DE LIVROS, EMPRÉSTIMOS E APROPRIAÇÕES

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Em nova casa, protegido contra traças
Dois exemplos: jornalista e escritor (dois títulos publicados), Daniel Thame gosta muito de livros, comprados ou não. Mas a quem lhe quiser emprestar algum eu sugiro ser generoso e o fazer com dedicatória, isto é, não emprestar, doar. Tenha a certeza de que o livro que outrora lhe pertenceu será lido e cuidado, mas não retornará, pois é pra frente que se anda. Por fim, o mais, digamos assim, sofisticado desse grupo, o professor de Direito e ex-roqueiro Adylson Machado: não devolve livro e ainda disserta sobre os motivos de não fazê-lo. Dá ao volume lugar de destaque em sua larga estante, espana-o, protege-o contra traças e outros malefícios, e questiona: “O primitivo dono faria tanto?”
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Não faltam bibliotecas, mas leitores
Não tenho ciúmes dos meus livros. Poderia emprestá-los todos, se encontrasse quem os lesse e os devolvesse intactos (para servir a outros leitores). Mas não quero doá-los a bibliotecas que vivem às moscas. O brasileiro acostumou-se a dizer que nos faltam bibliotecas públicas, o que é uma questão de senso comum: aprende-se a repetir isso, sem atentar para o fato constrangedor de que as bibliotecas existentes (poucas, é verdade, muito poucas, se nos comparamos com a mal falada Argentina) são ociosas. Voltando ao tema central, atribui-se a Bernard Shaw (ou seria Oscar Wilde?) esta frase: “Idiota é o homem que empresta um livro; mais idiota é o homem que o devolve”.
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ENTRE PARÊNTESES
Há tempos, esta coluna lamentou que certos redatores tenham posto a prêmio a cabeça do “se”: já não grafam “aluga-se”, mas “aluga” (e, em igual desvario, “vende”, em vez de “vende-se”, e “inicia”, em lugar de “inicia-se”. Seria, imagino, a Lei do Menor Esforço, aquela que festeja a preguiça e agride a boa linguagem. Pois lhes digo que acabo de surpreender um “se” inteiramente fora do lugar: entrou em moda, ficou bonitinho dizer coisas como “ele quer se aparecer”. Seja gentil com a língua portuguesa, não empregando tão despautério. Há verbos que nasceram pronominais e pronominais vão morrer. Não é o caso de aparecer, sabidamente inimigo do “se”.O MICROCONTO, DE HEMINGWAY A TREVISAN
A literatura brasileira registra, ao lado do romance, do conto/novela e da crônica, um segmento ainda um tanto enjeitado, o microconto. Mesmo não sendo novo (Hemingway já o praticou), ele não é aceito como gênero literário. O paranaense e mal-humorado Dalton Trevisan é um dos expoentes do que os americanos chamam microfiction (no Brasil há quem chame isso de microrrelato). Se acaso o microconto é uma competição para ver quem o faz menor, Trevisan está longe de ser o campeão, mas está no jogo: ele começou com o “conto curto” (40 linhas, 150 palavras) e fica cada vez mais econômico. Falemos de dois autores notáveis desse modelo, que parece irmão do haicai._______________
Augusto Monterroso (1921-2003), premiado escritor guatemalteco é autor de um miniconto famoso, com apenas trinta e sete letras e sete palavras (O dinossauro): “Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá”. Antes dele, o americano Ernest Hemingway (1899-1961) gastou também sete termos, mas apenas vinte e seis caracteres, para fazer sua, digamos, narrativa: “Vende-se: sapatos de bebê, sem uso”. O dinossauro integra antologias em vários países, com muitos estudos de suas faces literária e política; o texto de Hemingway “fala” de uma tragédia familiar, uma criança que não chegou a nascer, ou que logo morreu. O trágico não é explícito, mas sugerido.
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Célio Nunes: drama em poucas palavras
Célio Nunes (1938-2009), contista sergipano de fortes ligações com Itabuna, teve lançado postumamente em 2001 seu livro Microcontos, com 62 narrativas curtas. Experimentado – publicou o primeiro livro em 1963, o último em 2005 – Célio não adentra os caminhos de Hemingway e Monterroso: é econômico em suas histórias, a maioria com menos de 200 palavras, mas a todas dota de princípio, meio e fim – conforme o modelo clássico, com finais, quase sempre, surpreendentes. Os personagens, conforme faz notar o poeta itabunense Plínio de Aguiar, na apresentação, “transitam por histórias marcadas pela dramaticidade da sobrevivência, por histórias que não raro terminam no pênalti da tragédia humana”.
