Tempo de leitura: < 1 minuto

Faltando pouco mais de um mês para o término do semetre letivo na maioria das escolas brasileiras, em Ilhéus, há, pelo menos, cinco mil estudantes que ainda não souberam, este ano, o que é ter uma única aula. Por telefone, a secretária de Educação, Marlúcia Rocha, disse ao Jornal Bahia Online que não tem números fechados sobre a quantidade de estudantes fora das salas. Mas a presidente da Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI), Enilda Mendonça, estima que dos 22 mil estudantes matriculados, haja, pelo menos, cinco mil, aguardando em casa, pela contratação de professores.
Na escola Heitor Dias, por exemplo, 14 turmas ainda estão sem iniciar o ano letivo. De acordo com Marlúcia Rocha, o problema está prestes a ser resolvido. Na sexta-feira foi publicada no Diário Oficial a lista de uma seleção simplificada para contratação de professores.
Leia a íntegra no Bahia Online

Tempo de leitura: < 1 minuto

Trabalhadores foram resgatados na quarta à noite em alojamento no Ifba (Divulgação).
Trabalhadores foram resgatados na quarta à noite em alojamento no Ifba (Divulgação).

Finalmente, revelada a empresa acusada pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pelo Ministério Público do Trabalho de submeter cinco operários a condições subumanas no campus do Ifba de Ilhéus, no quilômetro 13 da rodovia Ilhéus-Itabuna. De acordo com comunicado da reitoria do Ifba, a empresa responsável é a NTR Engenharia, que deverá dar explicações quanto às condições em que os trabalhadores foram encontrados.
Como publicado aqui, na sexta, os operários estavam abrigados em barraco sem água potável, iluminação e ventilação adequada, além de dormirem no chão e não possuir local para “realizar, preparar e armazenar as refeições”. A empresa foi contratada para construir uma quadra poliesportiva no Ifba.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Bombeiros fazem vistoria do estádio e constatam "gaiolões" na proteção de refletores (Foto Gidelzo Silva).
Bombeiros fazem vistoria e constatam “gaiolões” na proteção de refletores (Foto Gidelzo Silva).

O Estádio Mário Pessoa foi aprovado em vistoria realizada pelo Corpo de Bombeiros, segundo a Prefeitura de Ilhéus. A liberação para receber os jogos da Divisão de Acesso do Estadual 2013 ainda depende da Federação Baiana de Futebol (FBF).
A primeira partida deste ano no estádio está prevista para esta quarta, 1º, às 16h, envolvendo Colo-Colo e Itabuna, no chamado Clássico do Cacau. A FBF ainda aguardava, até o meio-dia de hoje, a retirada de gaiolas de ferro envolvendo o conjunto de refletores.
O Mário Pessoa, segundo a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Ilhéus, passou por obras de recuperação, quando foram realizados “conserto dos portões de ferro, substituição do alambrado das arquibancadas cobertas, troca de corrimãos danificados, revitalização do gramado, reparos no assentamento das cadeiras numeradas, pintura e serviços de revisão geral das redes elétrica, hidráulica e de instalação de fios telefônicos nas cabines de rádio e TV”.

Tempo de leitura: < 1 minuto

A Federação Baiana de Futebol (FBF) promoveu o sorteio das datas e horários dos jogos das semifinais do Campeonato Estadual 2013. Na quarta (1º), às 16h, Bahia x Juazeiro se enfrentam na Fonte Nova. Vitória e Juazeirense jogam, no Barradão, quinta (2), às 20h30min.
Os jogos de volta serão disputados no interior. No sábado, 4, às 18h30min, Juazeiro pega o Bahia, no Estádio Adauto Morais. No domingo, 5, o Juazeirense recebe o Vitória, às 16h, também no mesmo estádio. As duas equipes do interior têm vantagem na disputa pelas duas vagas nas finais do Baianão 2013.

Tempo de leitura: 2 minutos

Campus da UESCA Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) divulgou a nona lista de aprovados pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O convocado deve confirmar matrícula na próxima quinta, 2, no horário das 8h às 12h e das 13h às 16h no colegiado do curso no qual foi aprovado, no campus da universidade.
A lista traz aprovados nos cursos de Ciência da Computação, Biologia, Economia (matutino e noturno), Comunicação, Engenharia de Produção, Medicina e Medicina Veterinária. Confira a relação completa clicando no “leia mais”, abaixo.
Leia Mais

Tempo de leitura: 5 minutos

concurso públicoConcursos públicos em todo o País nesta segunda, 29, oferecem um total de 19.747 vagas e salário que pode chegar a R$ 24.057,33, oferecido pelo Ministério Público da União, que prevê vaga também para a Bahia.
O levantamento da Folha Dirigida revela que 9.103 das vagas são destinadas a quem possui nível superior. Outras 7.607 vagas foram reservadas a quem possui, pelo menos, o nível médio.
Das vagas restantes, 1.712 se destinam a candidatos com nível técnico e 1.325 para os que possuem, no mínimo, o nível fundamental. Confira os editais e vagas clicando no “leia mais”, logo abaixo.
Leia Mais

Tempo de leitura: 3 minutos

ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardo_rb10@hotmail.com
 

Qual o sentido em se ampliar a faixa etária sujeita a um sistema falido? A ideia de que os problemas da segurança pública serão resolvidos com uma canetada, sem os investimentos estruturais necessários, não passa de ilusão, alimentada por uma sede de vingança aguçada pela mídia.

