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A tragédia que ocorreu na madrugada de hoje, 27, no município de Santa Maria (RS) levou o governo baiano a cancelar a contagem regressiva dos 500 dias para a Copa do Mundo de 2014. O evento seria realizado amanhã, 28, no Farol da Barra, em Salvador.
A informação foi divulgada há pouco pela Secretaria  Estadual para Assuntos da Copa do Mundo (Secopa). Uma cerimônia nacional com a participação de dirigentes do governo brasileiro e da Fifa, também prevista para amanhã, em Brasília, foi cancelada.

Governador baiano presta solidariedade a famílias enlutadas.
Wagner: solidariedade.

WAGNER: MOMENTO DE “TRISTEZA E DOR”
Mais cedo, o governador Jaques Wagner manifestou solidariedade às famílias atingidas pela tragédia. “Juntamo-nos também não só as famílias das vítimas, mas a todo o povo gaúcho neste momento de tristeza e dor. Nesse momento, os baianos, os gaúchos e todos os brasileiros se unem em oração”, disse.

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Mortos em boate são 233 até agora. Mais de 180 corpos foram identificados (Foto Deivid Dutra/Ag. Brasil).
Mortos em boate são 233 e mais de 180 corpos foram identificados (Foto Deivid Dutra/Ag. Brasil).

Chega a 116 o número de vítimas do incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria (RS), que estão internadas. Do total, 92 estão na própria cidade; 14 foram transferidas para Porto Alegre. A maioria dos pacientes sofreu intoxicação respiratória e cerca de 20% grandes queimaduras. Até o momento, 30 pacientes recebem ajuda de aparelhos para respirar. As informações são do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Os hospitalizados podem aumentar nas próximas horas. “É muito comum as pessoas que respiram gás não sentirem os sintomas no primeiro momento. Mas, horas depois, elas podem desenvolver pneumonia química”, explicou o ministro.

De acordo com o secretário nacional de Defesa Civil, Humberto Vianna, o número oficial de mortos na tragédia chega a 233 pessoas, 120 homens e 113 mulheres. Até o momento, foram reconhecidas 115 pessoas.

Segundo ele, o trabalho de reconhecimento deve perdurar até as 8h de amanhã. A maior dificuldade de identificação ocorre porque muitas mulheres estavam sem identificação. A explicação é que, normalmente, as mulheres carregam documentos em bolsas, que podem ter sido perdidas nos momentos de pânico e de tentativa de fuga. Informações da Agência Brasil.

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marco wense1Marco Wense

O momento é de reflexão. Recomeçar com humildade, reconhecendo os erros cometidos, é o melhor caminho para se manter politicamente vivo.

Juçara Feitosa, ex-primeira-dama de Itabuna, duas vezes candidata ao Centro Administrativo Firmino Alves, não vai mais disputar a presidência do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT).
Sem dúvida, o primeiro importante passo do deputado federal Geraldo Simões para enfraquecer o discurso de que seu projeto político é familiar, como gosta de dizer o pessoal do PCdoB.
Geraldo Simões, cada vez mais carente de apoio e distante de um terceiro mandato, não pode ter como adversário o próprio Geraldo Simões.
O momento é de reflexão. Recomeçar com humildade, reconhecendo os erros cometidos, é o melhor caminho para se manter politicamente vivo.
VANE E O ELEITORADO
Se Claudevane Leite fizer um bom governo, quebra o tabu do segundo mandato consecutivo. A reeleição significa o surgimento de uma nova e forte corrente política: o vanismo.
Do contrário, fazendo um governo medíocre, muito abaixo do esperado, a decepção e a revolta, sem descartar a volta ao passado com Fernando Gomes, Geraldo Simões ou Azevedo.
Um grande desafio pela frente, já que o eleitorado cansou da política do “feijão com arroz”, com a sobra do dinheiro público indo para os bolsos dos governantes e de seus homens de confiança.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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O incêndio ocorrido nesta madrugada em uma boate na cidade de Santa Maria, região central do Rio Grande do Sul, matou pelo menos 245 pessoas (confira mais aqui). Esse é o último número confirmado pela Brigada Militar do Estado.
Segundo informações, a administração da boate mandou fechar a porta principal para evitar que pessoas saíssem sem pagar a conta. Essa atitude influenciou na dimensão da tragédia.

