Fica difícil entender a função de uma tal Gerência de Projetos mantida na Prefeitura de Ilhéus. Apesar de haver engenheiros e arquitetos nesse grupo, os benditos projetos são feitos (e pagos a peso de ouro) por uma empresa particular.
Para se ter uma ideia do absurdo, o projeto de reforma do prédio onde funcionava a Biblioteca Municipal foi contratado por R$ 60 mil. E isto é apenas para a elaboração do que ainda será executado, sabe Deus quando… E por quanto!
A Justiça atendeu à ação civil proposta pelo Ministério Público estadual e determinou a retirada de dezenas de outdoors instalados em áreas públicas no município de Itabuna. A decisão foi tomada no início de junho e começou a ser cumprida nesta sexta-feira (22) nas avenidas Manoel Chaves (Kennedy) e Princesa Isabel, em frente ao centro adminstrativo Firmino Alves, e na rótula Tancredo Neves (acesso à região do São Caetano).
A determinação de retirada partiu do titular da 2ª Vara Cível e Fazenda Pública da Comarca de Itabuna, Gustavo Pequeno. Serão retiradas placas que estejam em desacordo com o Código de Obras e Posturas municipal. Foi fixada multa diária de R$ 5 mil, com limite de R$ 500 mil, em caso de descumprimento da decisão. O blog procurou a promotoria local, mas o responsável pela ação civil não foi encontrado.
Atualizado às 16h45min
E a situação do senhor Geraldo Magela, o glorioso secretário da Saúde? Um secretário que não conseguiu resolver os problemas da atenção básica, não solucionou o atendimento do Hospital de Base e viu, em sua gestão, o quase fechamento de um hospital infantil e uma maternidade, além de expor o município ao ridículo ao “romper” com o estado, exatamente quem lhe repassa a grana que mantém a estrutura funcionando e pode ser a única tábua de salvação no curto prazo.
Um ótimo currículo para a degola, não?
Só que o homem não cai. Mas, e se caísse? Quem o prefeito Capitão Azevedo poderia chamar para salvar a saúde em seu governo e somar uns pontinhos na sua busca pela reeleição?
Não tem. Lembremos que o próprio Magela já foi uma ‘solução’ importada.
Famoso mato sem cachorro.
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Quem passa pela rodovia Ilhéus-Itabuna pode assistir a uma cena próxima do dantesco. Dezenas de urubus devoram um cavalo atropelado e morto na madrugada desta sexta-feira (22), no quilômetro 22 da rodovia. A cena pôde ser presenciada pelo secretário estadual de Segurança Pública, Maurício Barbosa, e todo o seu aparato deslocado a Itabuna na manhã de hoje.
Os comunistas já estão impacientes com a demora do governador Jaques Wagner em assinar o decreto de nomeação do Sargento Gilson Nascimento para a chefia da 5ª Ciretran, em Itabuna. A longa espera imposta a Nascimento tem a ver com a pretensão do ex-deputado estadual Capitão Fábio, que está de olho no mesmo cargo.
O capitão “aquartelou-se” em Salvador, a espera do desenrolar dos acontecimentos. Já os cururus dizem que se Wagner quebrar o acordo com o PCdoB estará abrindo um precedente perigoso, ameaçando o critério de distribuição de cargos do Estado.
“Aí vai virar bagunça”, prevê um membro do partidão.
Num recado direto ao Partido dos Trabalhadores, o ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, pré-candidato ao Palácio Paranaguá pelo PP, voltou a afirmar que não aceitará fazer aliança com partidos que integram o governo Newton Lima.
Jabes fez a afirmação nesta manhã, durante entrevista ao programa “O Tabuleiro”, comandado por Erivaldo Vila Nova na rádio Conquista FM. “Não me peçam para fazer aliança com esse governo que está aí. Quem estiver nesse governo, que fique até o final”, declarou o ex-prefeito.
Observadores do cenário político ilheense acreditam que a rejeição jabista aos aliados de Newton é estratégica, “manhosa” e tem apenas um alvo: o PT. “Jabes não seria maluco de recusar um eventual apoio petista; o que ele quer é constranger a ala do partido que defende candidatura própria”, analisa um membro do PT ilheense.

A prefeitura e a construtora responsável pela obra de R$ 12,8 milhões, liberados pelo governo federal, esperam concluir a parte de macrodrenagem e cobertura parcial do canal em outubro, quando começaria a etapa de construção de mais uma pista e ciclovia.