 
Há uma forte tentação da sociedade de defender a redução da maioridade penal. Pesquisas têm demonstrado que a maior parte da população brasileira apoia a ideia de trancafiar jovens de 16 anos em cadeias, considerando o fato – inequívoco – de que na média eles têm plena compreensão do caráter ilícito dos atos que cometem.
O secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, defende esse posicionamento, argumentando que os jovens têm acesso à informação e já escolhem o destino do país. É o fundamento básico de quem clama pela redução, mas a pergunta inevitável é: essa medida resolve? O próprio secretário reconhece não saber a resposta e isso fragiliza o ponto de vista.
Crimes bárbaros perpetrados por adolescentes reforçam o coro dos que veem na redução da maioridade penal uma solução, mas quase sempre o debate deixa de lado problemas graves que deveriam anteceder qualquer discussão sobre o tema.
O vergonhoso sistema carcerário brasileiro é um desses males, talvez o mais complicado deles. Em um regime democrático, a pena não tem caráter de vingança, mas de ressocialização, além naturalmente de servir de exemplo para demonstrar a outros postulantes ao “mundo do crime” que tal caminho é uma esparrela.
Ocorre que falar de ressocialização nas prisões brasileiras chega a ser piada. Superlotadas, comandadas por facções criminosas, permeáveis às drogas e aos celulares, as cadeias estão mais para home office dos bandidos. A lei penal fala em colônia agrícola ou industrial no regime semiaberto, o que permitiria ao preso trabalhar, aprender uma profissão e, enfim, ressocializar-se. Porém, onde existem tais colônias?
E as instituições dedicadas a acolher menores infratores? Elas de fato recuperam os jovens ou servem apenas como antessala da criminalidade barra pesada? Há uma proposta, alternativa à redução da maioridade, de ampliar o tempo de cumprimento de medida socioeducativa de três para oito anos. Será que funciona, quando se sabe que as tais medidas só existem na teoria?
A pena hoje tem unicamente o caráter de martírio para a maioria dos presos (os que não comandam o crime lá de dentro), mas não cumprem o papel de recuperar ninguém. Pelo contrário, as celas superlotadas brutalizam e as condições gerais do sistema não tornam o apenado um sujeito melhor. O mais provável é que ele saia da cadeia muito mais propenso a cometer novos delitos.
É por isso que parece duvidoso o caminho da redução da maioridade penal. Qual o sentido em se ampliar a faixa etária sujeita a um sistema falido? A ideia de que os problemas da segurança pública serão resolvidos com uma canetada, sem os investimentos estruturais necessários, não passa de ilusão, alimentada por uma sede de vingança aguçada pela mídia. Além disso, não há respaldo em nenhum dado estatístico sério a indicar que diminuir a idade penal seja um remédio eficiente para combater o crime.
Não se trata de ser a favor ou contra a redução da maioridade, visto que o sentido de poupar alguém do sistema penal está ligado à imaturidade e falta de compreensão do que se faz. É lógico que quase todo adolescente – até com menos de 16 – já tem plena consciência da natureza de seus atos, daí ser tão tentador o argumento do secretário Barbosa e de tantos outros. Porém, uma sociedade amadurecida não pode tomar decisões sem refletir de maneira ampla sobre os problemas, analisando com objetividade e serenidade na busca de soluções coerentes e efetivas.
No que diz respeito à redução da maioridade penal, há o risco de que, em vez de resolver um problema, o “remédio” possa agravar o mal que se pretende combater.
Ricardo Ribeiro é advogado.

Tempo de leitura: < 1 minuto

IMG_20130429_023153Da Folha
O compositor e zoólogo Paulo Vanzolini morreu neste domingo, 28, aos 89 anos, vítima de complicações decorrentes de uma pneumonia. Ele estava internado desde a noite da última quinta (25) –seu aniversário– na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Deixa mulher, a cantora Ana Bernardo, e cinco filhos do primeiro casamento.
O velório, reservado a familiares e amigos, será nesta manhã, no Albert Einstein. O enterro deve ocorrer durante a tarde, no Cemitério da Consolação.
Um dos ícones do samba paulistano, criou clássicos como “Ronda”, “Volta por Cima” e “Praça Clóvis”, interpretados por grandes nomes da MPB, como Chico Buarque, Maria Bethânia e Paulinho da Viola.