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MÚSICA, PODEROSO INSTRUMENTO DIDÁTICO

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br
1PalmatóriaA música é tão poderoso instrumento didático que com as professoras de antanho (em geral, leigas, mas dedicadas), aprendia-se aritmética cantando: “Dois e dois, quatro; quatro e dois, seis…” (se a gentil leitora duvida, pergunte a seu bisavô – e ele cantará, mesmo desafinado). Ressalte-se que quando o sujeito errava, quem “cantava” era a palmatória! Os masoquista diriam, com ar saudoso e olhar perdido no passado: “Bons tempos, aqueles!” Fiz um introito pra dizer que certos versos de mau gosto grudam na gente, sobretudo quando são cantados. E os exemplos são muitos. Lembram-se do “Melhoral, melhoral, é melhor e não faz mal”? Ridículo, como texto, mas grudento feito goma arábica (atenção avós!).

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2 Dalva de OLiveiraOs demônios dentro de nós adormecidos

“Mamãe eu quero” (Jararaca-Vicente Paiva) nasceu nos anos trinta e é ouvida até hoje, no seu abobalhado “Mamãe eu quero mamar”– e seria fácil citar outras. Uma de minhas preferidas é a patética Que será?, de Marino Pinto e Mauro Rossi, criada por Dalva de Oliveira (e com  uma regravação dispensável de uma cantora chamada Ana Carolina). A canção carrega no seu mau gosto um questionamento eterno: “Que será/da luz difusa do abajur lilás/se nunca mais vier a iluminar/outras noites iguais?”.  Ah, aquela “luz difusa do abajur lilás”!…  É verso suficientemente eficaz em sua breguice para despertar demônios dentro de nós adormecidos em épocas que (feliz ou infelizmente) jamais voltarão. Não haverá noites iguais àquelas.
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(ENTRE PARÊNTESES)

Vejo aqui no jornal que um auxiliar do bicheiro Carlinhos Cachoeira, já cansado de andar por aí sem ser molestado, resolveu entregar-se às autoridades. Diz ainda a notícia que um advogado, com a devida procuração em punho, negociou com a Polícia Federal “os termos da apresentação” do referido indivíduo. É curioso o vasto mundo brasileiro: cidadãos, principalmente se integram o grupo dos três “pês” (pobres, pretos e pardos), apanham da polícia por qualquer dá cá aquela palha, enquanto bandidos notórios têm advogados caros, são presos apenas quando querem e ainda exigem “condições” para se entregar. Fico pensando se esta não é mais uma mentira da imprensa, do que o poder tanto se queixa…

QUEM ALISOU OS BANCOS ESCOLARES SABE

“Choveu forte no Rio de Janeiro”, diz um jornal, como para não me deixar esquecido dessa recente salada linguística que a mídia tem patrocinado. Outros setores absorveram a anomalia: “treinar forte” (esportes), “investir forte” (economia) – e por aí vai. Confunde-se adjetivo com advérbio da mesma forma que Corpus Christi com habeas corpus. Todos os que alisaram os bancos escolares (e tiveram professores minimamente preparados) sabem que estas duas categorias são diferentes, com funções diferentes. De forma sumária (falecem-me condições para aprofundar o tema), adjetivo qualifica substantivo; advérbio modifica verbo.
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Compromisso da mídia com a norma culta

