Público de Ilhéus, vai ser devolvido pelo vereador Alisson Mendonça.
Por telefone, ele reconheceu à reportagem do Jornal Bahia Online que se sente insatisfeito com a discordância pública do vereador Cosme Araújo sobre a sua indicação e disse que, neste final de semana, vai comunicar a sua decisão à base de oposição ao governo municipal, da qual é líder.
A indicação do nome de Alisson para a CEI terminou causando a saída do vereador Cosme Araújo do grupo e, hoje, ele se autodenomina da “bancada independente”.

Ambulante fica “ilhado” na esquina da Avenida do Cinquentenário com a Praça Adami. Parte da tenda de acarajé foi removida para um estande localizado na praça. Além da falta de manutenção dos bueiros por parte da prefeitura, o trecho do centro da cidade sofre com a imundície de lojistas, ambulantes e consumidores.

As correntes internas do PT de Ilhéus decidiram lançar chapa única para o PED (Processo de Eleição Direta). A candidata à presidenta é a professora Carmelita Ângela, que apoia Everaldo Anunciação para a presidência estadual e Rui Falcão na eleição do diretório nacional do partido.
Everaldo, que é ilheense, comemorou a decisão do PT local.“O município é um dos mais importantes do estado e uma das suas prioridades é a unidade partidária e a manutenção da base aliada para continuarmos mudando o Brasil, reelegendo Dilma presidenta, e elegendo o sucessor de Wagner”, afirma o petista.
Com 1.200 filiados, o PT é a legenda com o maior número de membros em Ilhéus. Um total de 925 está apto a votar, de acordo com o coordenador da campanha para o diretório, Ednei Mendonça. A eleição está marcada para o dia 10 de novembro.

As chuvas desta manhã em Itabuna provocaram “apagão” em vários dos conjuntos de semáforos em Itabuna, alguns deles em cruzamentos perigosos, como das avenidas do Cinquentenário e Amélia Amado. Há mais de duas horas, o cenário é o apresentado na foto acima.
– É assim direto. Basta chover – afirmou um mototaxista.
O problema vem ocorrendo desde o final do ano passado, quando o trecho da Avenida Amélia Amado começou a sofrer intervenções. No início deste ano, o secretário de Transportes, Clodovil Soares, afirmou que faltavam técnicos para a manutenção dos semáforos, mas a prefeitura estava contratando profissionais para execução deste tipo de serviço.
Pelo visto…
A Avenida Cinquentenário, em Itabuna, é assim: basta uma chuva rápida para alguns trechos ficarem alagados. A água empossada invade lojas e dificulta o tráfego dos pedestres.
A situação é antiga e perdura ao longo de sucessivos governos, que ainda não demonstraram capacidade para melhorar o sistema de drenagem da avenida e de outras vias do centro de Itabuna, onde ocorre idêntico problema.
O governo Azevedo, aliás, recebeu verba para revitalizar a Cinquentenário e o que fez não foi mais que um passeio ridículo, no qual mulheres precisam ter habilidade de equilibrista para caminhar.
A foto é do repórter Oziel Aragão, do Plantão Itabuna.

Quem planeja “algo mais” para esta noite de sexta-feira, 13, deve ficar esperto para o caso de recorrer a algum produto erótico. É que alguns desses itens que atiçam a libido são comercializados sem registro e acabam de ser alvo de uma medida dura (ops!) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Conforme está publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União, a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, venda e uso de mais de 30 produtos eróticos. A restrição atinge pelo menos seis empresas que atuam em todo o País.
Na lista de itens que devem ser imediatamente retirados das prateleiras, constam os seguintes: “Gotas do Delírio Afrodisíaco”, “Dose de Amor – Magia do Sexo” e “Prolong – retardante masculino”. A relação inclui ainda lubrificantes, sprays analgésicos, energéticos e óleos “beijáveis”.
Se você é do tipo que não dispensa tais adjutórios, vale a pena indagar sobre o regularidade do produto que compra. Vai que…
