Tempo de leitura: 2 minutos

Maurício Barbosa defende redução da maioridade penal (Foto Pimenta).
Maurício Barbosa defende redução da maioridade penal (Foto Pimenta).

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, posicionou-se a favor do avanço da maioridade penal no Brasil. Barbosa cita o crescente número de menores no crime, valendo-se da legislação que aplica, no máximo, três anos de punição aos infratores. Confira trechos de entrevista concedida pelo secretário à Tribuna da Bahia.
Tribuna – É a favor ou contra a redução da maioridade penal no Brasil?
Barbosa – Eu pessoalmente sou a favor. É um contrassenso nós acreditarmos que um menor de 16 anos possa escolher o destino de sua nação e não possa ser responsabilizado criminalmente pela prática de homicídio. Hoje um jovem de 16 anos está usando o computador, o facebook, o twitter, tem acesso às informações, conseguem se engajar politicamente para decisão política de nosso país. Não acredito que isso só resolva o problema da criminalidade, mas é um contrassenso que um jovem fique apenas três anos fora do convívio social porque a lei entende que tem que ter uma medida socioeducativa.
Tribuna – A redução ajudaria a reverter os crimes praticados por jovens e adolescentes, já que há um sentimento de impunidade?
Barbosa – É difícil dizer que se conseguiria reverter, mas é certo dizer que quadrilhas utilizam jovens para a prática de crimes porque sabem que eles não ficam presos por muito tempo e têm até a coragem maior de cometer delitos por não terem uma punição mais severa. Isso é fato. Temos aí quadrilhas que são formadas por adolescentes e não temem, nem se sentem impedidos de cometer crimes porque sabem que em um ou dois anos vão estar nas ruas. É só observar a reincidência desses adolescentes. O que se discute muito é que a prisão não resolve, mas a liberdade também não resolve. Muito pelo contrário, ajuda a aumentar a gravidade e a sensação de insegurança por parte da população.
Clique aqui para ler a íntegra da entrevista

Tempo de leitura: 2 minutos

Manu BerbertManuela Berbert | manuelaberbert@yahoo.com.br

Como mais uma cidadã brasileira que caminha indefesa pelas ruas, percebo que estamos no limite. Vejo a impunidade sambar na minha cara, diariamente, de revólver na mão.

Um jovem estava chegando em casa quando foi abordado por outro jovem, armado, que lhe exigiu o celular. Disparou contra ele e fugiu. O tiro atingiu a cabeça do jovem assaltado diante do prédio que aparece incansavelmente em todos os canais de TV, gradeado, supostamente para garantir segurança a quem ali residia. Infelizmente, em vão.
Dias depois, todas as emissoras relatam o assalto a uma dentista que atendendo em seu consultório entrega o cartão do banco, juntamente com senha, para que retirem o dinheiro que possuía. Permanece sendo torturada psicologicamente por homens que, ao receberem a notícia da quantia de pequeno valor, decidem incendiar a moça que já estava com o corpo encharcado de álcool. Um menor de idade assume a culpa, e eu me pergunto: até quando?
Era previsível a nova onda a favor da redução da idade para a imputabilidade penal, desta vez provocada pelo governador de São Paulo, como era previsível que a tratassem como uma proposta oportunista do político, porque sempre que há crimes de grande impacto é evidente o movimento de capitalizar apoios. Porém, como mais uma cidadã brasileira que caminha indefesa pelas ruas, percebo que estamos no limite. Vejo a impunidade sambar na minha cara, diariamente, de revólver na mão.
Reduzir a maioridade penal sem tocar nos pontos que de fato geram a violência urbana como o tráfico de drogas, a desigualdade social e o caos que a educação brasileira enfrenta seria um tanto irresponsável da minha parte, mas a verdade é que estamos sobrevivendo em meio ao caos, trancafiados dentro de casas cada vez mais fechadas e torcendo, caladinhos, para que os próprios bandidos se matem na guerra pelo tráfico.
Enquanto a qualidade do sistema penitenciário e a reestruturação do sistema socioeducativo não aparecem na pauta, os “donos do Brasil” discutem o poder de investigação do Ministério Público (conhecido popularmente como o calcanhar de Aquiles dos políticos) e desejam limitar o poder de decisão do Supremo Tribunal Federal, coincidentemente depois que a “turma do mensalão” foi julgada e condenada.
No fim das contas, há mais organizações empenhadas em garantir os direitos de quem viola a lei, do que daqueles que têm seus direitos violados. O que é isso, companheiros?
Manuela Berbert é jornalista, publicitária e colunista do Diário Bahia.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Júnior e Moisés morreram em acidente na BA-262 (Foto Oziel Aragão/Plantão Itabuna).
Júnior e Moisés morreram em acidente na BA-262 (Foto Oziel Aragão/Plantão Itabuna).