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MANSO, SERENO, TRANQUILO, VOZ AFINADA
“Solidão é lava/ que cobre tudo (…)/ Solidão, palavra/ cavada no coração/ resignado e mudo…”. São versos de um artista reconhecido na MPB, sambista, chorão, cantor de voz pequena, porém afinada e segura – Paulinho da Viola. Homem manso, tranquilo, sereno, ele abriu um caminho pessoal na selva que é o meio artístico, impôs uma marca, criou um estilo de compor e de cantar. De 1968 (Paulino da Viola, Odeon) até nossos dias, são, pelo menos, oito discos fundamentais, entre eles (já disse ser o meu preferido) Bebadosamba (1996), o único de inéditos que ele gravou até hoje, parece-me. No vídeo, o grande Paulinho coadjuva Marisa Monte em Dança da solidão (do LP do mesmo nome, Odeon/1972).
O corporativismo da velha senhora (Ceplac) não permitia que ventos novos entrassem por suas janelas.
Em agosto de 2011, morando em Salvador, passando por Itabuna, em viagem ao Rio de Janeiro, minha cidade natal, tive o prazer de me encontrar com os senhores Juvenal Maynart e Wallace Setenta, que, naquela oportunidade, estavam envolvidos em um grupo dedicado a restabelecer o conhecimento empírico, estudar e entender o significado do Sistema Agroflorestal focado na produção de cacau e localmente conhecido como Cabruca.
Fui por eles convidado à esta conversa por conta de minha anterior experiência em Planejamento e Desenvolvimento Regional Integrado Sustentável- PDRIS na Amazônia e por minha militância de mais de 30 anos junto à causa ambientalista.
Neste dia me convidaram para participar de uma visita à Fazenda Almirante, de propriedade da multinacional Mars, no então vindouro mês de setembro/2011.
Convite aceito e com a curiosidade a flor da pele voltamos em Setembro para conhecer “in loco” a tal da Cabruca. No mesmo dia da visita três fatores afetaram profundamente minha percepção das possibilidades do Sistema Cabruca.
O primeiro foi o contato físico, quase indescritível fora da poesia – parafraseando o produtor Pedro Mello – das lembranças dos tempos dos “empates” na Amazônia Ocidental que significou adentrar uma cultura de cacau cabruca, uma determinação econômica, sob o manto acolhedor da Mata Atlântica, preservada e viva, o que não vi na Amazônia na década de 70 e 80 do século passado, onde a realidade era restrita pela necessidade da preservação pela preservação sem alternativas econômica e de sobrevivência para aquele povo .
O segundo fator determinante foi a observação de que havia dedicação e competência técnica, social e política para que a Região pudesse se beneficiar de tal tradição ao ter o prazer de conhecer naquele mesmo dia os senhores Durval Libânio, presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Cacau do Ministério da Agricultura e do Instituto Cabruca, e Joelson Ferreira, liderança inconteste dos pequenos produtores locais e presidente do Assentamento Terra Vista, experiência exemplar do MST no Brasil.
O terceiro fator, que se consubstanciou em mais uma certeza, foi a clara necessidade de que o mundo tinha que conhecer esta realidade e que, no limiar da Conferência Rio + 20, esta seria a grande oportunidade de mostrarmos ao mundo uma agricultura sustentável preconizada mundo afora e que aqui já era executada há mais de 2 séculos e meio.
Em parceria com os atores envolvidos e reconhecidos imediatamente, procuramos as instituições envolvidas com a organização da Conferência das Nações Unidas para a Sustentabilidade – Rio + 20 – tentado mostrar-lhes a oportunidade, adequação e necessidade de que o Sistema Cabruca fosse divulgado, avalizado, priorizado e apoiado não só pelo governo brasileiro, como também pelo mundo atento à essas questões tão atuais e atrativas. Ações, viagens, e dedicação foram desenvolvidas com recursos próprios e em nome das décadas de militância em função da causa do desenvolvimento sustentável pelo grupo então envolvido.
Quiseram as démarches políticas locais que o senhor Juvenal Maynart fosse nomeado, em novembro de 2011, superintendente regional da Ceplac na Bahia, e a seu convite eu viesse a participar de sua equipe como colaborador eventual, uma vez que o corporativismo da velha senhora (CEPLAC) não permitia que ventos novos entrassem por suas janelas.
As tratativas para que levássemos a CABRUCA à Rio + 20 tiveram excelentes resultados. Em parceria com a Sociedade Brasileira de Sistemas Agroflorestais apresentamos a Cabruca no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, dentro da programação oficial do governo brasileiro, tendo como ápice a exibição em duas sessões do documentário “The Cabruca Cocoa – The Cocoa from Brazilian Atlantic Rainforest”.
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Ontem, no Estádio Luiz Viana Filho, o Azulino perdeu do Jequié por 0 a 1. Os problemas para o primeiro jogo eram visíveis.
