O advogado no novo Código do Processo Civil é o tema de palestra que será proferida hoje à noite, às 19h, no auditório da Faculdade Madre Thaís, em Ilhéus. O conferencista será o advogado Fred Didier, professor da Ufba e livre docente da USP.
A atividade já é parte da campanha eleitoral na OAB baiana. Tem promoção de um dos postulantes à presidente da subsecção, Luiz Viana.
Os 19 concursos públicos de abrangência nacional oferecem 13.377 vagas e salário que pode chegar a R$ 12.593,00, caso do cargo de delegado da Polícia Civil em Alagoas.
Nesta segunda-feira (17), os 20 principais concursos públicos oferecem 13.377 vagas em várias regiões do país. Existem oportunidades em diversos cargos destinados a candidatos de todos os níveis escolares. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 12.593, dependendo da função desejada.
Um dos concursos encerra inscrições nesta segunda, 24, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). São 140 vagas para os níveis médio e superior e salário de R$ 2.671,00 (médio) e R$ 7.773,00 (superior). O levantamento foi feito pelo portal UOL.
Confira a relação de concursos no Leia Mais

Do A Região
O inchaço na folha de pagamento deve gerar a terceira punição para o prefeito Capitão Azevedo (DEM) e mais contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios, que na semana passada divulgou os primeiros relatórios referentes ao exercício de 2011.
Os relatórios do TCM referentes ao ano passado mostram que os prefeitos vêm repetindo, ano após ano, as mesmas irregularidades. Uma delas é o inchaço da folha de pagamento.
De acordo com o artigo 20 da Lei de Responsabilidade Fiscal, o gestor só pode gastar, no máximo, 54% da receita liquida do município com a folha de pagamento.
Os pareceres do TCM mostram que os prefeitos não têm a menor preocupação em inchar a folha de pagamento com os apadrinhados políticos, muitos deles nunca aparecendo para trabalhar.
No sul da Bahia, a prefeitura de Itabuna é uma das que cometem o mau exemplo de desperdício de dinheiro público, com gastos que ultrapassam 60% da receita liquida do município. Por dois anos consecutivos o prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo (DEM), foi punido pela ilegalidade.
As decisões do TCM não intimidaram Azevedo, que ano passado elevou os gastos com a folha de pagamento dos contratados, temporários e cargos comissionados. Os dados oficiais revelam que em 2011 o prefeito aumentou ainda mais os gastos com a contratação ilegal de pessoal.
A mais nova pesquisa de intenções de voto da disputa eleitoral em Ilhéus traz empate técnico entre Jabes Ribeiro (PP) e Professora Carmelita (PT).
Feita de 13 a 15 de setembro pela Séculus sob encomenda da Malg Empreendimentos de Serviços Ltda, de Petrolina (PE), a pesquisa mostra Jabes com 36,14% e Carmelita com 30,18%.
Jorge Luiz (PSOL) tem 11,93%. O percentual dos que não sabem em quem votar é de 12,46%. O universo dos que votariam em nulo ou branco atingiu 8,07%, e dos eleitores que preferiram não opinar alcançou 1,3%.
A margem de erro da pesquisa é de 3,2 pontos percentuais, o que configura empate técnico nas duas primeiras posições. A pesquisa ouviu 965 eleitores ilheenses nas zonas urbana e rural.
REJEIÇÃO
A pesquisa também apurou a rejeição aos três candidatos a prefeito. Jabes é rejeitado por 29,65% dos eleitores ilheenses. Carmelita apresentou 23,68% de rejeição. Com 21,05%, Jorge Luiz é o menos rejeitado. O levantamento apurou a expectativa de vitória. Para 39,47%, Jabes vence, enquanto 28,95% acreditam na vitória de Carmelita e 7,89 apontam Jorge.
A Séculus, de Pernambuco, é a mesma que aferiu as intenções de voto em Itabuna. A pesquisa foi publicada na última sexta-feira, 21 (confira aqui) e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número BA-000197/2012.