Entende-se que chover “pede” advérbio, não adjetivo; por isso, “Choveu fortemente…” seria a forma adequada, em língua portuguesa, deixando-se o “Choveu forte…” para esse dialeto que falam por aí. Pelo mesmo raciocínio, “treinar fortemente”, “investir fortemente” (e “trabalhar arduamente”, “estudar incansavelmente”) etc. Não há de faltar quem esgrima o manjado argumento do dinamismo da língua. E eu lhes direi, no entanto, que esses fenômenos são muito bem-vindos ao coloquial, mas inaceitáveis na chamada norma culta – e é com esta o compromisso da (boa) mídia, pouco importa que seja jornal, rádio, tevê ou blog.
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QUATRO MÚSICOS QUE SE FORMARAM EM CASA

6 Dizzy GuillespieWynton Marshalis é de 1961, por isso é menino em relação à corrente mais festejada (mainstream) do trompete de jazz (Armstrong, Davis, Chet Baker, Clifford Brown, Gillespie, Fred Hubbard, Arturo Sandoval), mas é um dos mais festejados pela crítica, que o considera responsável pelo retorno do jazz ao lugar merecido. Filho de um músico que mais ensinava do que tocava, ele voltou-se para a arte desde criança, em sua terra natal, Nova Orleans, e mais tarde estudou regularmente numa sofisticada escola de Nova Iorque. Aplicado aluno de primeiro ano, impressionou o baterista Art Blakey e logo foi tocar no celeiro de estrelas que era o Jazz Messengers daquele. Mr. Marshalis, le père, era professor de verdade, tendo formado em casa quatro músicos: Wynton (trompete), Branford (sax), Delfeayo (trombone) e Jason (bateria).
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Um abraço no jazz, outro no clássico

Aos vinte anos, Wynton já tinha seu próprio quinteto e excursionava pelos EUA, tocando em clubes de jazz, festivais e concertos. Seu grupo participou, na época, de homenagem prestada ao pianista Thelonious Monk, em Nova Iorque. Após essa experiência, “faz” a Europa e o Japão, depois regressa a Londres, para gravar seu primeiro disco, de peças clássicas, incluindo Haydn. Wynton Marshalis se manteve fiel à fórmula jazz e clássicos: aos 24 anos torna-se o primeiro músico instrumental a receber dois Grammy ao mesmo tempo – um na categoria jazz e outra na categoria de música erudita, nos dois casos, como melhor solista. Em 1997 tornou-se o primeiro músico de jazz a receber o Pulitzer, pela autoria de Blood on the fields, sobre a vida dos escravos norte-americanos. Foi eleito membro honorário da England´s Royal Academy of Music.
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8 Boston PopsViolinos: estranhos no ninho ao jazz

Em 1984, Wynton Marshalis e a não menos famosa Boston Pops Orchestra acompanham a diva Sarah Vaughan na gravação de alguns standards, entre eles o inebriante Autumn leaves, Body and soul e September song. Observe-se na faixa que selecionamos (September song) a discrição com que Wynton se comporta. Arrisco-me a dizer que ele faz suas intervenções com extremo cuidado, evitando que o trompete se saliente. O músico premiado meio que se rende à grandeza da estrela, sem nenhum acorde que nos faça suspeitar de que ele quer roubar a cena. Mas não resisto a dizer, mesmo sujeito a pedradas, que a Boston Pops é, para este caso, inteiramente dispensável: cordas não fazem falta no ninho do jazz, a quem bastam piano, baixo e bateria e um metal de responsabilidade.

(O.C.)

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Do Estadão
Ao menos noventa pessoas morreram em um incêndio em uma boate em Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul, segundo a polícia local. Testemunhas afirmam que o fogo começou durante o show pirotécnico durante a apresentação de uma banda, na boate Kiss. O material de isolamento acústico do prédio – feito de espuma – incendiou e a fumaça intoxicou as vítimas.
Duzentas pessoas estão sendo atendidas nos hospitais da região, que estão solicitando auxílio de profissionais para atendimento. Nesse momento, oito pessoas estão internadas em estado gravíssimo. Conforme os Bombeiros, as vítimas fatais morreram devido à inalação de fumaça tóxica.
Atualização (10h29):
A Brigada Militar confirmou, em entrevista coletiva concedida no Ginásio Municipal de Santa Maria na manhã deste domingo, a morte de pelo menos 180 pessoas no incêndio que atingiu a boate Kiss em Santa Maria, região central do Rio Grande do Sul.
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O Ministério da Educação divulgou neste sábado, 26, a segunda chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), antes previsto para o dia 28. O resultado está disponível no site do ministério. A matrícula deve ser efetuada no período de 1º a 5 de fevereiro.
CONFIRA AQUI
Quem não foi chamado nas duas primeiras listas, deve se inscrever na chamada reserva. O Sisu oferece vagas em institutos e universidades públicas.