A construtora alega que foi descoberto um terreno com quantidade e tipo de rocha não-previsto. Uma máquina usada para detoná-la quebrou em duas ocasiões e o jeito foi apelar ao Exército e obter autorização para dinamitar a formação rochosa. A autorização levou 20 dias.
E tanto atraso afetou a economia da avenida. Os comerciantes reclamam das dificuldades de acesso dos clientes as lojas enquanto perduram as obras, além do excesso de lama em períodos chuvosos e de poeira quando o sol dá as caras. As vendas, reforçam empresários, despencaram em até 50%.
O ministro Ricardo Lewandowski, do Tribunal Superior de Justiça ( TSE), indeferiu ontem (21) o pedido de liminar impetrado pelo ex-prefeito Edson Neves, para retornar ao executivo municipal.
Lewandowski ressaltou que o indeferimento da liminar tem em mira resguardar a vontade popular sufragada nas urnas. Com a decisão do TSE, Agilson Muniz (PCdoB) permanece no cargo.
Neves foi o segundo colocado nas eleições de 2008 e assumiu a prefeitura em maio do ano passado, após o Tribunal Regional Eleitoral baiano cassar o mandato de Agilson, primeiro colocado no pleito e que reassumiu o governo na última quarta (20). Com informações do site Ubatã Notícias.

Dilma dá um freio nas ambições desmedidas da sua base aliada, inclusive o PT e o PMDB.
O ex-presidente Lula dizia uma coisa certa: “Dilma após eleita irá demonstrar que é uma grande administradora.” Em pouco mais de seis meses na presidência, a presidente Dilma Rousseff tem demonstrado não querer transigir com a corrupção no seu governo.
Diferentemente de Lula, que tentava negar de pronto as denúncias (nunca definitivamente apuradas) no seu governo, denominando-as “tentativas de golpe da oposição”, Dilma vai, aos poucos, mostrando o seu perfil, modo de governar o país, livrando-se sem cerimônia da “herança maldita” deixada por Lula, na forma de “penduricalhos políticos” instalados nos ministérios e nas estatais.
Ao contrário do que dizem os seus “companheiros”, de que a Presidenta Dilma Rousseff é uma “boa gerente” e uma má política, ela vem demonstrando, mineiramente, o seu desacordo com o modus operandi de fazer política em nome da governabilidade, até então estabelecido no poder.
Ao se aproximar do PSDB, ao promover gestos claros de cortesia para com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ainda hoje um dos principais ícones da atual oposição, Dilma dá um freio nas ambições desmedidas da sua base aliada, inclusive o PT e o PMDB.
Assim, emite sinais claros de que poderá estabelecer uma relação ética de governo com os partidos de oposição liderados pelo PSDB, reequilibrando suas forças sem a necessidade de ter que aceitar imposições e negociações que vão além dos seus princípios éticos de governar.
Os comentários ganharam força nesse sentido quando, no dia de ontem, o atual presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra, foi recebido no Palácio do Planalto pela ministra Ideli Salvatti, coordenadora política de Dilma Rousseff.
Membros insatisfeitos da base aliada do governo dão sinais evidentes de frustração, ao alimentarem o ego do ex-presidente Lula, pregando a sua “re-reeleição” em 2014, em substituição a Dilma.
Gerson Menezes é publicitário e marqueteiro político.
O subprocurador-geral da República Rodrigo Janot afirmou, em parecer divulgado nesta quinta-feira (21), que o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) viola o princípio constitucional do direito ao trabalho e à liberdade de exercer uma profissão.
A prova aplicada pela entidade é condição para que o bacharel em direito se torne advogado e atue na profissão. A reportagem procurou o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcanti, que está em recesso e não foi localizado. A reportagem também não conseguiu contato com o presidente interino.
“Não contém a Constituição mandamento explícito ou implícito de que uma profissão liberal, exercida em caráter privado, por mais relevante que seja, esteja sujeita a regime de ingresso por qualquer espécie de concurso público”, afirmou Janot no parecer.
A análise foi feita pelo subprocurador ao examinar o recurso ajuizado pelo bacharel em Direito João Antonio Volante, no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele contesta a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região que julgou legítima a aplicação da prova pela OAB. O caso será analisado pelo relator no STF, ministro Marco Aurélio Mello.