Um homem identificado pelo prenome Maurício morreu na noite deste domingo, 23, na altura do km 492 da BR 101, próximo ao acesso a Itajuípe. O administrador de fazendas conduzia uma moto de 125 cilindradas, cor verde, quando colidiu com um caminhão de João Almeida (ES).
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motociclista pilotava na contramão da rodovia, chegando a bater no lado direito do caminhão. Conforme amigos que chegaram ao local do acidente, a vítima morava em um local conhecido como “Os 10″, zona rural de Itajuípe. Além disso, informaram que Mauricio havia sofrido um acidente recentemente. Informações do Portal Sul da Bahia.

O repórter fotográfico Pedro Augusto foi vítima de sequestro-relâmpago por volta das 16 horas deste domingo, 23, em Gandu, no sul da Bahia. Quatro homens participaram da ação criminosa com conotações político-eleitorais. O quarteto agrediu o profissional e roubou a máquina fotográfica. A agressão ocorreu nas proximidades do Distrito de Água Preta, em Gandu. Pedro foi surpreendido pelos homens, que estavam em um Fiat Pálio, com logomarca da empresa Ganflex.
O jornalista identificou, pelo menos, dois dos autores dos crimes como sendo Vinícius Cruz, candidato a vereador e sobrinho do candidato a prefeito, e Danilo Meireles, filho do candidato a vice-prefeito. Ainda de acordo com o relato de Pedro, os outros dois homens eram negro e moreno e aparentavam, respectivamente, 20 e 28 anos. Eles ainda não foram identificados pela polícia.
A ação criminosa ocorreu no momento em que o profissional tentava fotografar a carreata da coligação “Credibilidade tem nome”, que tem o empresário Ivo Peixoto como candidato a prefeito. Pedro foi obrigado a entrar no veículo e ouviu a promessa de que o equipamento seria devolvido na delegacia da cidade.
Os sequestradores tomaram a BR-101 e o profissional conseguiu escapar ao ser auxiliado por um assistente de trabalho, que perseguiu o grupo em outro veículo. Pedro foi submetido a exame de corpo de delito no hospital da cidade após registro de ocorrência. Policiais civis tentaram capturar o grupo, que fugiu da cidade, segundo Augusto. O profissional estava trabalhando para a coligação adversária, de Neco Kanguçu.
As denúncias de suposto superfaturamento em licitação vencida pela Engemont na Bahiagás deixaram o deputado federal Geraldo Simões ruim na foto com o vice-governador e secretário de Infraestrutura, Otto Alencar. Presidente do Conselho de Administração da Bahiagás, Otto foi atingido pela denúncia reverberada por uma rede de comunicação ligada ao parlamentar.
O objetivo era ‘pegar’ o ex-aliado Davidson Magalhães, presidente da Bahiagás. Para azedar ainda mais o clima, Otto é o presidente do PSD baiano, que integra a coligação da candidata a prefeita de Itabuna, Juçara Feitosa (PT), esposa de Geraldo.
Para completar, a denúncia, conforme a legislação e o comando da Bahiagás, não tinha fundamento: a Engemont ganhou a disputa por um preço 10% superior porque as outras concorrentes não estavam habilitadas a participar do certame. Outro ponto a favor de Otto e Davidson é que as contas da empresa mista são auditadas quatro vezes por ano. Todas foram aprovadas.

Lelo espera que Marta não faça no novo ministério o mesmo que no Turismo em 2007, quando aconselhou os brasileiros que enfrentavam o caos aéreo a “relaxar e gozar”. O ator e diretor teatral foi bastante aplaudido após o desabafo.
Em tempo: a peça A Bofetada estará em cartaz novamente neste domingo, 23, às 20h30min, no CCAF, encerrando a nova série de três apresentações da peça já assistida por mais de um milhão de pessoas nos 24 anos.

O governador Jaques Wagner esteve no final de semana em Itabuna, onde inaugurou a primeira Base Comunitária de Segurança no interior da Bahia. A base de segurança é aposta para redução dos índices de criminalidade em áreas onde há domínio do crime.