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O secretário da Fazenda da Prefeitura de Itabuna, Marcos Cerqueira, esclarece que não houve alteração no expediente do Setor de Tributos da administração municipal. Segundo ele, somente nesta sexta-feira, 25, é que o atendimento ao público foi encerrado antes do horário normal, em virtude do acúmulo excepcional de serviço interno.
Em nota oficial, Cerqueira salienta que o atendimento no Setor de Tributos continuará ocorrendo das 8 às 16 horas, de segunda a sexta-feira.
Clique abaixo para ler a nota na íntegra:
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Dai da Caixa é acusado de formação de quadrilha, entre outros crimes

O Ministério Público Federal (MPF) move mais uma ação por crime de improbidade administrativa contra o  ex-prefeito de Ubatã, Adailton Ramos Magalhães, o “Dai da Caixa”, que governou o município de 2001 a 2008. O político, ex-integrantes de seu governo e dois empresários são acusados de crimes como formação de quadrilha e falsidade ideológica. A ação tramita na Vara Única da Justiça Federal de Jequié.
Somente em um esquema de emissão de notas falsas, para justificar recursos desviados, o ex-prefeito teria provocado um rombo de R$ 130 mil em valores atuais. Mas o prejuízo ao erário, de acordo com a denúncia, é bem maior, chegando a R$ 4 milhões, também em números corrigidos. A maior parte do dinheiro subtraído era verba do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), Programa Nacional da Alimentação Escolar (Pnae) e do Sistema Único de Saúde (SUS).
Além de Dai da Caixa, são acusados Deivisson Ernesto Souza Melo, que era membro da comissão de licitação e controlador geral do município; Ubiratan Caciel Oliveira, que era assessor do ex-prefeito; o empresário Fernando Moreira Amaral, conhecido como “Rato”, propretário da FM Amaral, e que seria também, segundo as investigações, o dono de fato da empresa Valéria Santos Amaral ME, que fornecia produtos ao município e foi utilizada no esquema de emissão de notas falsas. A sobrinha do “Rato”, Valéria Amaral, que atuaria como laranja do tio, também é ré na ação.
Os desvios foram descobertos a partir de uma auditoria realizada pela Controladoria Geral da União (CGU), que deu origem a um inquérito civil público. Segundo a ação do MPF, os envolvidos, quando souberam das investigações da CGU, passaram a emitir notas falsas na tentativa de encobrir o desvio de dinheiro público. Dai da Caixa responde a outras ações por improbidade administrativa e chegou a ser preso durante a Operação Vassoura de Bruxa, da Polícia Federal.
Fernando, o "Rato", combina a fraude e garante a "ponta" (propina)
Fernando, o “Rato”, combina a fraude e garante a “ponta” (propina)