Para o representante do MPF, o exame da Ordem não garante que será feita a “seleção dos melhores advogados” e pode até ser entendido como reserva de mercado. Informações do G1.
A belíssima Morro de São Paulo, na Costa do Dendê, já anunciou as datas e a programação do segundo Festival da Primavera, evento que reúne grandes atrações da música brasileira. Estão previstas mais de 20 horas de shows gratuitos, com um total de 16 apresentações.
O Festival será realizado de 3 a 7 de setembro e a expectativa é de que 12 mil pessoas participem do evento a cada noite. Entre os nomes já confirmados, estão: Capital Inicial, Vanessa da Matta, Jau, Monique Kessous, Samba d’Ju, Rio Vermelho, Quarteto de Cinco e Pablo Dominguez

O assassinato da “Patroa do Tráfico”, como ficou conhecida na capital baiana, é motivo de matérias que retratam a influência da jovem e a ousadia diante da polícia quando presa na “Festa do Pó”, em 2010.
O termo Kelly Cyclone é dos mais procurados na internet e as mídias tradicionais (rádio, tevê e jornal) descobriram o “filão” e concedem espaços generosos para tratar da morte e da vida de Cyclone, além das circunstâncias do crime ocorrido na segunda.
A preocupação é com os reflexos deste espaço para os que ficam e foram “rendidos” pelo tráfico. Estes, veem na “patroa” um exemplo. Pior, a ser seguido. Nas redes sociais, a moça coleciona milhares de seguidores, número que aumentou principalmente depois do assassinato.
E o fim de Kelly foi semelhante ao de milhares de traficantes e de quem se aventura (aventurou) neste “comércio”.
Uma médica itabunense quase acaba detida ao ser multada por dirigir falando ao celular. Joane Pamelly Ribeiro Nunes de Sousa passava em frente ao posto da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) quando foi flagrada pelos patrulheiros.
A profissional atua no Samu 192 de Itabuna e tentou escapar da multa dizendo que estava fazendo atendimento de emergência – não sem lembrar que se o paciente morresse, os policiais seriam responsabilizados. A desculpa não colou.
A médica, nervosa, disparou em tom irônico contra a PM:
– A polícia tá maravilhosa, é uma corrupção maravilhosa.
“Eu era milionário. Tinha dinheiro demais. Já peguei carro de dar uma volta, não gostar e vender. Nisso eu perdia 80 mil, 100 mil reais. Imagine a pessoa que teve tudo na vida e chegar um momento em que não tem nem o que comer. Aí eu me perguntava: o que vou fazer da minha vida?”.
Essa é a história de um jogador que despontou para a fama após encarar muita poeira nos campos de futebol do Sul da Bahia e os zagueiros nada gentis do Campeonato Intermunicipal, que reúne seleções de todo o estado. A fama foi meteórica para Serginho. Da Seleção de Coaraci para o Corinthians, um dos times mais populares do Brasil, sem escalas.
No Corinthians, gols de placa, inclusive um antológico de bicicleta contra o rival Palmeiras. Roubou a cena e decidiu um jogo contra o Flamengo de Sávio, Edmundo e Romário. Em cinco jogos pelo Corinthians, cinco gols. Um fenômeno, cotado para a Seleção Brasileira. “Fiquei conhecido no Brasil todo. Em São Paulo, não conseguia sair na rua”, conta, entusiasmado e saudoso.
Os gols trouxeram a fama, dinheiro, mulheres, farras. Muitas farras.
O despreparo para a fama, o temperamento forte, a rebeldia abreviaram o idílio corintiano. Passou pelo Vasco, Botafogo e Internacional como um meteoro, onde deixou poucos gols e nenhuma saudade dos torcedores. “Eu não treinava, brigava com os treinadores, achava que eu era o bom”.
Artilheiro ele era, mas estava queimado para o futebol brasileiro, sem espaço nos grandes clubes. Ainda assim, tirou a sorte grande e foi jogar no Oriente Médio. Um sonho das arábias, que atingiu níveis celestiais quando ele marcou três gols na final da Copa da Ásia de 2001, dando um titulo inédito ao Al-Ittihad. Caiu nas graças do rei da Arábia Saudita, Fahed, para quem dinheiro jorrava literalmente do solo, em forma de petróleo.
Clique aqui e confira a reportagem completa no Blog do Thame.



