Após a inauguração no Monte Cristo e entrevista ao Alerta Total, da TV Cabrália, o governador concedeu entrevista ao PIMENTA. O mandatário baiano falou de greves no funcionalismo, gestão pública, eleições e reflexos eleitorais do julgamento do Mensalão, no Supremo Tribunal Federal (STF). Wagner fez crítica à Revista Veja pela postura de “partido político” assumida pela publicação da Editora Abril.
O governador também abordou o processo eleitoral na Bahia e ainda vê a disputa embolada em Itabuna. Ele afirmou que, na reta final, poderá vir a Itabuna apoiar o candidato da base aliada que estiver melhor posicionado – Vane do Renascer (PRB) ou Juçara Feitosa (PT).
PIMENTA – Quais os resultados já obtidos com as Bases Comunitárias nas áreas onde foram instaladas?
JAQUES WAGNER – A depender do tempo de instaladas, os índices de criminalidade apresentam redução de 40% a 50%. Na área do Calabar [Salvador], tivemos período longo com zero homicídio e as bases têm se mostrado a melhor política, mas é óbvio que não vamos colocar bases em todos os bairros, todo interior, mas as colocamos em cidades com índices elevados, como é o caso de Itabuna. Semana que vem estou indo a Feira de Santana, tem uma projetada para Porto Seguro, é uma política de instalar em bairros onde existe o tráfico conflagrado.
O governo fez opção de instalar a Base Comunitária numa área de quadra poliesportiva. Não há uma incoerência governamental entre discurso e combate ao crime?
Na verdade, foi demandado à prefeitura o oferecimento de um terreno. Também acho que é ruim suprimir uma quadra de esporte para colocar uma base comunitária, que é bem-vinda. A unidade nossa é provisória, mas o terreno ao lado [da quadra] é que será usado.
Existem demandas no sul da Bahia, como a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna . Quando esta obra vai sair?
A duplicação ficou a cargo do governo federal . O Derba [órgão estadual] já entregou o projeto ao Dnit e está sendo adequado pelo Ministério dos Transportes. O dinheiro está reservado dentro do PAC II. É o Dnit terminar o projeto, sair a licença ambiental e fazer a obra. Eu tenho convicção de que a gente consegue começar essa obra no primeiro semestre de 2013.
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Com a aproximação da eleição, se um candidato da base estiver disputando com o adversário, no caso de Itabuna é com o DEM, a gente pode vir para reforçar.
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Falando de eleições, como se posicionará em Itabuna, onde a base tem dois candidatos?
Para não ser desleal, a minha postura é sempre ficar equidistante onde temos dois candidatos e estes participaram da minha campanha [em 2010]. Com a aproximação da eleição, se um candidato da base estiver disputando com o adversário, no caso de Itabuna é com o DEM, a gente pode vir para reforçar. Por enquanto, há a informação de que a disputa está embolada e eu estou me mantendo distante não só aqui como em todos os lugares. Sou do PT, mas sou de uma coligação. Então, se existem dois candidatos da base, a gente mantém essa distância.
Qual o mapa eleitoral que o governo projeta para este ano?
A projeção que temos é de que, dos 417 municípios, faremos 320. Gente mais otimista fala em 330. Eu boto 320, o que já seria um número bastante representativo, ficando perto de 100 com a oposição, mas ressalvando alguns municípios, pois o PMDB é parte do governo da presidenta Dilma e oposição ao governo estadual, mas não há “interdição” de alianças. Tem prefeitura que vai ser ganha pelo PMDB, mas com o apoio de gente nossa e do PT. E tem lugares onde o PT deve ganhar com o apoio do PMDB. Mas eu diria que, na minha base, estaremos acima de 320 prefeituras.
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Nelson Pelegrino tem crescido bastante e o candidato do DEM, na minha opinião, vem perdendo fôlego.
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E Salvador?
Nelson Pelegrino tem crescido bastante e o candidato do DEM, na minha opinião, vem perdendo fôlego. Em Feira, a eleição é dura, mas a reação de [Zé] Neto é muito boa. Já em Vitória da Conquista, Guilherme Menezes está bem. Aqui em Itabuna, como já disse, está embolado e em Ilhéus nós temos dois candidatos da base, assim como em Barreiras. Então, acho que o resultado vai ser bastante positivo.