A colisão entre dois carros Honda, no trecho Floresta Azul-Firmino Alves, da BA-262, matou o empresário José Francisco da Hora Júnior, 33, e o funcionário público Moisés Rocha Trindade. O acidente ocorreu na tarde deste domingo, 28.
As informações colhidas pelo site Plantão Itabuna com o Corpo de Bombeiros apontam como possível causa do acidente o excesso de velocidade. O carro no qual estavam os dois jovens, pela marca de frenagem, teria invadido a pista contrária.
Moisés e Júnior viajavam em um Honda Civic (OLB-8731), junto com uma jovem de 20 anos, encaminhada para o Hospital de Base de Itabuna. Outras três pessoas viajavam no Honda City (OKX-6655). Elas sobreviveram ao acidente.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Não houve chocolate como da última vez, mas o Vitória voltou a derrotar o Bahia na Fonte Nova no Estadual 2013. Há pouco, o Rubro-negro aplicou 2 a 1 no Tricolor.
Michel abriu o placar, aos 20 minutos, e Mansur fez o segundo do Vitória, aos 32min, após receber passe de calcanhar do argentino Biancucchi. O Bahia diminuiu no início do segundo tempo em lance em que o zagueiro Titi subiu e cabeceou para o fundo da rede, aos 6min.
Os dois times de Salvador vão enfrentar equipes de Juazeiro nas semifinais do Baianão 2013. O Vitória enfrentará o Juazeirense, no Barradão, e o Bahia tentará chegar à final em dois confrontos com o Juazeiro, sendo o primeiro deles na Fonte Nova.
Os primeiros confrontos serão em Salvador. Os finalistas serão conhecidos no próximo final de semana. No jogo-teste em que representantes da Fifa estavam na Fonte Nova, torcedores do Bahia promoveram “chuva” de caxirolas no gramado. Era protesto contra o time, que estava perdendo por 2 a 0. Confira os gols do jogo.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O sinal da TV Bandeirantes de Salvador em Itabuna caiu há 30 dias. Agora o telespectador sul-baiano está assistindo a comerciais, programação e horários políticos do Recife (PE), já que a emissora em canal aberto,  que repete o sinal da rede paulista, é a pernambucana TV Tribuna!
Há quem fique na dúvida se o caso é mero erro técnico da Band ou campanha subliminar para o governador pernambucano Eduardo Campos do PSB, que está de olho no trono da presidente Dilma Rousseff…

Chamada para jornal da filiada Band em Pernambuco.
Chamada para o “Jornal da Tribuna”, da afiliada Band em Pernambuco.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Josias elogia Otto e Isaac (à direita) ironiza "escolha" ao Senado.
Josias elogia Otto e Isaac (à direita) ironiza “escolha” ao Senado.

Após artigo em que o deputado federal Josias Gomes defende o nome do vice-governador Otto Alencar para o Senado (veja aqui), o ex-presidente da Bahiapesca Isaac Albagli resolveu cutucar o petista. Albagli vê outro interesse no artigo: “A intenção de Josias não é lançar Otto ao Senado, e sim excluí-lo da disputa da cabeça da chapa”, disse em comentário no PIMENTA.
Atualmente ocupando a Secretaria de Desenvolvimento Urbano de Ilhéus, Albagli acredita que Otto “reúne as melhores condições eleitorais” para ser o sucessor de Jaques Wagner. “Evidente que Otto só não será candidato único (da ala governista) ao Senado se não quiser”. E recorre a trocadilho para encerrar a alfinetada: “[A candidatura] Independe de lançamento feito por A, B ou Jota”.

Tempo de leitura: < 1 minuto

wagner twitterExpectativa quanto ao comportamento do torcedor no segundo BA-VI da nova Fonte Nova. O primeiro, quando o Vitória aplicou 5 a 1 no Bahia, vândalos destruíram 19 assentos do estádio que é uma das sedes da Copa das Confederações e Copa 2014.

Há pouco, por meio do Twitter, o governador Jaques Wagner escreveu mensagem para quem vai à Fonte hoje, alertando para a necessidade de “cuidar do que é de todos nós”:
– Torça e vibre pela dupla BA-VI, mas não esqueça de cuidar do que é de todos nós. Um bom jogo para todos – cravou no microblog.
O torcedor Wagner espera melhor sorte. Tricolor, o “Barbudinho de Ondina” não deve ter gostado do placar final do primeiro BA-VI do ano…
Na sequência da mensagem, a seguidora Lara Dourado respondeu: “vale pra vc (você) tb (também), governador. Não se quesça (esqueça) de cuidar de todos nós. ;-)”.