No período de preparação, a equipe mal conseguiu vencer o frágil “Combinado de Itapé”, por 1 a 0. Era o “Time B”, mas mostrou que precisa melhorar muito.
O Ministério da Saúde anunciou esta semana que a campanha de vacinação contra a gripe será prorrogada até 10 de maio. O órgão recomenda celeridade aos municípios que ainda não atingiram a meta de vacinação e aconselha, inclusive, o funcionamento de postos aos sábados. O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, alerta para a importância da imunização contra a gripe. “Isso é importante para que a população possa ter acesso e chegar ao inverno protegida”.
A meta do ministério é vacinar 80% do público-alvo, composto por idosos com mais de 60 anos, crianças de seis meses a dois anos, indígenas, gestantes, mulheres no período de até 45 dias após o parto, detentos e profissionais de saúde. Portadores de doenças crônicas do pulmão, coração, fígado, rim, diabetes, imunossupressão e transplantados também devem se vacinar.
A Região Sul foi a que mais se aproximou da meta fixada pelo ministério, com 60,46% de vacinas aplicadas até o momento. A Região Nordeste atingiu menor número de vacinações, 37,79% do público-alvo. Não foram consideradas, porém, as vacinas aplicadas em doentes crônicos e detentos. Informações da Agência Brasil.
O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi condenado neste sábado (27) pelo Tribunal do Júri pelo homicídio duplamente qualificado e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes. O crime ocorreu em 2010.
O ex-policial foi condenado a 19 anos de prisão em regime fechado pelo homicídio de Eliza e a mais 3 anos de prisão em regime aberto pela ocultação do cadáver, o que totaliza 22 anos. Bola, que não poderá recorrer em liberdade, negou participação no crime durante seu depoimento.
O júri popular começou na segunda-feira (22), no fórum Doutor Pedro Aleixo, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, e a decisão foi lida no salão do júri pela juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, do 1º Tribunal do Júri de Contagem.
Bola foi acusado pelo MPE (Ministério Público Estadual) de ter sido o assassino da ex-modelo, na sua casa, em Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte.
Após a leitura da sentença, o advogado de defesa Ércio Quaresma afirmou que já recorreu da decisão. Já o promotor do caso, Henry Castro, disse ter a sensação de “dever cumprido” em um julgamento o qual ele considera o “mais difícil e tenso” entre todos os júris do caso.
Antes de Bola, Bruno Fernandes havia sido condenado a mais de 22 anos de prisão. Luiz Henrique Romão, o Macarrão, amigo de Bruno, foi condenado a 15 anos de prisão em novembro do ano passado. Leia na íntegra no Uol.
Dois homens invadiram uma casa em Muritiba, ontem à noite, e estupraram uma mulher de 40 anos. O crime ocorreu no distrito de Posto Sanca. De acordo com informações do Correio, Célia Fonseca foi estuprada e queimada pelos bárbaros. A sessão começou por volta das 19h e foi interrompida às 22h, quando vizinhos estranharam o barulho e acionaram a polícia.
A mãe de Célia, Juscelina, 64 anos, foi obrigada a assistir a tudo e também sofreu socos dos marginais. Na sessão de horror, os bandidos ainda colocara o cano de uma escopeta na vagina de Célia, que faleceu a caminho de uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) no município. Juscelina encontra-se internada no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador.
O adolescente Jefferson da Silva Santos, conhecido como “Ovão”, de 17 anos, foi executado a tiros na tarde desta sexta-feira (26), próximo ao Complexo Policial de Itabuna.
A vítima estava trabalhando numa construção situada em um local conhecido como “Invasão” do Jaçanã. Leia mais no Plantão Itabuna.
Auditores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e uma procuradora-geral do Trabalho resgataram cinco operários alojados em condições subumanas no Ifba de Ilhéus.
Conforme relatório, os operários foram encontrados em um barraco sem água potável, iluminação e ventilação adequada. Também eram obrigados a dormirem no chão e não possuíam local para “realizar, preparar e armazenar as refeições”.
Os trabalhadores, conforme os fiscais e a procuradora do Trabalho, estavam em um alojamento que “sequer tinha porta nos fundos e os trabalhadores dormiam em vigília, com receio da entrada de animais peçonhentos e de estranhos”.
O resgate ocorreu na quarta-feira à noite e foi divulgado pelos dois órgãos nesta sexta, 26. Os operários foram contratados para trabalhar na construção de um ginásio poliesportivo na instituição federal de ensino localizada no quilômetro 13 da rodovia Ilhéus-Itabuna.