Nacionalmente, qual será o impacto do Mensalão para o projeto eleitoral do PT?
Eu estava dizendo que houve julgamento do povo. O episódio do Mensalão já foi público. Em 2005, 2006, teve gente cassada ou que renunciou para não perder o mandato… Na minha opinião, o impacto maior se deu naquela época. Nós já tivemos as eleições de 2006, 2008 e 2010. Algumas pessoas se desestimularam em relação ao PT, mas, pelo desempenho nas eleições, eu diria que não foi um golpe como a oposição gostaria que fosse. Até porque, se o PT tem erros, e seguramente tem, os outros não estão isentos.
Os reflexos hoje seriam menores?
A população não é mais ingênua. Sabe que fazer o discurso da moralidade é fácil, mas teve, por exemplo, o episódio do Mensalão do DEM, com gente filmada colocando o dinheiro no bolso e por aí vai. E o PSDB, também [Minas Gerais]. Então, eu não gosto de generalizar. Seguramente, não somos um partido dos santos, mas de homens e mulheres, como todos são, com erros e acertos. Agora, alguém tentar posar de partido dos santos, de partido detentor da moralidade absoluta acaba soando como mentira para a população. Então, algum impacto acho que tem, mas não estou sentindo, pelo menos por onde tenho andado.
E na Bahia?
É óbvio que não tenho andado por outros estados, mas não estou sentindo isso.
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Eu digo sempre que com o pecado do pecador o povo já se acostumou. O pecado do pregador assusta muito mais. Quando acontece alguma coisa com alguém do PT, vira escândalo.
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O senhor esteve em São Paulo em apoio a Fernando Haddad. Lá, o senhor não sentiu?
Algum reflexo tem, é óbvio. Eu digo sempre que com o pecado do pecador o povo já se acostumou. O pecado do pregador assusta muito mais. Como nós sempre pregamos a moralidade e o bom uso do dinheiro público, quando acontece alguma coisa com alguém do PT vira um escândalo. Por quê? Porque somos pregadores do bom uso do dinheiro público. O episódio foi em 2005, há o julgamento e a postura de condenação. Agora, não acredito que isso vá ser… Vamos ver em São Paulo, onde o Haddad está crescendo, o Russomano está consolidado na primeira posição. Espero que [no segundo turno] dê Russomano e o Haddad, mas vamos esperar mais um pouquinho.
E o que muda com o envolvimento do nome do ex-presidente Lula, segunda a Veja?
Olha, a Revista Veja, ultimamente, tem se transformado quase que num partido político, como já aconteceu em outros países democráticos como Inglaterra, Estados Unidos. Alguns órgãos de imprensa esquecem de que a imprensa tem direito a ter sua opinião – e nós defendemos a liberdade de imprensa, mas tem momentos que ela assume uma posição e se contamina até diante da sociedade. A tentativa, na minha opinião, é absurda. Eu fui ministro que cuidava de toda aquela questão à época do Mensalão. Eu era o articulador político do presidente Lula… No dia que estive em São Paulo, estava saindo a revista e eu disse “posso garantir que o presidente nunca se encontrou com Marcos Valério nem no Palácio do Planalto nem no Alvorada ou na Granja do Torto”.
Mas a pressão é grande.
Essa tentativa [de envolver o ex-presidente Lula] já foi rechaçada no começo pelo Supremo. É tentativa de contaminar uma pessoa que, para tristeza das oposições, continua morando no coração de 80% dos brasileiros, pelo trabalho que ele fez. Mas não acho que isso vá prosperar. Insisto que é falta de argumento da oposição e aí tenta bater só nessa tecla. O povo ouve a palavra, mas julga pela ação. Creio que a ação do PT ao longo desses anos, seguramente, não é perfeita, mas a gente tem feito processo de prosperidade bastante grande no Brasil e na Bahia.
O senhor sempre foi visto como homem do diálogo e oriundo da base sindical. Por que se enfrentou duas greves duras só neste ano, principalmente a dos professores, que foi a mais desgastante e longa?