QUADRILHA
O MPF afirma que “os acionados formaram, durante a gestão de 2005 a 2008, notadamente nos anos de 2007 e 2008, uma quadrilha voltada ao desvio de recursos públicos”. Entre os crimes que são atribuídos ao ex-gestor e sua turma, estão peculato, fraude em licitações, falsidade ideológica e corrupção ativa e passiva.
Entre as provas colhidas pela polícia, estão diálogos obtidos a partir de interceptações telefônicas, nos quais os acusados chegam a brincar com o crime que cometiam. Em um trecho, Fernando Amaral, o “Rato”, faz piada com a qualidade do feijão que fornecia para a merenda escolar. Na conversa, ele diz que o prefeito teria criticado o produto e dito que o feijão não servia nem para alimentar cachorros. A resposta do “Rato” foi a seguinte: “Mas eu não mandei pra cachorro, mandei pra gente”.
Em outro trecho, “Rato” combina com Deivisson uma ação para fraudar um processo licitatório. No diálogo, o primeiro demonstra confiança e tranquiliza o outro quanto ao pagamento da propina: “o negócio é meu mesmo…aí eu boto…faço um preço…um precinho bom…e aí lhe dou uma ponta boa”.
O Ministério Público pede a indisponibilidade dos bens dos acusados, o ressarcimento integral do dano e a perda dos bens ou valores acrescidos ilegalmente ao patrimônio de todos os envolvidos. Se condenados, eles também terão os direitos políticos suspensos e serão proibidos de contratar com o poder público pelo prazo de cinco anos.
Piada sem graça com a a má-qualidade do produto fornecido para a merenda escolar
Piada sem graça com a a má-qualidade do produto fornecido para a merenda escolar

 

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Do leitor que assina “Macaco Sam”, sobre a nota ATENDIMENTO PESSIMO NA CAIXA:
Sou funcionário de um banco e o que posso dizer aos clientes é que isso só vai mudar quando os mesmos, ao se sentirem prejudicados pelas longas filas, comecem a procurar os meio legais (Procon) e ouvidorias, tanto internas quanto reclamações junto ao BACEN.
Nós funcionários fazemos o máximo para atender com eficiência e qualidade (salvo exceções), porém somos vítimas dos poucos investimentos em capital humano que os bancos têm feito nos últimos anos. Quem pode reverter essa situação são os clientes, através de reclamação dos seus direitos, pois quando os bancos e demais empresas sentem no bolso aí eles buscam soluções.
Não achem que gerente tal ou funcionário tal é o culpado ou que ele vai resolver essa demanda de espera, porque não vai. Temos que deixar de ser passivos e buscar nossos direitos. Assim, quando entramos em greve (e quando isso ocorre a população fica contra os funcionários, achando que somos vagabundos), saibam que na pauta de reinvidicação a contratação de mais mão de obra é sempre discutida.
Então, se você está cansado de esperar em filas de banco, utilize seus direitos e reclame nas ouvidorias disponiveis (por determinação o telefone fica afixado nas agências) e busque os órgão de direito do consumidor. Se não fizerem isso, preparem-se para cada vez mais esperar horas e horas.

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O comerciário Rosemiro Bispo dos Santos, 45 anos, é mais uma vítima da violência em Itabuna. Ele foi executado com vários tiros de pistola, na noite desta sexta-feira, 25, na Avenida Ilhéus, próximo à Igreja São Judas Tadeu. Rosemiro era funcionário do supermercado Carisma, situado no bairro Pontalzinho.
Segundo o Portal Sul da Bahia, o trabalhador seguia para casa de bicicleta, quando foi abordado pelos atiradores. Pelo menos oito cápsulas de pistola teriam sido encontradas no local onde ocorreu o homicídio.
Familiares da vítima afirmam que uma mulher a quem ele devia R$ 80,00, e que já o havia ameaçado, é a principal suspeita.

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Vereador entrega produtos no S.O.S Canto da Criança
Vereador entrega produtos no S.O.S Canto da Criança

O vereador Ronaldão (DEM), de Itabuna, visitou quatro instituições beneficentes nesta sexta-feira, 25, para cumprir o que ele diz ter sido promessa de campanha: reverter o primeiro salário em doações. A bordo de uma caminhonete carregada de caixas de alimentos e material de limpeza e higiene, o político realizou pessoalmente as entregas no Abrigo São Francisco de Assis, Albergue Bezerra de Menezes, Lar Baldoíno Azevedo e S.O.S. Canto da Criança.
Além das entidades, Ronaldão afirma ter contemplado cerca de 100 famílias carentes em bairros da cidade.