Na fiscalização, os auditores Eferson Gomes, Julio Silveira, Ronaldo Trindade e Gerson Pina tiveram o suporte da procuradora do Trabalho Claudia Soares, do Ministério Público do Trabalho em Itabuna. Os cinco operários foram encaminhados à Gerência Regional do Trabalho e Emprego em Ilhéus.
Claudia Soares considerou “inconcebível que uma empresa que participe de uma licitação pública desenvolva sua atividade econômica e execute uma obra pública em detrimento da dignidade do cidadão-trabalhador”. O PIMENTA entrou em contato com a assessoria do Ministério Público do Trabalho, mas o nome da construtora somente será fornecido após a notificação, prevista para até a próxima segunda, 29.
Encontrados em condições análogas a de trabalho escravo, os operários tiveram os contratos rescindidos indiretamente. A empresa, segundo a MPT, terá que indenizar cada trabalhador resgatado, “a título de dano moral individual”.
O Ministério da Saúde abriu nesta sexta, 26, o prazo de inscrição em concurso público para preencher 265 vagas. A remuneração varia de R$ 3.981,41 a R$ 6.722,34.
São oferecidas vagas para analista técnico administrativo I e II, bibliotecário, administrador, contador, engenheiro eletricista, engenheiro civil e economista. Das 265 vagas, 13 são reservadas a pessoas com deficiência.
O prazo de inscrição vai até 17 de maio. A taxa é de R$ 80,00. As provas vão ser aplicadas nas capitais e em Brasília em 7 de julho. Clique aqui para conferir edital ou se inscrever.

O encontro, denominado “Abril Indígena – Seminário I”, será aberto às 19 horas da segunda-feira (29), com uma conferência da professora Maria Rosáriode Carvalho, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), tendo logo após a apresentação de dança sagrada dos indígenas, com a participação das diversas etnias.
Até o fim da tarde da terça-feira, 30, haverá participações de outros especialistas, como o antropólogo Hugo Prudente, também da UFBA, a professora Rosilene Tuxá, representando a Secretaria Estadual da Educação, e osprofessores Carlos José, Agnaldo Pataxó e Elbert Almeida.
De acordo com o professor Jorge Luiz Batista dos Santos, um dos coordenadores do Abril Indígena, “o evento reafirma, no mês em que se comemora o Dia do Índio, a necessidade de se entender essa cultura que integra a identidade étnica nacional, mas que costuma ser comemorada de forma folclórica”.
A inscrição custa R$ 30,00 para professor e R$ 15,00 para outros interessados. A taxa deve ser paga no Banco do Brasil, agência 3175-5, conta-corrente 9043-3.
Ontem à tarde, este era o cenário numa das mais movimentadas avenidas de Itabuna. Cavalos “passeavam” tranquilamente pela Juracy Magalhães, Bairro de Fátima. Nesta semana, a direção do Centro de Controle de Zoonoses prometeu recolher animais em vias públicas, mas falta estrutura para atender às denúncias.

O início: “Cresci rabiscando as paredes das casas que morava e logo meus irmãos perceberam que estava nascendo mais um desenhista na família. Quando digo mais um é porque na última contagem encontramos 14. Hoje, com certeza, o número aumentou. Tenho dois filhos que adoram desenhar. De tanto rabiscar as paredes e desenhar para os amigos, ganhei a primeira oportunidade em 1984 para trabalhar em um escritório de arquitetura do meu tio Alfredo Coelho”.
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Questionado se entraria em ação para garantir a compra de terreno para a sede da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba), o governador Jaques Wagner, na cerimônia da Bahiagás, na última quarta, em Ilhéus, logo observou que a aquisição é tarefa do município.
Coincidentemente, no mesmo dia, à tarde, o prefeito Claudevane Leite (Vane do Renascer) assinou edital de chamamento público para quem deseja doar ou vender terreno destinado à construção da universidade. Vane havia se reunido, horas antes, com o governador no aeroporto de Ilhéus, de onde correu para o 15º Batalhão da PM, em Itabuna, para inauguração da central de telecomunicações regional, o Cicom.
Ao PIMENTA, Wagner também comentou sobre o processo da duplicação da Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415). Ele disse que não poderia falar em prazo, mas ressaltou o compromisso da presidente Dilma Rousseff em iniciar a obra assim que os trâmites burocráticos forem cumpridos. Mas assegurou que a nova pista será, por questões ambientais, construída na margem direita do Rio Cachoeira.
Após quatro anos, a Polícia Federal (PF) decidiu aprofundar as investigações das últimas gestões do Hospital de Base de Itabuna. Agentes da PF estão nesta semana no hospital em busca de documentos para encerrar as investigações de desmandos do período de 2005 a 2009, segundo o site Políticos do Sul da Bahia.




