A greve da Polícia Militar, na verdade, tinha uma agenda nacional, que era a PEC 300. Então, iniciou-se um processo de greves em outros estados e chegou na Bahia e tomou contornos inaceitáveis e violentos. Graças a Deus, superamos aquela fase. Fizemos uma oferta salarial à Polícia Militar que começa a ser cumprida agora em novembro.
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Os negociadores do meu lado e do lado dos professores não exercitaram bem o que é sagrado – a mesa de negociação e o diálogo – e a greve acabou adentrando por uma conotação de politização.
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E na greve dos professores?
No caso dos professores, considero que houve erro de parte a parte na mesa de negociação. Os negociadores do meu lado e do lado dos professores não exercitaram bem o que é sagrado – a mesa de negociação e o diálogo – e a greve acabou adentrando por uma conotação de politização. Só lembrar que, seguramente, não sou governador da Bahia duas vezes, deputado três vezes e ex-ministro do presidente Lula por que seja burro. É óbvio que se num ano eleitoral eu pudesse alargar os proventos do funcionalismo público para estar em cada canto com gente satisfeita… Eu tenho limite e tenho que governar dentro da responsabilidade fiscal. Eu só quero lembrar, sem voltar a esse debate, que nós fizemos e vamos completar em março 53% de ganho real sobre a reposição da inflação. Houve desgaste, mas ele vai sendo superado. O governo não é julgado só por esse episódio. É julgado pelo conjunto da obra de cinco anos e meio. Graças a Deus, a gente tem avaliação bastante positiva da população.
Só que as pesquisas ainda apontam desgaste.
Não, você está falando da pesquisa de Salvador. É que o povo tem a mania de pegar pesquisa de Salvador.
Nos maiores centros, como Itabuna, também ainda há reflexo.
Em Feira de Santana virou completamente. Pode não ser igual às outras cidades do interior, mas a avaliação é positiva. Inclusive, em Salvador a regressão da desaprovação já é bastante grande e a gente já tem aprovação superior a não-aprovação. Salvador foi o grande foco da greve dos professores. Mas em época de eleição as coisas são… (pausa)
Mais acirradas?
(…) Mais acirradas e ninguém [da oposição] vai falar das bondades. Mas sou pessoa tranquila. Vou dar o exemplo de Salvador [em relação a pesquisa]: tinha gente comemorando antes da hora e me parece que a festa não vai ser como eles estavam imaginando. Vamos aguardar porque, pelas pesquisas, eu não iria nem para o segundo turno em 2006 e acabei ganhando no primeiro. Achava impossível ganhar do primeiro turno em 2010… Não falo isso com arrogância, mas como recomendação porque pesquisa é fotografia do momento. Eu acabei de ouvir do diretor da própria rede aqui [Marcelo Almeida, da TV Cabrália] que as coisas mudam com muita rapidez em Itabuna. Em São Paulo, todo mundo achava que Celso Russomano (PRB) ia cair [nas pesquisas] com duas semanas de televisão. Consolidou em 35% e está todo mundo agora batendo perna, não entendendo o que está acontecendo. Então, vou continuar com minha humildade. Evidente que eu sei os problemas que o governo tem, mas também eu sei das entregas que a gente fez e não são poucas, e o povo julga pelo conjunto da obra.
Está aberta a temporada de garantir um dinheirinho extra ou até, quem sabe, um emprego novo. A época é o momento ideal para correr atrás dos trabalhos temporários, uma vez que o comércio prepara-se para o aumento das vendas, causado pelas festas de fim de ano. A maioria das empresas começa a receber currículos na primeira quinzena de outubro. Em Salvador, a previsão é que sejam abertas oito mil oportunidades no período, 10% a mais em relação a 2011.
No Estado, a expectativa é que esse número chegue a 20 mil, segundo a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado da Bahia (FCDL-Bahia). Leia mais n´A Tarde.
Tem candidato arrancando os cabelos para ganhar a eleição, mas na pequena Jussari, a 63 quilômetros de Itabuna, foram opositoras que literalmente arrancaram parte do aplique capilar (conhecido como “mega hair”) da prefeita e candidata à reeleição Neone Barboza (PP). Ela conta que passava por uma movimentada rua daquela cidade, em companhia da filha, quando membros da coligação liderada pelo PT a teriam xingado e depois, quando a prefeita desceu do carro, mulheres que integravam o grupo adversário partiram para cima com tapas e puxões de cabelo.
Neone registrou o fato no Complexo Policial de Itabuna, onde foi submetida a exame de corpo de delito. Como prova, trazia vários arranhões e o cabelo sem parte do aplique.
Com medo de sofrer novas agressões, a prefeita cobra reforço policial em Jussari até as eleições. Ela ressalta que a cidade tem, por tradição, uma disputa eleitoral conturbada e marcada por episódios violentos.
Do Cena Bahiana
QUEM ESCREVE PERDE E PROCURA PALAVRAS

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Puxar pela memória também não resolve
Dia desses, perdi a palavra “contrafação”. Aqui, pouco importa seu significado, importa é, digamos, o nome. Consultar o dicionário seria equivalente a procurar numa grande cidade uma pessoa que você não conhece nem sabe como se chama. Puxar pela memória não resolve (se ela fosse boa não perdia palavras). Da minha experiência de escrever todos os dias e todos os dias perder palavras, nasceu um truque infalível: esqueça. Como, minha senhora? A memória já vasqueira e eu receitando mais esquecimento? Pois é, minha amiga: faça-se de tola, diga pra si mesma que não precisa daquela palavra e, quando menos você esperar, ela ressurge, desconfiada feito cachorro que quebrou o jarro.
AFRODITE E SUA RELAÇÃO COM O AMENDOIM

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O Monte Olimpo não era o Jardim do Éden
Afrodite nasceu da espuma das ondas, depois de Cronos ter castrado o pai dela e jogado as genitais no mar (os deuses do Olimpo pegavam pesado!). Ela saiu da água numa concha de ostra – e essa confusão deu na crença de que os frutos do mar são afrodisíacos, sendo a ostra a verdadeira joia da coroa, se vocês me creem. E se não creem, culpem o Dicionário dos afrodisíacos, de H. E. Wedeck, pesquisador de estranhas coisas (publicou livros sobre feitiçaria, astrologia, o diabo e delícias assemelhadas). Os detalhes sobre o culto a Afrodite, nos bons tempos da Grécia (hoje estão péssimos), não publico, pois traumatizariam as mentes mais sensíveis.
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Fogo morto em tragédia de Shakespeare

JORNALISTA É SINÔNIMO DE PALPITEIRO
Longe de mim a intenção de que isto aqui seja visto como aula de português (ou de qualquer outra coisa igualmente explosiva), já o tenho dito. São apenas comentários de alguém que trabalha com a linguagem, escrevendo ganha o leite e o uísque. Sou jornalista, embora já tropeçando na idade e pressionado pelo frenesi “diplomático” da Fenaj. Jornalista é também sinônimo de palpiteiro – somos (a maioria, na qual me situo) pessoas capazes de abordar os mais variados assuntos, sempre de forma perfunctória, superficial, tangencial. Se aprofundam a discussão, saio de fininho e vou procurar minha turma.
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O mar de gente balança o chão da praça
Tais prolegômenos servem para dizer que tenho o lugar-comum como a pior doença das tantas que acometem a língua escrita e falada. É um vício comparável às drogas pesadas, que nos fazem sentir bem e nos destroem a longo prazo. E com que frequência esse fenômeno ocorre, até em meios ditos “cultos”! Quem não ouviu recentemente um “para se ter uma ideia”, ou “faz a diferença” – isto para não falar nos clássicos “ver a luz no fim do túnel”, “poupar o precioso líquido”, “mar de gente” e, particularmente no Carnaval, “ninguém ficar parado”, “tirar os pés do chão” e “balançar o chão da praça”. Argh! Acabou o espaço – e o assunto há de voltar outra hora.
NO MEU RIO NÃO NAVEGARAM AS CARAVELAS
Onde eu nasci passa um rio. É o rio Macuco, que me lembra o poema de Fernando Pessoa (musicado por Tom Jobim): não é rio tão rio quanto o Tejo, famoso e amplo. Por ele não navegaram caravelas tendo-o por caminho, por ele ninguém alcançou importantes novas terras. Na verdade, é um rio chocho, um riacho, um fio d´água que desce da serra, mas para mim ele é o melhor rio do mundo, porque é o rio da minha aldeia e da minha meninice, é o meu rio, o rio em que me banhei. O rio corre como o homem. Um morre a caminho do mar, outro a caminho do nada. Meu rio morre um pouco a cada dia, na vã tentativa de chegar ao mar de Ilhéus (talvez melhor do que eu, que por não ter destino prévio, nem sei para onde vou). Quem sabe, por isso somos um tanto magros, desidratados, tímidos e tristes.
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Enquanto o rio corre, o homem caminha

(O.C.)
O Vitória jogou bem e conseguiu bater o Goiás por 3 a 1, hoje, no Estádio Barradão, sem os sustos da primeira partida na capital goiana, quando o rubro-negro perdeu por 4 a 3, após estar vencendo por 3 gols a 0.
O triunfo de hoje deixou o time cada vez mais pertinho da Série A do Brasileirão. A equipe baiana tem 57 pontos e está cinco à frente do Criciúma-SC, segundo colocado.
Pelos cálculos de matemáticos, o rubro-negro precisa conquistar mais 9 pontos para garantir o acesso à elite do futebol nacional. O próximo jogo do time baiano será contra o Avaí, no sábado, Confira os melhores momentos do jogo de hoje.


O candidato a prefeito de Itabuna pelo PRB, Vane do Renascer, disse hoje que sua campanha é a que mais cresce e vê “a mão de Deus”. Eufórico, o candidato considerou a carreata encerrada na praça principal do bairro de Fátima, às 14h, como a maior da história do município. “Itabuna e o nosso povo não merecem ser enganados”, disse.
O candidato condenou posturas adversárias que, segundo ele, teriam espalhado a possibilidade de demissões em massa na prefeitura com a sua eleição e posse. “Não vou decepcionar vocês. Não vou demitir. Só vai sair, sim, quem não trabalha”, afirmou, sendo aplaudido pela maioria.
O ato de encerramento contou com a presença do vice-presidente estadual do PCdoB e presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, do médico Edson Dantas e do jornalista Tom Ribeiro, que declarou voto em Vane. O vice de Vane, Wenceslau Júnior, disse que a carreata foi resposta do povo “que está revoltado com esse pingue-pongue” entre grupos geraldistas e fernando-azevedistas.

Três dos candidatos são do sul da Bahia: Valtencir Pinto (Almadina), Expedito Rigaud (Ubatã) e Adailton Santos Silva (Gandu). Os dois primeiros são candidatos a prefeito e Adailton disputa vaga à Câmara. Nos três casos, o TRE acatou recursos da Procuradoria Regional Eleitoral (MPF).
Outros que tiveram registros indeferidos no tribunal eleitoral foram Elcior Piaggio de Oliveira (prefeito) e Nivaldo dos Reis Nobre, vice, de Ipecaetá, e Valdemar da Silva Prado, de Pindaí. Os candidatos a vereador atingidos, além de Adailton (Gandu), foram Sinvaldo Pereira da Silva, de Pindaí, e Marcos Antonio Ribeiro dos Santos, de Camaçari.
CRIMES DE CADA UM
Os políticos perderam o registro de candidatura por terem sido condenados em decisão já transitada em julgado – da qual já não é mais possível recorrer. Foram condenados por abuso de poder econômico e captação ilícita de sufrágio (Valtencir, Expedito, Elcior e Nivaldo); abuso de poder econômico (Marcos Antonio); captação ilícita de sufrágio (Sinvaldo e Valdemar) e por crime eleitoral (Adailton).























